2a. Declaração de Helsinki – Associação Médica Mundial – 1964-1975

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Associação Médica Mundial – 1964-1975
Adotada na 18a. Assembléia Médica Mundial, Helsinki, Finlândia (1964).
Revista na 29ª Assembléia Mundial de Médicos, Tóquio, Japão (1975).

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Resolução do Conselho Federal de Medicina, 1098, de 30.06.83, ratificando decisão da Assembléia Mundial de Médicos em Tóquio, de 1975:

“No tratamento de um paciente, o médico deve ter liberdade para empregar um novo diagnóstico e uma nova medida terapêutica se, em sua opinião, ela oferece esperança de salvar vida, restabelecer a saúde ou minorar os sofrimentos.”

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Introdução

É missão do médico salvaguardar a saúde do povo. O conhecimento e consciência dele ou dela são devotados ao cumprimento desta missão.
A Declaração de Genebra da Associação Médica Mundial vincula o médico com o mundo. “A saúde de meu paciente será a minha principal consideração” e o Código Internacional de Ética Médica declara que “Qualquer ato ou Conselho que possa vir a reduzir a resistência física ou mental de um ser humano só poderá ser usado em seu interesse”.
A finalidade da pesquisa médica envolvendo seres humanos deve ser o aperfeiçoamento do diagnóstico, procedimentos terapêuticos e profiláticos e a compreensão da etiologia e da patologia da doença.
Na prática médica atual, a maioria dos diagnósticos, procedimentos terapêuticos e profiláticos envolve riscos. Isto se aplica “a fortiori” à pesquisa biomédica.
O processo médico baseia-se na pesquisa a qual em última análise deve alicerçar-se em parte em experiência envolvendo seres humanos.
No campo da pesquisa biomédica, uma distinção fundamental deve ser feita entre a pesquisa médica na qual o objetivo é essencialmente o diagnóstico ou a terapêutica para um paciente e a pesquisa médica, cujo objeto essencial é puramente científico e sem um valor direto diagnóstico ou terapêutico para a pessoa sujeita à pesquisa.
Deve ser tomado um cuidado especial na condução de pesquisa que possa afetar o meio ambiente e ainda o bem estar dos animais utilizados para a pesquisa deve ser respeito.
Devido ao fato de que é essencial que os resultados de experiências de laboratório sejam aplicados aos seres humanos para maior conhecimento científico, e a fim de amenizar o sofrimento da humanidade, a Associação Médica Mundial elaborou as seguintes recomendações como um guia para todo médico na pesquisa biomédica envolvendo seres humanos. Elas devem ser revistas no futuro. Deve-se acentuar que os padrões conforme delineados são apenas um guia para os médicos de todo o mundo. Os médicos não estão isentos de responsabilidades criminais, civis e éticas segundo as leis de seus próprios países.

I – Princípios Básicos

1. A pesquisa biomédica envolvendo seres humanos deve estar conforme os princípios científicos geralmente aceitos e deve basear-se em experiências delaboratório e com animais, adequadamente desenvolvida assim como em um conhecimento profundo da literatura científica.

2. O projeto e a execução de cada procedimento experimental envolvendo seres humanos devem ser claramente formulados em um protocolo experimental que deverá ser transmitido a uma comissão independente especialmente nomeada, para consideração, comentário e orientação.

3. A pesquisa biomédica envolvendo seres humanos deve ser conduzida somente por pessoas cientificamente especializadas e sob a supervisão de um médico clinicamente competente. A responsabilidade pelo ser humano sujeito a pesquisa deve sempre repousar em um indivíduo médico qualificado e nunca no sujeito da pesquisa, mesmo que este tenha dado o seu consentimento.

4. A pesquisa biomédica envolvendo seres humanos não pode legitimamente ser desenvolvida a menos que a importância do objetivo esteja em proporção ao risco inerente para o indivíduo.

5. Cada projeto de pesquisa biomédica envolvendo seres humanos deve ser precedida por uma cuidadosa avaliação dos riscos previsíveis em comparação com os benefícios também previsíveis para o indivíduo ou para os outros. A preocupação pelos interesses do indivíduo deve sempre prevalecer sobre o interesse da ciência e da sociedade.

6. O direito do indivíduo sujeito da pesquisa em salvaguardar sua integridade deve sempre ser respeitado. Todo cuidado deve ser tomado a fim de respeitar a privacidade do indivíduo e também minimizar o impacto do estudo sobre a integridade física e mental do indivíduo, bem como sobre sua personalidade.

7. Os médicos devem abster-se de envolver-se em projetos de pesquisa tratanto com seres humanos, a menos que estejam seguros de que os riscos relacionados com os mesmos são passíveis de previsão. Os médicos devem cessar qualquer investigação, caso seja verificado que os riscos sobrepõem-se aos benefícios potenciais.

8. Ao publicar os resultados de sua pesquisa, o médico ou a médica é obrigado a preservar a exatidão dos resultados. Os relatórios de experiência que não estejam de acordo com os princípios estabelecidos na presente Declaração não devem ser aceitos para publicação.

9. Em qualquer pesquisa com seres humanos, cada indivíduo em potencial deve ser informado de forma adequada sobre os objetivos, métodos, benefícios esperados e riscos potenciais do estudo e o desconforto que o mesmo possa causar. O indivíduo deve ser informado de que dispõe de liberdade de retirar o seu consentimento de participação a qualquer época. O médico deve, portanto, obter o livre consentimento do indivíduo, de preferência por escrito.

10. Ao receber o consentimento para o projeto de pesquisa, o médico deve tomar cuidado especial, caso o indivíduo esteja em relação de dependência para com ele, ou que o mesmo dê seu consentimento sob coação. Neste caso, o consentimento formal deve ser obtido por um médico que não esteja envolvido na investigação e que seja completamente independente deste relacionamento oficial.

11. No caso de incapacidade jurídica, o consentimento formal deve ser obtido do tutor legal, segundo a legislação nacional. Nos casos em que incapacidade física ou mental torne impossível a obtenção do consentimento formal, ou quando o indivíduo for menor, a permissão de um parente substitui a do próprio indivíduo, de conformidade com a legislação nacional.

12. O projeto de pesquisa deve sempre conter uma declaração das considerações éticas envolvidas e ainda mencionar que foram obedecidas os princípios enunciados na presente Declaração.

II – A Pesquisa Clínica Combinada Com o Cuidado Profissional

Pesquisa Clínica

1. No tratamento de um paciente, o médico deve ter liberdade para empregar um novo diagnóstico e uma nova medida terapêutica se, em sua opinião, a mesma oferece esperanças de salvar vida, restabelecer a saúde ou minorar os sofrimentos.

2. Os benefícios, riscos e desconforto potenciais de um novo método devem ser pesados em relação às vantagens dos melhores e mais recentes métodos de diagnóstico e terapêutica.

3. Em qualquer estudo médico, a todo paciente – inclusive aquela pertencente a um grupo de controle, caso exista – deve ser dada a segurança dos mais comprovados métodos diagnósticos e terapêuticos.

4. A recusa do paciente em participar de um estudo não deve jamais interferir no relacionamento médico paciente.

5. Caso o médico considere fundamental não obter o consentimento formal, as razões específicas para tal atitude devem ser declaradas no protocolo de experiência, para comunicação à comissão independente (1,2).

6. O médico pode combinar pesquisa com cuidados profissionais, objetivando a obtenção de novo conhecimento médico, somente até o limite em que a pesquisa médica seja justificada pelo seu valor potencial para o paciente de diagnóstico ou terapêutica.

III – A Pesquisa Biomédica Não Terapêutica Envolvendo Seres Humanos

Pesquisa Biomédica Não Clínica

1. Na aplicação puramente científica de pesquisa médica realizada com um ser humano, é dever do médico permanecer como o protetor da vida e da saúde daquela pessoa com a qual se realiza a pesquisa biomédica.

2. Os indivíduos devem ser voluntários ou pessoa sadia, ou paciente para os quais o projeto experimental não se relaciona com a doença do mesmo.

3. O investigador ou a equipe investigadora deve interromper a pesquisa, caso, em sua opinião, a mesma possa vir a ser prejudicial ao indivíduo.

4. Em pesquisa com o homem, o interesse da ciência e da sociedade nunca deve ter precedência sobre considerações relacionadas com o bem estar do indivíduo.

http://www.ghente.org/doc_juridicos/helsinki2.htm

http://www.ghente.org/doc_juridicos/doc_internacionais.htm

http://brd.docdat.com/docs/158/index-49055.html

Veja Também:
Declaração de Helsinki I (1964)
Declaração de Helsinki III (1983)
Declaração de Helsinki IV (1989)
Declaração de Helsinki V (1996)
Declaração de Helsinki VI (2000)

 

Tabagismo causa mais câncer em mulheres

“A pesquisa mostrou que as mulheres que fumam têm 19% mais risco de desenvolver esse tipo de câncer do que as não fumantes, enquanto entre o público masculino, o cigarro aumenta esse risco em apenas 9%. O estudo confirmou, ainda, que o risco de desenvolver a doença revelou-se especialmente alto entre mulheres que começaram a fumar aos 16 anos (ou mais jovens) e aquelas que fumaram durante décadas. Durante o período analisado, cerca de 4 mil pacientes tiveram câncer no intestino.”

 

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acigarro

Cientistas noruegueses afirmam, em pesquisa divulgada na publicação especializada Cancer Epidemiology Biomarkers & Prevention, que mulheres que fumam têm mais risco de desenvolver câncer de intestino do que os homens fumantes. Os estudiosos da Universidade de Tromso analisaram os registros médicos de 600 mil pacientes, e a conclusão é que a aparição da doença chega ao dobro entre mulheres que têm esse hábito.

 

A pesquisa mostrou que as mulheres que fumam têm 19% mais risco de desenvolver esse tipo de câncer do que as não fumantes, enquanto entre o público masculino, o cigarro aumenta esse risco em apenas 9%. O estudo confirmou, ainda, que o risco de desenvolver a doença revelou-se especialmente alto entre mulheres que começaram a fumar aos 16 anos (ou mais jovens) e aquelas que fumaram durante décadas. Durante o período analisado, cerca de 4 mil pacientes tiveram câncer no intestino.

 

Os noruegueses acreditam que este é o primeiro estudo a mostrar a vulnerabilidade das mulheres diante dos efeitos tóxicos do cigarro, já que até mesmo as que fumam menos que homens ainda apresentam risco mais alto de desenvolver câncer no intestino grosso, mas ressalvam que a pesquisa não levou em conta outros fatores que podem afetar a incidência, como o consumo de bebidas alcoólicas e suas dietas diárias.

 

Além do câncer, especialistas também já haviam apresentado conclusões de que as mulheres que fumam têm mais chance de sofrer um ataque cardíaco, e a explicação de estudiosos de uma equipe da Universidade do Oeste da Austrália é de que adolescentes expostas ao fumo passivo apresentariam baixos níveis do colesterol “bom” (HDL), que ajuda a reduzir o risco de doenças cardíacas

 

Fonte: http://www.emsgenericos.com.br/post.asp?id=100&ide=1

Vitamina D – Reportagem com Dr. Cícero Galli Coimbra e Daniel Cunha, na Rede Record

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Este espaço tem as mais recentes informações sobre a descoberta pela pesquisa médica científica da vital importância preventiva e terapêutica da VITAMINA D3 e sobre o grave assunto de saúde pública das DOENÇAS AUTOIMUNES, que este hormônio na realidade pode PREVENIR e também solucionar.  Na COLUNA DA ESQUERDA deste site está situado em último lugar a categoria “VITAMINA D”.  Entrem ali e terão acesso às principais publicações, vídeos e programas feitos sobre esta vitamina-hormônio.  Ou apenas cliquem no link que dá acesso direto a todas elas:

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Vitamina D3 – 10.000 UI diárias é vital para preservar à saúde

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Leia também:

 

Por 30 anos, extensa revisão de toda a pesquisa anterior confirma que baixo nível de vitamina D é uma sentença de morte

 

Cientistas convocam para uma Ação de Saúde Pública tendo como modelo o uso do Hormônio-Vitamina D

Por 30 anos, extensa revisão de toda a pesquisa anterior confirma que baixo nível de vitamina D é uma sentença de morte

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Este trabalho de pesquisa e estudo sobre a vitamina D, que perdurou por 30 anos, e foi publicado no final do ano passado, demonstra contundente e simplesmente:  ou você têm os níveis necessários diários ou adoece e morre.  Não há alternativa para este desfecho.

A Medicina brasileira e seus gestores não podem continuar mentindo para a sociedade e para seus pacientes.  Exija o fim das mentiras para beneficiar o investimento em doenças, visando maiores lucros às custas de sua saúde e vida.

Cabe a você cidadão informar-se, DIVULGAR este fato, e exigir respeito com a sua vida.   Ninguém vai fazer isto no seu lugar: quem tem obrigação de defender sua saúde e sua vida é você mesmo.  Senão o fizer estará praticando suicídio.

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352
cgcoimbra@gmail.com

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Baixos níveis de vitamina D  provaram ser mortais,  e potencializam a mortalidade

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Tradução de Celso Galli Coimbra

 

Quarta-feira, 13 de fevereiro, 2013 por: Jonathan Benson,

A revisão mais abrangente epidemiológica já realizada sobre a associação entre vitamina D e mortalidade revelou que baixos níveis de vitamina D estão diretamente ligados à morte prematura por doença cardíaca e outras causas.   Publicado no jornal Arteriosclerose, Trombose Vascular, Biologia, o estudo constatou que os indivíduos com menores níveis de vitamina D têm um risco significativamente maior de desenvolver a doença isquêmica do coração, infarto do miocárdio (IM), ou doença cardíaca isquêmica e fatal MI, ou morte precoce, em comparação com os indivíduos com maiores níveis de vitamina D.

Mais de 10.000 homens e mulheres foram incluídos como parte do estudo, que teve lugar em Copenhagen University Hospital (CUH) na Dinamarca, no início de 1980, e foi concluído no ano passado.  Cada um dos participantes tinham níveis de plasma de 25-hidroxivitamina D,  testado e verificado no início do estudo realizado por pesquisadores que trabalham no Copenhagen City Heart Study,  e esses mesmos participantes foram posteriormente seguidos durante todo o curso de quase 30 anos para monitorar seus desenvolvimentos de saúde.

Após o acompanhamento, determinou-se que 3.100 participantes desenvolveram eventualmente doença isquêmica do coração, ao mesmo tempo 1.625 tinham um MI, e  outros  6.747 morreram por causa destas ou de outras doenças.  Mas o que é particularmente interessante sobre estas descobertas é a enorme disparidade na doença e as taxas de mortalidade entre aqueles do grupo de baixo nível de vitamina D em comparação com aqueles no grupo de alto nível de vitamina D.  Com base nos números, aqueles com os níveis  mais  baixos de vitamina D –  abaixo de cinco níveis, nanomoles  por litro (nmol / L), foram 40 por cento mais propensos a desenvolver doenças isquêmicas do coração, 64 por cento mais propensos a ter um enfarte, e 57 por cento mais propensos a morrer de uma morte precoce. Esse mesmo grupo também foi considerado ser 81 por cento com mais probabilidade de morrer de doença cardíaca isquêmica ou MI.

“As pessoas com baixos níveis de vitamina D têm um risco maior de ataque cardíaco, de morrer mais cedo de doenças cardiovasculares, e esta é uma mensagem importante”,  explicou o autor do estudo, Dr. Borge G. Nordestgaard para heartwire. “A forma mais barata e fácil de obter quantidade suficiente de vitamina D é deixar o sol brilhar em sua pele em intervalos regulares. Tem ocorrido na Medicina muito foco na tentativa de evitar que as pessoas se exponham ao sol, mas talvez isso não tenha sido equilibrado.”

 

Extensa revisão de toda a pesquisa anterior confirma que baixo nível de vitamina D é uma sentença de morte

 

Para confirmar a integridade de suas próprias conclusões, a equipe de pesquisa também realizou uma meta-análise de todas as pesquisas anteriores sobre a vitamina D e mortalidade.  A equipe identificou 17 estudos anteriores no total – e encontraram resultados semelhantes. Diminuição dos níveis de vitamina D  foram encontrados diretamente associados a um maior risco de doença e de morte em praticamente todos os estudos,  provando que a manutenção de altos níveis de vitamina D é CRUCIAL para a boa saúde.

“A meta-análise dá exatamente o mesmo resultado de nosso estudo”, acrescentou o Dr. Nordestgaard. “Assim, os resultados são bastante robustos quando você olha para a totalidade da prova.”

Para saber mais sobre os muitos benefícios de saúde de vitamina D, e a melhor forma de obtê-la quando a luz solar natural não é uma opção, confira o Conselho de vitamina D:

 http://www.vitamindcouncil.org/

e

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Vitamina D3 – 10.000 UI diárias é vital para preservar à saúde

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Fontes para este artigo incluem:

http://www.vitasearch.com/get-clp-summary/40507

http://www.theheart.org/article/1451199.do

Fonte: http://www.naturalnews.com/039072_vitamin_d_mortality_early_death.html

MAIS informações importantes:

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Os artigos relacionados com este artigo:

• Vitamina D Crescimento pára tumores de câncer de mama

• Vitamina D previne o câncer de mama

• A vitamina D é essencial para a prevenção do cancro da mama

• Vitamina D previne doenças do coração

• A luz do sol surgindo como tratamento comprovado para câncer de mama, câncer de próstata e outros tipos de câncer

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A vital importância do hormônio conhecido por Vitamina D3 para a preservação ou recuperação de sua saúde de doenças autoimunes: exijam que seus médicos se atualizem

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Celso Galli Coimbra
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                   VITAMINA D e a RESPONSABILIDADE CIVIL DO MÉDICO

ATENÇÃO: o uso preventivo do Vitamina D3 é DIFERENTE do uso terapêutico deste hormônio-vitamina, que exige sempre a orientação e acompanhamento de médico com treinamento adequado para ser responsável pela avaliação caso a caso e a específica determinação de dosagem, em contrário haverá sérios danos à saúde. EXIJAM  de seus médicos que se atualizem sobre este avanço fundamental na Medicina para que você e mais pessoas possam se beneficiar destes tratamentos de baixo custo já reconhecidos internacionalmente. É OBRIGAÇÃO legal do médico manter-se ATUALIZADO sobre os avanços da ciência médica e sobre este tratamento existem milhares de publicações altamente conceituadas na comunidade médica internacional. Os médicos e seus órgãos gestores não podem – sob pena de responsabilidade civil e criminal, em havendo dano para o paciente, evitável para a saúde dele pelo conhecimento médico atual disponível na comunidade médica internacional –  deixarem-se subordinar às motivações da Indústria Farmacêutica, que não tem interesse algum na cura das doenças autoimunes, pois ganha fortunas  diariamente com a venda de remédios alopatas que não curam e, quando muito para alguns, apenas amenizam os efeitos dessas patologias, além de causar diversos outros  colaterais para a saúde do paciente.

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Falta de vitamina D na gravidez aumenta o risco de morte prematura e doenças crônicas na criança

Isso quer dizer que a falta do nutriente pode aumentar as chances de morte prematura e doenças crônicas na criança. A pesquisa foi publicada na edição deste mês do periódico The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism De acordo com a pesquisa, esses bebês que nascem “pequenos para a idade gestacional” — ou seja, menores do que as crianças que nascem com as mesmas semanas de gravidez — apresentam um risco até dez vezes maior de morte no primeiro mês de vida e uma chance maior de desenvolver doenças crônicas, como hipertensão ou diabetes 2, ao longo da vida.

Assista à série de vídeos, áudios e reportagens sobre a necessidade da Vitamina D:

Vitamina D3 – 10.000 UI diárias é vital para à saúde

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Essa chance chega a dobrar se a deficiência no nutriente ocorre em mulheres que estão no primeiro trimestre da gestação

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Falta de vitamina D na gravidez pode influenciar negativamente o peso do bebê ao nascer (Thinkstock)

Mulheres que apresentam deficiência em vitamina D no início da gravidez correm um maior risco de dar à luz bebês com um baixo peso, concluiu um novo estudo da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos. Isso quer dizer, segundo os autores, que a falta do nutriente pode aumentar as chances de morte prematura e doenças crônicas na criança. A pesquisa foi publicada na edição deste mês do periódico The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism

Os autores do estudo acompanharam a gravidez de 615 mulheres, avaliando periodicamente os níveis de vitamina D na corrente sanguínea das participantes e o peso que seus bebês tinham ao nascer. A pesquisa incluiu apenas gestantes que deram à luz no período considerado como normal — ou seja, entre a 37ª e a 42ª semanas de gravidez.

Segundo os resultados, as mulheres que apresentavam os menores níveis de vitamina D no primeiro trimestre da gravidez — ou até a 14ª semana —, em comparação com as que tinham os maiores níveis, apresentaram o dobro de chance de ter os bebês que estavam entre aqueles que nasceram com o peso mais baixo. Essa diferença ocorreu mesmo quando comparadas participantes que deram à luz na mesma semana de gestação.

De acordo com a pesquisa, esses bebês que nascem “pequenos para a idade gestacional” — ou seja, menores do que as crianças que nascem com as mesmas semanas de gravidez — apresentam um risco até dez vezes maior de morte no primeiro mês de vida e uma chance maior de desenvolver doenças crônicas, como hipertensão ou diabetes 2, ao longo da vida.

Os pesquisadores explicam que a falta de vitamina D prejudica a absorção de cálcio pelo organismo de uma pessoa, o que, em grávidas, pode acabar reduzindo o crescimento ósseo do feto e, consequentemente, fazendo com que ele nasça com um peso menor. “Nosso estudo mostra que há formas de garantir ou pelo menos aumentar a chance de um bebê nascer com um peso saudável. Dar a grávidas suplementos de vitamina D deve ser levado em consideração para atingir esse objetivo”, escreveram os autores.

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VITAMINA D
Também chamada calciferol, a vitamina D promove a absorção do cálcio pelo organismo após a exposição solar. Cerca de 90% da vitamina D que precisamos vem da exposição ao sol. A deficiência da vitamina pode provocar raquitismo, alterações no crescimento e nos ossos, além de reduzir a imunidade. A vitamina D está relacionada ainda ao bom funcionamento do coração, do cérebro e da secreção de insulina pelo pâncreas. A presença significativa da substância é vista em poucos alimentos, como fígado, óleos de peixes gordurosos e gema de ovo.

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Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/falta-de-vitamina-d-na-gravidez-aumenta-o-risco-de-bebes-nascerem-com-baixo-peso

A busca por medicamentos contra doenças sem interesse comercial

 

A publicidade diária, dentro e fora das drogarias, nos lembra que o mercado está inundado de medicamentos contra gripe, dor de cabeça, azia e outros males mais comuns.

No entanto, o dinamismo do mercado farmacêutico e o ritmo da pesquisa estão longe de ser os mesmos para todas as classes de medicamentos.

Isso porque o interesse da pesquisa privada está intimamente relacionado ao poder de compra dos consumidores.

Assim, doenças como malária, tuberculose, esquistossomose (“barriga-d’água”), leishmaniose e hanseníase (“lepra”), entre outras, que atingem milhões de pessoas nos países subdesenvolvidos, acabam ficando em segundo plano em termos de estudos.

“Por ocorrerem geralmente nas populações mais pobres e, em geral, não despertarem o interesse para a produção de medicamentos, estas doenças são conhecidas como ‘negligenciadas’.” 

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Danilo Bueno – USP Online

Lógica do mercado

A publicidade diária, dentro e fora das drogarias, nos lembra que o mercado está inundado de medicamentos contra gripe, dor de cabeça, azia e outros males mais comuns.

No entanto, o dinamismo do mercado farmacêutico e o ritmo da pesquisa estão longe de ser os mesmos para todas as classes de medicamentos.

Isso porque o interesse da pesquisa privada está intimamente relacionado ao poder de compra dos consumidores.

Assim, doenças como malária, tuberculose, esquistossomose (“barriga-d’água”), leishmaniose e hanseníase (“lepra”), entre outras, que atingem milhões de pessoas nos países subdesenvolvidos, acabam ficando em segundo plano em termos de estudos.

Como explica a professora Elizabeth Igne Ferreira, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP, “Por ocorrerem geralmente nas populações mais pobres e, em geral, não despertarem o interesse para a produção de medicamentos, estas doenças são conhecidas como ‘negligenciadas’.”

Rede do bem

Para reunir esforços na busca de soluções no combate às doenças negligenciadas, em 2009 foi criada uma rede na USP que incluía este tema, entre outros de interesse nacional.

O objetivo era reunir os pesquisadores da Universidade que já trabalhavam com assuntos relacionados em um plano comum de ação, permitindo um maior intercâmbio de conhecimento e colaboração entre as unidades acadêmicas empenhadas em estratégias de combate às doenças negligenciadas.

A professora Elizabeth participou da criação desta rede, que chegou a reunir ao todo 100 pesquisadores da USP, nas várias áreas da ciência em torno do tema. A iniciativa possibilitou aos cientistas conhecerem o que estava sendo pesquisado até então, permitindo melhor articulação entre as pesquisas com temas conexos.

Segundo a docente, durante a sua atuação na coordenação do módulo de Fármacos e Medicamentos da rede, junto com pesquisadores da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, foi possível perceber que a alcunha de “negligenciadas” não era assim tão correta no que se referia à Universidade.

De acordo com ela, estas doenças são pesquisadas na USP sob diversos ângulos tais como epidemiologia, diagnóstico, patogenia, vacinas, fármacos e medicamentos, entre outros.

Atingir o patógeno, não o hospedeiro

Nos laboratórios da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP, a professora Elizabeth e sua equipe se empenham em encontrar moléculas capazes de interromper o ciclo de vida dos agentes que causam várias doenças consideradas negligenciadas.

Uma das estratégias é, a partir de bibliotecas de estruturas químicas, selecionar as mais promissoras. Uma vez escolhidas, os pesquisadores procuram aumentar a eficácia delas, de modo a facilitar o combate ao agente.

Outra ação consiste em aprimorar a atividade por meio da ligação a outras substâncias que têm a característica de transportá-las para o local onde produzem seu efeito.

Para isso, não basta conhecer os agentes causadores, mas é importante também ter uma boa noção do funcionamento do corpo humano, produzindo assim fármacos que não causem mal às pessoas.

“Buscamos atacar alvos moleculares que não existam no hospedeiro”, exemplifica a professora. A procura de moléculas que atuam apenas no organismo do parasita evita efeitos colaterais que poderiam inviabilizar seu uso em seres humanos.

Doença de Chagas

É o caso da doença de Chagas, que atinge cerca de 10 milhões de pessoas, de acordo com estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS), principalmente na América Latina e Caribe.

Na tentativa de combatê-la, os pesquisadores vão atrás de candidatos a fármacos capazes de atuar na forma intracelular do parasita, que é a responsável pela fase crônica da doença.

Apesar de sua descoberta ter completado 100 anos em 2009, a doença é ainda considerada sem cura. Os tratamentos existentes têm bons resultados quando aplicados no início da doença, mas são pouco eficazes na fase crônica.

Doença de Chagas é a mais esquecida de todas as doenças negligenciadas. O protozoário Leishmania donovani é o causador da leishmaniose.

Já no caso da leishmaniose, o tratamento é ainda mais complicado.

O parasita ataca principalmente os macrófagos, células que fazem parte do nosso sistema imunológico.

Sendo imune aos agentes químicos produzidos por nossas células de defesa, as leishmanias são englobadas pela célula, que acaba morrendo durante o processo de reprodução do parasita.

Ao prejudicar justamente as células responsáveis por atacar os corpos estranhos que invadem do organismo, o combate contra o parasita acaba sendo dificultado.

Vacina contra leishmaniose começa a ser testada no Brasil

Levando em conta o ciclo biológico do parasita, os pesquisadores buscam desenvolver moléculas capazes de entrar no macrófago, para atingir o parasita no local onde ele se reproduz.

De acordo com a pesquisadora, ainda não há uma vacina capaz de impedir a contaminação de humanos, mas já existe uma, desenvolvida no Brasil, que reduz a contaminação dos cães. “Isso é importante, já que os cães são reservatórios dos parasitas causadores da doença”, explica.

Da molécula ao medicamento

De acordo com a professora, uma das maiores dificuldades em sua área de pesquisa é o longo tempo que separa o início da seleção de uma molécula e a sua aplicação prática em um medicamento.

“Há algumas moléculas promissoras, mas o caminho desde quando é encontrada, até o momento em que chega ao mercado pode levar até 15 anos”, afirma ela.

Esse é um dos motivos pelos quais é importante buscar parcerias entre a universidade e as indústrias farmacêuticas: “Nós precisamos das indústrias farmacêuticas para que a pesquisa desenvolvida na universidade chegue à sociedade no futuro.”

Outro problema é que grande parte dos achados iniciais não encontra viabilidade. Os pesquisadores estimam que de 5 a 10 mil moléculas estudadas, apenas uma acaba gerando um novo fármaco no final do processo.

E o custo disso é altíssimo: calcula-se em 1,3 bilhão de dólares o custo para a entrada de um novo medicamento no mercado.

Parceria Universidade-Empresa

A expansão destas doenças para além dos limites dos países subdesenvolvidos, bem como o aumento do investimento governamental na assistência médica nos países emergentes como o Brasil, têm instigado um interesse maior das indústrias por este tipo de medicamento.

“Este paradigma das doenças negligenciadas está mudando”, explica a professora Elizabeth. “A indústria internacional está se interessando cada vez mais por essa classe de medicamentos e busca na Universidade parcerias que acabam sendo importantes para os dois lados”, explica.

De acordo com a pesquisadora, existe um importante papel de troca de conhecimentos. “As parcerias são importantes para que possamos conhecer o modo de pensar da indústria”, explica. Ela afirma que essa relação é ainda mais benéfica quando há um diálogo constante entre as duas partes: “Não é simplesmente ‘eu te dou o dinheiro e depois vejo o que você fez’, deve haver compromisso e relacionamento científico estreito entre os parceiros”.

O apoio do setor empresarial nessa área é importante para que a Universidade cumpra seu papel de produzir pesquisa de excelência, “abrindo os caminhos da ciência para o desenvolvimento de novas soluções que possam ser aplicadas na sociedade”.

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=medicamentos-contra-doencas-sem-interesse-comercial&id=7982

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CNPQ é condenado a ressarcir bolsista que passou meses sem receber

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A 4.ª Turma Suplementar do TRF/ 1.ª Região descartou as alegações de que dois bolsistas teriam descumprido os termos do contrato da bolsa de pesquisa. Determinou que o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) pague, com juros e correção, valores referentes aos meses em que a bolsa de um dos pesquisadores foi suspensa.

O juízo de primeiro grau determinara o arquivamento dos processos administrativos movidos pela autarquia contra os bolsistas para o ressarcimento dos valores a eles pagos durante período em que deixaram de prestar dedicação exclusiva às obrigações contraídas contratualmente.

O CNPQ, em apelação, repisou os argumentos de que os apelados romperam o compromisso de exclusividade ao tomarem posse como professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) durante o período da bolsa de pesquisas. Por essa razão, demandou a devolução dos valores recebidos pelos pesquisadores.

O relator convocado, juiz federal Rodrigo Navarro de Oliveira, verificou nos autos que não há qualquer indício factual de que os autores deixaram de cumprir com as obrigações firmadas com o CNPQ. Inclusive, o Cepene/Ibama, órgão ao qual estavam vinculados por convênio, atestou que os pesquisadores “cumpriram horário de trabalho de 8 horas diárias (…), tendo excelentes níveis de assiduidade e desempenho”.

Para o relator, foi comprovado que os autores cumpriram integralmente as obrigações assumidas com o CNPQ e também a carga horária prevista; além disso, entregaram o trabalho final. Portanto não se justifica a devolução dos valores recebidos como bolsistas nem a suspensão dos pagamentos.

Não tendo sido demonstrada qualquer irregularidade que tenha prejudicado o desenvolvimento das pesquisas efetivadas, ou violação ao convênio firmado, a 4.ª Turma Suplementar concedeu, unanimemente, parcial provimento ao recurso dos bolsistas e negou provimento ao recurso de apelação interposto pelo CNPQ e à remessa oficial.

Processo: 0024146-96.1998.4.01.3400

Mais 80% dos fumantes acreditam que não sofrerão com câncer no pulmão

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 Cerca de 80% dos fumantes se consideravam imunes aos males do cigarro, até desenvolverem câncer no pulmão

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O hábito de fumar traz sérios danos para a saúde, afinal, o cigarro possui diversas impurezas que afetam o funcionamento do organismo. Os fumantes correm mais riscos de sofrer infarto, derrame, envelhecimento precoce, doenças vasculares, gengivite, infertilidade, tosse crônica, asma, entre muitos outros problemas de saúde.

Uma das doenças mais letais causadas pelo cigarro é o câncer de pulmão. No entanto, as fumantes menosprezam as pesquisas que revelam a ligação direta entre o tabagismo e tumores malignos pulmonares. De acordo com estatísticas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), a cada ano são registrados 27.320 novos casos de câncer de pulmão. O fato desta doença ser um dos cânceres mais comuns no Brasil e no mundo se deve a negligência dos dependentes.

Fumantes se consideram imunes ao cigarro

Uma pesquisa realizada pela indústria farmacêutica Pfizer revelou que 83% dos fumantes acreditam ser imunes aos danos causados pelo tabagismo, especialmente o câncer de pulmão. Eles ignoram os estudos que mostram que 90% dos portadores de tumores malignos pulmonares têm o hábito de fumar.

Para chegar aos resultados, os pesquisadores da Pfizer avaliaram 166 pacientes com o diagnóstico de câncer nos pulmões, causado pelo tabagismo. Investigou-se, então, a sensação de segurança destas pessoas sobre a possibilidade de adoecer ou não.

Após as entrevistas, descobriu-se que, a cada dez pessoas com tumores malignos pulmonares, oito delas não acreditavam que sofreriam um dia com o esta doença. Em média, 83% dos pacientes não levavam a sério a possibilidade de adoecer.

A sensação de segurança que os pacientes tinham antes de adoecer também teve as justificativas avaliadas pelos pesquisadores. Quando questionados sobre os motivos de se sentirem imunes ao cigarro, 25% dos participantes responderam que viam a doença como uma possibilidade de acontecer com os outros, mas não com eles. Já 23% dos fumantes com câncer de pulmão afirmaram que eram pessoas saudáveis. Outros 9% justificaram o adoecimento através do discurso de não ter casos similares na família. Enquanto isso, 5% dos doentes alegaram que tinham o hábito de se exercitar e 3% defenderam o fato de que adotavam uma alimentação saudável.

Os especialistas que realizaram a pesquisa afirmam que os pacientes conheciam os males associados ao cigarro, mas simplesmente ignoravam os perigos oferecidos pelo hábito de fumar. Mesmo as pessoas que não possuem casos de câncer de pulmão na família estão vulneráveis a desenvolver a doença, pois o tabagismo danifica o DNA em poucos minutos e compromete a saúde do organismo.

A negligência do fumante brasileiro

O Instituto do Câncer de São Paulo (Icesp) também realizou um estudo sobre a autoconfiança dos fumantes e a forma como ignoram os perigos oferecidos pelo cigarro. De acordo com a pesquisa, seis em dez fumantes que enfrentam os tumores malignos pulmonares não abandonam o vício após sobreviver ao tratamento.

Fonte: http://www.midianews.com.br/conteudo.php?sid=7&cid=126626

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Casos de câncer devem aumentar mais de 75% até 2030. Tabagismo é o vilão

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Dados da Agência Internacional para a Pesquisa do Câncer (AIPC), ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS), apontam para uma prospecção alarmante: o número de pessoas com câncer deve crescer mais de 75% até 2030. Um dos motivos apontados pelo estudo é a adoção de estilos de via insalubres, especialmente em países pobres.

Para os especialistas, a melhoria na qualidade de vida nos países pobres aumenta o poder de consumo e leva à adoção de hábitos “ocidentalizados” de alimentação, ao sedentarismo e a outros hábitos nocivos. Com isso, a tendência é que os casos de câncer aumentem.

Os tipos de câncer com maior probabilidade de aumento nos casos são o de mama, o de próstata e o colorretal. Freddie Bray, da seção de informação sobre o câncer da AIPC, explica que a doença já é a principal causa de morte em muitos países com renda elevada, e deve se tornar também nos países em desenvolvimento.

Os pesquisadores descobriram que nos países menos desenvolvidos, especialmente na África Subsaariana, os casos de câncer ligados a infecções são mais comuns, sendo o de colo do útero o mais frequente. Além desse, casos de câncer de fígado, estomago e sarcoma de Kaposi.

Já em países como Brasil, Grã-Bretanha, Austrália e Rússia, os tipos de câncer mais comuns são os relacionados ao tabagismo, à obesidade e à má alimentação. Os pesquisadores dizem que a melhoria na qualidade de vida pode levar a uma diminuição dos casos de câncer relacionados a infecções nos países subdesenvolvidos, mas, em contrapartida, tende a aumentar os relacionados à alimentação, sedentarismo e obesidade.

Países de renda média, como China, Índia e África do Sul podem ter até 78% de aumento nos casos da doença até 2030, afirmam os pesquisadores. Nos países menos desenvolvidos, o aumento no número de casos pode chegar a 93%.

O estudo usou dados da Globocan, um banco de dados compilado pela AIPC com estimativas sobre a incidência e mortalidade decorrente do câncer em 2008 em 184 países e foi publicado no jornal Lancet Oncology.

Fonte : Jornal da Manhã

http://www.jmonline.com.br/novo/?noticias,7,SA%DADE,63395

Peixes do Pacífico estão comendo plástico

“O estudo das duas instituições levanta o temor de que o lixo, à medida que vai se introduzindo na cadeia alimentar, pode terminar sendo ingerido pelos seres humanos que ainda consomem animais.”

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Cientistas do sul da Califórnia, nos Estados Unidos, encontraram provas de que pequenos peixes do norte do Oceano Pacífico estão ingerindo plástico. O estudo desses cientistas chama a atenção para os efeitos preocupantes do lixo que flutua nas águas sobre a vida marinha em áreas remotas dos oceanos.

Em 2008, foram encontrados pedaços de plástico nos estômagos de vários peixes, na Costa Oeste dos Estados Unidos, de acordo com o estudo apresentado na semana passada pelas instituições de pesquisa Algalita Marine Research Foundation (Fundação de Pesquisa Marinha Algalita) e California Coastal Water Research Project (Projeto de Pesquisa das Águas Costeiras da Califórnia).

Cada um dos peixes tinha em seu estômago, em média, dois pedaços de plástico. Mas 83 fragmentos de plástico chegaram a ser encontrados em um único animal.

O estudo das duas instituições levanta o temor de que o lixo, à medida que vai se introduzindo na cadeia alimentar, pode terminar sendo ingerido pelos seres humanos que ainda consomem animais.

E destaca também um problema que tem chamado muito a atenção nos últimos anos: os detritos marinhos – em sua maior parte constituído de plástico – que se acumulam nas vastas correntes oceânicas conhecidas como turbilhões.

Embora as garrafas, os contêineres e as varas de pesca aos poucos se fragmentem com o impacto das ondas e a luz do Sol, os cientistas ainda não sabem se um dia esse lixo se dissolverá totalmente.

Efeitos quantificados. Os estudiosos já documentaram os perigos apresentados por esse lixo flutuante para as tartarugas, os pássaros marinhos e os mamíferos que se alimentam desse lixo ou ficam presos nos detritos. Mas, segundo os pesquisadores, o presente estudo foi o primeiro a tentar quantificar os efeitos sobre os peixes menores.

A Algalita Marine Research Foundation, instituição sem fins lucrativos com sede em Long Beach, Califórnia, que tem esse nome por causa de seu catamarã de 50 pés, realiza pesquisas científicas sobre a propagação global dos detritos marinhos, mas também luta para limitar “o rastro de plásticos” deixados pela sociedade em rios e oceanos.

O Coastal Water Research Project, baseado em Costa Mesa, também na Califórnia, é um instituto de pesquisa ambiental financiado por 14 agências governamentais diferentes.

A vasta maioria dos peixes encontrada era de peixes-lanterna, que vivem nas profundezas do oceano e sobem à superfície quando escurece em busca do plâncton. Como são um dos peixes mais comuns no oceano e uma fonte de alimento para peixes populares na pesca, como o atum e o dourado, a descoberta dos fragmentos de plástico levanta questões quanto aos efeitos sobre a vida marinha e o consumo humano.

“À medida que os pedaços grandes de plástico se fragmentam, eles vão ficando do tamanho e com a textura de um alimento natural”, disse Charles Mooore, fundador da Fundação Algalita e autor do estudo. “O que estamos observando é toda a rede alimentar sendo contaminada pelo plástico”.

Adolescentes dos Estados Unidos e de mais 13 países trocarão ideias sobre como combater a poluição provocada pelo plástico nos oceanos.

Com informações do Estadão

Leia também:

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/09/30/oceano-de-lixo-nos-mares-do-planeta-sacolas-plasticas-garrafas-pet-cigarros-e-embalagens-de-tabaco/

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Unesco mostra que produção científica no Brasil cresceu menos que economia

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Brasília – Um estudo mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) constatou que a produção científica brasileira cresceu mais lentamente que a economia do país.

“Entre 2002 e 2008, a intensidade do gasto doméstico bruto em pesquisa e desenvolvimento (P&D) aumentou em apenas 10%, de 0,98% para 1,09% do Produto Interno Bruto (PIB). No mesmo período, o PIB aumentou em nada menos que 27%, de R$ 2,4 trilhões para R$ 3 trilhões”, diz o relatório.

Pela primeira vez, o documento da Unesco sobre a ciência mundial dedica um capítulo exclusivamente para o Brasil. Os autores são o diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Carlos Henrique de Brito Cruz, e Hernan Chaimovich, diretor executivo da Fundação Butantan.

No relatório, a Unesco menciona que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não alcançou a marca de 2% do PIB para investimento em pesquisa e desenvolvimento, como havia anunciado em 2003, no primeiro mandato.

De acordo com o relatório, o Brasil precisaria investir um adicional de R$ 3,3 bilhões %u2013 quase três orçamentos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) %u2013 para alcançar a média de financiamento público em pesquisa e desenvolvimento da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que agrupa as principais potências econômicas do mundo.

Os gastos governamentais com ciência e tecnologia, em junho deste ano, correspondiam a 0,59% do PIB brasileiro %u2013 15% a menos que a média dos países da OCDE. O setor público arca com 55% dos investimentos no setor.

Quando a comparação é feita com os gastos dos empresários em pesquisa e desenvolvimento, a diferença é maior. No Brasil, a participação da iniciativa privada equivale a 0,48% do PIB, contra a média de 1,58% da OCDE.

“Esse hiato evidencia um dos principais desafios para o sistema brasileiro de inovação nacional: criar as condições necessárias para um aumento na participação dos gastos empresariais com P&D da ordem de pelo menos três vezes, para que se possa alcançar uma taxa comparável à média da OCDE”, afirma a Unesco.

O relatório mostra que o Brasil aumentou os investimentos no setor nos últimos anos, o que proporcionou ao país liderar entre os vizinhos latino-americanos. Segundo o levantamento, em 2008, os gastos em P&D somavam US$ 23 bilhões, montante semelhante ao da Espanha e ao da Itália. Em 2008, os cientistas brasileiros publicaram 26.482 artigos em periódicos internacionais, fazendo com que o país se tornasse o décimo terceiro produtor de ciência no mundo.

Porém, o relatório diz que o Brasil ainda não conseguiu transformar o gasto em P&D em resultados práticos tal como os dois países europeus. Esse cenário ocorre, entre outras causas, pela falta de acesso ao capital devido às altas taxas de juros, problemas de logística e sistema de educação deficiente com baixa formação de trabalhadores qualificados. Esses são os desafios que o país tem para os próximos, segundo cientistas e empresários que investem em inovação.

O documento traz outras características do cenário brasileiro. Cerca de três quartos dos pesquisadores estão nas universidades. De acordo com a Unesco, a concentração de pesquisadores no setor acadêmico do país é uma das explicações para a pouca interação entre as universidades e o setor empresarial e para a baixa produção da iniciativa privada.

Mais de 90% dos artigos científicos publicados são provenientes das universidades públicas. Para se ter uma ideia, apenas sete delas foram responsáveis por 60% dos artigos publicados fora do país no ano passado. Em 2009, os empresários brasileiros registraram apenas 103 patentes no escritório norte-americano de propriedade industrial (USPTO), número inferior ao de cinco anos atrás, quando o empresariado brasileiro registrou 106 patentes.

Mesmo considerando que o Brasil está muito à frente dos seus vizinhos latino-americanos nesse indicador, o país é como um anão em comparação à Índia, país que, em 2009, registrou 679 patentes, conforme indica o estudo.

O relatório da Unesco é divulgado a cada cinco anos, no Dia Mundial da Ciência pela Paz e pelo Desenvolvimento.

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2010/11/10/interna_ciencia_saude,222636/unesco-mostra-que-producao-cientifica-no-brasil-cresceu-menos-que-economia.shtml?n=124

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Gestação e uso de drogas

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Estudo para avaliar a prevalência do uso de drogas durante a gestação, feito por pesquisadores da Unifesp, aponta que 17,3% consumiam tabaco, 2,8% álcool e 1,7% drogas ilícitas

Por Thiago Romero

Agência FAPESP – Um estudo feito na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que avaliou a prevalência do uso de drogas durante a gestação de mil adolescentes atendidas em um hospital público de São Paulo, verificou que o consumo de tabaco, álcool e drogas ilícitas foi de 17,3%, 2,8% e 1,7%, respectivamente.

O objetivo da pesquisa foi descrever as condições sociodemográficas e comportamentais associadas com a gestação na adolescência no hospital, localizado na periferia da zona norte da capital paulista, com alto índice de vulnerabilidade juvenil e no qual 25% dos partos realizados são de adolescentes.

O trabalho, coordenado por Ronaldo Laranjeira, pesquisador da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas (Uniad) da Unifesp, integra o Projeto Temático Uso de Drogas por Gestantes Adolescentes, apoiado pela FAPESP para estudar a prevalência do uso de drogas e os fatores de risco para seu uso durante a gravidez.

“Quase um terço das grávidas no Brasil são adolescentes e, nesse estudo específico, estamos falando de mil jovens que estavam no terceiro trimestre de gravidez. Então, considerar que 17,3% delas fumavam durante a gestação é uma estatística alta e preocupante, podendo provocar impactos no feto”, disse Laranjeira à Agência FAPESP.

Quanto ao uso de drogas durante a gestação, as adolescentes que fumavam disseram que ingeriam, em média, cinco cigarros por dia e, do total das que disseram consumir álcool, 26,6% admitiram ter ingerido pelo menos em uma ocasião durante a gestação, sendo 2,8% de forma abusiva.

No que se refere a outros tipos de drogas, como maconha e cocaína, além das 17 (1,7%) que admitiram ter usado durante a gestação, seis (0,6%) relataram uso de droga injetável e 24 (2,4%) disseram ter tido relação com um parceiro usuário de droga injetável.

O levantamento, que foi aprovado pelos Comitês de Ética e Pesquisa da Unifesp, aponta ainda que a média de idade das participantes foi de 17 anos, sendo que 17% tinham até 15 anos.

“Apesar de ficarmos mais atentos à questão do uso de álcool e drogas, que obviamente é o que mais nos preocupa, o assunto da gravidez na adolescência também é um problema de saúde pública muito maior do que imaginávamos”, disse Laranjeira.

Segundo ele, das mil adolescentes analisadas, 93% pertenciam às classes econômicas C, D e E e 68% tinham renda familiar mensal de até quatro salários mínimos, sendo que apenas 9,7% disseram estar trabalhando. Outro dado é que, independentemente da faixa de idade, mais da metade das adolescentes (67,3%) não estudava no momento da entrevista.

Ainda do total, 81,2% não tinham planejado a gestação, 60,2% associavam o abandono da escola com a gravidez e apenas 23,7% faziam uso de método contraceptivo. Em relação ao comportamento sexual, a média de idade de início de atividade sexual foi de 15 anos, variando de 10 a 19 anos.

Tratamento específico

“Um dos resultados que mais impressionam nesse estudo é justamente o alto índice de gravidez entre as adolescentes, sendo que normalmente 20% delas têm o segundo filho ainda na adolescência. E outros estudos indicam que esse alto índice está se mantendo e até aumentando”, disse Laranjeira.

Quanto à estrutura familiar, o estudo mostra que apenas 7,2% das mulheres eram casadas legalmente, mas 62,7% delas disseram viver com um companheiro.

De acordo com Laranjeira, esse e outros estudos conduzidos por pesquisadores da Unifesp têm fornecido subsídios importantes para o estabelecimento de estratégias e políticas públicas específicas para a população feminina.

“Os dados da Uniad têm sido replicados em outras linhas de pesquisa e também temos tentado dialogar com as várias esferas de governo para a criação de políticas públicas voltadas à diminuição da maternidade precoce e do consumo de drogas na adolescência, tanto no que diz respeito às questões preventivas como no âmbito do tratamento”, disse.

Laranjeira antecipa que um dos resultados desses diálogos deverá se concretizar em breve com a criação, pelo governo do Estado de São Paulo, de uma unidade de saúde voltada exclusivamente ao tratamento de mulheres com problemas de dependência química. “Esse é um projeto que deve ser inaugurado ainda este ano em São Bernardo do Campo”, disse.

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Mulheres que fizeram aborto têm 30% mais problemas mentais

Aborto: debate na TV Justiça, no STF, em junho de 2007

Publicado na segunda-feira, 1 de dezembro de 2008, 12:09

Segundo pesquisa, problemas mentais relacionados ao aborto são até 5,5% do total.

Mulheres que se submetem a abortos têm 30% mais chance de terem problemas mentais do que as mulheres que nunca passaram por isso, segundo uma pesquisa publicada na última edição da publicação científica British Journal of Psychiatry.

Segundo a pesquisa, que acompanhou 500 mulheres, ansiedade e abuso no uso de drogas são os problemas mais comuns verificados em mulheres após um aborto.

Os pesquisadores, da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, dizem que os problemas mentais possivelmente relacionados ao aborto representariam entre 1,5% e 5,5% de todos os problemas mentais verificados nas mulheres.

O estudo não encontrou nenhuma evidência de que outros problemas relacionados à gravidez possam provocar algum aumento perceptível de problemas mentais.

Argumentos avaliados

O coordenador do estudo, David Fergusson, acredita que a conclusão da pesquisa pode ter implicações sobre a decisão de se realizar um aborto, já que muitas vezes essa decisão se baseia no possível impacto negativo de seguir em frente com uma gravidez indesejada sobre a saúde mental da mulher.

A conclusão dos estudiosos “claramente estabelece um desafio ao uso de argumentos psiquiátricos para justificar o aborto”, disse ele, em declarações publicadas pelo diário britânico The Daily Telegraph.

“Não há nada neste estudo que sugira que a interrupção de uma gravidez esteja associada com menores riscos de problemas mentais que o nascimento”, afirmou Fergusson.

“Para algumas mulheres, o aborto pode ser um evento estressante e traumático que as coloca em um risco modestamente mais elevado de uma série de problemas mentais comuns.” BBC Brasil

Publicado pelo estadao.com.br em 01 de dezembro de 2008

http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid286567,0.htm

http://bjp.rcpsych.org/cgi/content/abstract/193/6/444

http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3364392-EI298,00.html

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL884680-5603,00.html

http://cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/bbc/2008/12/01/ult4432u1858.jhtm

http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2008/12/37364-mulheres+que+fizeram+aborto+tem+30+mais+problemas+mentais+diz+estudo.html

leia também:

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2008/11/22/impossibilidade-de-legalizacao-do-aborto-no-brasil-desde-sua-proibicao-constitucional-de-ir-a-deliberacao-pelo-poder-legislativo/

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