Protocolo Coimbra, o poder do hormônio D – Vitamina D

Por que os bebês precisam de sol?

__

A exposição solar ajuda na produção de um componente essencial ao organismo, a vitamina D, que é uma importante aliada da saúde dos ossos, pois influencia na absorção de cálcio. No entanto, a poluição, o clima seco das grandes cidades e a incidência de raios ultravioletas podem servir como obstáculo a essa tarefa.

abebe

Como as mães devem proceder nesses casos? A pediatra do Hospital Villa-Lobos, Camila Lemiechek Orellana, explica: “A recomendação é de exposição solar a partir da segunda semana de vida, 30 minutos por semana com a criança usando apenas fralda — de 6 a 8 minutos por dia, 3 vezes na semana — ou 2 horas por semana, expondo apenas a face e as mãos da criança — 17 minutos por dia.”

Os benefícios da vitamina D são muitos. Além do papel já reconhecido na preservação da estrutura óssea e no metabolismo do cálcio, evitando fraturas e osteoporose na vida adulta e o raquitismo nas crianças, estudos mais recentes apontam para outros efeitos positivos em relação à melhora da imunidade e prevenção de doenças autoimunes (como diabetes tipo I e esclerose múltipla) e até alguns tipos de câncer (mama, próstata, cólon).

Para aproveitar os benefícios da vitamina D as mães devem adotar algumas medidas de precaução ao colocarem as crianças para tomar sol. “Os cuidados no momento da exposição solar são principalmente em relação à hidratação do bebê. Deve-se oferecer bastante água, usar roupas leves e estar atento aos sinais de desidratação, como urina escassa e escura, olhos encovados, choro sem lágrima, irritabilidade, moleira funda, saliva espessa e boca seca”, detalha a pediatra.

Além da exposição solar, a alimentação e os suplementos também são formas de obtenção da vitamina D. No entanto, menos de 10% são provenientes das fontes alimentares. Por isso, tomar sol ainda é mais efetivo, embora ainda não exista consenso sobre níveis seguros de exposição solar que garantam a produção de vitamina D sem receber os malefícios da radiação ultravioleta, segundo a pediatra.

Além disso, a médica ressalta que bebês de até 18 meses devem receber suplementação medicamentosa de vitamina D como prevenção, uma vez que nesta idade as crianças ainda não são expostas ao sol com tanta regularidade.

Vários sinais podem indicar falta de vitamina D no organismo, como
— Atraso no desenvolvimento
— Baixa estatura
— Falência de crescimento
— Dor óssea
— Fraturas
— Atraso na erupção dentária
— Suscetibilidade a infecções
— Distúrbios respiratórios e cardíacos

Nestes casos, o recomendável é procurar um especialista. “Tais sinais devem ser diagnosticados pelo pediatra, nas consultas de rotina, e esta é a recomendação mais importante a ser dada aos pais, a de continuarem com um seguimento médico regular”, alerta.

Apesar de necessária em todas as fases da vida, a vitamina D é importante, principalmente na infância, época em que cerca de 90% da massa óssea se desenvolve.

Uma criança com boas doses deste nutriente no organismo pode evitar problemas futuros como osteopenia e osteoporose.

Os benefícios nesta fase são tantos que a Sociedade Brasileira de Pediatria dobrou a recomendação de vitamina D para crianças e adolescentes. Desde 2011, a dose diária indicada passou de 200 para 400 UIs (cada UI equivale a 40 microgramas).

Tribuna da Bahia.

“O que você não sabe sobre a Vitamina do Sol. Ela continua a surpreender a medicina com novos efeitos benéficos”

A Revista Veja desta semana tem como matéria de capa o assunto Vitamina D.   Ed. 2.304, de 16 de janeiro de 2013: “O que você não sabe sobre a Vitamina do Sol. Ela continua a surpreender a medicina com novos efeitos benéficos.

capa1n_veja

Para receber as informações mais atualizadas sobre este hormônio-vitamina D, cadastre-se, curtindo a página:

Vitamina D é um hormônio vital para preservação e recuperação da saúde

https://www.facebook.com/VitaminaD.HormonioVital

__

Na COLUNA DA ESQUERDA deste site está situado em último lugar a categoria “VITAMINA D”.  Entrem ali e terão acesso às principais publicações, vídeos e programas feitos sobre esta vitamina-hormônio.  Ou apenas cliquem no link que dá acesso direto a todas elas:

 https://biodireitomedicina.wordpress.com/category/vitamina-d/

__

No meu canal do YouTube, todo o material de áudio, vídeos e programas sobre Vitamina D3 podem ser acessados neste endereço:

Vitamina D3 – 10.000 UI diárias é vital para preservar à saúde

https://www.youtube.com/playlist?list=PL301EAE2D5602A758

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352
cgcoimbra@gmail.com
 
Related articles

Perigo: tem mercúrio. Lâmpada Fluorescente, melhor não usar, utilize as incandescentes.

__

img_lampadas

Apesar de economizar energia – e quando duram o tempo que o fabricante anuncia -, as lâmpadas fluorescentes contêm MERCÚRIO  substância nociva ao ser humano e ao meio ambiente. Enquanto estão intactas, elas não oferecem risco durante o manuseio. Se rompidas, liberam vapor de mercúrio, que é absorvido principalmente pelos pulmões, causando intoxicação. Por isso, é recomendável que as lâmpadas sejam armazenadas em local seco, dentro das embalagens originais.

As lâmpadas fluorescentes devem ser separadas do lixo orgânico e dos materiais tradicionalmente recicláveis, como vidro, papel e plásticos. Aprenda  como descartar adequadamente.

MAS é preferível não utilizar. Utilize lâmpadas incandescentes.

__

Na playlist, cujo link está acima, podem ser vistos vários vídeos demonstrando o efeito destruidor da saúde onde o mercúrio é utilizado. 

__

mercurio

Falta de vitamina D na gravidez aumenta o risco de morte prematura e doenças crônicas na criança

Isso quer dizer que a falta do nutriente pode aumentar as chances de morte prematura e doenças crônicas na criança. A pesquisa foi publicada na edição deste mês do periódico The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism De acordo com a pesquisa, esses bebês que nascem “pequenos para a idade gestacional” — ou seja, menores do que as crianças que nascem com as mesmas semanas de gravidez — apresentam um risco até dez vezes maior de morte no primeiro mês de vida e uma chance maior de desenvolver doenças crônicas, como hipertensão ou diabetes 2, ao longo da vida.

Assista à série de vídeos, áudios e reportagens sobre a necessidade da Vitamina D:

Vitamina D3 – 10.000 UI diárias é vital para à saúde

http://www.youtube.com/playlist?list=PL301EAE2D5602A758

__

Essa chance chega a dobrar se a deficiência no nutriente ocorre em mulheres que estão no primeiro trimestre da gestação

mae-bebe-gravida-20121004-size-598

Falta de vitamina D na gravidez pode influenciar negativamente o peso do bebê ao nascer (Thinkstock)

Mulheres que apresentam deficiência em vitamina D no início da gravidez correm um maior risco de dar à luz bebês com um baixo peso, concluiu um novo estudo da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos. Isso quer dizer, segundo os autores, que a falta do nutriente pode aumentar as chances de morte prematura e doenças crônicas na criança. A pesquisa foi publicada na edição deste mês do periódico The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism

Os autores do estudo acompanharam a gravidez de 615 mulheres, avaliando periodicamente os níveis de vitamina D na corrente sanguínea das participantes e o peso que seus bebês tinham ao nascer. A pesquisa incluiu apenas gestantes que deram à luz no período considerado como normal — ou seja, entre a 37ª e a 42ª semanas de gravidez.

Segundo os resultados, as mulheres que apresentavam os menores níveis de vitamina D no primeiro trimestre da gravidez — ou até a 14ª semana —, em comparação com as que tinham os maiores níveis, apresentaram o dobro de chance de ter os bebês que estavam entre aqueles que nasceram com o peso mais baixo. Essa diferença ocorreu mesmo quando comparadas participantes que deram à luz na mesma semana de gestação.

De acordo com a pesquisa, esses bebês que nascem “pequenos para a idade gestacional” — ou seja, menores do que as crianças que nascem com as mesmas semanas de gravidez — apresentam um risco até dez vezes maior de morte no primeiro mês de vida e uma chance maior de desenvolver doenças crônicas, como hipertensão ou diabetes 2, ao longo da vida.

Os pesquisadores explicam que a falta de vitamina D prejudica a absorção de cálcio pelo organismo de uma pessoa, o que, em grávidas, pode acabar reduzindo o crescimento ósseo do feto e, consequentemente, fazendo com que ele nasça com um peso menor. “Nosso estudo mostra que há formas de garantir ou pelo menos aumentar a chance de um bebê nascer com um peso saudável. Dar a grávidas suplementos de vitamina D deve ser levado em consideração para atingir esse objetivo”, escreveram os autores.

__

VITAMINA D
Também chamada calciferol, a vitamina D promove a absorção do cálcio pelo organismo após a exposição solar. Cerca de 90% da vitamina D que precisamos vem da exposição ao sol. A deficiência da vitamina pode provocar raquitismo, alterações no crescimento e nos ossos, além de reduzir a imunidade. A vitamina D está relacionada ainda ao bom funcionamento do coração, do cérebro e da secreção de insulina pelo pâncreas. A presença significativa da substância é vista em poucos alimentos, como fígado, óleos de peixes gordurosos e gema de ovo.

__

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/falta-de-vitamina-d-na-gravidez-aumenta-o-risco-de-bebes-nascerem-com-baixo-peso

Pesquisa examina 4 mil medicamentos na França e mostra que metade deles são inúteis, e 25% perigosos ou mortais

 “(…) metade de todos os medicamentos prescritos por médicos na França são inúteis, 20% apresentam riscos aos pacientes e 5% são perigosos.”  Somente 25% são úteis. E no Brasil, quem pensa que o quadro é melhor que na França? O MAIOR pagador da Indústria Farmacêutica é o Estado – assim como no Brasil. O dinheiro, portanto, são dos contribuintes, que pagam para morrer, piorar suas doenças ou tomar placebos.

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

Enviado por Bruno de Pierro, ter, 30/10/2012 – 15:00

Levantamento realizado por pesquisadores franceses mostra que metade de todos os medicamentos prescritos por médicos na França são inúteis, 20% apresentam riscos aos pacientes e 5% são perigosos. Os autores do Guia dos Medicamentos, os médicos Philippe Even e Bernard Debré, dedicam 900 páginas para mostrar os resultados de uma avaliação que examinou 4 mil medicamentos e os categorizaram em três diferentes grupos: úteis, inúteis e perigosos. Segundo Even e Debré, o governo francês economizaria mais de 10 bilhões de euros ao ano caso retirasse da lista do sistema de saúde os medicamentos considerados tecnicamente supérfluos ou que apresentam riscos. Isso ainda poderia prevenir mais de 20 mil mortes causadas pelo uso de medicamentos e reduzir até 100 mil internações em hospitais.

Em entrevista à revista Le Nouvel Observateur, que dedicou um dossiê de dez páginas sobre o guia em setembro, Even, que também é diretor do Instituto de Pesquisa Necker, disse que a publicação se baseia em informação científica, e que é resultado da análise de milhares de outras publicações. Uma das substâncias questionadas no guia é a estatina, usada no tratamento contra o colesterol alto (o LDL, considerado maléfico em níveis altos no organismo) e aterosclerose. De acordo com os autores, as estatinas são “engolidas” por 3 a 5 milhões de franceses e custam cerca de 2 bilhões de euros por ano ao Estado. Para Even e Debré, esta droga é “completamente desnecessária”. A “lista negra” ainda inclui anti-inflamatórios e medicamentos usados para problemas cardiovasculares, diabetes, osteoporose, contracepção, dores musculares e aqueles que são vendidos para acabar com o vício à nicotina.

A repercussão do estudo ainda está preservada na França, onde, porém, tem provocado revolta de médicos e setores da indústria farmacêutica. Enquanto os autores tentam mostrar o quanto a indústria farmacêutica é a “mais lucrativa, cínica e menos ética das indústrias”, a Federação Francesa de Alergia, por exemplo, afirma que “este livro pode provocar mortes e se baseia em afirmações não comprovadas”. Em outubro, jornais da França trouxeram a polêmica à tona, com manchetes repercutindo as listas dos medicamentos inúteis e dos perigosos. O Le Figaro, por exemplo, dedicou seis reportagens, entre setembro e outubro, para abordar o estudo. Em uma delas, fala-se em um “livro chocante” e, na mais recente, já se menciona o “incrível sucesso do Guia de Medicamentos”.

“O capitalismo tornou-se essencialmente especulativo, visando a rentabilidade. Gerentes de empresas exigem 20% de rendimento por ano, condenando-se a políticas de curto prazo absolutamente contraditórias, com a descoberta de novas drogas, que demandam pelo menos dez anos”, explicou Philippe Even à Observateur, ao ser questionado sobre a lógica das indústrias farmacêuticas em relação à criação de novos medicamentos. Mais adiante, Even completa: “Para ganhar mais dinheiro, a indústria tem tentado estender a toda França a ampliação das definições de doenças. E todos nós nos tornamos, assim, os hipertensos, os diabéticos, ou com hipercolesterolemia, com osteoporose. Os laboratórios, com o apoio de muitos especialistas, tem aumentado tratamentos preventivos, dados por 10 a 30 anos, para pessoas saudáveis, para prevenir doenças que jamais terão”.

Ainda sobre a indústria farmacêutica, Even explica que ela alega que gasta 5% para a pesquisa, 15% para o desenvolvimento e 10% para a fabricação, totalmente terceirizada na Índia ou no Brasil. “O setor de saúde está entre os mais lucrativos. Onde está a moralidade? Ele falha por um marketing e por um tráfico de influências para os quais investe nada menos do que 45% do seu volume de negócios”. O dossiê traz, também, artigos sobre a eficácia contestada dos medicamentos usados para o combate ao colesterol e a chamada Síndrome de Sissi, um transtorno descoberto em 1998, na Alemanha. Ele ocorre quando pessoas depressivas encobrem seu abatimento com um comportamento ativo e positivo diante da vida.

Em entrevista ao jornal britânico The Guardian , Even disse que a maioria das drogas criticadas no livro são produzidas por laboratórios franceses. Ele acusa a indústria farmacêutica de “empurrar” medicamentos a médicos que, depois, empurra-os para os pacientes. “É como um polvo com tentáculos que infiltrou todo o poder de decisão de organizações mundiais de saúde, governos, parlamentos, altas administrações em saúde e hospitais e da profissão médica”.

Segundo o The Guardian, o consumo francês de medicação é de 36 bilhões de euros por ano, cerca de 532 euros por pessoa que tem uma média de 47 caixas de medicamentos por ano. O Estado cobre 77% do custo. Já na Inglaterra, o gasto com medicamentos chega a 271 libras por pessoa. Ao jornal, Even afirma que, ainda na Inglaterra, as pessoas tem a mesma expectativa de vida do que na França, aproximadamente 80 anos, e não são menos saudáveis, apesar do gasto ser menor com medicamentos.

“Nos últimos 40 anos os pacientes foram informados de que os medicamentos são necessários para eles. Então as pessoas pedem por eles. Hoje temos médicos que querem dar às pessoas medicamentos e pessoas doentes que pedem medicamentos. Não há nada de objetivo ou realista sobre isso”, completou Even durante a entrevista.

No site da Observateur, é possível visualizar um infográfico, em francês, com os 58 medicamentos considerados perigosos, segundo o Guia de Medicamentos. Clique aqui.

http://tempsreel.nouvelobs.com/le-dossier-de-l-obs/20120912.OBS2062/infographie-la-liste-noire-des-58-medicaments-dangereux.html
A reportagem completa do The Guardian pode ser acessada aqui.
http://www.guardian.co.uk/world/2012/sep/14/french-doctors-drugs-useless-dangerous?INTCMP=SRCH
E as reportagens sobre o levantamento no Le Figaro podem ser acessadas aqui.

http://recherche.lefigaro.fr/recherche/recherche.php?ecrivez=philippe+even&go=Rechercher&charset=iso

Fonte em português: http://www.advivo.com.br/materia-artigo/pesquisa-examina-4-mil-medicamentos-na-franca-e-mostra-que-metade-deles-sao-inuteis

Vitamina D: aos 43 anos, Jennifer Aniston conta seus segredos de beleza

“Honestamente, isso vai soar bobo, mas ir para o sol por 20 minutos por dia é realmente importante para a vitamina D, porque estamos agora tendo uma deficiência de vitamina D.”   

__

Noiva do ator Justin Theroux, Jennifer Aniston aprendeu que dieta não é o mais importante para manter a forma e, em vez disso, gosta de passar o tempo no sol com um grande sorriso no rosto.

“Eu parei de fazer dieta quando descobri que você só tem que comer regularmente e com moderação.  As modas são demais…

Honestamente, isso vai soar bobo, mas ir para o sol por 20 minutos por dia é realmente importante para a vitamina D, porque estamos agora tendo uma deficiência de vitamina D.  E eu acho que ser feliz e sorrir muito é a melhor fórmula”, ela disse à versão britânica da revista  OK!.

Fonte: http://global.christianpost.com/news/jennifer-aniston-stays-thin-by-smiling-admits-she-stopped-dieting-83793/

Dr. Cícero Galli Coimbra – Doenças Autoimunes e Vitamina D


Assista também:

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

__

Idosos precisam de lugar ao sol

01/10/2012 10:11

Mais de 50% deles têm falta de vitamina D. Essencial para a absorção de cálcio, é obtida através do sol. (…)  Diferentemente de outras vitaminas, a D não é uma amina (classe de composto químico–orgânico), mas um hormônio vital. Responsável pela absorção do cálcio pelo corpo, sua deficiência está diretamente relacionada à osteoporose e diversos outros problemas de saúde. 

Micheli Nunes
micheli.nunes@diariosp.com.br

Por medo do câncer de pele, as pessoas tomam cada vez menos sol, que ainda é a principal maneira natural de obter a vitamina D. Com isso, mais da metade dos idosos brasileiros têm falta da substância no organismo, segundo uma pesquisa realizada pelo Delboni Medicina Diagnóstica. Hoje, no Dia do Idoso, os médicos chamam a atenção para o problema.

Diferentemente de outras vitaminas, a D não é uma amina (classe de composto químico–orgânico), mas um hormônio vital. Responsável pela absorção do cálcio pelo corpo, sua deficiência está diretamente relacionada à osteoporose e diversos outros problemas de saúde.

A pesquisa analisou 2.735 exames de sangue de pacientes acima de 60 anos, sendo 2.156 (78%) mulheres e 579 (21,1%) homens e detectou que 53,6% das mulheres e 53,4% dos homens têm necessidade de reposição desta vitamina.

Myrna Campagnoli, endocrinologista do Delboni e responsável pela pesquisa, afirma que para os homens o caso pode ser ainda mais grave. “Como o número de homens que realizaram a dosagem de vitamina D é muito inferior ao das mulheres, este problema pode ser ainda mais severo entre esse público. A deficiência pode estar sendo subdiagnosticada”, conclui.

Apesar de ser encontrada em alimentos como a gema do ovo, derivados de leite e alguns peixes, o banho de sol ainda é a maneira mais eficiente de obter a vitamina D. “O ideal é que, pelo menos duas vezes por semana, o idoso passe 40 minutos no sol sem filtro solar, mas apenas entre às 8h e às 10h da manhã”, aconselha o médico Fábio Gabas, clínico geral do Delboni.

Porém, ainda com a ingestão dos alimentos ricos na substância e com a exposição solar adequada, a absorção da vitamina muitas vezes não é suficiente. “Os idosos que apresentam falta de vitamina D têm a necessidade de um tratamento com reposição por meio de remédios”, diz Myrna.

Fábio ressalta a importância de fazer um acompanhamento médico e dosar os níveis de vitamina D anualmente. “Os exames são importantes até mesmo para os jovens. Se a deficiência for detectada ainda cedo e a reposição começar a ser feita precocemente, muitas doenças como o câncer, hipertensão, osteoporose e até mesmo as doenças autoimunes podem ser evitadas”, alerta.

F0nte: http://diariosp.com.br/noticia/detalhe/34345/Idosos+precisam+de+lugar+ao+sol

“The Drugs that completely cure are not profitable” – Dr. Richard J. Roberts, Prêmio Nobel da Medicina 1993

Assista aos vídeos:

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

Vitamina D – por uma outra terapia
Vitamin D – For an alternative therapy

The Real Story on Vitamin D

__

“The Drugs that completely cure are not profitable”

Interview with Dr. Richard J. Roberts, Nobel Prize in Medicine 1993

(Original en español: http://www.lavanguardia.es/free/edicionimpresa/20070727/53380162760.html)

I’m 63 years old: the worst about getting older is that you consider many “truths” as holy: that’s when you need new questions. I was born in Derby, my mechanic father gave me a chemistry set … and I still enjoy playing. Married, four children, one quadriplegic by an accident, which keep me encouraged to continue investigating. I participate in the Campus for Excellence.

– Can research be planned?

If I were Minister of Science, I would seek enthusiastic people with interesting projects, just give them money so they wouldn’t need to do anything else than investigate and let them work ten years to surprise us.

– It seems like a good policy.

It is generally believed that to go very far, you have to support basic research, but if you want more immediate and profitable results, you must bet on the applied research …

– And is it not like this?

Often the most profitable discoveries have been made ​​from very basic questions. So was created the giant U.S. biotech billion-dollar industry where I work.

– How was it created?

Biotechnology appeared when passionate people started to wonder if they could clone genes and began to study and try to purify them.

– An adventure by itself!

Yes, but nobody expected to get rich with these questions. It was difficult to get funding to research the answers until Nixon launched the war against cancer in 1971.

– Was it scientifically productive?

It allowed much research (like mine), with an enormous amount of public funds, that didn’t work directly against cancer, but was useful for understanding the mechanisms that allow life.

– What did you discover?

Phillip Allen Sharp and I were rewarded by the discovery of introns in eukaryotic DNA and gene splicing mechanism.

– For what was it useful?

That discovery led to understand how DNA works, however, has only an indirect link with cancer.

– Which model seems more effective research for you, the American or the European?
It’s obvious that the U.S., where private capital has an active role, is much more efficient. Take for example the spectacular progress of the computer industry, where private money financed basic and applied research, but for the health industry … I have my reservations.

– I listen

Research on human health cannot depend only on its profitability. What’s good for the corporate dividends is not always good for people.

– Could you explain?

Pharmaceutical industry wants to serve the capital markets …

– As any other industry

It’s just not any other industry, we are talking about our health and our lives and our children and millions of human beings.

– But if they are profitable, they will research better.

If you only think about benefits, you stop worrying about serving people.

– For instance?

I’ve seen that in some cases researchers dependent on private funds would have discovered a very effective medicine that would have completely eliminated a disease …

– And why do they stop investigating?

Because drug companies often are not as interested in healing you as in getting your money, so that investigation, suddenly, is diverted to the discovery of drugs that do not heal completely, but chronify the disease and make you experience an improvement that disappears when you stop taking the drug.

– It’s a serious accusation.

It is usual that pharmaceutical companies are interested in research that doesn’t cure but only make illnesses chronic with more profitable drugs that the ones that would completely cure once and forever. You just need to follow the financial analysis of the pharmaceutical industry and verify what I say.

– There are killing dividends.

That’s why we say that health cannot be a market and cannot be understood merely as a means of earning money. And I think that the European model of mixed private and public capital is less likely to encourage such abuses.

– An example of such abuse?

Investigations with antibiotics have been stopped because they were too effective and completely cured. As no new antibiotics have been developed, infectious organisms have become resistant and today tuberculosis, which in my childhood had been defeated, reappears and has killed this past year a million people.
– Are you talking about the Third World?

That is another sad chapter: Third World diseases are hardly investigated, because the drugs that would fight them are unprofitable. But I’m talking about our First World: the medicine that completely heals is not profitable and therefore is not researched.

– Don’t get politicians involved?

Don’t get too excited: in our system, politicians are mere employees of big companies, who invest what is necessary so that “their kids” get elected, and if they are not elected, they buy those who were elected.
Money and big companies are only interested in multiply. Almost all politicians – and I know what I mean, depend shamelessly on these multinational pharmaceutical companies that fund their campaigns. The rest are words …

Note of Ariel: Revista ARIEL recommends its readers read the following links taken from Periodismo Humano, relating to this same topic:

Periodismo Humano: http://periodismohumano.com con la serie ‘Farmacéuticas: razones para el escepticismo’

La industria farmacéutica hoy. Cualquier producto que demuestre ser mejor que un placebo puede ser comercializado. La industria gasta el doble en promocionar los medicamentos que en su investigación y desarrollo.

http://periodismohumano.com/sociedad/salud/la-industria-farmaceutica-hoy.html

¿Y quién vigila a las farmacéuticas? La relación entre los organismos reguladores y las empresas a las que tienen que regular.

http://periodismohumano.com/sociedad/salud/¿y-quien-vigila-a-las-farmaceuticas.html

Promocionando enfermedades: medicinas para los sanos.Las farmacéuticas exageran sobre afecciones comunes para captar a más clientes. Dos ejemplos: el debilitamiento de los huesos y la disfunción sexual femenina.

http://periodismohumano.com/sociedad/salud/promocionando-enfermedades-medicinas-para-los-sanos.html

Farmacéuticas y médicos: cómo bailar con puercoespines.Congresos, regalos, viajes, relaciones personales, ¿cómo influye la industria en el trabajo de los profesionales de la salud?. En Toledo, un 77% de los médicos recibe a diario la visita de representantes de las farmacéuticas.

http://periodismohumano.com/sociedad/salud/farmaceuticas-y-medicos-como-bailar-con-puercoespines.html

Fonte: http://www.revista-ariel.org/index.php?option=com_content&view=article&id=992:interview-with-dr-richard-j-roberts-nobel-prize-in-medicine&catid=54:healthy-mind-healthy-body&Itemid=83

__

Educação para o sol – Vitamina D – Vitamin D

__
 
“Quando o assunto é a prevenção do câncer de pele, mais importante do que defender o uso de filtro solar é “fotoeducar” pacientes, médicos, indústria farmacêutica, políticos e autoridades de saúde.  A proposta radical é do dermatologista Fernando Stengel, presidente da Fundação Argentina de Câncer de Pele e membro do Conselho Internacional da Skin Cancer Foundation.”
 
“Filtros solares são um produto e são vendáveis.  Por isso foram superpromovidos.  Agora estamos voltando atrás,” disse ele ao participar do 14º Congresso Mundial de Câncer de Pele, realizado em São Paulo.”
 
Relacionado a este assunto, assista ao vídeo sobre a necessidade de produção de Vitamina D para a saúde:
 
Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha
 
https://www.youtube.com/watch?v=cIwIWim4hNM&list=UU5grjCGNi25VAR8J0eVuxVQ&index=5&feature=plcp

__

Com informações da Agência Fapesp
10/08/2012
Fonte: Diário da Saúde

Quando o assunto é a prevenção do câncer de pele, mais importante do que defender o uso de filtro solar é “fotoeducar” pacientes, médicos, indústria farmacêutica, políticos e autoridades de saúde.

A proposta radical é do dermatologista Fernando Stengel, presidente da Fundação Argentina de Câncer de Pele e membro do Conselho Internacional da Skin Cancer Foundation.

“Filtros solares são um produto e são vendáveis. Por isso foram superpromovidos. Agora estamos voltando atrás,” disse ele ao participar do 14º Congresso Mundial de Câncer de Pele, realizado em São Paulo.

Stengel afirma que o sol não é mais perigoso hoje do que no passado. “Mas a preocupação com o câncer de pele, no entanto, é maior, pois as pessoas estão mais expostas à radiação solar e a expectativa de vida aumentou,” disse.

Riscos de câncer de pele

Segundo dados da Skin Cancer Foundation, nos Estados Unidos mais pessoas tiveram câncer de pele nos últimos 31 anos do que todos os outros casos de câncer somados. Segundo as estimativas, um em cada cinco norte-americanos desenvolverá a doença ao longo da vida e uma pessoa morre de melanoma a cada hora.

Também no Brasil o câncer de pele é o tumor mais frequente, de acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). A estimativa para 2012 é de 134,1 mil novos casos de câncer de pele não melanoma e 1,3 mil casos de melanoma.

Um único episódio de queimadura solar na infância ou na adolescência dobra o risco de melanoma, segundo especialistas da Skin Cancer Foundation. O risco também dobra caso existam cinco ou mais episódios de queimadura solar em qualquer idade.

Cultura do bronzeado

Ainda assim, a cultura do bronzeado está em toda parte, disse Stengel. “É preciso rever a forma como a mensagem sobre fotoprevenção tem sido difundida”, disse.

“O melhor seria a “fotoeducação”. As empresas farmacêuticas tentam vender a ideia de que existe bronzeado seguro ou de que os filtros são capazes de bloquear totalmente o sol, mas isso não é verdade.

“Se os médicos apenas reforçam a ideia de que as pessoas devem usar protetor solar, mas elas não sabem por que nem como fazer isso, não adianta,” disse o médico.

Falta de sol

Por outro lado, há uma crescente preocupação com as deficiências de vitamina D, que é produzida no organismo com a exposição ao Sol.

“Sabemos que há hoje muitos jovens enfurnados dentro de casa com seus jogos eletrônicos e computadores. São jovens que quase não fazem exercício e não se expõem ao sol. Essa população, principalmente se tiver uma dieta pobre em vitaminas, pode ter problemas. É preciso equilíbrio. Afinal, a espécie humana evoluiu ao longo de milhares de anos com sua pele interagindo com o sol e ele tem efeitos positivos sobre nós também,” concorda o especialista.

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=nao-existe-bronzeado-seguro&id=8054

__

Marin breast cancer linked to vitamin D receptor?

Sobre Vitamina D, assista ao vídeo do Programa Sem Censura:

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

__

Victoria Colliver
Updated 8:51 a.m., Wednesday, August 8, 2012

Mt. Tamalpais viewed from Corte Madera Creek in Marin County. A new study of Marin County women determined to be at high risk for breast cancer found twice as likely to have a variant of a vitamin D receptor. Photo: Eric Luse, The Chronicle / SF

New research may start to shed light on why Marin County has one of the highest rates of breast cancer in the world, and the answer may be related to vitamin D.

A small pilot study of Marin County women determined through testing to be at high risk for breast cancer found them to be almost twice as likely to have a variant of a vitamin D receptor as the overall population of 338 in the study.

Researchers have long been investigating and discovering variations in genes that could be associated with breast and other cancers. This is the first time a study has linked this vitamin D receptor – a protein molecule that signals the cell to activate vitamin D – with higher risk for breast cancer in Marin County women, the authors said.

Additionally, numerous studies have found a relationship between adequate vitamin D in the body and a lower risk of cancer.

“A lot of people have been doing analyses of vitamin D levels and breast cancer risk, but there haven’t been a lot of studies addressing the vitamin D receptor itself,” said Dr. Kathie Dalessandri, a surgeon scientist in Point Reyes Station and primary author of the study.

“I think this is just the tip of the iceberg,” she said, adding that the findings need to be validated in a larger study.

A focus on Marin

Researchers have long been trying to determine why largely white, affluent Marin County has higher than average rates of breast cancer.

Studies have looked at traditional risk factors such as age at the time of diagnosis, age at giving birth for the first time, family history of breast cancer and use of hormone replacement therapy. But none has offered any clear conclusions.

The first major study to look at these issues, which was led by UCSF researchers and published in 2003, determined there was nothing about the land itself in Marin County that appeared to cause breast cancer. It concluded that a woman’s risk of developing the disease did not increase according to the amount of time spent in the county.

While researchers have focused on the levels of vitamin D in the body and the vitamin’s potential to lower risk of breast and other cancers, they have yet to determine the role of vitamin D or how much of it is needed for cancer prevention.

In this most recent study, which was published online this week in the Journal of the American College of Surgeons, the role of the variant in the vitamin D receptor and how that affects the amount of vitamin D in the body is also unclear.

The variant “is known to be associated with differing vitamin D levels, but the exact way it works is not known, which is kind of frustrating,” said Eldon Jupe, clinical laboratory director of InterGenetics Inc. and developer of the breast cancer risk test that was used in the study. “But it does give a direction in which to look.”

Researchers used cell samples taken from the mouths of 338 women from the 2003 UCSF study.

A larger study pool

A larger, collaborative study in Marin County is ongoing, headed by the Marin County Department of Health and Human Services. The breast cancer study, called the Marin Women’s Study, involves thousands of women. Investigators hope this study group could be used to advance the vitamin D receptor research.

Rochelle Ereman, director of the Marin Women’s Study, said Dalessandri’s research “provides us another possible piece to the puzzle as to why Marin’s breast cancer rates have been historically high.”

Jeanne Rizzo, president of the Breast Cancer Fund, an advocacy group that focuses on the environmental causes of breast cancer, said it’s too soon to stock up on vitamin D.

“But this tells us we should be looking at things that are not just traditional risk factors and it’s important to continue this investigation,” said Rizzo, who is also a Marin County resident.

Victoria Colliver is a San Francisco Chronicle staff writer.

Fonte: http://www.sfgate.com/health/article/Marin-breast-cancer-linked-to-vitamin-D-3770785.php

__

Protegido: Bipolar disorder and schizophrenia: Risk factors for autism?

Este conteúdo está protegido por senha. Para vê-lo, digite sua senha abaixo:

Vitamin D: powerful cancer protection

English: Most common cancers in the United Sta...

English: Most common cancers in the United States 2008. See Epidemiology of cancer (Photo credit: Wikipedia)

Sobre este assunto, assista:

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

Vitamina D – Por uma outra terapia (Vitamin D – For an alternative therapy)

Informações médicas sobre a prevenção e tratamento de doenças neurodegenerativas

Leia:

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla

__

“A protective effect of vitamin D against cancers was first proposed in 1980, based on an earlier observation that colon cancer mortality was the highest in geographical areas exposed to the least amounts of sunlight.2,3”

“Today, over 800 scientific papers have been published on the relationship between vitamin D and cancers. We now have ample evidence that maintaining adequate vitamin D levels is an effective strategy for protection against cancer.”

__

Posted on July 26, 2012 by Joel Fuhrman, M.D.

Vitamin D insufficiency is common among Americans overall but more prevalent among African Americans. A recent review of the literature suggests that vitamin D insufficiency is a key contributor to cancer survival disparities that exist between African Americans and white Americans (darker skin is less efficient at producing vitamin D in response to UV rays).1 A striking part of this literature review is the comprehensive summary of the existing data on vitamin D status and cancer survival: the authors present a long list of studies reporting that vitamin D adequacy is associated with reduced risk of death in all cancers combined, breast, colorectal, lung, and prostate cancer, leukemia and lymphomas.1

Several more studies of geographical variations in cancers have found the same result: inverse relationships exist between sun exposure and 24 types of cancer, including the most common cancers – those of the breast, colon, rectum, and prostate.4, 5

Since 1980, evidence for the involvement of vitamin D in the relationship between sun exposure and decreased cancer risk has progressively accumulated, as associations were found between blood vitamin D levels and reduced risk of cancers.6, 7 Further support for the importance of vitamin D in cancer prevention was provided by randomized controlled trials of vitamin D supplementation that showed reduced cancer risk compared to placebo. There have also been many reports that vitamin D receptor gene mutations, which interfere with the normal biological actions of vitamin D, were associated with increased cancer risk.8-10

Additional studies confirmed that vitamin D has growth-inhibitory effects on cells derived from breast, colon, prostate, and skin cancers.11 Vitamin D can block cancer cell growth in a number of ways: Vitamin D alters the expression of genes that regulate inflammation, cell death and cell proliferation, and also interferes with the growth-promoting actions of IGF-1 and other growth factors. Additional anti-cancer effects of vitamin D include enhanced DNA repair and immune defenses, and angiogenesis inhibition.12

Considering all of this evidence, achieving vitamin D sufficiency is so very important. Unfortunately, the Institute of Medicine is hesitant to significantly raise its vitamin D recommendations, so most multivitamins still do not contain nearly enough vitamin D (only 400 IU) to offer the security that a normal Vitamin D level will be achieved. This is an important reason why I designed my new Men’s and Women’s Daily Formula + D multivitamins to include 2000 IU of vitamin D3. In my experience, 2000 IU has been an appropriate dose to bring most people into the favorable blood 25(OH)D range of 30-50 ng/ml (I also recommend getting a blood test to confirm adequate levels). These are the only multivitamin supplements with a 2000 IU dose of D3 plus no folic acid, beta-carotene, copper, and vitamin A. This enables most people to get everything they need without needing to take multiple different products. For extra assurance, I’ve also utilized Vitamin D3 because of its highest biological value thus offering the most protection, which also is most effective for raising 25(OH)D levels.13 My goal is to make it as easy as possible to maintain healthy vitamin D levels, with plenty of D3 in a multivitamin which also gives you everything else that is worthy of supplementing, and carefully avoiding those supplemental ingredients that are potentially harmful; so additional supplements aren’t necessary to obtain the anti-cancer and bone-protective benefits of vitamin D and the other recommended nutrients.

References:

1. Grant WB, Peris AN. Differences in vitamin D status may account for unexplained disparities in cancer survival rates between African and White Americans. DermatoEndocrinology 2012;4.
2. Garland CF, Garland FC. Do sunlight and vitamin D reduce the likelihood of colon cancer? Int J Epidemiol 1980;9:227-231.
3. Apperly FL. The Relation of Solar Radiation to Cancer Mortality in North America. Cancer Res 1941;1:191-195.
4. Grant WB, Garland CF. The association of solar ultraviolet B (UVB) with reducing risk of cancer: multifactorial ecologic analysis of geographic variation in age-adjusted cancer mortality rates. Anticancer Res 2006;26:2687-2699.
5. Grant WB. Ecological studies of the UVB-vitamin D-cancer hypothesis. Anticancer Res 2012;32:223-236.
6. Gandini S, Boniol M, Haukka J, et al. Meta-analysis of observational studies of serum 25-hydroxyvitamin D levels and colorectal, breast and prostate cancer and colorectal adenoma. Int J Cancer 2011;128:1414-1424.
7. Grant WB. Relation between prediagnostic serum 25-hydroxyvitamin D level and incidence of breast, colorectal, and other cancers. J Photochem Photobiol B 2010;101:130-136.
8. Kostner K, Denzer N, Muller CS, et al. The relevance of vitamin D receptor (VDR) gene polymorphisms for cancer: a review of the literature. Anticancer Res 2009;29:3511-3536.
9. Lappe JM, Travers-Gustafson D, Davies KM, et al. Vitamin D and calcium supplementation reduces cancer risk: results of a randomized trial. Am J Clin Nutr 2007;85:1586-1591.
10. Bolland MJ, Grey A, Gamble GD, et al. Calcium and vitamin D supplements and health outcomes: a reanalysis of the Women’s Health Initiative (WHI) limited-access data set. Am J Clin Nutr 2011;94:1144-1149.
11. Fleet JC. Molecular actions of vitamin D contributing to cancer prevention. Mol Aspects Med 2008;29:388-396.
12. Fleet JC, DeSmet M, Johnson R, et al. Vitamin D and cancer: a review of molecular mechanisms. Biochem J 2012;441:61-76.
13. Tripkovic L, Lambert H, Hart K, et al. Comparison of vitamin D2 and vitamin D3 supplementation in raising serum 25-hydroxyvitamin D status: a systematic review and meta-analysis. Am J Clin Nutr 2012.

Fonte: http://www.diseaseproof.com/archives/vitamins-supplements-vitamin-d-powerful-cancer-protection.html

__

Vitamina D x Câncer – Vitamin D Revealed to be Miracle Anti-Cancer ‘Drug’ with Astonishing Chemical Properties

English: pink ribbon

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

https://www.youtube.com/watch?v=cIwIWim4hNM&list=UU5grjCGNi25VAR8J0eVuxVQ&index=1&feature=plcp

Vitamina D – por uma outra terapia

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/04/12/vitamina-d-por-uma-outra-terapia/

__

By Natural News | July 27, 2012 4:48 PM EST

A new study published this month finds that the hormonally active form of vitamin D, Calcitriol 1,25-dihydroxyvitamin D(3), inhibits the growth of many kinds of cancerous cells, including breast cancer, indicating that vitamin D3 can be useful in treating and even preventing a variety of cancers. Authors of the study said that caner cell growth is inhibited by “anticancer actions including cell cycle arrest, promotion of apoptosis and inhibition of invasion, metastasis, and angiogenesis.” Vitamin D’s anti-inflammatory properties and interference with estrogen synthesis further explains its anti-tumor properties.

Two studies from 2007 used meta-analysis, which combines data from multiple reports, to find that therapeutic doses of vitamin D could prevent up to half of all cases of breast cancer, and two-thirds of all cases of colorectal cancer in the United States. The studies showed a direct correlation between blood levels of vitamin D and cancer. Those with the highest blood levels were found to be at the lowest risk, and the lowest blood levels at the highest risk.

Many sources still try to cast a shadow on the effectiveness of vitamin D, citing that a specific dose strength has not yet been established, and needs more research. It likely won’t be narrowed down to a one-size-fits-all dose, because every body is different, and if it were, it wouldn’t be as effective. One other thing that may be giving varied results regarding dosing is the source of vitamin D used – it varies from study to study. Typically, higher doses are required of synthetic sources to increase blood levels, and they don’t generally have the same effect as natural sources.

The “sunshine” vitamin, vitamin D is fat-soluble vitamin required for the absorption and utilization of calcium and phosphorous. It protects against muscle weakness, regulates heartbeat, is necessary for normal blood clotting and thyroid function, and regulates more than 2,000 genes, affecting the proliferation and death of cells.

Vitamin D comes in several forms. The kind that comes from food is D2. There is a synthetic form, D5. The most active is the most natural kind, D3. It is synthesized in the skin in response to the sun’s ultraviolet rays. There is a cholesterol compound in the skin that is a precursor of vitamin D. The D we get from food and supplements is not fully active until it goes through the liver and kidneys, where it is converted, then it circulates through the blood like a hormone.

According to Bach, problems from deficiency may include: heart disease, birth defects, depression, hypertension, stroke, dementia, fibromyalgia, impaired bone mineralization, skin, breast, prostate and other cancers, multiple sclerosis, insomnia, eye problems, problems with pregnancy, and other chronic diseases. It is estimated that more than one billion people worldwide, and 77 percent of Americans, are deficient in vitamin D.

It is not possible for most people to consume enough vitamin D thorough diet alone. It is found in fatty saltwater fish and fish liver oils, such as halibut, salmon, sardines, and cod liver oil. It is also added (fortified) to diary and eggs, so you’ll find it in things like milk, yogurt, and butter. Other foods that have vitamin D include dandelion greens, oatmeal, cereals, and sweet potatoes.

Having a healthy and balanced diet can prevent cancer, and the need for prescriptions that contribute to cancer, such as cholesterol reducing drugs that inhibit vitamin D absorption from the sun. Even the National Cancer Institute estimates that 80 percent of cancer cases could be prevented. Most people supplement to get enough vitamin D. The recommended doses are generally not enough to address health problems. Be sure your supplements come from whole food vitamins so that higher doses won’t be detrimental to your health, as they might from synthetic vitamin sources.

Eating good food, limiting unhealthy food and substances, getting exercise, and soaking up a bit of sun are critical to happiness and lasting health. So get out there and have fun – and help prevent cancer while you’re at it!

Learn more: http://www.naturalnews.com/036597_vitamin_D_anti-cancer_drug.html#ixzz21pJmcwXF
Fonte: http://au.ibtimes.com/articles/367433/20120727/vitamin-d-revealed-miracle-anti-cancer-drug.htm#.UBSCR9WwWAg

__

Vitamina D e Alzheimer – Vitamin D may reduce the risk of dominantly inherited Alzheimer’s disease

The New England Journal of Medicine

__

Sobre Vitamina D, assista ao vídeo do Programa Sem Censura:

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

 

__

Posted on July 25, 2012 by Dr William Grant

A recent paper in the New England Journal of Medicine reported on a number of biomarker and behavior changes in dominantly inherited Alzheimer’s disease, and proposed that treatment and prevention trials could incorporate these pathophysiological changes to gauge the likelihood of future clinical success.1 Some of the changes noted were reduced glucose metabolism in the brain, amyloid-beta deposition in the brain, and increased cognitive impairment.

 

Colleagues and I suggested in a published commentary on this paper that raising serum 25-hydroxyvitamin D [25(OH)D] concentrations might be able to prevent or slow the development of Alzheimer’s disease.2 The evidence is outlined here.

Two studies found vitamin D reduced amyloid-beta in the brain.3, 4 One paper found a beneficial role of vitamin D for glucose transport and utilization in the brain.5 A recent longitudinal study found a significant increase in global cognitive impairment for women with low vs. high serum 25(OH)D concentrations.6 A recent review discussed the evidence that vitamin D reduces the risk of cognitive impairment.7

Additional evidence that vitamin D reduces the risk of Alzheimer’s disease is given in several other papers.8, 9

Thus, higher serum 25(OH)D concentrations may reduce the risk of Alzheimer’s disease. Based on results from other studies, serum 25-hydroxyvitamin D concentrations should be above 40 ng/ml (100 nmol/l) for optimal health.10

References:

1.Bateman RJ, Xiong C, Benzinger TL, et al. Clinical and Biomarker Changes in Dominantly Inherited Alzheimer’s Disease. N Engl J Med. 2012; DOI: 10.1056/NEJMoa1202753

2. Grant WB, Mascitelli L, Goldstein MR. Vitamin D may reduce the risk of dominantly inherited Alzheimer’s disease. NEJM. http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1202753#t=comments

3. Yu J, Gattoni-Celli M, Zhu H, et al. Vitamin D3-enriched diet correlates with a decrease of amyloid plaques in the brain of AβPP transgenic mice. J Alzheimers Dis. 2011;25:295-307.

4. Mizwicki MT, Menegaz D, Zhang J, et al. Genomic and nongenomic signaling induced by 1α,25(OH)2-vitamin D3 promotes the recovery of amyloid-β phagocytosis by Alzheimer’s disease macrophages. J Alzheimers Dis. 2012;29:51-62.

5. Kumar PT, Antony S, Nandhu MS, et al. Vitamin D3 restores altered cholinergic and insulin receptor expression in the cerebral cortex and muscarinic M3 receptor expression in pancreatic islets of streptozotocin induced diabetic rats. J Nutr Biochem. 2011;22:418-25.

6. Slinin Y, Paudel M, Taylor BC, et al. Association Between Serum 25(OH) Vitamin D and the Risk of Cognitive Decline in Older Women. J Gerontol A Biol Sci Med Sci. 2012 Mar 27. [Epub ahead of print]

7. Soni M, Kos K, Lang IA, et al. Vitamin D and cognitive function. Scand J Clin Lab Invest Suppl. 2012 Apr;243:79-82.

8. Wang L, Hara K, Van Baaren JM, et al. Vitamin D receptor and Alzheimer’s disease: a genetic and functional study. Neurobiol Aging. 2012 Aug;33(8):1844.e1-9.

9. Annweiler C, Rolland Y, Schott AM, et al. Higher Vitamin D Dietary Intake Is Associated With Lower Risk of Alzheimer’s Disease: A 7-Year Follow-up. J Gerontol A Biol Sci Med Sci. 2012 Apr 13. [Epub ahead of print]

10. Cannell JJ, Hollis BW, Zasloff M, Heaney RP. Diagnosis and treatment of vitamin D deficiency. Expert Opin Pharmacother. 2008 Jan;9(1):107-18.

About Dr William Grant
Dr. William Grant is an epidemiologist and founder of the nonprofit organization Sunlight, Nutrition and Health Research Center (SUNARC). He has written over 140 peer-reviewed articles and editorials on vitamin D and health. Dr. Grant is the Science Director of the Vitamin D Council and also serves on their Board. He holds a Ph.D. in Physics from UC Berkeley.

Fonte: http://blog.vitamindcouncil.org/2012/07/25/vitamin-d-may-reduce-the-risk-of-dominantly-inherited-alzheimers-disease/

__

Vitamina D: solução para doenças autoimunitárias e neurodegenerativas

Alois Alzheimer ca. 1910

Alois Alzheimer ca. 1910 (Photo credit: Wikipedia)

Sobre este assunto, assista:

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

Vitamina D – Por uma outra terapia (Vitamin D – For an alternative therapy)

Informações médicas sobre a prevenção e tratamento de doenças neurodegenerativas

Leia:

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla

__

 Estudos revelam e casos clínicos comprovam que nutriente é fundamental para prevenção e controle eficaz de moléstias graves – 16/07/2010 16:50 (Elizângela Isaque – Da equipe Medicando)

A sabedoria popular nos ensina que é sempre melhor prevenir do que remediar. Felizmente, em algumas circunstâncias, especificamente nas ligadas à saúde, a forma de prevenção é a mesma que proporciona a cura ou, no mínimo, um controle eficaz de determinados problemas. Esse é o caso da vitamina D, substância que tem sido fonte de constantes estudos e de importantes descobertas, no que se refere às doenças autoimunitárias e neurodegenerativas, como esclerose múltipla, depressão, artrite reumatóide, Parkinson, mal de Alzheimer, lúpus e vitiligo, entre outras.

De acordo com a literatura médica clássica, a vitamina D exerce um papel fundamental para a manutenção do equilíbrio de determinadas funções do organismo humano, como a inibição de problemas como o raquitismo em crianças e a osteoporose em adultos. Entretanto, de acordo com as novas descobertas, as doses diárias recomendadas até hoje, de 400 UI (Unidades Internacionais), que equivale a um micrograma, estão longe do ideal necessário para prevenir, estabilizar ou mesmo anular sintomas relacionados à carência dessa substância.

Embora alguns alimentos sejam fonte de vitamina D, a forma natural mais eficiente de obtê-la é por meio da exposição diária ao sol. “Cerca de 10 minutos, todos os dias, com 90% do corpo exposto ao sol matinal, é suficiente para que maioria das pessoas obtenha a quantidade aproximada de 20.000 UI”, explica o neurologista e professor do Departamento de Neurologia e Neurocirurgia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Dr. Cícero Galli Coimbra.

No entanto, Dr. Cícero lembra que algumas pessoas apresentam maior dificuldade de transformar em ativa a forma da vitamina D produzida pela exposição solar, devido às particularidades de cada organismo. Devido a essas características, alguns indivíduos, mesmo com hábitos que os exponham diariamente ao sol, podem apresentar deficiência desta substância e, consequentemente, desenvolverem algum problema proveniente dessa carência. Por isso, o médico recomenda a ingestão diária da vitamina D em forma de cápsula ou gotas, em pessoas portadoras dessa característica genética, ou que tenham uma rotina diária caracterizada por baixa exposição solar.

O engenheiro ambiental Marcelo Palma está entre as pessoas que, embora sempre levasse uma rotina de práticas esportivas ao ar livre, como o surfe, começou a apresentar sintomas como paralisia facial, formigamento de membros e alteração da sensibilidade do abdômen. Após alguns diagnósticos equivocados e tratamentos que não impediam o surgimento de outros sintomas que eram de fato decorrentes da esclerose múltipla, o jovem que também dava aulas de capoeira tomou conhecimento do tratamento proposto por Dr. Cícero.

Maior autoridade brasileira sobre os benefícios da vitamina D, o nome de Dr. Cícero Coimbra é relacionado ao crescente número de pacientes que, uma vez submetidos ao seu tratamento, têm apresentado quadros de regressão de sintomas, bem como a estabilidade em doenças como a esclerose múltipla. Em todos os casos, a vitamina D sintetizada, ministrada em doses que variam de acordo com a necessidade de cada paciente, é a protagonista que atua de forma decisiva no combate aos graves sintomas apresentados pela doença.

Na internet, há centenas de artigos científicos acerca dos benefícios da “vitamina D”, relacionados às doenças neurodegenerativas como Alzheimer, e às autoimunitárias, como a esclerose múltipla, miastenia gravis, lúpus, artrite reumatóide, psoríase e diabetes do tipo 1. No entanto, segundo Dr. Cícero, a utilização deste nutriente nos tratamentos destas moléstias ainda não chegou aos consultórios do país.

“Cerca de 70% das pessoas que sofrem de esclerose múltipla apresentam níveis muito baixos de vitamina D, o que se correlaciona com uma frequência maior de exacerbações (surtos) e com a sustentação de sequelas neurológicas mais acentuadas após cada surto. A simples percepção disso remete qualquer profissional que se depare com esse quadro à obrigação ética de administrar essa substância como parte fundamental do tratamento”, explica Dr. Cícero.

Conforme expõe o neurologista, a falta de informação sobre o assunto começa pelo ambiente acadêmico e culmina na pressão mercadológica que a indústria farmacêutica exerce sobre a sociedade. Hoje, cada ampola de Tysabri (natalizumab), medicação vendida em mais de 45 países para o tratamento de esclerose múltipla, custa, em média, cerca de R$ 9.000,00.  Só em 2009, o Tysabri proporcionou ao seu fabricante a receita de um bilhão de dólares em vendas, fazendo com que, em janeiro deste ano, a empresa viesse a público declarar que busca, em 2010, como estratégia de marketing, maximizar o valor de suas ações por meio do crescimento do consumo desse remédio.

De acordo com dados da Federação Internacional de Esclerose Múltipla (MSIF, na sigla em inglês), cerca de 2,5 milhões de pessoas sofrem de EM, em todo o mundo. No Brasil, a estimativa da Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (ABEM) é de que existam mais de 35 mil portadores no país. Além disso, a entidade alerta para as constantes faltas da medicação disponibilizada pelo governo, nos postos de saúde do Brasil.

As medicações comumente prescritas em terapias (interferons), geralmente, expõem os pacientes a efeitos colaterais tão comuns quanto desagradáveis. Esses remédios podem desencadear reações – observadas em mais de um, em cada 10 doentes – como dores de cabeça, sintomas do tipo gripal e febre. O que remete às vantagens da utilização da vitamina D nos tratamentos de doenças neurodegenerativas e autoimunitárias.

Além da ausência de efeitos colaterais, desde que as doses sejam ajustadas conforme as necessidades individuais, bem como de acordo com os exames laboratoriais, a utilização da vitamina D gera a possibilidade a regressão de sequelas recentes e a prevenção da progressão da doença. O que torna esse nutriente mais eficaz que a medicação tradicional e uma alternativa, no mínimo, considerável, se comparada à medicação até hoje ministrada.

O ajuste das doses, realizados por meio de exames laboratoriais, tem por objetivo evitar a hipervitaminose por vitamina D, já que o excesso deste nutriente no organismo pode provocar problemas graves como danos permanentes nos rins, retardo do crescimento, calcificação de tecidos moles e até mesmo a morte. Entre os sintomas leves de intoxicação estão: sede excessiva e eliminação de grande volume de urina, náuseas, fraqueza, prisão de ventre e irritabilidade. Entretanto, para alcançar essas reações, seria necessário o consumo muito superior aos recomendados pelas recentes pesquisas.

De acordo com os estudos mais recentes, para que uma pessoa adulta, com níveis normais de tolerância à vitamina D, apresente um quadro de super dosagem deste nutriente é necessária a ingestão diária, por um período de um a dois meses, de 2,5 mg (100.000 IU), aproximadamente. Já para as crianças, a quantidade considerada tóxica varia de 0,5 mg (20.000 IU) a 1,0 mg (40.000 IU), números superiores às doses mais altas indicadas para prevenção e tratamento de doenças.

“No entanto, esses limites tóxicos podem variar conforme a quantidade de alimentos ricos em cálcio, especialmente os laticínios, presentes na dieta, conforme o peso e características genéticas do indivíduo”, esclarece Dr. Cícero. Conforme explica o neurologista, os riscos de uma hiperdosagem são praticamente nulos, se o tratamento é feito com acompanhamento médico, em âmbito clínico e laboratorial. “A quantidade de vitamina D que cada paciente necessita em seu tratamento varia de acordo com o estágio da doença e com os níveis de carência deste nutriente em cada organismo, por isso é muito importante a avaliação do profissional”, explica.

Divulgação

Como a eficácia da vitamina D, em relação aos medicamentos tradicionais, ainda não é um consenso entre a comunidade científica, a difusão desta nova alternativa tem ocorrido por meio do famoso “boca a boca”. Nesse contexto, a internet tem sido a principal ferramenta utilizada pelos pacientes do Dr. Cícero, que utilizam a web para discutirem seus casos clínicos entre si e, ao mesmo tempo, propagarem resultados como a estabilização e o controle de suas enfermidades.

Com cerca de 300 membros a comunidade “Esclerose Múltipla Tem Solução” funciona em um dos mais famosos sítios de relacionamentos da web e reúne tanto pacientes sob o tratamento do Dr. Cícero, quanto pessoas que sofrem de EM e estão em busca de tratamentos com resultados mais eficazes e menos agressivos que os tradicionais. “Após descobrir a existência do Dr. Cícero e obter resultados fantásticos com minha sobrinha achei que seria importante difundir esse protocolo de tratamento”, explica Sergio Vinagre, fundador da comunidade.

Na página inicial da comunidade, criada há dois anos, Vinagre conta que sua sobrinha iniciou o tratamento com Dr. Cícero em 2006, cinco anos após receber diagnóstico de esclerose múltipla. Na época da primeira consulta a moça já se encontrava em cadeira de rodas, devido o estágio no qual se encontrava a doença. “Dois meses após o início do novo tratamento, baseado na reposição dessa vitamina, ela estava dirigindo. Hoje leva uma vida normal, sem surtos, e sem o uso da medicação convencional, que é bastante agressiva. E continua apresentando melhoras”, relata.

Fatores psicológicos

Para quem o organismo apresenta dificuldade de sintetizar a vitamina D, estresses emocionais, ou fortes traumas podem contribuir para que se desencadeiem algumas doenças. Dr. Cícero destaca que, cerca de 85% dos surtos de esclerose múltipla, por exemplo, surgem após estresses emocionais. “Imagine quantos surtos seriam evitados se fosse possível retirar ou diminuir o nível de estresse dessas pessoas”.

Foi após vivenciar um forte trauma emocional que Marcelo Palma começou a apresentar os primeiros sintomas de esclerose múltipla. Sintomas que, posteriormente, voltaram mais fortes e frequentes após uma segunda experiência que lhe acarretou novo trauma. “Na primeira consulta, que durou cerca de quatro horas, ele me explicou como seria a utilização da vitamina D, aliada à B e a óleos de peixe (ômega 3) DHA, para ‘desativar’ a auto agressão do sistema imunológico no meu próprio organismo”, relembra.

Hoje, o maior empenho do neurologista é tornar a utilização da vitamina D comum nos tratamentos das doenças neurodegenerativas e autoimunitárias. “Meu objetivo é fazer com que os demais profissionais conheçam os benefícios dessa substância e passem a ministrá-la aos pacientes em tratamento”, diz o neurologista, que acredita que, no futuro, as informações acerca da importância desse nutriente estarão ao alcance de todos. “Não há como impedir que esse conhecimento se torne comum. Pode ser que demorem mais dois, três ou vinte anos. O fato é que, cedo ou tarde, todos vão saber dos benefícios da vitamina D”.

Neurologia

Cícero Galli Coimbra é médico graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1979), possui título de especialista em medicina interna (1981) e neurologia (1983) pela mesma instituição, e em neurologia pediátrica (1985) pelo Jackson Memorial Hospital da Universidade de Miami, EUA. Obteve o título de mestre (1988) e doutor (1991) em Neurologia pela Universidade Federal de São Paulo e pós-doutorado (1993) pela Universidade de Lund, Suécia. Atualmente é Professor Livre Docente do Departamento de Neurologia e Neurocirurgia da Universidade Federal de São Paulo, onde dirige o Laboratório de Fisiopatologia Clínica e Experimental. Atua na área de Medicina (Neurologia e Clínica Médica), com ênfase em doenças neurodegenerativas e autoimunitárias.

Fonte:   http://www.pediatriadiadia.com.br/joomla/index.php/opniao/38-vitamina-d-solucao-para-doencas-autoimunitarias-e-neurodegenerativas-.html

__

Insuficiência de Vitamina D pode causar perda de mobilidade e invalidez – Not getting enough vitamin D could cause you to lose mobility, become disabled

20/2.2011 vitamin D

20/2.2011 vitamin D (Photo credit: julochka)

Assista à entrevista sobre este assunto, em português:

 Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

Ao vídeo:

Vitamina D – Por uma outra terapia (Vitamin D – For an alternative therapy)

Leia:

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla

“Based on data collected from the comprehensive Health, Aging, and Body Composition Study, also known as Health ABC, the new study establishes a clear connection between vitamin D levels and overall mobility and bodily function. Compiled by researchers from the Wake Forest School of Medicine in North Carolina, the paper highlights how vitamin D levels directly affect an individual’s ability to perform everyday tasks like walking, climbing stairs, cycling, and engaging in various other forms of moderate exercise.”

__
Wednesday, July 11, 2012 by: Ethan A. Huff, staff writer

(NaturalNews) There is no longer any doubt that regular, unfiltered sunlight exposure, which helps promote and maintain optimal blood levels of vitamin D, plays a critical role in health promotion and disease prevention. And a recent study published in the Journal of Gerontology: Medical Science further confirms this, having found that inadequate blood levels of vitamin D can lead to decreased mobility and even disablement, particularly among the elderly.

Based on data collected from the comprehensive Health, Aging, and Body Composition Study, also known as Health ABC, the new study establishes a clear connection between vitamin D levels and overall mobility and bodily function. Compiled by researchers from the Wake Forest School of Medicine in North Carolina, the paper highlights how vitamin D levels directly affect an individual’s ability to perform everyday tasks like walking, climbing stairs, cycling, and engaging in various other forms of moderate exercise.

More than 2,000 individuals of both Caucasian and African-American backgrounds, and with an average age of around 75-years-old, participated in the study. Researchers measured the participants’ blood serum levels of 25-hydroxyvitamin D (calcidiol), a pre-hormone associated with vitamin D levels in the body, at the beginning of the study and at six-month intervals for six years, and compared these levels to overall mobility rates among the participants.

At the onset of the study, nearly 30 percent of the participants had blood levels of 25(OH)D less than 20 nanograms per milliliter (ng/mL), while more than 36 percent had levels between 20 and 30 ng/mL. Only 35 percent of the group had 25(OH)D levels of 30 ng/mL, which is largely considered to be the cutoff point for determining vitamin D deficiency.

Upon evaluation, those with 25(OH)D levels below 30 ng/mL were found to be 30 percent more likely to develop mobility problems than those with higher levels, while those with 25(OH)D levels below 20 ng/mL, which is considered to be grossly deficient, were about 100 percent more likely to develop disability compared to those with higher levels.

“About one-third of older adults have low vitamin D levels,” said Denise Houston, Ph.D., R.D., a nutrition epidemiologist at the Wake Forest Baptist Department of Geriatrics and Gerontology, concerning the study. “It’s difficult to get enough vitamin D through diet alone, and older adults, who may not spend much time outdoors may need to take a vitamin D supplement.”

Vitamin D deficiency even more prevalent than study shows Though the findings of the study indicate that only about a third of elderly adults have vitamin D levels above what is considered to be deficient, the Vitamin D Council says the true cutoff point for vitamin D deficiency is really about 40 ng/mL rather than 30 ng/mL — 50 ng/mL, in fact, is a more realistic cutoff point for vitamin D deficiency.

With this in mind, far more than 60 percent of the elderly are vitamin D deficient, and likely suffering from needless health and mobility issues as a result. According to the Vitamin D Council, upwards of 90 percent of humanity is vitamin D deficient.

To learn more about vitamin D, visit: http://www.vitamindcouncil.org/

Sources for this article include:

http://blog.vitamindcouncil.org

http://news.nurse.com/article/20120603/NATIONAL02/106110017

http://www.vitamindcouncil.org/about-vitamin-d/vitamin-d-deficiency/

Fonte: http://www.naturalnews.com/036436_vitamin_D_deficiency_mobility.html

__

%d blogueiros gostam disto: