Up to 5 NY Children Dead, 100 Sickened by Rare COVID-Related Illness

A cidade de Nova York emitiu um alerta inicial de saúde no início da semana passada, após identificar mais de uma dúzia de crianças nos hospitais da cidade com a doença rara; agora até 100 casos foram identificados em todo o estado. Cinco crianças  morreram

 

via Up to 5 NY Children Dead, 100 Sickened by Rare COVID-Related Illness

Deficiência de Vitamina D3 e obesidade

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Obesidade é  fator de risco para coronavírus mais associado à morte de jovens

A deficiência de vitamina D está associada à obesidade, pois o tecido celular subcutâneo (gordura que se localiza sob a pele) sequestra a vitamina D da circulação por ser ela uma substância solúvel em gorduras.👇🏼

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Obesity and vitamin D deficiency – a systematic review and meta-analysis – 2015

Resultado dessa revisão da literatura médica: “A deficiência de vitamina D foi associada à obesidade, independentemente da idade, latitude, pontos de corte para definir a deficiência de vitamina D e o Índice de Desenvolvimento Humano do local do estudo.”

 

Obesidade é  fator de risco para coronavírus mais associado à morte de jovens

https://www.cnnbrasil.com.br/saude/2020/04/11/obesidade-e-o-fator-de-risco-para-coronavirus-mais-relacionado-a-morte-de-jovens

 

http://www.rfi.fr/en/science-and-technology/20200410-coronavirus-hits-men-and-overweight-people-harder-than-others-researchers

 

“Nas salas de emergência de hotspots de vírus em todo o mundo, a equipe médica está vendo um número maior de homens do que mulheres sofrendo sintomas graves de COVID-19, com a obesidade emergindo como outro fator potencialmente agravante. Mas os especialistas ainda não sabem o porquê.”

Obesidade-e-Diabetes

Revista Times: Promotores do aborto têm perdido as batalhas contra os pro-vidas nos EUA

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WASHINGTON DC, 04 Jan. 13 / 03:50 pm (ACI/EWTN Noticias).- Na capa de sua edição de janeiro de 2013, a famosa revista americana Times, assegura que embora “40 anos atrás, os ativistas do direito ao aborto obtiveram uma épica vitória com (a sentença da Corte Suprema no caso) Roe vs. Wade“, que permitiu a legalização do aborto nos Estados Unidos, “eles estiveram perdendo desde então” para os pró-vidas.

Capa deste mês da Revista Times

Capa deste mês da Revista Times

Conforme explica Kate Pickert, autora do artigo de capa, desde que em janeiro de 1973 a Corte Suprema dos Estados Unidos converteu em um direito federal o acesso ao aborto, “o movimento pro-choice (abortista) vem  perdendo” as suas lutas.

“Em muitas partes do país, atualmente, recorrer a um aborto é mais difícil que em muitos lugares desde a década de 1970”.

Pickert assinalou que “há menos médicos dispostos a realizar o procedimento e menos clínicas abortistas no negócio”.

“Os ativistas pro-choice (abortistas) foram ultrapassados por seus contrapartes pró-vidas, que pressionaram exitosamente para obter regulações estatais que limitam o acesso” ao aborto, escreveu.

“Muitos estados requerem atualmente que as mulheres passem por aconselhamento, períodos de espera ou ultrassons antes de submeter-se a abortos”, indicou.

Para a jornalista americana, “a causa pró-vida esteve ganhando a guerra do aborto, em parte, porque buscou uma estratégia organizada e bem executada”.

Além disso, reconheceu, “a opinião pública está crescentemente” do lado pró-vida.

“Graças ao ultrassom pré-natal e aos avanços da neonatologia, os americanos podem agora saber como se vê um feto e que os bebês nascidos tão prematuramente como às 24 semanas agora podem sobreviver”, assinalou Pickert.

A jornalista da Times disse que “apesar de que três quartos dos americanos acreditarem que o aborto deveria ser legal em alguns ou todos os casos, a maioria apoia leis estatais que regulem o procedimento, e cada vez menos se identificam a si mesmos como ‘pro-choice’ nas pesquisas de opinião pública”.

Pickert também retratou a divisão geracional que destrói por dentro a causa abortista, pois “os jovens ativistas do direito ao aborto reclamam de que as líderes das organizações feministas”, que tinham 20 ou 30 anos quando se legalizou o aborto nos Estados Unidos, “não estão dispostas a passar a tocha às novas gerações”.

Entretanto, para Kate Pickert, um dos principais motivos da derrota dos promotores do aborto é que “em uma democracia dinâmica como os Estados Unidos, defender o status quo é sempre mais difícil que lutar para mudá-lo”.

Uma das expressões mais claras do avanço da causa pró-vida nos Estados Unidos é a multitudinária marcha nacional pela defesa da vida que mobilizam centenas de milhares de pessoas, com frequência ignoradas pelos meios, todos os anos em janeiro, no aniversário da sentença de Roe vs. Wade.

A última marcha, em 2012, reuniu mais de 400 mil pessoas que durante várias horas suportaram intenso frio, neblina e até chuva enquanto percorriam as principais ruas da capital americana até a sede do Capitólio.

Poluição Pode Causar Carência de Vitamina D

10.000 UI é a dose diária necessária deste hormônio para pessoas saudáveis, assista:

Dr. Cícero Galli Coimbra – Doenças Autoimunes e Vitamina D
http://youtu.be/4uJt1361aGw

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NOVA YORK (Reuters Health) – A poluição atmosférica pode causar deficiência de vitamina D em crianças pequenas, informaram pesquisadores britânicos durante o 22o. encontro anual da Sociedade Americana para Pesquisa Mineral e Óssea, em Nova York.

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Preocupado com o fato de a poluição do ar ser capaz de bloquear os raios ultravioleta B do sol, Zulf Mughal, pediatra consultor da Universidade de Manchester, Inglaterra, trabalhou com pesquisadores da Universidade de Nova Déli, na Índia, para avaliar as nuvens de poluentes em Mori Gate, localizada na região central da cidade, e Gurgoan, subúrbio de Nova Déli.

A luz do sol estimula a síntese de vitamina D no organismo e em alguns países a vitamina é adicionada ao leite e alguns de seus derivados.

Os pesquisadores descobriram que houve significativamente mais neblina e menos sol na região central de Nova Déli e menos neblina e mais luz solar na região de Gurgoan. A equipe mediu os níveis de cálcio, vitamina D e outros indicadores do crescimento ósseo no sangue de 56 crianças entre 9 e 24 meses de idade.

O grupo de Mughal verificou uma diferença significativa nos níveis de vitamina D mesmo em crianças de famílias com situação social e econômica similar, que tiveram dietas semelhantes e não tomavam suplementos vitamínicos. As crianças que viviam em áreas do centro de Nova Déli, com mais poluição, apresentavam um nível médio de vitamina D inferior ao das crianças que moravam no subúrbio.

Para Mughal, as crianças que moravam em áreas de alta poluição e muita neblina deveriam receber suplementos com vitamina D.

Segundo o pesquisador, além do raquitismo — deficiência no crescimento ósseo — a carência de vitamina D está associada a outros problemas de saúde como risco aumentado de câncer do cólon.

Sinopse preparada por Reuters Health

Fonte: http://www.boasaude.com.br/noticias/1059/poluicao-pode-causar-carencia-de-vitamina-d.html

Vitamina D: aos 43 anos, Jennifer Aniston conta seus segredos de beleza

“Honestamente, isso vai soar bobo, mas ir para o sol por 20 minutos por dia é realmente importante para a vitamina D, porque estamos agora tendo uma deficiência de vitamina D.”   

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Noiva do ator Justin Theroux, Jennifer Aniston aprendeu que dieta não é o mais importante para manter a forma e, em vez disso, gosta de passar o tempo no sol com um grande sorriso no rosto.

“Eu parei de fazer dieta quando descobri que você só tem que comer regularmente e com moderação.  As modas são demais…

Honestamente, isso vai soar bobo, mas ir para o sol por 20 minutos por dia é realmente importante para a vitamina D, porque estamos agora tendo uma deficiência de vitamina D.  E eu acho que ser feliz e sorrir muito é a melhor fórmula”, ela disse à versão britânica da revista  OK!.

Fonte: http://global.christianpost.com/news/jennifer-aniston-stays-thin-by-smiling-admits-she-stopped-dieting-83793/

Dr. Cícero Galli Coimbra – Doenças Autoimunes e Vitamina D


Assista também:

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

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Premio Nobel de Medicina: Farmacéuticas bloquean fármacos que curan porque no son rentables

Assista:

Dr. Cícero Galli Coimbra – Doenças Autoimunes e Vitamina D
http://youtu.be/4uJt1361aGw

Premio Nobel de Medicina: Farmacéuticas bloquean fármacos que curan porque no son rentables

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El ganador del Premio Nobel de Medicina Richard J. Roberts denuncia la forma en la que operan las grandes farmacéuticas dentro del sistema capitalista, anteponiendo los beneficios económicos a la salud y deteniendo el avance científico en la cura de enfermedades porque curar no es tan rentable como la cronicidad.

Hace unos días publicamos una nota sobre datos revelados que muestran que las grandes compañías farmacéuticas en Estados Unidos gastan cientos de millones de dólares al año pagando a doctores para que éstos promuevan sus medicamentos. Para complementar reproducimos esta entrevista con el Premio Nobel de Medicina Richard J. Roberts quien señala que los fármacos que curan no son rentables y por eso no son desarrollados por las farmacéuticas que en cambio si desarrollan medicamentos cronificadores que sean consumidos de forma serializada. Esto, señala Roberts, también hace que algunos fármacos que podrían curar del todo una enfermedad no sean investigados. Y se pregunta hasta que punto es valido que la industria de la salud se rija por los mismos valores y principios que el mercado capitalista, los cuales llegan a parecerse mucho a los de la mafia. La entrevista originalmente fue publicada por el diario español Vanguardia:

¿La investigación se puede planificar?
– Si yo fuera ministro de Ciencia, buscaría a gente entusiasta con proyectos interesantes; les daría el dinero justo para que no pudieran hacer nada más que investigar y les dejaría trabajar diez años para sorprendernos.

– Parece una buena política.
– Se suele creer que, para llegar muy lejos, tienes que apoyar la investigación básica; pero si quieres resultados más inmediatos y rentables, debes apostar por la aplicada…

– ¿Y no es así?
– A menudo, los descubrimientos más rentables se han hecho a partir de preguntas muy básicas. Así nació la gigantesca y billonaria industria biotech estadounidense para la que trabajo.

– ¿Cómo nació?
– La biotecnología surgió cuando gente apasionada se empezó a preguntar si podría clonar genes y empezó a estudiarlos y a intentar purificarlos.

– Toda una aventura.
– Sí, pero nadie esperaba hacerse rico con esas preguntas. Era difícil obtener fondos para investigar las respuestas hasta que Nixon lanzó la guerra contra el cáncer en 1971.

– ¿Fue científicamente productiva?
– Permitió, con una enorme cantidad de fondos públicos, mucha investigación, como la mía, que no servía directamente contra el cáncer, pero fue útil para entender los mecanismos que permiten la vida.

– ¿Qué descubrió usted?
– Phillip Allen Sharp y yo fuimos premiados por el descubrimiento de los intrones en el ADN eucariótico y el mecanismo de gen splicing (empalme de genes).

– ¿Para qué sirvió?
– Ese descubrimiento permitió entender cómo funciona el ADN y, sin embargo, sólo tiene una relación indirecta con el cáncer.

– ¿Qué modelo de investigación le parece más eficaz, el estadounidense o el europeo?
– Es obvio que el estadounidense, en el que toma parte activa el capital privado, es mucho más eficiente. Tómese por ejemplo el espectacular avance de la industria informática, donde es el dinero privado el que financia la investigación básica y aplicada, pero respecto a la industria de la salud… Tengo mis reservas.

– Le escucho.
– La investigación en la salud humana no puede depender tan sólo de su rentabilidad económica. Lo que es bueno para los dividendos de las empresas no siempre es bueno para las personas.

– Explíquese.
– La industria farmacéutica quiere servir a los mercados de capital…

– Como cualquier otra industria.
– Es que no es cualquier otra industria: estamos hablando de nuestra salud y nuestras vidas y las de nuestros hijos y millones de seres humanos.

– Pero si son rentables, investigarán mejor.
– Si sólo piensas en los beneficios, dejas de preocuparte por servir a los seres humanos.

– Por ejemplo…
– He comprobado como en algunos casos los investigadores dependientes de fondos privados hubieran descubierto medicinas muy eficaces que hubieran acabado por completo con una enfermedad…

– ¿Y por qué dejan de investigar?
– Porque las farmacéuticas a menudo no están tan interesadas en curarle a usted como en sacarle dinero, así que esa investigación, de repente, es desviada hacia el descubrimiento de medicinas que no curan del todo, sino que hacen crónica la enfermedad y le hacen experimentar una mejoría que desaparece cuando deja de tomar el medicamento.

– Es una grave acusación.
– Pues es habitual que las farmacéuticas estén interesadas en líneas de investigación no para curar sino sólo para convertir en crónicas dolencias con medicamentos cronificadores mucho más rentables que los que curan del todo y
de una vez para siempre. Y no tiene más que seguir el análisis financiero de la industria farmacológica y comprobará lo que digo.

– Hay dividendos que matan.
– Por eso le decía que la salud no puede ser un mercado más ni puede entenderse tan sólo como un medio para ganar dinero. Y por eso creo que el modelo europeo mixto de capital público y privado es menos fácil que
propicie ese tipo de abusos.

– ¿Un ejemplo de esos abusos?
– Se han dejado de investigar antibióticos porque son demasiado efectivos y curaban del todo. Como no se han desarrollado nuevos antibióticos, los microorganismos infecciosos se han vuelto resistentes y hoy la tuberculosis, que en mi niñez había sido derrotada, está resurgiendo y ha matado este año pasado a un millón de personas.

– ¿No me habla usted del Tercer Mundo?
– Ése es otro triste capítulo: apenas se investigan las enfermedades tercermundistas, porque los medicamentos que las combatirían no serían rentables. Pero yo le estoy hablando de nuestro Primer Mundo: la medicina
que cura del todo no es rentable y por eso no investigan en ella.

– ¿Los políticos no intervienen?
– No se haga ilusiones: en nuestro sistema, los políticos son meros empleados de los grandes capitales, que invierten lo necesario para que salgan elegidos sus chicos, y si no salen, compran a los que son elegidos.

– De todo habrá.
– Al capital sólo le interesa multiplicarse. Casi todos los políticos – y sé de lo que hablo- dependen descaradamente de esas multinacionales farmacéuticas que financian sus campañas. Lo demás son palabras…

Biografía

Richard J. Roberts nació en Derby, Inglaterra, en 1943. Estudió inicialmente Química, posteriormente se traslada a Estados Unidos, donde desarrolla actividad docente en Harvard y en el Cold Spring Harbor Laboratory de Nueva York. Desde 1992 dirige los trabajos de investigación del Biolabs Institute, de Beverly, (Massachusetts).

Obtuvo el Premio Nobel de Fisiología y Medicina en 1993, compartido con Phillip A. Sharp, por su trabajo sobre los intrones, fragmentos de ADN que no tiene nada que ver con la información genética. Pudieron describir que la información depositada en un gen no estaba dispuesta de forma continua, sino que se encontraba fraccionada.

Los primeros experimentos los realizaron sobre material genético de virus, particularmente de adenovirus.

Ambos llegaron a la conclusión de que el ARN ha tenido que preceder en la evolución al ADN

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