Você Comeria Salmão transgênico? FDA Aprova Salmão Geneticamente Modificado

 

salmao

(…) Michael Hansen, um pesquisador da União dos Consumidores, explicou que o salmão transgênico pode causar reações alérgicas que o FDA é incapaz de prever. Peixes transgênicos também não poderão ser rotulados, deixando os consumidores no escuro sobre a sua origem.

Se o FDA não prestar atenção ao clamor público, o Congresso pode ainda evitar a comercialização do peixe transgênico. Wenonah Haute, diretor do Food & Water Watch, pede para que os consumidores contactem os seus deputados para derrubar o que tem sido chamado de “um experimento perigoso” às custas da saúde do consumidor.

Outras preocupações sobre o peixe transgênico diz respeito a capacidade deste superar o salmão natural do Atlântico. Se ele for solto na vida selvagem, o salmão AquAdvantage poderia se adaptar aos novos alimentos, sobreviver em habitats mais difíceis, e se reproduzir muito mais rápido que o salmão natural.

Andrew Kimbrell do Centro para a Segurança dos Alimentos concluiu que “o salmão geneticamente modificado não tem valor socialmente redentor. Ele é ruim para o consumidor, ruim para a indústria do salmão e ruim para o meio ambiente.”(…)

 

(NaturalNews) Depois de poucos e breves testes, o salmão transgênico, projetado para crescer duas vezes mais rápido que o salmão normal do Atlântico, foi considerado seguro para o ambiente e para o consumo humano. O FDA (a ANVISA dos EUA) acrescentou que ouviria comentários do público durante 60 dias, antes de finalmente decidir se aprova ou não o salmão.

As críticas a respeito da avaliação recente pelo FDA aponta para a falta de evidências suficientes de que o peixe é seguro para o consumo, e também da dificuldade em medir o impacto real sobre o meio ambiente uma vez que a produção em massa do salmão transgênico inicie.

De onde o salmão biotecnológico vem?

O controverso peixe é desenvolvido pela AquaBounty Technologies, uma pequena empresa de biotecnologia americana, cujo principal objetivo é encontrar a solução que poderia aumentar a produtividade da aquicultura. Sua pesquisa mais importante consiste em desenvolver
    salmão, truta, e ovos de tilápia que produzem  espécimes de rápido desenvolvimento. Para conseguir isso, os pesquisadores modificaram a estrutura genética do peixe. Sua variedade de salmão foi patenteada e recebeu o nome de Salmão AquAdvantage.

O relatório do FDA  afirma que “no que diz respeito à segurança dos alimentos, a FDA concluiu que alimentos feitos com o Salmão AquAdvantage são tão seguros quanto aqueles feitos com o salmão convencional do Atlântico, e que existe certeza razoável de que não existe nenhum prejuízo de seu consumo“.

O que dizem os críticos?

Michael Hansen, um pesquisador da União dos Consumidores, explicou que o salmão transgênico pode causar reações alérgicas que o FDA é incapaz de prever. Peixes transgênicos também não poderão ser rotulados, deixando os consumidores no escuro sobre a sua origem.

Se o FDA não prestar atenção ao clamor público, o Congresso pode ainda evitar a comercialização do peixe transgênico. Wenonah Haute, diretor do Food & Water Watch, pede para que os consumidores contactem os seus deputados para derrubar o que tem sido chamado de “um experimento perigoso” às custas da saúde do consumidor.

Outras preocupações sobre o peixe transgênico diz respeito a capacidade deste superar o salmão natural do Atlântico. Se ele for solto na vida selvagem, o salmão AquAdvantage poderia se adaptar aos novos alimentos, sobreviver em habitats mais difíceis, e se reproduzir muito mais rápido que o salmão natural.

Andrew Kimbrell do Centro para a Segurança dos Alimentos concluiu que “o salmão geneticamente modificado não tem valor socialmente redentor. Ele é ruim para o consumidor, ruim para a indústria do salmão e ruim para o meio ambiente.”

Fontes:
– Natural News: Would you eat biotech fish? FDA approves genetically engineered salmon

__

Would you eat biotech fish? FDA approves genetically engineered salmon

(NaturalNews) After a few brief tests, GE salmon, meant to grow twice as fast as regular Atlantic salmon, was deemed safe both for the environment and for human consumption. The FDA added that it would take public comments for 60 days before finally deciding on whether or not to approve the salmon.

Criticism of the recent FDA assessment points to the lack of sufficient evidence that the fish is safe for consumption, and the difficulty in measuring its real impact on the environment once mass production begins.

Where does biotech salmon come from?

The controversial fish is developed by AquaBounty Technologies, a small American biotechnology company whose main goal is to find solutions that could increase the productivity of aquaculture. Its most important research consists of developing salmon, trout, and tilapia eggs that produce fast growing specimens. To achieve this, researchers have to modify the very genetic fabric of fish. Their salmon variety has been patented and bears the trade name AquAdvantage Salmon.

The FDA report so far states that “with respect to food safety, FDA has concluded that food from AquAdvantage salmon is as safe as food from conventional Atlantic salmon, and that there is a reasonable certainty of no harm from consumption.”

What the critics say

Michael Hansen, a researcher at the Consumers Union, explained that GE fish could cause allergic reactions that the FDA is unable to anticipate. GE fish will also likely not be labeled accordingly, leaving consumers in the dark about where the fish is coming from.

If the FDA does not heed the public outcry, Congress could still prevent the commercialization of GE fish. Wenonah Hauter, director at the Food & Water Watch, urges consumers to contact their congressmen to overturn what has been called “a dangerous experiment” at the expense of consumer health.

Other concerns about GE fish pertain to its ability to outcompete natural Atlantic salmon. If it is released into the wild, the AquAdvantage salmon could adapt to new pray, survive in tough habitats, and reproduce much faster than its natural counterpart.

Andrew Kimbrell of the Center for Food Safety concluded that “the GE salmon has no socially redeeming value. It’s bad for the consumer, bad for the salmon industry and bad for the environment.”

Healthy, vegan alternatives to GE salmon

Chickpeas have been hailed by vegans everywhere for their ability to mimic fish, making them an excellent addition to faux fish salads. Chickpeas provide considerable amounts of protein, slow release carbohydrates, folate and zinc.

A delicious vegan “salmon” dish can be prepared by mixing grated carrots, mashed chickpeas, white vinegar, tomatoes, finely grated lemon peel, lemon juice, dill, vegetable oil and a pinch of salt. The mixture can either be consumed raw, or divided into patties and baked for about 25 minutes. For added flavor, vegan “salmon” can be topped with vegan mayonnaise or grated horseradish.

When choosing salmon as a means to obtain healthy fats, many may want to consider chia instead. With 724 mg of Omega-3’s in 28 grams of salmon, and 4915 mg in 28 grams of chia, chia is a clear winner.

Sources for this article include:
http://www.reuters.com
http://www.fda.gov
http://www.guardian.co.uk
http://www.onegreenplanet.org/vegan-food/recipe-vegan-salmon-patties/
www.facebook.com

About the author:
Raw Michelle is a natural health blogger and researcher, sharing her passions with others, using the Internet as her medium. She discusses topics in a straight forward way in hopes to help people from all walks of life achieve optimal health and well-being. She has authored and published hundreds of articles on topics such as the raw food diet and green living in general. In 2010, Michelle created RawFoodHealthWatch.com, to share with people her approach to the raw food diet and detoxification.

Learn more: http://www.naturalnews.com/038469_GM_salmon_FDA_approval.html#ixzz2GOfF9E2r

A prevenção de doenças neurodegenerativas

Preserve seu cérebro com nutrientes

__

Alimente o seu cérebro!


Use os alimentos em benefício de seu cérebro e garanta suas saúde, memória e vitalidade.

por Diogo Sponchiato

Em vez de pratos e talheres, tubos de ensaio e microscópios. O apetite fica aguçado, mas por experiências e novas observações. E a cozinha cede espaço ao laboratório, onde cabeças investigam substâncias encontradas nos alimentos capazes de beneficiar nossa massa cinzenta. Como entrada, nesse menu de novidades, é bom lembrar que, nos anos 1990, os cientistas descobriram que, diferentemente do que se imaginava, os neurônios se reproduzem ao longo da vida toda. O nascimento de células nervosas novinhas em folha é chamado de neurogênese. E deguste esta informação, caro leitor as refeições podem estimular esse fenômeno, assegurando funções nobres, como a nossa capacidade de memorizar e raciocinar.

No Brasil, talvez ninguém entenda mais desse elo entre nutrição e cérebro do que o professor Cícero Galli Coimbra, neurologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Uma dieta rica em colina, nutriente que aparece sobretudo na gema do ovo, contribui para a neurogênese, exemplifica o especialista. Nosso organismo, diga-se, depende totalmente dos alimentos para obter a substância, já que não consegue sintetizá-la. E, sem ela, as lembranças não se fixam direito. Se não ingerimos boas fontes de colina, não há produção de um neurotransmissor chamado acetilcolina, envolvido na formação da memória, completa a nutricionista Luciana Ayer, co-autora do livro Nutrição Cerebral (Editora Objetiva).

Outra substância pede a atenção dos que querem conservar a mente: a glutamina. Ela é fundamental para compor o DNA, isto é, o material genético de novas células na massa cinzenta. O organismo até consegue fabricar esse aminoácido. Mas não basta. Para mantê-lo em níveis ideais, precisamos de alimentos protéicos. Aí a melhor fornecedora é a clara de novo, o ovo!

E, assim como quem deixa para saborear a melhor parte da refeição por último, falta apontar o mais aplaudido dos ingredientes para preservar a atividade cerebral: o ômega-3. Esse ácido graxo não só favorece o nascimento de neurônios como protege os já existentes. Ele se incorpora às membranas das células nervosas que formam os circuitos responsáveis por funções como a memória, explica o neurologista Greg Cole, diretor do Centro de Estudos sobre Mal de Alzheimer da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos.

Como tudo no nosso organismo, o sistema nervoso necessita de um equilíbrio entre proteínas, gorduras e, claro, carboidrato. O cérebro consome grande quantidade de glicose, justifica Paulo Caramelli, coordenador do Departamento de Neurologia Cognitiva da Academia Brasileira de Neurologia. Daí a importância de comer pães, massas e arroz. Eles seriam uma espécie de combustível dos pensamentos. Já as proteínas fornecem a base para a síntese dos neurotransmissores, essenciais para a comunicação entre os neurônios.

Entre as gorduras, reina o ômega-3. Ele melhora a função cognitiva, afasta o mau humor e diminui a ansiedade, garante o médico americano Alan Logan, autor do livro The Brain Diet (A dieta do cérebro). O pesquisador Greg Cole nota que, sozinho, o ômega-3 ajuda, mas, para tirar máximo proveito, é preciso ingerir fontes de antioxidantes. Sem elas, o cérebro fica à mercê de radicais livres, que detonam seus neurônios, afirma. No caso, os alimentos indicados são os vegetais cheios de betacaroteno (cenoura e rúcula) e de flavonóides (soja e cebola). E há ainda a maçã, lotada de substâncias anti-radicais.

As frutas cítricas, ricas em vitamina C, também têm ação antioxidante, lembra a nutricionista Gláucia Pivi, do Ambulatório de Neurologia do Comportamento da Unifesp. Outra vitamina que protege o cérebro é a E, encontrada nos óleos vegetais, nos ovos e nas nozes. Ela está associada à baixa incidência do mal de Alzheimer, diz Caramelli.

As do complexo B são igualmente importantes para a saúde mental. A B1, presente nos grãos, nas verduras e nos cereais, garante a boa absorção da glicose de que o cérebro tanto precisa. Já a B12, que está no leite, em seus derivados e nos ovos, favorece a memória. E o ácido fólico das verduras verde-escuras e dos cereais integrais freia o declínio cognitivo que vem com a idade, afirma Logan. A letra D fecha o bloco dessas vitaminas. Embora seja obtida pra valer por meio da exposição ao sol, dá para complementar a dose com peixes e leite. Ela também atua na renovação dos neurônios, assegura Cícero Galli Coimbra.

No time dos minerais, a nutricionista Luciana Ayer destaca o zinco e o magnésio. O primeiro que aparece nas ostras, nas nozes e na castanha-do-pará combate os radicais livres e beneficia o trabalho dos neurotransmissores. O magnésio, encontrado nas folhas e nas oleaginosas, auxilia nas transmissões nervosas e ainda protege o cérebro do efeito tóxico de aditivos químicos.

A contrapartida é a seguinte: assim como alguns nutrientes são aliados do cérebro, outros representariam uma ameaça, tendo sua parcela de culpa na degradação das células nervosas. Ainda na década de 1990, foram identificados compostos químicos formados durante o cozimento das carnes branca e vermelha as aminas heterocíclicas. Os portadores de males como o Parkinson e o Alzheimer apresentavam níveis bem mais elevados dessa substância no organismo, conta o neurologista Cícero Galli Coimbra. As aminas se unem ao cromossomo do neurônio e desligam alguns genes fundamentais para a célula, que se degenera. Isso, aos poucos, afeta a capacidade de pensar e de recordar as coisas mais simples.

Quanto maior o tempo em que a carne fica exposta às altas temperaturas, maior a quantidade das nefastas aminas. Naquele churrasco bem passado, os teores chegam às alturas. Não à toa, Coimbra cita Buenos Aires: a capital argentina, que ama uma parrilla, apresenta um dos maiores índices de portadores de Parkinson do planeta.

É claro que ninguém vai sentir os efeitos nocivos logo depois de ir a uma churrascaria. Eles são cumulativos, ressalva o professor. A quantidade de carne consumida ao longo da vida pode determinar o aparecimento de doenças neurodegenerativas no futuro. O médico, por sinal, é radical: sugere aboli-las do dia-a-dia e ele próprio segue à risca sua recomendação, baseada em estudos científicos. Dos animais, para Coimbra, só o peixe está liberado, e, melhor ainda, se for cozido ao vapor, ensopado ou mesmo cru.

Alguns de seus colegas não condenam a carne de vez, até porque é grande fornecedora de proteínas e vitaminas. A sugestão é moderar o consumo da vermelha, diz Paulo Caramelli. Para Rubem Guedes, professor de neurofisiologia da Universidade Federal de Pernambuco, comer bife grelhado no dia-a-dia, mas sem exagero, não representa risco. Açúcar também pede parcimônia. Em excesso, ele leva a pequenas inflamações no cérebro que danificam os neurônios, conta Alan Logan. Montar um cardápio que tire um pouco do espaço dos doces e, em compensação, privilegie os ingredientes que alimentam a cabeça é a melhor idéia especialmente para quem pretende ainda ter muitas delas e por muitos anos.

__
Leia também:

Nutrientes contra Parkinson e Alzheimer

A dieta e as células nervosas

Confira algumas fontes de antioxidantes


__


%d blogueiros gostam disto: