Falta de vitamina D na gravidez aumenta o risco de morte prematura e doenças crônicas na criança

Isso quer dizer que a falta do nutriente pode aumentar as chances de morte prematura e doenças crônicas na criança. A pesquisa foi publicada na edição deste mês do periódico The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism De acordo com a pesquisa, esses bebês que nascem “pequenos para a idade gestacional” — ou seja, menores do que as crianças que nascem com as mesmas semanas de gravidez — apresentam um risco até dez vezes maior de morte no primeiro mês de vida e uma chance maior de desenvolver doenças crônicas, como hipertensão ou diabetes 2, ao longo da vida.

Assista à série de vídeos, áudios e reportagens sobre a necessidade da Vitamina D:

Vitamina D3 – 10.000 UI diárias é vital para à saúde

http://www.youtube.com/playlist?list=PL301EAE2D5602A758

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Essa chance chega a dobrar se a deficiência no nutriente ocorre em mulheres que estão no primeiro trimestre da gestação

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Falta de vitamina D na gravidez pode influenciar negativamente o peso do bebê ao nascer (Thinkstock)

Mulheres que apresentam deficiência em vitamina D no início da gravidez correm um maior risco de dar à luz bebês com um baixo peso, concluiu um novo estudo da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos. Isso quer dizer, segundo os autores, que a falta do nutriente pode aumentar as chances de morte prematura e doenças crônicas na criança. A pesquisa foi publicada na edição deste mês do periódico The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism

Os autores do estudo acompanharam a gravidez de 615 mulheres, avaliando periodicamente os níveis de vitamina D na corrente sanguínea das participantes e o peso que seus bebês tinham ao nascer. A pesquisa incluiu apenas gestantes que deram à luz no período considerado como normal — ou seja, entre a 37ª e a 42ª semanas de gravidez.

Segundo os resultados, as mulheres que apresentavam os menores níveis de vitamina D no primeiro trimestre da gravidez — ou até a 14ª semana —, em comparação com as que tinham os maiores níveis, apresentaram o dobro de chance de ter os bebês que estavam entre aqueles que nasceram com o peso mais baixo. Essa diferença ocorreu mesmo quando comparadas participantes que deram à luz na mesma semana de gestação.

De acordo com a pesquisa, esses bebês que nascem “pequenos para a idade gestacional” — ou seja, menores do que as crianças que nascem com as mesmas semanas de gravidez — apresentam um risco até dez vezes maior de morte no primeiro mês de vida e uma chance maior de desenvolver doenças crônicas, como hipertensão ou diabetes 2, ao longo da vida.

Os pesquisadores explicam que a falta de vitamina D prejudica a absorção de cálcio pelo organismo de uma pessoa, o que, em grávidas, pode acabar reduzindo o crescimento ósseo do feto e, consequentemente, fazendo com que ele nasça com um peso menor. “Nosso estudo mostra que há formas de garantir ou pelo menos aumentar a chance de um bebê nascer com um peso saudável. Dar a grávidas suplementos de vitamina D deve ser levado em consideração para atingir esse objetivo”, escreveram os autores.

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VITAMINA D
Também chamada calciferol, a vitamina D promove a absorção do cálcio pelo organismo após a exposição solar. Cerca de 90% da vitamina D que precisamos vem da exposição ao sol. A deficiência da vitamina pode provocar raquitismo, alterações no crescimento e nos ossos, além de reduzir a imunidade. A vitamina D está relacionada ainda ao bom funcionamento do coração, do cérebro e da secreção de insulina pelo pâncreas. A presença significativa da substância é vista em poucos alimentos, como fígado, óleos de peixes gordurosos e gema de ovo.

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Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/falta-de-vitamina-d-na-gravidez-aumenta-o-risco-de-bebes-nascerem-com-baixo-peso

Half of Young Adults Don’t Know Planned Parenthood Does Abortions

English: Prevention Park, is the largest Plann...

 Aborto: uma lucrativa atividade que precisa isentar médicos de  responsabilidades criminais para continuar a prosperar 

Metade dos jovens adultos nos EUA não sabem que a Planned Parenthood também faz abortos.  No Brasil, provavelmente este percentual de desconhecimento alcança a quase  100% de jovens e adultos.   A Planned Parenthood é o maior negócio abortista  do mundo  e, sempre que consegue a legalização do aborto em algum país, lá se estabelece com  clínicas particulares de aborto e obtém lucros cada vez maiores com esta prática.  O  maior interesse dela, portanto, é isentar de responsabilidades criminais os médicos que  praticarem o aborto mediante pagamento;  o que,  no Projeto do Novo Código Penal, elaborado por comissão de juristas da confiança do Governo Federal – inconstitucionalmente – está liberando em todas as hipóteses no Brasil, mediante novo artíficio jurídico. Para o público é dito que apenas foram “ampliadas” as hipóteses de aborto no Projeto do Novo Código Penal: mentira, ele já está encaminhado para aprovação no Congresso com artifícios que permitem – na prática – o aborto em qualquer hipótese.

(…) “On December 27, the Planned Parenthood Federation of America (PPFA) released its latest Annual Report for 2009-2010. The report indicates PPFA had a total budget of $1.04 billion and an excess of revenue over expenses of 18.5 million dollars — a net profit. The new report also revealed 46 percent of the total PPFA budget comes from taxpayer dollars in the form of government funding.” (…)

Veja:  Projeto do Novo Código Penal: aborto, desinformação e impedimentos legislativos

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352

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A question in a new survey Students for Life of America released last week should cause alarm for pro-life advocate working against Planned Parenthood, the nation’s biggest abortion business.

In the Students for Life nationally-commissioned poll, young, college-aged adults, were asked a variety of questions on abortion issues. One question queried, “Do you believe it is (ROTATED) mostly true or mostly false that Planned Parenthood clinics offer abortion to pregnant women?”

Alarmingly, despite the fact that Planned Parenthood does more than one-quarter of all abortions in the United States and is one of the leading worldwide abortion businesses, the plurality of respondents – 48% – said they did not know or could not judge whether Planned Parenthood clinics offered abortions to pregnant women. While half had no idea Planned Parenthood is an abortion business, 37 percent understood the true nature of the organization while another 11 percent said Planned Parenthood doesn’t do abortions.

The poll also found pro-life advocates have significantly more work to do to expose Planned Parenthood, its abuses, violations of law, botched abortions, how it misleads women and how it promotes abortions nationally and globally. The poll found 66 percent of those young adults surveyed have a favorable view of Planned Parenthood while 11 percent have an unfavorable view, 14 percent are unsure and three percent had never heard of the abortion giant.

“Respondents’ favorability towards Planned Parenthood was a strong indicator of whether they believed the organization to be an abortion provider. Those who were unfavorable toward Planned Parenthood were much more likely than its supporters to know about their abortion offerings (69%-40%),” the SFLA poll indicated. “However, respondents that identified as pro-choice on both the 2-point and 6-point scales were more inclined than pro-lifers to know about Planned Parenthood’s abortion offerings (45% vs. 40%, 2 pt.; 48% vs. 32%, 6pt). This demonstrates a messaging opportunity to pro-life and conservative young adults, as well as those who straddle the fence on the issue.”

The most recent annual report from Planned Parenthood showed it helped fewer pregnant women with prenatal care and the number of pregnant women it referred for adoptions declined as well.

On December 27, the Planned Parenthood Federation of America (PPFA) released its latest Annual Report for 2009-2010. The report indicates PPFA had a total budget of $1.04 billion and an excess of revenue over expenses of 18.5 million dollars — a net profit. The new report also revealed 46 percent of the total PPFA budget comes from taxpayer dollars in the form of government funding.

The report also broke down the “services” Planned Parenthood offers in addition to abortions. Planned Parenthood has always come under fire from pro-life groups for doing hundreds of thousands of abortions but providing little in the way of help for pregnant women wanting to keep their baby or considering adoption. The new report showed that hasn’t changed.

The document the abortion organization posted shows Planned Parenthood did 329,445 abortions in 2010 while it provided prenatal care to only 31,098 women and referred only 841 women to adoption agencies.

The number of women receiving prenatal care dropped significantly from 2009 to 2010, as the abortion business helped 40,489 women in 2009 — meaning almost 10,000 fewer women received prenatal support from Planned Parenthood last year than the year prior, or a drop of almost 25 percent. The number of women getting adoption referrals also declined — from a low 977 in 2009 to 841 last year, or a decline of 14 percent.

Examined another way Planned Parenthood does 391 abortions for every adoption referral it makes and almost 11 abortions for every woman it helps with prenatal care.

The trend at Planned Parenthood has been for its non-abortion services for pregnant women to decline while its number of abortions performed has increased. The 2009 annual report Planned Parenthood released earlier this year showed a 25 percent drop in prenatal care clients and a whopping 59 percent decline in adoption referrals from the 2,405 adoption referrals in 2008.

Planned Parenthood’s own records now show 5,364,540 surgical and medical abortions done at Planned Parenthood centers from 1970 through the end of 2009.

Fonte:  http://www.lifenews.com/2012/06/25/half-of-young-adults-dont-know-planned-parenthood-does-abortions/

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