Vale tudo para prejudicar a saúde: Souza Cruz entra na Justiça para tirar do ar campanha antitabagismo

E vai conseguir é chamar a maior atenção possível para seus objetivos comerciais.   Assista ao vídeo da propaganda que fez involuntariamente a Souza Cruz colocar a sua fumaça no ar e sobre o interesse dos consumidores.  Lembranças do Código do Consumidor, que parece esquecido!

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O anúncio diz que a indústria do tabaco camufla seus produtos e adiciona sabores para atrair novos fumantes, especialmente crianças e adolescentes

A fabricante de cigarros Souza Cruz entrou com uma ação na Justiça do Rio de Janeiro a fim de retirar do ar um comercial e o site da campanha cujo objetivo é proibir a venda do produto em padarias, supermercados e bares, que são pontos importantes para a indústria tabagista.

O anúncio, que foi produzido por voluntários e veiculado gratuitamente pela Rede Globo, diz que a indústria do tabaco camufla seus produtos e adiciona sabores para atrair novos fumantes, especialmente crianças e adolescentes.

De acordo com a empresa, a propaganda seria “inverídica” e atribuiria “uma conduta ilícita” à companhia. Paula Johns, coordenadora da ACT (Aliança de Controle do Tabagismo), explica que o anúncio não afirma que as empresas vendem cigarros a crianças, nem mesmo cita a Souza Cruz. Para ela, o processo é uma tentativa de censura.

Não deixe de assistir ao comercial:

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/marketing/souza-cruz-entra-na-justica-para-tirar-do-ar-campanha-antitabagismo/61600/

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Outdoor da campanha contra tabagismo da Unimed

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“O tabagismo é uma dependência química a uma droga”

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 “Fumar é uma pandemia: o cigarro é o vetor, a fumaça o agente! Fumar ou utilizar qualquer outra forma de tabaco causa uma doença neurocomportamental denominada tabagismo, reconhecida pela Organização Mundial da Saúde e classificada com o código internacional de doenças CID-10: F17. Os dados do Brasil demonstram um acerto nas políticas de controle do tabaco, pois é reconhecido como um dos países do mundo onde houve a maior queda do percentual de fumantes nos últimos 20 anos de 32% em 1989 para 17% em 2008, o que representa uma taxa de 47% de fumantes acima de 15 anos que deixaram de fumar neste período.”

O presidente da Comissão de Tabagismo da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, Alberto Araújo, fala, em entrevista, sobre os malefícios do tabaco e lembra que mesmo quem fuma pouco não garante um nível seguro para a saúde.

Brasília – Por hora morrem 23 pessoas no Brasil por doenças relacionadas ao consumo ativo de tabaco. Se o pulmão adoece compromete a cadeia vital, e fumar favorece a instalação da asma brônquica, das rinites, sinusites, laringites, edema de cordas vocais, tuberculose, pneumonias. Quem afirma é o presidente da Comissão de Tabagismo da Sociedade Brasileira de Pneumologia  e Tisiologia (SBPT), Dr. Alberto Araújo. Confira a entrevista.

– Existe uma grande diferença de quem fuma alguns cigarros por dia (ex: um cigarro após cada refeição) e uma pessoa que fuma mais de uma carteira de cigarros?

Sim, embora ambos sejam dependentes químicos da nicotina – uma substância psicoativa presente na fumaça do tabaco – existem algumas características que os diferenciam e outras que são similares. No que é similar comparando aos fumantes “pesados” (fumantes de mais de 20 cigarros/dia) aos fumantes ocasionais (finais de semana) e fumantes de poucos cigarros é que mesmo que fumem poucos cigarros, há evidências científicas de que não há nível seguro para a saúde, pois seguirão inalando partículas e gases altamente tóxicos para o sistema respiratório, circulatório e para as células.

– Qual a porcentagem de fumantes brasileiros?

Fumar é uma pandemia: o cigarro é o vetor, a fumaça o agente! Fumar ou utilizar qualquer outra forma de tabaco causa uma doença neurocomportamental denominada tabagismo, reconhecida pela Organização Mundial da Saúde e classificada com o código internacional de doenças CID-10: F17. Os dados do Brasil demonstram um acerto nas políticas de controle do tabaco, pois é reconhecido como um dos países do mundo onde houve a maior queda do percentual de fumantes nos últimos 20 anos de 32% em 1989 para 17% em 2008, o que representa uma taxa de 47% de fumantes acima de 15 anos que deixaram de fumar neste período.

– Um fumante tem tendências a ser um viciado em drogas no futuro?

Esta é uma questão das mais relevantes em termos de saúde pública. É verdade que a porta de entrada para as outras drogas, como o crack, a cocaína, a maconha, a heroína, o ecstasy etc., é precedida, na maioria das vezes, pela iniciação no consumo do tabaco e/ou do álcool (os quais são parceiros também frequentes na dependência da nicotina, particularmente nos fumantes mais compulsivos, que consomem mais de 1 maço por dia). Então, a prevenção da iniciação do tabagismo e do alcoolismo que costumam preceder o uso destas outras drogas, é fundamental.

– Parar de fumar é uma questão de foro íntimo?

Não, o tabagismo é uma dependência química a uma droga – nicotina – que tem poderosa ação no Sistema Nervoso Central estimulando a liberação de grande quantidade de neuro-hormônios na circulação, o principal deles a dopamina que atua no sistema de recompensa ou gratificação cerebral gerando a sensação prazerosa e/ou de alívio da abstinência (falta da droga) que o cigarro proporciona ao fumante.

Portanto, é uma doença crônica, que se instala em 70-80% dos fumantes, ainda no período da adolescência, fase em que se completa a maturação do sistema nervoso, por isso é também reconhecida como uma doença pediátrica. Além disso, cerca de 40-60% dos fumantes tem carga genética (herança) para desenvolverem a dependência à nicotina, dependendo do quanto ajam fatores sócio-ambientais e familiares na experimentação e iniciação do tabagismo.

A força de vontade, a determinação, a persistência são parâmetros importantes para o fumante batalhar pela cessação, contudo sem o suporte com medicamentos para aliviar os sintomas da abstinência e a orientação terapêutica para as mudanças comportamentais esta tarefa fica mais difícil. Somente 3% dos fumantes que param sem ajuda médica conseguem ficar sem fumar após 1 ano, enquanto 35-45% conseguem ficar em abstinência por mais de 1 ano se procuram ajuda profissional.

– Como a SBPT trabalha o tabagismo? Existem cursos de orientação?

O tabagismo é uma das áreas prioritárias para os pneumologistas. É nas vias aéreas (respiratórias) que se espalham as 4.700 substâncias tóxicas, gases como o monóxido de carbono e partículas como a nicotina, presentes na fumaça do tabaco. O pulmão é um órgão vital para o funcionamento cotidiano do indivíduo e essencial para a manutenção da vida com qualidade, através dos alvéolos, se faz a troca gasosa (hematose), com a absorção do combustível da vida – oxigênio – e a eliminação de gases nocivos, como o monóxido de carbono (o mesmo dos escapamentos dos veículos automotivos). Além disso, os brônquios através do muco e do movimento ciliar fazem a “toalete brônquica” eliminando as impurezas depositadas durante as inspirações do indivíduo.

Assim, se o pulmão adoece compromete a cadeia vital, e fumar favorece a instalação da asma brônquica, das rinites, sinusites, laringites, edema de cordas vocais (voz grossa, p.ex., nas mulheres), tuberculose, pneumonias e, é o principal responsável pela bronquite crônica, enfisema pulmonar e câncer de pulmão, doenças debilitantes e incapacitantes, que podem abreviar não só a qualidade quanto à expectativa de vida do fumante. No site da SBPT há um espaço destinado ao público como informações sobre o tabagismo e um “Guia para a pessoa dar os primeiros passos para deixar de fumar”.

Fonte : Portugal Digital

Holanda pode classificar maconha concentrada como droga pesada comparável à cocaína ou heroína

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A Holanda, famosa por sua política liberal em relação às drogas, anunciou nesta sexta-feira que pode classificar algumas formas de maconha altamente concentrada como droga pesada, comparável à cocaína ou heroína, em função do risco de criação de dependência.Com muitas “coffeeshops” vendendo maconha abertamente a fregueses, além do cultivo doméstico de plantas de maconha ser tolerado no país, a Holanda atrai atenção na discussão global sobre as políticas em relação às drogas leves.Nos últimos três anos o país vem restringindo e desencorajando o consumo e venda de drogas leves, por razões de saúde e criminalidade, e agora quer limitar o turismo de drogas, especialmente nas cidades situadas perto das fronteiras.O governo propôs a criação de “passes de maconha” especiais para impedir visitantes de usarem as coffeeshops e restringir o acesso de moradores no país a elas. Alguns analistas prevêem que a medida pode provocar uma queda no número de turistas e nos gastos deles no país.

Agora uma comissão holandesa concluiu que o haxixe e a maconha vendidos na Holanda têm teor de THC, a substância psicoativa principal, de cerca de 18% e informou à ministra da Saúde que uma concentração de THC superior a 15% coloca a droga em nível semelhante à heroína ou cocaína.”Eu me preocupo há anos com a concentração de THC, especialmente quando é tão alta. Vamos analisar essa questão seriamente”, disse à emissora pública NOS a ministra da Saúde, Edith Schippers.”As consequências, em termos de geração de dependência, são muito mais fortes e graves. Está claro que este é um fator preocupante.”

http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5204232-EI8142,00-Holanda+pode+classificar+maconha+concentrada+como+droga+pesada.html

Reuters

Fumo, perda de dentes e câncer bucal estão relacionados

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8/12/2010

Danielli Spina

Bonde

Estudos evidenciam que quem fuma tem quatro vezes mais chances de contrair periodontite, doença que causa a destruição do osso que sustenta os dentes

O fumo pode sim provocar a perda de dentes. Pesquisas em todo o mundo já comprovaram que o tabagismo está diretamente relacionado à maioria das doenças da boca, inclusive ao carcinoma epidermóide, que é o principal tipo de câncer bucal.

Estudos evidenciam que quem fuma tem quatro vezes mais chances de contrair periodontite, doença que causa a destruição do osso que sustenta os dentes. Isto porque o fumo aumenta a descamação da mucosa oral, provoca aquecimento da gengiva e inflamação do tecido, com consequente destruição do tecido ósseo, podendo resultar na perda total do dente.

Dependendo da gravidade do caso (tempo de fumo, volume e falta de cuidados com a higiene bucal) a destruição do tecido ósseo pode chegar ao ponto de impedir a colocação do implante. Se o hábito de fumar persistir e a pessoa não tomar os cuidados necessários para manter a boca saudável, pode perder inclusive o implante já feito.

A perda do dente é um processo lento e antes de ele ficar evidente o fumante sofre outros problemas bucais. Um estudo realizado por Elizabeth Krall Kaye, Ph.D., epidemiologista e professora de política de saúde e serviços de pesquisa em saúde na Boston Universitys School of Dental Medicin, constatou que pessoas que fumam cigarro têm uma probabilidade até 70% maior de precisar fazer tratamento de canal (endodôntico) quando comparados a não fumantes.

O ideal para uma boa saúde bucal e para todo o organismo é parar de fumar. Melhor ainda é nem começar. Mas para aqueles que não conseguem deixar o vício, a melhor opção é prevenir fazendo visitas rotineiras e frequentes ao dentista para higienização e possíveis intervenções que evitem a instalação e agravamento de eventuais problemas.

Danielli Spina, dentista especialista em estética e prótese

http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-27–48-20101208&tit=fumo+e+perda+de+dentes+estao+relacionados

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Mais de 600 mil pessoas morrem por ano em decorrência do fumo passivo

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25/11/2010
O Estado de S. Paulo

Dados de 192 países apontam que 40% das crianças e 30% dos adultos aspiram fumaça alheia

 

LONDRES – O fumo passivo mata 603 mil pessoas por ano em todo o mundo, segundo um novo estudo divulgado na edição desta sexta-feira, 26, da revista médica britânica The Lancet.

Divulgação
165 mil menores são mortos por infecções respiratórias
Na primeira pesquisa sobre o impacto global do fumo passivo, os autores analisaram dados de 2004 em 192 países e descobriram que 40% das crianças e mais de 30% dos adultos não-fumantes aspiram regularmente a fumaça do cigarro de outras pessoas, sobretudo na Europa e na Ásia. As taxas mais baixas de exposição se encontram nas Américas, nos países do Mediterrâneo oriental e na África.

Os cientistas estimam que o fumo passivo causa todos os anos cerca de 379 mil mortes por insuficiência cardíaca, 165 mil por doenças respiratórias, 36,9 mil por asma e 21,4 mil por câncer de pulmão. O impacto também é maior entre as mulheres, com cerca de 281 mil vítimas por ano. Em algumas regiões, elas são 50% mais propensas que os homens à exposição da fumaça.

Juntos, esses óbitos representam 1% de todos os registrados no mundo. O levantamento foi financiado pelo Conselho Nacional de Saúde e Bem-Estar da Suécia e pela Bloomberg Philanthropies.

“Isso nos ajuda a compreender a verdadeira consequência do tabaco”, disse o gerente de programas da Iniciativa Livre de Tabaco, da Organização Mundial da Saúde (OMS), Armando Peruga, que dirigiu o estudo. Segundo ele, as 603 mil mortes provocadas pelo fumo passivo devem ser somadas às 5,1 milhões atribuídas ao tabagismo a cada ano.
De acordo com Peruga, a OMS está particularmente preocupada com as 165 mil crianças que morrem de infecções respiratórias relacionadas à inalação do fumo, especialmente no Sudeste Asiático e na África.

“A combinação de doenças infecciosas e fumo passivo é mortal, destacou o gerente da OMS. Os menores cujos pais são fumantes têm maior risco de síndrome da morte infantil súbita, infecções de ouvido, pneumonia, bronquite e asma. Os pulmões também pode crescer mais lentamente que o das crianças cujos pais não apresentam o vício.

Embora muitos países ocidentais tenham proibido o cigarro em lugares públicos, especialistas acreditam que será difícil legislar para além dessa restrição.

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Fumar não é moda: é vício.

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Ad News

http://www.adnews.com.br/cultura/104026.html

Criar e desenvolver uma campanha que ultrapasse as barreiras socioculturais para “falar com” e ser compreendida por bilhões de pessoas. Esse foi o grande desafio da equipe da agência de publicidade NovaS/B, na criação e no desenvolvimento da campanha do Dia Mundial Sem Tabaco, da Organização Mundial da Saúde (OMS), que acontece anualmente no dia 31 de maio. Neste ano, o tema definido pela OMS para a campanha mundial foi “A Indústria do Tabaco e o Marketing Dirigido às Mulheres.” A solução foi encontrada pela agência no contexto da moda e da beleza, cujos códigos são entendidos nos quatro cantos do planeta.

Durante cerca de cinco meses, a equipe de criação da agência, dirigida por Ricardo Furriel, trabalhou na campanha. Para chegar ao conceito, o grupo buscou ideias universais que fossem capazes de sensibilizar mulheres de todo o mundo, independentemente de suas nacionalidades, hábitos e costumes. Daí a escolha pelo mundo da moda. A justificativa de Marcelo Maia, um dos diretores de arte da campanha, é que elegância e glamour são conceitos aspiracionais e atributos desejados pela maioria das mulheres. “Mesmo a mulher do Oriente Médio, que resguarda sua imagem sob a burca, veste-se com roupas elegantes, usa maquiagem e joias para mostrar-se ao marido”, comenta. Outro forte motivo para a escolha do tema é que a indústria do tabaco também utiliza elementos do mundo da moda para convencer mulheres a fumar. “Assim, usamos o mesmo artifício usado pela indústria do tabaco. A diferença é que nesta campanha mostramos a falsidade desse marketing e os riscos reais do hábito de fumar”, diz Ricardo Furriel.

Assim, surgiu o mote da campanha “Fumar não é moda. É vício.” Como as peças precisam, por determinação da OMS, ser produzidas em inglês e francês, a frase em inglês é “Smoking is ugly” e, em francês, “Fumer c’est moche.” A diferença entre a definição brasileira e a inglesa e francesa se deve a questões de tradução – um ponto desafiante, entre tantos, na finalização dessa campanha. “O termo addiction, como versão de ‘vício’, não tem a força do correspondente em português, já que é usado trivialmente para hábitos não nocivos, como addicted to sports. Por isso, optamos por usar outra frase nesses idiomas com o mesmo sentido negativo”, diz Eliane Andrade, que atuou no planejamento da campanha e na interface da NovaS/B com a equipe da OMS em Genebra e nos EUA.

As peças

A campanha é composta por cinco diferentes pôsteres, um filme (30 e 15 segundos), adesivos, banners, folheteria e hotsite. Os pôsteres da campanha trazem imagens de belas e elegantes mulheres em poses de modelos, mas com lesões de doenças causadas pelo hábito de fumar: a modelo negra apresenta câncer de garganta; a loira tem gangrena na perna; a indiana mostra o lábio mutilado por um câncer bucal. Há, ainda, dois pôsteres que alertam para os riscos do fumo passivo. Um deles traz um casal de jovens chineses, em que o homem solta fumaça na face da mulher. O outro pôster mostra a barriga de uma mulher grávida, próxima do companheiro fumante.

A ideia criativa original preconizava a utilização de imagens reais das lesões, mas como obtê-las e como fazê-las se adequar às fotos das modelos nas montagens? Para encontrar pessoas acometidas de tais doenças, a NovaS/B teve a ajuda indispensável do Instituto Nacional de Câncer (INCA), do Ministério da Saúde, que encontrou os pacientes que se dispuseram a participar das fotos. Furriel diz que fazer as imagens dos pacientes e encontrar modelos dispostos a participar da campanha foi bastante delicado. “Os pacientes tinham receio de serem expostos e muitas das modelos contatadas não quiseram vincular suas imagens às doenças”, explica.

O filme dirigido por Willy Biondani, com versões em 30 e 15 segundos, segue a mesma linguagem dos pôsteres. Uma modelo chega ao estúdio para um ensaio fotográfico. Cabeleireiros e maquiadores produzem a jovem e quando ela está pronta para iniciar o trabalho, seu pescoço é descoberto, revelando uma traqueotomia. O locutor diz (na versão em português): “Fumar não é moda. É vício.”

A concorrência da OMS

A NovaS/B participou da concorrência para a realização desta campanha a convite da OMS. Sua proposta venceu a de agências da Europa, Estados Unidos e Ásia. “É uma grande honra para nós fazer parte de uma ação de tamanha importância e repercussão como esta”, comenta Bob Vieira da Costa, sócio-diretor da NovaS/B.

Esta é a segunda vez que a NovaS/B faz a campanha global do Dia Mundial Sem Tabaco. Em 2008, a agência também venceu concorrência da Organização e realizou uma campanha com o tema “Juventude Livre de Tabaco”, que atingiu cerca de 1,3 bilhão de pessoas em 193 países.

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