O que você come pode reduzir ou aumentar o risco de câncer

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Várias décadas atrás, os médicos estiveram no escuro sobre o papel da alimentação na saúde. Na verdade, a maioria dos médicos tinham pouca informação em nutrição e o papel que vitaminas e minerais tinham nas doenças. Os médicos foram ensinados a concentrar-se em tratar os sintomas da doença, em vez de prevenir a doença em si!

 

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No entanto,  hoje em dia, os médicos estão muito mais conscientes da relação entre as dietas de seus pacientes e as doenças que eles podem contrair. Como digo a meus pacientes, uma dieta saudável pode reduzir muito os riscos para as 3 maiores preocupações com saúde que enfrentam hoje, doença cardíaca, diabetes e câncer.

Com isso em mente,  gostaria de compartilhar com você algumas informações de dieta específica que dou aos meus pacientes para reduzir o risco para câncer.

Mudar o seu prato, aumentar a sua saúde!

Primeiro, você precisa repensar a distribuição da quantidade do alimento que você coloca no seu prato. Se você  come normalmente muito alimento de origem animal (carne bovina, carne de porco, peixe, frango, ovos) e uma porção muito menor de alimentos à base de plantas, legumes, frutas, ou grãos. Estavam indo para alterar essa relação para isso:

Prato com 2/3 preenchidos com alimentos ricos em fibras, alto nível de vitamina/mineral como grãos integrais (arroz integral, macarrão de trigo integral) ou leguminosas (grão de bico, lentilhas, feijão, ervilhas verdes e amarelas), vegetais amarelo/vermelho/verde (pimentas, verdes escuros, como espinafre, couve), frutas com alto conteúdo de água (maçãs, ameixas, laranjas, melão, damascos, pêssegos).

Prato com 1/3 preenchido com carne bovina, carne de porco, frango, peixe, ovos (ignorar se você incluir leguminosas e prefere vegetariano). Este 1/3 não deve ser maior do que um baralho de cartas. Evite carnes processadas como salsicha, bacon que contêm nitrito de sódio, um conservante associado com câncer. Também evitar queimar ou tostar (partes escuras). Estas proteínas animais com o calor ou alta temperatura produzem altos níveis de Aminas Heterocíclicas que são cancerígenas.

Evitar o microondas: quando bandejas plásticas são super-aquecidas, elas podem lançar Xenoestrogens, que pode agravar os desequilíbrios hormonais masculino/feminino e aumentar o risco de câncer. Se você tem microondas, esvazie o alimento em um prato de vidro e cubra com papel de cera. Ou, não compre alimentos congelados em bandeja.

Escolha orgânico, lave bem

Em segundo lugar, queremos evitar tantos produtos químicos em nossos alimentos quanto possível. Muitos frutas e vegetais produzidos comercialmente (grandes marcas) contêm pesticidas, vários dos quais são cancerígenos. Rótulos comerciais destes produtos não mencionam a quais produtos químicos foram expostos, então assume-se que eles foram. Aqui estão 3 opções para evitar esses produtos químicos:

Lave bem Frutas e Legumes antes de comer. Há no mercado atualmente produtos de lavagem disponíveis que removem esta química. Deixe de molho num recipiente por 15-20 minutos com 1 colher de hipoclorito de sódio, que pode ser encontradas nas farmácias. Morangos precisam de mais tempo, pois as sementes podem armazenar produtos químicos.

Comprar produtos orgânicos custos um pouco mais, mas eles são cultivados sem pesticidas.

Compro Local – produtos cultivados localmente são geralmente livre de conservantes químicos, porque eles não têm de viajar muito.

Plantar numa pequena horta seus próprios produtos se você tem espaço em seu jardim, uma horta pessoal pode ser um passatempo muito gratificante. Você tem a segurança de saber que está sem produtos químicos cancerígenos e ainda pode economizar muito dinheiro do supermercado!

Coma bastante fibra

Geralmente somos deficientes em fibra e comemos muita gordura saturada. Já a fibra é a chave para uma saudável, reduzindo o risco de câncer. A Fibra ajuda rapidamente a expelir os agentes cancerígenos e as gorduras saturadas que se alojam no seu intestino. Aqui está como fazê-lo:

Tenha como objetivo consumir 25 gramas por dia, você deve ler os rótulos para certificar-se de que está recebendo o suficiente.

Adicione mais cereais integrais – farinha de aveia no café da manhã, pão integral, para o almoço, arroz integral ou macarrão de trigo integral para o jantar. Consulte o prato de 2/3 acima.

Adicionar mais frutas e verduras na sua dieta – Devemos comer 5-6 porções de frutas e vegetais por dia. Tente comer o quanto puder, com exceção de tomates que liberam o licopeno que combate o câncer quando cozido.

Fazer gorduras trabalharem por você e não contra você

As gorduras, as corretas, devem fazer parte de uma dieta saudável. Comemos muito gorduras saturadas de origem animal e muito pouco gorduras insaturadas, mais saudáveis. Eu recomendo o seguinte: limitar as gorduras saturadas – não mais de 20 gramas por dia.

Comer nozes – Nozes e castanhas contêm gorduras boas como Omega-3 que são úteis para evitar câncer e são anti-inflamatórias. Várias castanhas ou nozes por dia são tudo que você precisa para colher benefícios. Evite mofo e aflatoxinas que se formam na refrigeração após a abertura e que são cancerígenas.

Use óleos para cozinhar como vegetais como óleo de oliva, coco, linhaça, cártamo. Manter temperaturas baixas (menos de 240 graus) ao cozinhar com estes óleos, ou adicioná-los aos alimentos mais tarde. Calor e alta temperatura fazem todos os óleos ficaram cancerígenos. Mantenha na geladeira e/ou armazenar em local fresco e escuro para evitar o ranço.

Adicione 1g de Omega-3s diariamente, peixes, krill, ou óleo de linhaça.

E não se esqueça…

Água : A dieta mais básica, reduz o risco da doença. Nossos corpos, dependendo do tamanho, são cerca de 70% de água! Precisamos de muita água todos os dias para manter nossos sistemas trabalhando corretamente expelindo as toxinas e carcinógenos.

Beber todos os dias bastante água limpa e filtrada podem manter esses agentes bem longe do seu sangue e aparelho digestivo evitando o acúmulo deles que pode causar problemas.

Se sua urina está clara o consumo de água/fluido é adequado. Se parece mais escura e mais pesada, você precisa de mais água. Lembre-se, a transpiração faz com que você perca mais líquidos, então você precisa repor água para ficar bem hidratado.

Suplementos: Um boa dica de sumplemento vitamínico é : vitamina C, vitamina E, selênio, beta-caroteno e vitamina d. Estas são anticancerígenas potências e deve ser parte de sua dieta saudável todos os dias.

Estas são algumas dicas para evitar o risco de câncer através de uma dieta saudável! São mudanças fáceis que têm um bônus de 3-em-1. Não só vai reduzir o risco de câncer, mas também irá diminuir o risco de doenças cardíacas e diabetes!

Mark Rosenberg, M.D.
UNOPress

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Ômega-3 na gravidez reduz risco de parto prematuro e garante bebê mais saudável

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O estudo foi divulgado em fevereiro na publicação científica The American Journal of Clinical Nutrition.

Que a nutrição é essencial para garantir uma gravidez saudável para a mãe e para o bebê pode não ser novidade para muita gente. O ácido fólico, por exemplo, é uma vitamina cuja suplementação é indicada a todas as gestantes, muitas vezes quando ainda se planeja engravidar, para evitar más formações no tubo neural do feto. Porém, talvez outro nutriente passe a dividir os holofotes quando o assunto é a saúde do bebê. Uma pesquisa realizada no Centro Médico da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, revelou que o ácido graxo ômega-3, um tipo de gordura insaturada, pode ajudar mulheres a terem bebês mais fortes e a reduzir a incidência de partos prematuros. O estudo foi divulgado em fevereiro na publicação científica The American Journal of Clinical Nutrition.

Para chegarem a essa conclusão, os cientistas estudaram 300 futuras mamães, escolhidas aleatoriamente. Metade delas foi suplementada durante o final da gravidez com 600 mg diárias de DHA, um tipo de ômega-3. Já as outras receberam um placebo para fazerem parte do grupo de controle. Durante as observações, verificou-se que as gestações do grupo suplementado foram mais longas, acima de 34 semanas, resultando em uma menor incidência de partos prematuros. Os recém-nascidos das mamães que receberam a suplementação também nasceram mais fortes, com peso maior, quando comparados aos bebês das mães que receberam o placebo.

Segundo os pesquisadores, não foram encontradas contraindicações para a suplementação, porém estudos maiores precisam ser feitos para verificar todo o potencial desse nutriente.

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Outros nutrientes importantes para a gravidez
Nem sempre a suplementação é recomendada, mas não custa reforçar a alimentação para ter nutrientes amigos da gestação durante esses nove meses, certo? Afinal, deficiências desses compostos podem causar baixo peso e até más-formações no feto. Conheça quais são essas substâncias e em que alimentos encontrá-las.

 

Vitamina C
A gestante deve consumir cerca de 85mg por dia desse nutriente, pois, segundo a nutricionista Simone Freire, ele participa da formação do colágeno e auxilia na formação dos ossos, juntamente com outros minerais e vitaminas. “Essa recomendação é fácil de ser atingida, visto que os alimentos ricos em vitamina C são facilmente encontrados no Brasil”, diz. A gestante deve ingerir frutas como acerola, goiaba, laranja, abacaxi, kiwi e caju.

ácido fólico - Foto Getty Images

 

Ácido Fólico
A recomendação de consumo desse nutriente para as gestantes é de 600ug por dia, porém este valor não é atingido somente com a alimentação. A nutricionista Simone explica que uma dieta com 2.200kcal é capaz de atingir somente 250ug de ácido fólico, aproximadamente. “Uma das grandes funções dessa vitamina é construir o tubo neural do bebê”, afirma.

Como a formação dessa estrutura se completa até o 28º dia da gestação, o ideal é que a gestante comece a tomar uma suplementação de ácido fólico um mês antes da gestação, aconselha Simone. Além da suplementação, é importante comer alimentos ricos em ácido fólico, que são folhas verdes escuras, feijões, frutas cítricas, fígado e leite.

cálcio - Foto Getty Images

 

Cálcio
Muito importante para a formação óssea do bebê, além de auxiliar no ajuste da pressão arterial da gestante, prevenindo a hipertensão gestacional ou pré-eclampsia. Os alimentos ricos em cálcio são: leite e derivados – como iogurtes e queijos – e vegetais folhosos verdes escuros, esses últimos, porém, com menor aproveitamento do nutriente. “Existem opções de extratos de soja com sabor e enriquecidos com cálcio para as pessoas com intolerância à lactose ou alergia a proteínas do leite”, lembra Simone. A recomendação é de 1000mg/dia.

Fósforo, potássio e magnésio - Foto Getty Images

 

Fósforo, potássio e magnésio
Segundo a nutricionista Amanda Epifânio, a ingestão adequada desses nutrientes está associada, juntamente com o cálcio, à prevenção de hipertensão gestacional ou pré-eclampsia. Para conseguir as quantidades adequadas, a gestante deve ter uma dieta diária com três a quatro porções de frutas variadas (fontes de potássio); três porções de cereais integrais – principalmente pães e arroz – (fontes de magnésio); e três porções de laticínios magros (fontes de cálcio e fósforo).

Vitamina D - Foto Getty Images

 

Vitamina D
“Essa vitamina equilibra o cálcio durante a gravidez, passa pela placenta e se apresenta no sangue fetal na mesma concentração do que na circulação materna”, aponta Simone. A vitamina D pode ser adquirida com auxílio dos raios solares – lembrando que os melhores horários para tomar sol são antes das 10h e após às 16h -, além da ingestão de alimentos como ovos, carnes e leites. A recomendação é de mais 10ug/dia.

Vitamina B6 - Foto Getty Images

 

Vitamina B6
A ingestão de vitamina B6 – 1,9mg/dia – é importante para a gestante no sentido de auxiliar a formação de novos tecidos e a fabricação da niacina, outra vitamina do complexo B, essencial para o corpo funcionar melhor e com mais energia. “Existem trabalhos apontando que a deficiência dessa vitamina pode contribuir com quadros de depressão durante a gravidez”, conta Simone. A vitamina B6 pode ser encontrada em carnes, peixes, aves e fígado.

Vitamina a - Foto Getty Images

 

Vitamina A
Segundo a nutricionista Simone Freire, a vitamina A tem funções específicas na resposta imunológica e é essencial para a visão. Recomenda-se a ingestão de 770ug por dia, o que não é muito diferente da recomendação para mulheres não grávidas (700ug/dia), já que existem pesquisas apontando que essa vitamina pode ser tóxica ou causar danos ao feto quando ingerida em grandes quantidades nos primeiros meses de gestação.

Existem duas principais fontes alimentares dessa vitamina. A primeira é indireta e de origem vegetal, incluindo alimentos alaranjados, como cenoura, mamão, manga, abóbora e qualquer outro que contenha betacaroteno (precursor da vitamina A). A segunda fonte é de origem animal e está na sua forma ativa, podendo ser encontrada nos ovos e nas carnes, principalmente no fígado.

Ferro - Foto Getty Images

 

Ferro
A partir do 2º trimestre de gestação, a futura mãe adquire mais massa celular, principalmente de glóbulos vermelhos, e o feto começa a criar a sua reserva de ferro. Por conta disso, é de extrema importância que a gestante absorva quantidade suficiente para suprir ambas as demandas.

O valor diário recomendado é de cerca de 27mg, alcançado apenas com suplementação. “Uma alimentação normal chega a atingir de 6 a 7mg/dia por 1000kcal. Para atingir as quantidade adequadas de ferro sem suplementação, seria necessário consumir 5000kcal por dia, o que é inviável”, diz Simone. Porém, mesmo que a gestante tome suplementos férreos, é importante ter uma alimentação rica nesse nutriente.

Entre as fontes de ferro heme – melhor absorvido pelo organismo -, estão carnes e vísceras. Já as fontes de ferro não heme – com menor aproveitamento – são os feijões, legumes, vegetais de folha escura e ovos. “A vitamina C auxilia na absorção do ferro não heme e, por isso, é importante que os dois nutrientes estejam juntos na mesma refeição”, conta Simone.

zinco - Foto Getty Images

 

Zinco
De acordo com Simone, “o zinco é extremamente importante para auxiliar o crescimento celular, tanto da gestante como do feto”. A recomendação é de 11mg/dia e esses valores também só são atingidos com suplementação. É indicado, inclusive, que a suplementação de zinco seja feita junto com a de ferro. Os alimentos ricos em zinco são ostras, frutos do mar, peixes, fígado, peru e carnes.

proteínas - Foto Getty Images

 

Proteínas
A nutricionista Simone Freire explica que a ingestão adequada de proteínas tem relação direta com a velocidade de formação dos tecidos da gestante e do bebê. O valor recomendado para grávidas é de 71g por dia, sendo que metade desse valor deve provir de carnes, aves e ovos e a outra metade, de alimentos de origem vegetal, como os feijões e derivados.

carboidratos - Foto Getty Images

 

Carboidratos
A necessidade de carboidratos aumenta porque o metabolismo da gestante está mais acelerado e, por conta disso, precisa de mais energia. A indicação é de 175g de carboidratos por dia. Arroz, batata, massas em geral, mandioca, pães, bolachas, aveia e granola são excelentes fontes desse elemento.

Autor: http://msn.minhavida.com.br
Fonte: http://msn.minhavida.com.br
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“O que você não sabe sobre a Vitamina do Sol. Ela continua a surpreender a medicina com novos efeitos benéficos”

A Revista Veja desta semana tem como matéria de capa o assunto Vitamina D.   Ed. 2.304, de 16 de janeiro de 2013: “O que você não sabe sobre a Vitamina do Sol. Ela continua a surpreender a medicina com novos efeitos benéficos.

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Vitamina D é um hormônio vital para preservação e recuperação da saúde

https://www.facebook.com/VitaminaD.HormonioVital

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Na COLUNA DA ESQUERDA deste site está situado em último lugar a categoria “VITAMINA D”.  Entrem ali e terão acesso às principais publicações, vídeos e programas feitos sobre esta vitamina-hormônio.  Ou apenas cliquem no link que dá acesso direto a todas elas:

 https://biodireitomedicina.wordpress.com/category/vitamina-d/

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No meu canal do YouTube, todo o material de áudio, vídeos e programas sobre Vitamina D3 podem ser acessados neste endereço:

Vitamina D3 – 10.000 UI diárias é vital para preservar à saúde

https://www.youtube.com/playlist?list=PL301EAE2D5602A758

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352
cgcoimbra@gmail.com
 
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Deficiência de vitamina D aumenta risco de doenças cardiovasculares

Estudo feito em pessoas com baixos níveis da vitamina mostra que elas são 81% mais propensas a morrer de doenças do coração.

Assista ao vídeo:

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

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Cientistas da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, descobriram que baixos níveis de vitamina D estão associados a um risco significativamente maior de ataque cardíaco e morte precoce.

O estudo, que envolveu mais de 10 mil dinamarqueses, sugere que a deficiência da vitamina causa aumento da pressão arterial.

A deficiência de vitamina D tem sido tradicionalmente associada a problemas de saúde óssea. No entanto, resultados de estudos populacionais anteriores indicam que um baixo nível de vitamina esta importante pode também estar ligado a um maior risco de doença cardíaca isquêmica, que abrange ataque cardíaco, arteriosclerose coronária e angina.

A equipe comparou os níveis de vitamina D em amostras de sangue de 10 mil dinamarqueses de 1981 a 1983. Os participantes foram seguidos nos registros nacionais até a data atual.

“Nós examinamos a associação entre baixo nível de vitamina D e o risco de doença isquêmica e morte no maior estudo até à data. Observamos que pessoas com baixos níveis da vitamina são 40% mais propensas a doença cardíaca isquêmica, têm um risco 64% maior de ataque cardíaco e 57% maior de morte prematura. Os resultados mostraram ainda que elas são 81% maio propensas a morrer de doença cardíaca”, afirma o pesquisador Peter Brøndum-Jacobsen.

Segundo o autor sênior, Børge Nordestgaard, com este tipo de estudo populacional, não é possível dizer qualquer coisa definitiva sobre uma possível relação causal. Mas é possível afirmar que há uma forte correlação estatística entre um baixo nível de vitamina D e o alto risco de doença cardíaca e morte precoce.

Agora, a equipe está trabalhando agora para determinar se a ligação entre o baixo nível de vitamina D e o risco de doença cardíaca é uma relação causal. Se isto for verdade, então, eles esperam causar uma mudança no padrão de prevenção da população mundial.

“A forma mais barata e fácil de obter quantidade suficiente de vitamina D é a exposição ao sol em intervalos regulares. Há muitas evidências de que o sol é bom, mas também é importante evitar ficar muito exposto, o que aumenta o risco de pele câncer”, conclui Nordestgaard.

Fonte: http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/31068/geral/deficiencia-de-vitamina-d-aumenta-risco-de-doencas-cardiovasculares

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Vitamina D pode combater males que mais matam pessoas no mundo

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