Remédio para o melanoma: Tome mais sol

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O professor Angus Dalgleish é radical no que diz respeito ao câncer de pele, ele assume a posição que este câncer é causado pela ausência de  Sol, e não pelo Sol.  Por isso, em maio de 2012, ele escreveu um artigo aconselhando pessoas com câncer de pele a exporem-se ao Sol.

Ele mostra que por causa das propagandas contra o sol com as quais muitos de nós ficamos familiarizados ao longo de nossas vidas, isto pode ter ocasionado uma deficiência crônica da vitamina D nas pessoas. A implicação está clara: Nossa recomendação sobre a exposição ao sol pode estar contribuindo para o aumento da incidência de câncer, incluindo o melanoma.

Não existe neste comentário qualquer endosso à posição dele neste caso específico, mas a mencionamos aqui para mostrar como vem sendo considerada grave a falta deste hormônio-vitamina para a saúde.  Celso Galli Coimbra.

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Autor: Epoch Times Publicação: maio 25, 2012

Quase caí da cadeira em meu escritório quando li um artigo do oncologista e professor Angus Dalgleish, especialista em câncer, no Daily Mail no dia 24 de maio: “Sim! Uma dose de sol PODE proteger você contra o câncer de pele”.

Dalgleish tem um interesse particular em melanoma maligno. No artigo, ele chama nossa atenção para a ligação entre a vitamina D e o câncer, incluindo a ligação entre os baixos níveis de vitamina D e o melanoma.

Ele mostra que por causa das propagandas contra o sol com as quais muitos de nós ficamos familiarizados ao longo de nossas vidas, isto pode ter ocasionado uma deficiência crônica da vitamina D nas pessoas. A implicação está clara: Nossa recomendação sobre a exposição ao sol pode estar contribuindo para o aumento da incidência de câncer, incluindo o melanoma.

Em abril, eu escrevi sobre a relação entre a luz solar e o melanoma, e apresentei algumas observações do dermatologista Dr. Sam Shuster, incluindo estes fatos:

• A relação entre o melanoma e a latitude é pequena e inconsistente (em outras palavras, os locais mais próximos do equador com mais exposição à luz solar não têm aumento significante na incidência do melanoma maligno).

• A incidência do melanoma maligno e morte por causa disto são menores em indivíduos com maior exposição à luz solar (são mencionados 11 estudos como evidência disto).

• A incidência de melanoma maligno não diminui e pode aumentar com o uso de protetor solar.

• O risco do melanoma associado ao uso da cadeira de sol é “pequeno e inconsistente”.

• Desenvolver um melanoma maligno em laboratório usando luz ultravioleta é difícil (em contraste com outros cânceres de pele menos agressivos e mais tratáveis).

Os comentários de Dalgleish ainda levantam a questão sobre a orientação geral que temos a respeito da exposição ao sol e aos riscos que isto apresenta especificamente com relação ao melanoma. Suas ideias vão um tanto contra o pensamento convencional, e eu acredito que ele deveria ser aplaudido por injetar alguma objetividade no debate.

Eu não conheço Angus Dalgleish pessoalmente, mas minha suspeita é de que ele é um homem que pensa por si próprio e se preocupa em tratar seus pacientes com o maior cuidado e orientação possíveis. Eu também acho que provavelmente seja verdade que ele e sua área de trabalho não recebem fundos dos fabricantes de protetores solar.

O Dr. John Briffa é um médico de Londres e escreve sobre saúde, com interesse em nutrição e medicina natural. Seu website é Drbriffa.com

 Fonte: http://www.epochtimes.com.br/remedio-para-o-melanoma-tome-mais-sol-2/
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Educação para o sol – Vitamina D – Vitamin D

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“Quando o assunto é a prevenção do câncer de pele, mais importante do que defender o uso de filtro solar é “fotoeducar” pacientes, médicos, indústria farmacêutica, políticos e autoridades de saúde.  A proposta radical é do dermatologista Fernando Stengel, presidente da Fundação Argentina de Câncer de Pele e membro do Conselho Internacional da Skin Cancer Foundation.”
 
“Filtros solares são um produto e são vendáveis.  Por isso foram superpromovidos.  Agora estamos voltando atrás,” disse ele ao participar do 14º Congresso Mundial de Câncer de Pele, realizado em São Paulo.”
 
Relacionado a este assunto, assista ao vídeo sobre a necessidade de produção de Vitamina D para a saúde:
 
Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha
 
https://www.youtube.com/watch?v=cIwIWim4hNM&list=UU5grjCGNi25VAR8J0eVuxVQ&index=5&feature=plcp

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Com informações da Agência Fapesp
10/08/2012
Fonte: Diário da Saúde

Quando o assunto é a prevenção do câncer de pele, mais importante do que defender o uso de filtro solar é “fotoeducar” pacientes, médicos, indústria farmacêutica, políticos e autoridades de saúde.

A proposta radical é do dermatologista Fernando Stengel, presidente da Fundação Argentina de Câncer de Pele e membro do Conselho Internacional da Skin Cancer Foundation.

“Filtros solares são um produto e são vendáveis. Por isso foram superpromovidos. Agora estamos voltando atrás,” disse ele ao participar do 14º Congresso Mundial de Câncer de Pele, realizado em São Paulo.

Stengel afirma que o sol não é mais perigoso hoje do que no passado. “Mas a preocupação com o câncer de pele, no entanto, é maior, pois as pessoas estão mais expostas à radiação solar e a expectativa de vida aumentou,” disse.

Riscos de câncer de pele

Segundo dados da Skin Cancer Foundation, nos Estados Unidos mais pessoas tiveram câncer de pele nos últimos 31 anos do que todos os outros casos de câncer somados. Segundo as estimativas, um em cada cinco norte-americanos desenvolverá a doença ao longo da vida e uma pessoa morre de melanoma a cada hora.

Também no Brasil o câncer de pele é o tumor mais frequente, de acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). A estimativa para 2012 é de 134,1 mil novos casos de câncer de pele não melanoma e 1,3 mil casos de melanoma.

Um único episódio de queimadura solar na infância ou na adolescência dobra o risco de melanoma, segundo especialistas da Skin Cancer Foundation. O risco também dobra caso existam cinco ou mais episódios de queimadura solar em qualquer idade.

Cultura do bronzeado

Ainda assim, a cultura do bronzeado está em toda parte, disse Stengel. “É preciso rever a forma como a mensagem sobre fotoprevenção tem sido difundida”, disse.

“O melhor seria a “fotoeducação”. As empresas farmacêuticas tentam vender a ideia de que existe bronzeado seguro ou de que os filtros são capazes de bloquear totalmente o sol, mas isso não é verdade.

“Se os médicos apenas reforçam a ideia de que as pessoas devem usar protetor solar, mas elas não sabem por que nem como fazer isso, não adianta,” disse o médico.

Falta de sol

Por outro lado, há uma crescente preocupação com as deficiências de vitamina D, que é produzida no organismo com a exposição ao Sol.

“Sabemos que há hoje muitos jovens enfurnados dentro de casa com seus jogos eletrônicos e computadores. São jovens que quase não fazem exercício e não se expõem ao sol. Essa população, principalmente se tiver uma dieta pobre em vitaminas, pode ter problemas. É preciso equilíbrio. Afinal, a espécie humana evoluiu ao longo de milhares de anos com sua pele interagindo com o sol e ele tem efeitos positivos sobre nós também,” concorda o especialista.

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=nao-existe-bronzeado-seguro&id=8054

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Tabagismo possui ligação com risco aumentado de câncer da pele

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Portal de Oncologia Português

Uma meta-análise reúne evidências de que fumar possui ligação com risco aumentado de cancro da pele – carcinoma de células escamosas, avança o portal ISaúde.

Cerca de 97% dos cancros de pele se originam no tecido celular na pele (cancro epitelial) e são carcinomas de células basais ou carcinomas de células escamosas, que são classificados como cancros de pele – não melanoma (NMSC – sigla em inglês).

Casos de NMSC estão aumentando em todo o mundo. Estima-se que a cada ano surjam de dois a três milhões de novos casos da doença.

Uma equipa de investigadores liderada por Jo Leonardi-Bee, do Centre for Tobacco Control Studies, da Universidade de Nottingham, no Reino Unido, conduziu uma meta-análise de 25 estudos. “Esta revisão sistemática e meta-análise mostrou uma relação clara e consistente entre o tabagismo e casos de carcinomas de células escamosas, com aumento de 52% nas probabilidades. Entretanto, nenhuma associação clara foi observada entre tabagismo e carcinomas de células basais ou NMSC.

” «Os maiores efeitos da associação entre tabagismo e o carcinoma de células escamosas foram identificados em fumantes ou pessoas que nunca fumaram, com menor efeito ocorrendo em ex-fumantes”, afirmam os investigadores.

Os investigadores afirmam que as descobertas podem ser generalizadas devido ao fato de que os estudos que analisadas incluíram os resultados de 11 países de quatro continentes que analisaram populações da meia-idade à velhice.

“Este estudo destaca a importância de os clínicos identificarem os pacientes de alto risco, incluindo fumantes actuais, para possibilitar o diagnóstico precoce do cancro, pois isso pode melhorar o prognóstico, pois as lesões iniciais são mais fáceis de tratar”, conclui Leonardi-Bee.
2012-06-25 | 09:16
http://www.pop.eu.com/news/7315/26/Tabagismo-possui-ligacao-com-risco-aumentado-de-cancro-da-pele.html

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