Fumar ‘emburrece’: mais uma razão para parar

 

Fumantes adultos na meia-idade tendem a ter performances mais pobres em testes de memória e raciocínio comparados com não-fumantes, aumentando a lista de razões para não fumar, disseram pesquisadores franceses nesta segunda-feira.

Çim, nóis podi

Çim, nóis podi

Analisando dados previamente coletados sobre cinco mil funcionários públicos britânicos, os pesquisadores descobriram que os que fumavam tinham mais chance do que pessoas que nunca fumaram de pertencer ao grupo de pior desempenho, de um total de cinco grupos, em testes de memória, raciocínio, vocabulário e fluência verbal.

O fumo foi associado com o declínio mental na meia-idade, assim como com demência e doenças físicas, eles descobriram.

“Fumar na meia idade está associado com déficit de memória e redução nas habilidades de raciocínio”, concluiu Severine Sabia e seus colegas do National Institute of Health and Medical Research em Villejuif, Fança.

Comparado com os fumantes, as pessoas que disseram que haviam parado de fumar tendiam a adotar hábitos mais saudáveis como beber menos álcool, ser fisicamente mais ativo, comer mais frutas e vegetais, Severine escreveu na revista científica Archives of Internal Medicine.

Os participantes estavam entre os 35 e 55 anos de idade no começo do estudo, que acompanhou os voluntários durante até 17 anos.

O estudo também demonstrou como pode ser difícil conduzir pesquisas de longo prazo com fumantes: mais do que o dobro dos fumantes, em comparação com os que não fumavam, se recusaram a repetir os testes de memória ou não puderam repeti-lo, em alguns casos por haverem morrido no ínterim.

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(Reuters) – Middle-aged adults who smoke tended to perform poorly on tests of memory and reasoning compared to nonsmokers, adding to the list of reasons not to smoke, French researchers said on Monday.

Analyzing previously collected data on about 5,000 British civil servants, the researchers found those who smoked were more likely than people who never smoked to be in the lowest-performing of five groups in tests of memory, reasoning, vocabulary and verbal fluency.

Smoking was associated with mental decline in middle age, as it is with dementia and a host of physical ills later in life, they found.

“Smoking in middle age is associated with memory deficit and decline in reasoning abilities,” concluded Severine Sabia and colleagues from the National Institute of Health and Medical Research in Villejuif, France.

Compared to smokers, people who said they had quit cigarettes were more likely to adopt healthier behaviors, such as drinking less alcohol, being more physically active, and eating more fruits and vegetables, Sabia reported in the journal Archives of Internal Medicine.

The participants were aged 35 to 55 at the beginning of the study, which followed some subjects up to 17 years.

The study also demonstrated how difficult it can be to conduct long-term research on smokers: more than twice as many smokers as non-smokers refused to take the memory test again or were not able to be re-tested, in some cases because they died in the interim.

 

 

Fonte: http://www.reuters.com/article/2008/06/09/us-smoking-memory-idUSN0645737020080609

 

Mulheres fumantes perdem 14,5 anos de vida – The American College of Obstetricians and Gynecologists

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[Whashington Post]

(The American College of Obstetricians and Gynecologists) Os males do cigarro tiram uma média de 14,5 anos de vida da mulher fumante. Os efeitos do dano do fumo são extensos, bem documentados e podem ser observados desde o berço até a morte prematura.

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Sabemos que fumar emburrece e segundo médica estadunidense Dra. Sharon Phelan “fumar é um hábito danoso que afeta negativamente quase todos os órgãos do corpo. Simplesmente não há uma boa razão para não parar” de fumar.

Lista dos riscos de fumar:

  • É a causa principal de câncer de pulmão e a principal causa de morte por câncer em mulheres. Desde os anos 1950 as mortes por câncer aumentaram mais de 600% nos EUA.
  • Fumar aumenta significativamente o risco de muitos outros tipos de de câncer em mulheres incluindo câncer de mama, câncer oral, câncer de faringe, laringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga, útero e cervical.
  • Mulheres que fumam tem o dobro de chance de desenvolverem doença coronária e 10 vezes mais riscos de morrer de doença pulmonar obstrutiva crônica do que não fumantes.
  • Fumar aumenta o risco de efisema, bronquite, osteoporose, artrite, catarata, baixa densidade óssea após menopausa e fratura nos quadris.
  • O cigarro pode também levar a menopausa prematura, doença nas gengivas, perda de dentes e envelhecimento prematuro da pele.
  • Mulheres fumantes em idade reprodutiva podem ter mais dificuldades em engravidar, ter partos prematuros, bebês com peso muito baixo, bebês com baixa função pulmonar, bronquite ou asma.
  • Mulheres com mais de 35 anos que fumam e tomam anticoncepcionais tem risco de desenvolver coágulos sanguíneo fatais.

 

“Grávidas não devem fumar em hipótese nenhuma e o cigarro não deve ser permitido em casa depois que o bebê nasce”, disse Sharon. “Infelizmente nós sabemos que bebês e crianças são muito mais expostas à fumaça de cigarro do que adultos e que os pais, guardiães ou outros membros da casa fumam sempre perto delas.”

Mesmo assim quase 60% das crianças entre 3 e 11 anos são expostas à fumaça de cigarro, o que as coloca em risco acentuado de desenvolver uma grande quantidade de problemas de saúde.

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Women Smokers Lose 14.5 Years Off Life Span

 

(HealthDay News) — During Lung Cancer Awareness Month in November, female smokers should take advantage of available resources, pick a quit day, and start taking steps toward kicking the habit, urges The American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG).

Even though smoking takes an average of 14.5 years off women’s lives, almost one in five American women age 18 and older smokes.

“The damaging effects of smoking on women are extensive, well-documented, and can be observed from the cradle to the premature grave,” Dr. Sharon Phelan said in an organization news release. She helped develop ACOG’s smoking cessation materials for health care providers.

“Smoking is a harmful habit that negatively affects nearly every organ in the body. There’s just no good reason not to quit,” she said.

Here’s a list of the dangers:

Smoking is the main cause of lung cancer, the leading cause of cancer death in women. Since 1950, lung cancer deaths among women have increased more than 600 percent, according to ACOG.Smoking also significantly increases the risk of many other cancers in women, including breast, oral, pharynx, larynx, esophageal, pancreatic, kidney, bladder, uterine, and cervical cancers.Women who smoke are twice as likely to develop coronary heart disease and 10 times more likely to die from chronic obstructive pulmonary disease (COPD) than nonsmokers.Smoking increases the risk of emphysema, bronchitis, osteoporosis, rheumatoid arthritis, cataracts, lower bone density after menopause, and hip fracture. It can also contribute to early menopause, gum disease, tooth loss, and premature skin aging.Reproductive-age women who smoke may have trouble conceiving, and pregnant women who smoke are at high risk of delivering preterm or low birth weight infants or having babies with poor lung function, bronchitis or asthma.Women over age 35 who smoke and take birth control pills are at risk for developing deadly blood clots.

“Pregnant women should absolutely not smoke, and smoking should not be allowed in the home after a baby is born,” Phelan said. “Unfortunately, we know that infants and young children are more heavily exposed to secondhand smoke than adults, and parents, guardians, or other members of the household often smoke around them.”

Almost 60 percent of children ages 3 to 11 are exposed to secondhand smoke, which puts them at increased risk for a wide range of health problems.

More information

The American Cancer Society has more about women and smoking.

SOURCE: The American College of Obstetricians and Gynecologists, news release, Nov. 3, 2008


Vitamina D e Tabagismo. Vitamin D may protect against lung function impairment and decline in smokers

Sobre Vitamina D, assista ao vídeo do Programa Sem Censura:

 Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

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July 20, 2012 in Health

pulmões de fumante e não fumante

pulmões de fumante e não fumante

Vitamin D deficiency is associated with worse lung function and more rapid decline in lung function over time in smokers, suggesting that vitamin D may have a protective effect against the effects of smoking on lung function, according to a new study from researchers in Boston.

“We examined the relationship between vitamin D deficiency, smoking, lung function, and the rate of lung function decline over a 20 year period in a cohort of 626 adult white men from the Normative Aging Study,” said lead author Nancy E. Lange, MD, MPH, of the Channing Laboratory, Brigham and Women’s Hospital. “We found that vitamin D sufficiency (defined as serum vitamin D levels of >20 ng/ml) had a protective effect on lung function and the rate of lung function decline in smokers.”

The findings were published online ahead of print publication in the American Thoracic Society‘s American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine.

In the study, vitamin D levels were assessed at three different time points between 1984 and 2003, and lung function was assessed concurrently with spirometry.

In vitamin D deficient subjects, for each one unit increase in pack-years of smoking, mean forced expiratory volume in one second (FEV1) was 12 ml lower, compared with a mean reduction of 6.5 ml among subjects who were not vitamin D deficient. In longitudinal models, vitamin D deficiency exacerbated the effect of pack years of smoking on the decline in FEV1 over time.

No significant effect of vitamin D levels on lung function or lung function decline were observed in the overall study cohort, which included both smokers and non-smokers.

“Our results suggest that vitamin D might modify the damaging effects of smoking on lung function,” said Dr. Lange. “These effects might be due to vitamin D’s anti-inflammatory and anti-oxidant properties.”

The study has some limitations, including that the data is observational only and not a trial, that vitamin D levels fluctuate over time, and that the study has limited generalizability due to the cohort being all elderly men.

“If these results can be replicated in other studies, they could be of great public health importance,” said Dr. Lange. “Future research should also examine whether vitamin D protects against lung damage from other sources, such as air pollution.”

“While these results are intriguing, the health hazards associated with smoking far outweigh any protective effect that vitamin D may have on lung function ,” said Alexander C. White MS, MD, chair of the American Thoracic Society’s Tobacco Action Committee. “First and foremost, patients who smoke should be fully informed about the health consequences of smoking and in addition be given all possible assistance to help them quit smoking.”

Journal reference: American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine

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Mais 80% dos fumantes acreditam que não sofrerão com câncer no pulmão

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 Cerca de 80% dos fumantes se consideravam imunes aos males do cigarro, até desenvolverem câncer no pulmão

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O hábito de fumar traz sérios danos para a saúde, afinal, o cigarro possui diversas impurezas que afetam o funcionamento do organismo. Os fumantes correm mais riscos de sofrer infarto, derrame, envelhecimento precoce, doenças vasculares, gengivite, infertilidade, tosse crônica, asma, entre muitos outros problemas de saúde.

Uma das doenças mais letais causadas pelo cigarro é o câncer de pulmão. No entanto, as fumantes menosprezam as pesquisas que revelam a ligação direta entre o tabagismo e tumores malignos pulmonares. De acordo com estatísticas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), a cada ano são registrados 27.320 novos casos de câncer de pulmão. O fato desta doença ser um dos cânceres mais comuns no Brasil e no mundo se deve a negligência dos dependentes.

Fumantes se consideram imunes ao cigarro

Uma pesquisa realizada pela indústria farmacêutica Pfizer revelou que 83% dos fumantes acreditam ser imunes aos danos causados pelo tabagismo, especialmente o câncer de pulmão. Eles ignoram os estudos que mostram que 90% dos portadores de tumores malignos pulmonares têm o hábito de fumar.

Para chegar aos resultados, os pesquisadores da Pfizer avaliaram 166 pacientes com o diagnóstico de câncer nos pulmões, causado pelo tabagismo. Investigou-se, então, a sensação de segurança destas pessoas sobre a possibilidade de adoecer ou não.

Após as entrevistas, descobriu-se que, a cada dez pessoas com tumores malignos pulmonares, oito delas não acreditavam que sofreriam um dia com o esta doença. Em média, 83% dos pacientes não levavam a sério a possibilidade de adoecer.

A sensação de segurança que os pacientes tinham antes de adoecer também teve as justificativas avaliadas pelos pesquisadores. Quando questionados sobre os motivos de se sentirem imunes ao cigarro, 25% dos participantes responderam que viam a doença como uma possibilidade de acontecer com os outros, mas não com eles. Já 23% dos fumantes com câncer de pulmão afirmaram que eram pessoas saudáveis. Outros 9% justificaram o adoecimento através do discurso de não ter casos similares na família. Enquanto isso, 5% dos doentes alegaram que tinham o hábito de se exercitar e 3% defenderam o fato de que adotavam uma alimentação saudável.

Os especialistas que realizaram a pesquisa afirmam que os pacientes conheciam os males associados ao cigarro, mas simplesmente ignoravam os perigos oferecidos pelo hábito de fumar. Mesmo as pessoas que não possuem casos de câncer de pulmão na família estão vulneráveis a desenvolver a doença, pois o tabagismo danifica o DNA em poucos minutos e compromete a saúde do organismo.

A negligência do fumante brasileiro

O Instituto do Câncer de São Paulo (Icesp) também realizou um estudo sobre a autoconfiança dos fumantes e a forma como ignoram os perigos oferecidos pelo cigarro. De acordo com a pesquisa, seis em dez fumantes que enfrentam os tumores malignos pulmonares não abandonam o vício após sobreviver ao tratamento.

Fonte: http://www.midianews.com.br/conteudo.php?sid=7&cid=126626

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