Temporada de nascimento. Baixa Exposição à Luz Solar – deficiência de Vitamina D é associada com risco elevado de esquizofrenia

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Este trabalho refere-se a períodos de estações do hemisfério norte.  No hemisférios sul os meses correspondentes são opostos.
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Risco relativo de esquizofrenia dependendo do mês de nascimento

De acordo com um artigo da revista New Scientist, uma pesquisa sugere que pessoas que desenvolvem esquizofrenia na Europa e América do Norte são mais prováveis de terem nascido no inverno e começo da primavera (Fevereiro e Março no Hemisfério Norte).

Em outras palavras, os indivíduos nascidos durante esses meses tem uma ligeira maior incidência que a média de desenvolver esquizofrenia, enquanto que indivíduos nascidos em Agosto e Setembro tem uma incidência ligeiramente menor que a média. Parece haver uma diferença de 10% no risco de desenvolver esquizofrenia entre os meses de nascimento de alto risco (Inverno e Primavera) e de baixo risco.

Uma possível razão que os pesquisadores acreditam que possa explicar essa temporada de risco de esquizofrenia é a associação entre os nascimentos ocorridos no inverno/primavera e a esquizofrenia possivelmente causada pela exposição à luz solar. Uma carência de luz solar (por exemplo, durante os dias mais curtos do inverno) poderia levar à deficiência de vitamina D, que os cientistas acreditam poder alterar o desenvolvimento do cérebro da criança no útero da mãe e após o nascimento.

O que fazer: Para um risco reduzido de esquizofrenia, a mãe poderá se certificar de receber pelo menos o dobro da dose recomendada de vitamina D regularmente antes e durante a gravidez. Em um recente estudo sobre deficiência de vitamina D durante a gravidez, a Dra. Lisa Badner observou que “Enquanto várias vitaminas pré-natais contem 400 unidades internacionais (IU) de vitamina D, absorver por volta de 1.000 seria o preferível“. A vitamina D pode ser adquirida como suplemento nutricional que não precise de prescrição médica, ou pode ser incluído na compra em supermercados de leites e sucos de laranja.

Um casal planejando uma criança também pode tentar marcar o parto para um período fora do intervalo entre “inverno e primavera” (intervalos que foram implicados como mais suscetíveis a um número maior que a média de pessoas nascidas que futuramente desenvolvem esquizofrenia). Pesquisas sugerem que os meses de nascimento que tem menor risco são Julho até Outubro.

Fonte (sem tradução): http://www.schizophrenia.com/prevention/season.html (tem mais nesse link, um deles que sugere que o nível adequado de vitamina D seria de 2000 IU durante o primeiro ano de vida).

E que o protetor solar não causa deficiência de vitamina D, apenas reduz o risco real de câncer de pele, sendo que 90% desses são causados por muita exposição ao Sol com a pele desprotegida. Outro problema associado com falta de vitamina D na infância é o raquitismo – amolecimento dos ossos.

Risk factors in schizophrenia. Season of birth, gender, and familial risk.

The risk for schizophrenia among first-degree relatives of schizophrenic probands obtained from an epidemiological sample using family history methods was examined to determine whether month of birth of the proband was associated with familial risk.

The results of this study of the first-degree relatives of 106 female schizophrenics and 275 male schizophrenics suggested that the relatives of probands born in the months February to May had the highest risk, although the association between month of birth and familial risk among the male probands was present only for those relatives who had onset of schizophrenia before the age of 30.

Prenatal

Um número de fatores durante o desenvolvimento do feto pode resultar num pequeno aumento no risco de esquizofrenia futuramente na vida incluindo: hipoxia (deficiência de oxigênio nos tecidos orgânicos), e infecção, estresse ou má nutrição da mãe.

Pessoas diagnosticadas com esquizofrenia são mais suscetíveis a terem nascido no inverno ou primavera (pelo menos no hemisfério norte). Isso pode se dever aos níveis elevados de exposições virais no útero.

Que fatores ambientais são importantes?

A meta-analysis has shown that patients with schizophrenia are more likely to have experienced obstetric complications, in particular premature birth, low birth weight, and perinatal hypoxia.

Eles também são mais prováveis de terem nascido no fim do inverno e começo da primavera, possivelmente refletindo exposições virais intra-uterinas. Esses riscos ambientais prematuros aparentemente tem um efeito sutil no desenvolvimento cerebral.

In adulthood different environmental stressors act — including social isolation, migrant status, and urban life — and this remains the case even when life events attributable to the incipient psychosis itself are excluded.

The way parents raise their children does not seem to have a major impact on future vulnerability, but families do have an important part to play in the course of the illness; patients with supportive parents do much better than those with critical or hostile ones.

Collectively, these risk factors point to an interaction between biological, psychological, and social risk factors that drive increasingly deviant development and finally frank psychosis.

Fontes:

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1914490/

Deficiência de vitamina D na gravidez eleva risco de esquizofrenia – Low vitamin D in newborns linked to schizophrenia

Age-standardised disability-adjusted life year...

Age-standardised disability-adjusted life year (DALY) rates from Schizophrenia by country (per 100,000 inhabitants). (Photo credit: Wikipedia)

Duas matérias, a primeira em português, outra a seguir em inglês.

Deficiência de vitamina D na gravidez eleva risco de esquizofrenia, diz cientista australiano

Nos últimos sete anos, o biólogo Darryl Eyles, diretor do laboratório de neurobiologia do Centro de Estudos em Saúde Mental de Queensland (Austrália), coordenou uma pesquisa sobre o impacto da deficiência de vitamina D na gestação no desenvolvimento da esquizofrenia –distúrbio caracterizado por sintomas como alucinações, cujas causas ainda são pouco compreendidas pela ciência.

Mães e Filhos

Os resultados da pesquisa foram apresentados no seminário “Origens Desenvolvimentistas da Saúde e da Doença”, realizado no Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da USP (Universidade de São Paulo), nos dias 25 e 26 de setembro, em São Paulo. Na ocasião, Eyles deu a seguinte entrevista à Folha.

Folha – Por que a associação entre vitamina D e esquizofrenia?

Darryl Eyles – A hipótese surgiu com um dado dos estudos epidemiológicos. A maioria dos pacientes com esquizofrenia nasceu nos meses de primavera e inverno, quando diminuem os níveis de vitamina D no organismo da mãe.

Folha – Como foi feita a pesquisa?

Eyles – Foi um estudo em animais, para ver se os que nasceram de mães com deficiência de vitamina D tinham alterações na morfologia do cérebro relacionadas à esquizofrenia. Quando não houve privação da vitamina, ou quando ela ocorreu só no primeiro trimestre da gestação, não se observou sinais do distúrbio, mas a deficiência no final da gestação provocou alterações no cérebro. Os resultados foram iguais em testes comportamentais.

Folha – A pesquisa limitou-se aos animais?

Eyles – Partimos de dados populacionais, mas os testes foram feitos em animais. Há uma parte da pesquisa, ainda em andamento, com humanos. Na Dinamarca, estamos recolhendo amostras de sangue de recém-nascidos, e pretendemos acompanhar o aparecimento de distúrbios na vida adulta.

Folha – Se a hipótese for confirmada, o que pode ser feito?

Eyles – Para saber se uma intervenção com vitamina D durante a gestação pode prevenir eventos futuros, precisamos de grandes estudos, que ainda não foram feitos. Mas acho que pode ser uma saída. Há um trabalho no Canadá sustentando que a suplementação na gestação pode prevenir defeitos no feto.

Folha – Como seria feita essa suplementação?

Eyles – Em termos de desenvolvimento neurológico do feto, deveria ser feita a partir do segundo trimestre da gravidez.

Folha – É possível suplementar o bebê após o nascimento?

Eyles – Suplementar a mãe é o modelo. Mas creio que há uma “janela” entre o terceiro trimestre da gestação e o primeiro ano de vida que, arrisco dizer, pode ser usada para prevenir problemas neurológicos.

Folha – Em países tropicais, a exposição ao sol garante os níveis de vitamina D?

Eyles – Fizemos uma pesquisa epidemiológica na Austrália, incluindo regiões de clima tropical e de clima temperado. Observamos que em ambas ocorre deficiência de vitamina D no inverno. Há vários fatores que influem na exposição ao sol, como os hábitos urbanos e o uso de bloqueadores solares.

Fonte: Folha On Line
http://www.west1.com.br/news.php?recid=1862

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Cisne Negro

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MARTIN MITTELSTAEDT
The Globe and Mail
Published Thursday, Sep. 09 2010, 2:30 PM EDT
Last updated Thursday, Aug. 23 2012, 4:25 PM EDT

The cause of schizophrenia has long baffled doctors, but a tantalizing clue has emerged that some cases of the debilitating mental disorder are linked to having too little vitamin D during fetal development and early in life.

Researchers studying schizophrenia cases in Denmark have discovered that newborns with the lowest level of the sunshine vitamin in their blood at birth had about twice the risk of developing the disease when they became adults, compared to those with moderate amounts.

In some countries, milk and cereal grains are ...

Vários países fortificam os alimentos com Vitamina D para prevenir doenças

The finding suggests it may be possible to reduce the incidence of the illness by having babies and pregnant women either take the vitamin, or increase their exposure to sunshine, the natural way of making the nutrient.

“The study opens up the possibility that improving vitamin D levels in pregnant women and newborn babies could reduce the risk of later schizophrenia,” observes John McGrath, director of the Queensland Centre for Mental Health Research, one of a team of Australian and Danish researchers who conducted the investigation.

A paper on the findings appeared earlier this week in Archives of General Psychiatry. The research is the first to link neonatal vitamin D levels and the brain disease.

Schizophrenia is a severe mental illness in which people often experience hallucinations and hear voices. It typically develops in young adults, around the age of 20, and causes a lifetime of symptoms that sometimes can be controlled through medications.

It’s thought that the disease lies dormant until after puberty, when changes in the brain allow symptoms to break through and become apparent.

Researchers have long scratched their heads over why some people develop the disease, which affects an estimated one person out of 100 in Canada. Previous studies have found it’s more common in children born to older fathers, for instance, as well as among those living in urban areas, and in non-white immigrants to northern latitude areas.

But one previously identified risk factor has hinted at an insufficiency of vitamin D: the time of year a child is born. Children with winter births, when mothers’ vitamin D levels are typically low because of the lack of exposure to strong sunlight, have about a 10-per-cent higher risk of schizophrenia than those born at other times of the year. Fetuses depend entirely on their mothers for the nutrient.

For winter births, this seasonal fetal vitamin D famine occurs during the last stages of pregnancy, a time when brain development is very rapid and the lack of a key nutrient could have a major impact. The new research is an important breakthrough because it tracked actual vitamin D levels in children, rather than the inferred amounts from the season of birth.

Previous experiments by Dr. McGrath have found that pregnant rats deprived of vitamin D give birth to pups with altered brain development. One possible link to schizophrenia suspected by the researchers is that too little vitamin D before birth alters the brain’s dopamine system, an important chemical factor influencing mood and other mental processes.

The research on newborns was based Denmark’s vaunted Newborn Screening Biobank, which has collected dried blood samples from all children born in the country since 1981. Vitamin D levels in the blood were compared in 424 people, ranging in age from 16 to 29, who had developed schizophrenia and an equal number of so-called controls who had not. These comparisons found the excess risk among those with low levels.

A paradoxical finding in the research is that the babies with the highest amounts of vitamin D also had an elevated risk of the mental disease, at first glance suggesting that both too little or too much of the nutrient might be a bad thing when it comes to schizophrenia.

But Dr. McGrath played down this possibility and said there may be a subgroup of the population that has difficulty metabolizing vitamin D into the form used by cells, causing levels of the nutrient to build up in their blood. These individuals would consequently have cells experiencing shortages, while simultaneously having high blood levels awaiting to be converted.

Dr. McGrath said the possibility that there is a vitamin D resistant part of the population is “pure speculation,” and needs to be confirmed by more research into genetic differences in the way people metabolize the nutrient.

Fonte:  http://www.theglobeandmail.com/life/health-and-fitness/health/conditions/low-vitamin-d-in-newborns-linked-to-schizophrenia/article4268128/
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Deficiência de vitamina D em grávidas

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A vitamina D é muito mais importante para o período gestacional do que se imagina. Confira os riscos de sua carência durante a gravidez.
Falta de Vitamina D pode causar dificuldades no aprendizado da linguagem

Falta de Vitamina D pode causar dificuldades no aprendizado da linguagem

A vitamina D é fundamental o desenvolvimento saudável da gestação, garantindo a segurança tanto da mãe quanto do bebê. Muitas mulheres não sabem, mas os níveis baixos desse elemento estão intimamente ligados a problemas como pré-eclâmpsia, raquitismo e dificuldade de linguagem. Fique por dentro do assunto e saiba mais sobre a deficiência da vitamina D em grávidas.

Aumento do risco de pré-eclâmpsia

A falta de vitamina D nos primeiro trimestre gestacional está associada a uma chance cinco vezes maior de desenvolver pré-eclâmpsia, risco esse que perdura mesmo após a eliminação de outros fatores de risco, como etnia, peso corporal, velocidade do ganho de peso gestacional e hipertensão arterial.

A pré-eclâmpsia é uma das complicações gestacionais mais temidas, caracterizada pelo aumento da pressão e inchaço das mãos e pés. Esse problema é a principal causa de partos prematuros e afeta 7% de todas as primigestas. Até mesmo uma diminuição discreta nos níveis séricos de vitamina D materna pode dobrar o risco de desenvolver pré-eclâmpsia.

Raquitismo

vitamina D está intimamente ligada à saúde óssea, pois proporciona a captação e absorção do cálcio, fundamental na formação do esqueleto humano. Como toda a fonte nutritiva que o bebê tem acesso é proveniente dos níveis séricos maternos, mulheres que índices vitamínicos abaixo do normal consequentemente terão bebês com deficiência dessa vitamina. O resultado é uma maior chance de desenvolver raquitismo.

Durante a gestação são formadas as diversas estruturas cerebrais, que irão desempenhar papel importantíssimo no desenvolvimento intelectual, social e emocional da criança. Como a vitamina D participa ativamente nesse processo, mães que garantem bons níveis vitamínicos proporcionam melhores meios para que determinadas regiões do cérebro da criança, relacionadas ao aprendizado da linguagem, se desenvolva.

De acordo com um estudo científico, as mulheres que apresentaram quantidades séricas de vitamina D abaixo do normal durante o segundo trimestre de gravidez, apresentaram um risco 2 vezes maior de ter filhos com dificuldade de linguagem.

Outros problemas

importância da vitamina D na formação do sistema nervoso central é tão grande que sua carência durante o período gestacional está associado a maiores riscos da criança apresentar doenças como esquizofrenia e autismo. Os baixos níveis desse elemento estão ligados à maiores chances de desenvolver asma.

Fonte: http://www.mundodastribos.com/deficiencia-de-vitamina-d-em-gravidas.html

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Vitamin D in Pregnancy May Be Key to Women’s Risk for Multiple Sclerosis

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MONDAY, Nov. 19 (HealthDay News) — Pregnant women with higher levels of vitamin D circulating in their blood were significantly less likely to develop multiple sclerosis in the years after giving birth, a new Swedish study suggests.

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Researchers also found that vitamin D blood levels had decreased gradually since 1975 in those tested, possibly providing clues as to why MS has become more common in industrialized parts of the world.

“It seems that vitamin D might help twist the immune system towards a more non-inflammatory state, and this has been suggested as one of the [presumed] mechanisms by which vitamin D might influence MS risk,” said study author Dr. Jonatan Salzer, a doctoral student in pharmacology and clinical neuroscience at Umea University. “The finding does, however, need confirmation in a different [group] before it’s considered a ‘true’ finding, as is generally the case with these kinds of research results.”

The study is published in the Nov. 20 online issue of the journal Neurology.

Thought to be an autoimmune disorder, MS affects about 400,000 people in the United States, according to the National MS Society. The disease attacks the fatty sheath protecting nerves in the central nervous system, causing disabling symptoms such as blurred vision, loss of balance, bladder and bowel difficulties, slurred speech, numbness and extreme fatigue.

Salzer and his team reviewed results from 291,500 blood samples collected from 164,000 people in the northern part of Sweden since 1975, including 124,000 samples from pregnant women. Women who had high blood levels of vitamin D were 61 percent less likely to develop MS compared to those with low levels.

However, no link was found between the mother’s vitamin D levels and whether her child would later develop MS. These findings contradict a study published last week in the Journal of Neurology, Neurosurgery and Psychiatry that strongly implicated maternal exposure to vitamin D during pregnancy, concluding that MS risk is lower among those born between October and November, after months of vitamin D-producing sunlight exposure.

In the current Neurology study, high blood levels of vitamin D were defined as readings of 75 nanomoles per liter (nmol/L) or above. The Institute of Medicine, a non-profit group affiliated with the U.S. National Academy of Sciences, has said people should aim for blood levels of 50 nmol/L, which can be achieved with vitamin D supplements of 600 international units (IU) per day, or 800 IU for those older than 70.

Salzer noted that scientists don’t yet know if one source of vitamin D — whether sunlight, diet or supplements — affects blood levels more than another, calling it “the $10,000 question.”

“Sunlight, and its UVB radiation, has immune-modulating properties apart from generating vitamin D, and these effects might actually influence MS risk as well,” Salzer said. “Given the current knowledge, however, I’d say that the case for vitamin D is stronger than for sunlight in itself.”

Dr. Karen Blitz-Shabbir, director of the Multiple Sclerosis Center at Cushing Neuroscience Institute in Manhasset, N.Y., said she recommends blood tests measuring vitamin D levels for all her patients and would for the general population as well. She also recommends vitamin D supplements for all, noting that the much-researched vitamin has also been shown to hinder the systemic inflammation that can contribute to other serious conditions such as heart disease and cancer.

“Everything we see points to the value of vitamin D in MS,” she said. “This study makes absolute perfect sense.”

While the study found an association between lower vitamin D levels in pregnancy and MS risk, it did not prove a cause-and-effect relationship.

SOURCES: Jonatan Salzer, M.D., doctoral student, department of pharmacology and clinical neuroscience, Umea University, Sweden; Karen Blitz-Shabbir, D.O., director, Multiple Sclerosis Center, Cushing Neuroscience Institute, Manhasset, N.Y.; Nov. 20, 2012, Neurology online

By Maureen Salamon
HealthDay Reporter

Fonte:

Half of Young Adults Don’t Know Planned Parenthood Does Abortions

English: Prevention Park, is the largest Plann...

 Aborto: uma lucrativa atividade que precisa isentar médicos de  responsabilidades criminais para continuar a prosperar 

Metade dos jovens adultos nos EUA não sabem que a Planned Parenthood também faz abortos.  No Brasil, provavelmente este percentual de desconhecimento alcança a quase  100% de jovens e adultos.   A Planned Parenthood é o maior negócio abortista  do mundo  e, sempre que consegue a legalização do aborto em algum país, lá se estabelece com  clínicas particulares de aborto e obtém lucros cada vez maiores com esta prática.  O  maior interesse dela, portanto, é isentar de responsabilidades criminais os médicos que  praticarem o aborto mediante pagamento;  o que,  no Projeto do Novo Código Penal, elaborado por comissão de juristas da confiança do Governo Federal – inconstitucionalmente – está liberando em todas as hipóteses no Brasil, mediante novo artíficio jurídico. Para o público é dito que apenas foram “ampliadas” as hipóteses de aborto no Projeto do Novo Código Penal: mentira, ele já está encaminhado para aprovação no Congresso com artifícios que permitem – na prática – o aborto em qualquer hipótese.

(…) “On December 27, the Planned Parenthood Federation of America (PPFA) released its latest Annual Report for 2009-2010. The report indicates PPFA had a total budget of $1.04 billion and an excess of revenue over expenses of 18.5 million dollars — a net profit. The new report also revealed 46 percent of the total PPFA budget comes from taxpayer dollars in the form of government funding.” (…)

Veja:  Projeto do Novo Código Penal: aborto, desinformação e impedimentos legislativos

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352

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A question in a new survey Students for Life of America released last week should cause alarm for pro-life advocate working against Planned Parenthood, the nation’s biggest abortion business.

In the Students for Life nationally-commissioned poll, young, college-aged adults, were asked a variety of questions on abortion issues. One question queried, “Do you believe it is (ROTATED) mostly true or mostly false that Planned Parenthood clinics offer abortion to pregnant women?”

Alarmingly, despite the fact that Planned Parenthood does more than one-quarter of all abortions in the United States and is one of the leading worldwide abortion businesses, the plurality of respondents – 48% – said they did not know or could not judge whether Planned Parenthood clinics offered abortions to pregnant women. While half had no idea Planned Parenthood is an abortion business, 37 percent understood the true nature of the organization while another 11 percent said Planned Parenthood doesn’t do abortions.

The poll also found pro-life advocates have significantly more work to do to expose Planned Parenthood, its abuses, violations of law, botched abortions, how it misleads women and how it promotes abortions nationally and globally. The poll found 66 percent of those young adults surveyed have a favorable view of Planned Parenthood while 11 percent have an unfavorable view, 14 percent are unsure and three percent had never heard of the abortion giant.

“Respondents’ favorability towards Planned Parenthood was a strong indicator of whether they believed the organization to be an abortion provider. Those who were unfavorable toward Planned Parenthood were much more likely than its supporters to know about their abortion offerings (69%-40%),” the SFLA poll indicated. “However, respondents that identified as pro-choice on both the 2-point and 6-point scales were more inclined than pro-lifers to know about Planned Parenthood’s abortion offerings (45% vs. 40%, 2 pt.; 48% vs. 32%, 6pt). This demonstrates a messaging opportunity to pro-life and conservative young adults, as well as those who straddle the fence on the issue.”

The most recent annual report from Planned Parenthood showed it helped fewer pregnant women with prenatal care and the number of pregnant women it referred for adoptions declined as well.

On December 27, the Planned Parenthood Federation of America (PPFA) released its latest Annual Report for 2009-2010. The report indicates PPFA had a total budget of $1.04 billion and an excess of revenue over expenses of 18.5 million dollars — a net profit. The new report also revealed 46 percent of the total PPFA budget comes from taxpayer dollars in the form of government funding.

The report also broke down the “services” Planned Parenthood offers in addition to abortions. Planned Parenthood has always come under fire from pro-life groups for doing hundreds of thousands of abortions but providing little in the way of help for pregnant women wanting to keep their baby or considering adoption. The new report showed that hasn’t changed.

The document the abortion organization posted shows Planned Parenthood did 329,445 abortions in 2010 while it provided prenatal care to only 31,098 women and referred only 841 women to adoption agencies.

The number of women receiving prenatal care dropped significantly from 2009 to 2010, as the abortion business helped 40,489 women in 2009 — meaning almost 10,000 fewer women received prenatal support from Planned Parenthood last year than the year prior, or a drop of almost 25 percent. The number of women getting adoption referrals also declined — from a low 977 in 2009 to 841 last year, or a decline of 14 percent.

Examined another way Planned Parenthood does 391 abortions for every adoption referral it makes and almost 11 abortions for every woman it helps with prenatal care.

The trend at Planned Parenthood has been for its non-abortion services for pregnant women to decline while its number of abortions performed has increased. The 2009 annual report Planned Parenthood released earlier this year showed a 25 percent drop in prenatal care clients and a whopping 59 percent decline in adoption referrals from the 2,405 adoption referrals in 2008.

Planned Parenthood’s own records now show 5,364,540 surgical and medical abortions done at Planned Parenthood centers from 1970 through the end of 2009.

Fonte:  http://www.lifenews.com/2012/06/25/half-of-young-adults-dont-know-planned-parenthood-does-abortions/

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Legalização do aborto não diminui a mortalidade materna

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A Revista científica PLoS ONE publicou artigo que analisa a questão da mortalidade materna no Chile, demonstrando que a legalização permissiva do aborto não diminui esta ocorrência fatal, como é sempre invocado em favor da legalização do aborto.  Apontou como causa desta mortalidade o nível educacional das mulheres e dificuldades de atendimento médico.  Portanto, quando um Governo quer impor a legalização do aborto, ele está é querendo deixar de investir em saúde e educação em seu território.  E no caso do Brasil, está liberando esse dinheiro público para corrupção crescente e investimentos em saúde, educação, infra-estruturas em países estrangeiros, como o foi feito nos últimos governos, por exemplo, em Cuba e na Palestina sem licença do Congresso Nacional.

“Finally, prohibition of abortion in Chile did not influence the downward trend in the maternal mortality ratio. Thus, the legal status of abortion does not appear to be related to overall rates of maternal mortality.

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352
cgcoimbra@gmail.com
 
O inteiro teor da pesquisa pode ser lido neste endereço:

Women’s Education Level, Maternal Health Facilities, Abortion Legislation and Maternal Deaths: A Natural Experiment in Chile from 1957 to 2007

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“Conclusions

Taken together, the Chilean natural experiment over the last fifty years suggests that the progress on maternal health in developing countries is a function of the following factors: an increase in the educational level of women, complementary nutrition for pregnant women and their children in the primary care network and schools, universal access to improved maternal health facilities (early prenatal care, delivery by skilled birth attendants, postnatal care, availability of emergency obstetric units and specialized obstetric care); changes in women’s reproductive behaviour enabling them to control their own fertility; and improvements in the sanitary system –i.e. clean water supply and sanitary sewer access. Furthermore, it is confirmed that women’s educational level appears to have an important modulating effect on other variables, especially promoting the utilization of maternal health facilities and modifying the reproductive behaviour. Consequently, we propose that these strategies outlined in different MDGs and implemented in different countries may act synergistically and rapidly to decrease maternal deaths in the developing world.

On the other hand, a change in the types of maternal deaths appeared progressively in Chile between 1985 and 2007 increasing the proportion of deaths due to hypertension, eclampsia, and toxaemias and especially related to pre-existing chronic conditions over the last decade –i.e. indirect causes of maternal death. The residual pattern of maternal mortality in Chile has been very difficult to address, requiring an important expansion of emergency units and specialized obstetric services. This phenomenon appears to be explained by an accelerated change in the reproductive pattern characterized by low fertility rate, delayed motherhood and an increased proportion of pregnancies occurring at an advanced reproductive age. Finally, prohibition of abortion in Chile did not influence the downward trend in the maternal mortality ratio. Thus, the legal status of abortion does not appear to be related to overall rates of maternal mortality.”

Fonte: http://www.plosone.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pone.0036613

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