Metade da comida do mundo vai parar no lixo, diz relatório – BBC

untitled

__

BBC

10/01/201309h33

Organização britânica diz que desperdício é ‘assombroso’ mediante problemas como fome e aumento de população.

Um relatório de uma organização britânica indica que até metade de toda a comida produzida a cada ano no mundo, ou cerca de dois bilhões de toneladas, vão parar no lixo.

O documento, intitulado Global Food; Waste not, Want not (“Alimentos Globais; Não Desperdice, Não Queira”, em tradução livre), diz que o desperdício está ocorrendo devido a uma série de motivos, entre eles as condições inadequadas de armazenamento e a adoção de prazos de validade demasiadamente rigorosos.

Outro problema é a preferência dos consumidores por alimentos com um formato ou cor específicos. O estudo diz que até 30% das frutas, verduras e legumes plantados na Grã-Bretanha sequer são colhidos por causa de sua aparência.

O desperdício de alimentos também implica em desperdício de recursos usados para a produção deles, como água, áreas para agricultura e energia, alertou o relatório publicado pela Institution of Mechanical Engineers, uma organização que representa engenheiros mecânicos e reúne cem mil membros no Reino Unido.

Ofertas nos supermercados

A ONU prevê que até 2075 a população mundial chegue a 9,5 bilhões de pessoas, um acréscimo de 3 bilhões em relação à população atual, o que reforça a necessidade de se adotar uma estratégia para combater o desperdício de alimentos e, assim, tentar evitar o aumento da fome no mundo.

De acordo com o relatório, o equivalente a entre 30% e 50% dos alimentos produzidos no mundo por ano, ou seja, entre 1,2 bilhão e 2 bilhões de toneladas, nunca são ingeridos.

Além disso, nos Estados Unidos e na Europa, metade da comida que é comprada acaba sendo jogada fora.

Tim Fox, diretor de Energia e Meio Ambiente da Institution of Mechanical Engineers, disse que o desperdício é “assombroso”. “Isto é comida que poderia ser usada para alimentar a crescente população mundial além de aqueles que atualmente passam fome.”

“As razões desta situação variam das técnicas insatisfatórias de engenharia e agricultura à infraestrutura inadequada de transporte e armazenamento, passando pela exigência feita pelos supermercados de que os produtos sejam visualmente perfeitos e pelas promoções de ‘compre um, leve outro grátis’, que incentivam os consumidores a levar para casa mais do que precisam”, disse.

Água

O relatório alertou que atualmente 550 bilhões de metros cúbicos de água estão sendo desperdiçados na produção de alimentos que vão para o lixo.

E o problema pode se agravar. Segundo a Institution of Mechanical Engineers, o consumo de água no mundo chegará a até 13 trilhões de metros cúbicos por ano em 2050 devido ao crescimento da demanda para produção de alimentos.

Isso representa até 3,5 vezes o total de água consumido atualmente pela humanidade e gera o temor de mais escassez do recurso no futuro.

O alto consumo de carne tem grande influência nesse aumento de demanda, visto que a produção de carne exige mais água do que a produção de alimentos vegetais.

“À medida que água, terra e energia passam a ser mais disputados devido à demanda da humanidade, os engenheiros tem um papel crucial a desempenhar no sentido de prevenir a perda e o desperdício de alimentos, desenvolvendo formas mais eficientes de produção, transporte e armazenamento”, disse Fox.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2013/01/10/metade-da-comida-do-mundo-vai-parar-no-lixo-diz-relatorio.htm

__

Suisse : mobilisation “contre la sexualisation de l’école publique”

__

Tema relacionado no Brasil está neste endereço:   https://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/06/29/livros-do-mec-promovem-mst-incesto-estupro-pedofilia-e-agressao-a-professores-para-alunos-do-ensino-fundamental/

__

Suisse : mobilisation "contre la sexualisation de l’école publique"En Suisse, un plan d’enseignement qui préconise des cours d’éducation sexuelle obligatoire dans l’école publique dès l’âge de 5 ans fait polémique. Les Jeunes lucernois du parti UDC, ainsi que de nombreux pédagogues et parents, s’opposent à l’intrusion de l’éducation sexuelle pour les très jeunes enfants dans les écoles suisses. En mai 2011, ils avaient dénoncé l’usage de matériel pornographique durant des cours auprès de jeunes enfants à Bâle. Ils avaient alors lancé une pétition “contre la sexualisation de l’école publique” alertant sur la manière dont “l’enseignement obligatoire de l’éducation sexuelle [est] fondé sur l’idéologie du ‘Gender Mainstreaming’ qui aspire à surmonter l’hétérosexualité en tant que norme sociale“.

Ayant recueilli 91 816 signatures en un peu plus de 3 mois, la pétition “contre la sexualisation de l’école publique” montre une importante mobilisation de la population. La Poste a récemment pris position dans cette polémique en refusant de distribuer le matériel d’enseignement en question estimant que les illustrations proposées aux enfants ont un caractère pornographique.

Tdg.ch 04/10/11

__

L’ONU et l’Europe alertent sur les effets pervers de la sélection des sexes

__

La sélection du sexe de l’enfant à naître, effet pervers des techniques de dépistage prénatal et de la procréation assistée, menace gravement l’équilibre démographique de plusieurs régions du monde et l’Europe n’est pas épargnée.

Le 6 octobre 2011, lors d’une conférence à Hanoï, l’ONU a exprimé son inquiétude face au déséquilibre démographique des sexes en Asie qui s’est aggravé depuis que la technologie permet aux futurs parents de connaître le sexe de leur enfant. Ainsi, il manquerait déjà 117 millions de femmes en Asie. Le Fond des Nations unies pour la population souligne que ces chiffres reflètent un “accès accru à la technologie de sélection des sexes“. Ces “avortements sélectifs” conduisent les pays à un grave déséquilibre, souligne le démographe français Christophe Guilmoto.

Parallèlement, lors de la session de l’Assemblée Parlementaire du Conseil de l’Europe (ACPE) le 3 octobre 2011, les députés ont voté une résolution condamnant la pratique de sélection prénatale selon le sexe (Cf. Synthèse de presse du 13/09/11). L’APCE proposerait d’interdire de communiquer aux parents le sexe de l’enfant à l’étape précoce de la grossesse. Si le Conseil s’est intéressé à ce phénomène des avortements sélectifs, c’est qu’il touche aujourd’hui de manière inquiétante certains pays de l’Europe Sud. L’Assemblée appelle donc l’Azerbaïdjan, l’Arménie et la Géorgie à adopter des programmes spéciaux de sensibilisation des sociétés concernant les problèmes liés à cette sélection du sexe des enfants. Doris Stump, rapporteuse de l’APCE, souligne : “C’est une question éthique. Est-ce que l’on veut traiter les enfants comme des voitures ? Vous allez chez le concessionnaire et vous dites, cette fois j’en veux une rouge, la prochaine fois je la prendrai bleue… En ce qui concerne les enfants, nous devrions avoir plus d’humilité et accepté le sexe déterminé par la nature“.

 

Voix de la Russie 04/10/11 –

Euronews 05/10/11 – AFP 06/10/11 –

Le Quotidien du Médecin  (Denis Durand de Bousingen)  07/10/11

UN: discussion about maternal health

__

While world leaders are meeting at the United Nations this week to discuss progress towards the Millennium Development Goals (MDG), Chris Smith, member of the American Congress, explains in the Washington Post that a strong reduction in infant and maternal mortality remains very uncertain if the Obama administration “either directly or covertly” integrates abortion into the final document.

He recalls that Secretary of State Hillary Clinton “has said publicly that she believes access to abortion is part of maternal and reproductive health, thinking that runs contrary to the understanding of the more than 125 UN member states that prohibit or otherwise restrict abortion in their sovereign laws and constitutions.” For Chris Smith, reducing maternal and infant mortality are the two most realisable objectives today, but they would be compromised if the UN summit is influenced by the demands of pro-abortion activists.

To achieve Millennium Development Goal No. 4, which is to reduce infant mortality rates by two thirds from 1990 figures, Chris Smith explains that numerous cost-effective actions must be expanded, notably “treatment and prevention of disease, as well as greater access to adequate food and nutrition, clean water, childhood vaccinations, oral rehydration packets, antibiotics, and drugs to inhibit mother-to-child HIV transmission”. He adds that there is an immediate need for care of unborn children to optimise their health before and after birth, good health starting in the womb. Chris Smith recalls that abortion is by definition the death of a child and as such compromises Goal No. 4. In addition, it is heavy in negative consequences for the health of women, affecting them emotionally and psychologically.

Goal No. 5, the reduction in maternal mortality by 75% from 1990 figures, can be achieved by “skilled attendance at birth, treatment to stop hemorrhages, access to safe blood, emergency obstetric care, antibiotics, repair of fistulas, adequate nutrition, and pre- and post-natal care”.

Chris Smith quotes a study* that appeared in April 2010 in the British journal The Lancet and was financed by the Bill and Melinda Gates Foundation, which reports a global decline of 35% in maternal mortality, which went from 526 300 in 1980 to 342 900 in 2008. These figures confirm those of the World Health Organisation report entitled “Trends in maternal mortality” made public on 15 September 2010. Chris Smith stresses that “contrary to prevailing myths, the study underscored that many nations that have laws prohibiting abortion also have some of the lowest maternal mortality rates in the world – Ireland, Chile and Poland among them”. LifeNews adds The Lancet researchers were surprised to discover that three of the richest countries of the world had rising figures of maternal mortality: the United States, Canada and Norway, which have liberal laws on abortion.

* The Lancet, “Maternal mortality for 181 countries, 1980—2008: a systematic analysis of progress towards Millennium Development Goal 5”, Margaret C Hogan MSc, Kyle J Foreman AB, Mohsen Naghavi MD, Stephanie Y Ahn BA, Mengru Wang BA, Susanna M Makela BS, Prof Alan D Lopez PhD, Prof Rafael Lozano MD, Prof Christopher JL Murray MD

Washington Post (Chris Smith) 19/09/10 – Medical News Today 21/09/10 – Lifenews (Steven Ertelt) 15/09/10 – Nouvelobs.com 15/09/10

__

%d blogueiros gostam disto: