Dor muda de estatuto e passa a ser doença

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04/12/2012 – 08:23

dor

Os laboratórios farmacêuticos estão a intensificar os investimentos em várias novas categorias de medicamentos contra a dor, que têm vindo a ser testadas em pacientes,  avança o Valor Económico, citando o Financial Times.

A dor é um problema sério. Responde por mais de metade de todas as consultas médicas.  As vendas mundiais de analgésicos totalizam 40 mil milhões de dólares anuais. Mas ela é    há muito minimizada pelos médicos, que a tratam mais frequentemente como um sintoma do que como uma doença com existência própria. Mesmo quando uma queixa subjacente  foi curada, a dor que ela desencadeou muitas vezes continua a atormentar os pacientes, deixando centenas de milhões de pessoas com dificuldade de trabalhar ou viver confortavelmente.

“Estamos determinados a elevar o estatuto da dor”, diz o professor Richard Langford, presidente da Sociedade Britânica de Dor. “Ela tem vindo a ser, inquestionavelmente, uma doença patinho feio que não é nem uma coisa nem outra. Falta a consciência de que a dor acarreta efeitos secundários e letalidade. Ela reduz a expectativa de vida. Não dá para ficar de braços cruzados”.

Infelizmente para as pessoas destruídas por dores crónicas, os laboratórios farmacêuticos – frustrados pelas dificuldades científicas – transferiram os seus investimentos para outros distúrbios. Nos últimos anos, concentraram-se menos nas causas do que nas maneiras de evitar o uso abusivo de analgésicos – muitas vezes à base de opióides estigmatizados por seu uso “recreativo” como alucinógenos. Mas há actualmente novos sinais de avanços revolucionários na ofensiva contra a dor. Os laboratórios farmacêuticos estão a intensificar os investimentos, e várias novas categorias de medicamentos têm vindo a ser testadas em pacientes. A Pfizer, a Johnson & Johnson e a AstraZeneca, ao lado de empresas de menor porte, como a Allergan, a MAP e a Zogenix, estão a desenvolver programas na área da dor. A consultoria de pesquisa de mercado Datamonitor contabiliza quase 200 medicamentos experimentais em processo de teste.

A análise diagnóstica começa a identificar mecanismos estruturais como mutações genéticas, e exames de laboratório apontam para o potencial analgésico das picadas das aranhas caranguejeiras, cobras e abelhas. Os cientistas, além disso, aderem cada vez mais à prática de isolar a dor pelo mapeamento dos fluxos de sangue no cérebro.

“Este foi um ano óptimo”, diz Clifford Woolf, do departamento de neurobiologia da Faculdade de Medicina de Harvard, que identifica os recentes avanços tanto do meio académico quanto dos órgãos reguladores e dos laboratórios farmacêuticos. “Efectivamente acho que a actividade científica está melhorando”, diz.

O reconhecimento da dor crónica também está a crescer. Num relatório do ano passado, o Instituto de Medicina dos EUA estimou que o mal atingiu 100 milhões de americanos e custou cerca de 600 mil milhões de dólares por ano em tratamento e em perda de produtividade. O estudo “A Dor na Europa” mostrou que quase 20% das pessoas disseram sofrer de dores crónicas que se estenderam por pelo menos seis meses, das quais uma parcela próxima de 40% não estava satisfeita com o tratamento que recebeu.

O professor Christopher Murray, do Instituto de Indicadores e Avaliação da Saúde da Universidade de Washington, disse que a sua maior surpresa foi constatar o impacto de distúrbios como problemas musculoesqueléticos, como dor nas costas. Ele finaliza um estudo sobre a carga mundial de doenças de todos os tipos, a ser publicado no mês que vem.

“Elas são muito mais generalizadas do que se pensava”, diz ele. “Há uma grande e crescente necessidade de tratar eficazmente alguns desses distúrbios crónicos, e a parte problemática é que a maioria dos países não está equipada para atender a essa necessidade”, diz.

Muitos dos factores que geram dor, além disso, estão a aumentar no mundo inteiro: uma população em processo de envelhecimento, mais vulnerável a doenças como artrite e cancro; o aumento da obesidade, que desencadeia diabetes, com complicações de natureza neurológica; e a expansão das cirurgias, com risco de dor no pós-operatório.

Muitos dos factores que geram dor estão a aumentar no mundo, como o envelhecimento da população

Mas o tratamento muitas vezes continua ineficaz. Os medicamentos actualmente usados são limitados na sua capacidade de reduzir ou eliminar o sofrimento, e muitas vezes geram efeitos secundários relevantes. Os antiepilépticos desencadeiam fadiga e perda de concentração, por exemplo, enquanto os opióides podem causar prisão de ventre, dependência ou até mesmo morte, quando tomados em altas doses.

Alguns argumentam que os médicos, tradicionalmente, não deram suficiente ênfase à abordagem da dor em si, preferindo experimentar tratamentos das causas estruturais, sem se concentrar suficientemente no alívio. Isso deixa pacientes com cancro terminal, por exemplo, em situação de extrema dor física.

Mas, em muitas pessoas, não chega a ser diagnosticado qualquer problema estrutural. Noutras, mesmo quando a causa directa é identificada e tratada, a dor persiste, ou volta após certo período de trégua. Isso sugere que a dor pode ser – ou se tornar – uma doença por si só, em vez do que apenas um sintoma de outros distúrbios.

O Dr. Stuart Derbyshire, da Universidade de Birmingham, diz: “A boa notícia é que a dor está a ser levada muito mais a sério hoje e que os médicos estão um pouco mais preparados para acreditar em seus pacientes. O problema é que não há nada de novo para tratá-la. A situação até ficou pior, com mais pacientes e menos alternativas de tratamento. É uma grande decepção”.

Um dos motivos disso são as limitações do dinheiro e do foco dedicados a esse campo. O centro de pesquisa National Institutes of Health, ligado ao Departamento de Saúde dos EUA, com orçamento anual de 30 mil milhões de dólares, financia unidades voltadas para muitas doenças, mas não tem um instituto específico para a dor. “Os pacientes de dor crónica não têm grupos activistas muito ruidosos, como os de VIH”, diz Jürgen Häussler, chefe de pesquisa de dor da Johnson & Johnson, que lançou em 2011 uma versão de liberação prolongada no organismo do Nucynta®, um opióide para dor de moderada a forte. “O problema nem sempre consegue a atenção que merece”.

Outra dificuldade para os investigadores está em identificar e quantificar a dor. Ao contrário de muitos outros distúrbios, não existe qualquer “biomarcador” simples de sangue ou urina para medir a sua presença ou intensidade. Em vez disso, os médicos empregam uma escala subjectiva de 10 pontos ou um equivalente visual, em que cores diferentes denotam o nível de dor.

Isso restringe a facilidade de comparação com experiências de laboratório com animais – nos quais a dor tem de ser induzida. Em testes em seres humanos o efeito do placebo para tratar a dor é especialmente significativo, o que confunde os esforços para medir a acção específica de medicamentos experimentais.

O potencial do diagnóstico por imagem também é restrito. William Dillon, professor de radiologia da Universidade da Califórnia, campus de São Francisco, diz que pode às vezes ser possível, com boa formação, identificar danos mesmo em minúsculos nervos periféricos que podem causar dor. Para um melhor diagnóstico, ele gostaria de ver aparelhos que permitem que os pacientes se sentem e sejam rastreados em posições mais naturais, que comprimem os nervos, em vez de ficarem deitados na horizontal.

Apesar dos obstáculos, há sinais de avanços recentes na descoberta de novos tratamentos contra a dor

A questão final é a cautela dos órgãos reguladores, que são tidos, em amplos círculos, como concentrados nos riscos de efeitos colaterais dos analgésicos, relativamente aos benefícios. Essa contraposição foi aguçada desde os enfartes vinculados ao uso de Vioxx®, da Merck, que a empresa retirou do mercado em 2004 apesar da sua eficácia em muitos pacientes portadores de artrite. “Ninguém morre em decorrência de dor, por isso os níveis de restrição são muito elevados em comparação, digamos, com o câncer”, diz o professor Steve McMahon, do King’s College de Londres.

Ironicamente, muitos dos principais medicamentos actuais para o tratamento da dor são derivados de produtos com raízes no folclore e hoje em dia estigmatizados pelo uso “recreativo” como alucinógenos, desde os opióides até à marijuana. O resultado foram medidas rígidas para restringir a sua oferta e monitorizar o seu uso. Outros foram originalmente desenvolvidos para outras indicações, encabeçados pelos anticonvulsivos e antidepressivos.

Apesar dos obstáculos, há sinais de avanços recentes na descoberta de novos tratamentos. O Sativex, da GW Pharma, derivado de uma variedade híbrida da maconha, e o Botox, da Allergan, estão sendo estudados para uso como diferentes tipos de alívio à dor, como é o caso da cetamina, já empregada como anestésico.

Mais fundamentalmente, um dos mais avançados medicamentos novos experimentais é voltado para o factor de crescimento do nervo, uma proteína vista como fundamental na geração da dor. O Food and Drug Administration (FDA), órgão regulador de alimentos e medicamentos dos EUA, suspendeu os testes de vários medicamentos devido a preocupações com seus danos, mas levantou a interdição em Março, abrindo caminho para a fase final de testes do Tanezumab da Pfizer, por exemplo.

Um segundo enfoque provém do estudo de pessoas como o americano Steven Pete, apresentado numa nova exposição do Museu da Ciência de Londres. Ele é portador de um distúrbio extremamente raro chamado analgesia congénita, que o impede de sentir dor. “Tem que prestar atenção para não pôr a mão no tampo do fogão”, diz ele. “Tem que ouvir seu corpo, principalmente no que se refere a lesões internas”.

Um estudo publicado este ano mostrou a magnitude de mutações que determinam a produção do gene Nav1.7, essencial na transmissão dos sinais nervosos para o cérebro.

Ruth McKernan, directora científica da Neusentis, a divisão de dor da Pfizer, diz: “É muito raro encontrar dados genéticos tão sólidos que validem tão optimisticamente o alvo de um medicamento”. Ela fala também de perspectivas de mais longo prazo do uso, pela medicina regenerativa, dos próprios mecanismos de recuperação do organismo, e das células-tronco, como forma de avaliar a eficácia de novos medicamentos. “Os modelos animais de dor são apenas moderadamente esclarecedores, e é mais recomendável para nós usar células-tronco humanas nos primeiros estágios de pesquisa e pessoas, em vez de animais, nos estágios posteriores”.

De maneira muito mais experimental, vários artigos académicos recentes destacaram inesperados tratamentos em potencial. Investigadores franceses discutiram no mês passado na revista Nature duas proteínas que eles chamaram de “mambalginas”, presentes no veneno da cobra mamba-preta, que cortam a dor em ratinhos sem gerar efeitos colaterais. No início do ano, uma equipe encabeçada por cientistas sul-coreanos mostrou que o veneno diluído da abelha diminui a dor em ratos.

“Milhões de anos de evolução apuraram toxinas animais muito melhor do que qualquer químico de laboratório”, diz Steve Trim. Ele acrescentou que os contratos com sua empresa, a Venomtech, que fornece veneno de aranhas caranguejeiras e cobras, apontam para o crescente interesse da parte dos laboratórios. “A maioria dos grupos farmacêuticos está se voltando para a dor, e nós estamos em negociações com a maior parte dos dez maiores”.

O avanço final ocorre com o mapeamento do cérebro. Steve Williams, do King’s College, diz que imagens obtidas por ressonância magnética estão detectando fluxos de sangue cerebrais que podem ser correlacionados com a dor. “Estamos desenvolvendo métodos quantitativos. Ao longo da actual década, vamos usar scanners para fazer diagnósticos”.

“É pouco provável que exista um único remédio milagroso para alívio da dor e, em vez disso, serão necessários medicamentos de fins múltiplos voltados para os mecanismos específicos responsáveis”, diz Woolf.

Embora uma única cura possa ser inatingível, mesmo o progresso parcial na redução dos efeitos aflitivos sobre os indivíduos constituirá um significativo passo à frente.

 

Morte encefálica: teste da apnéia mata o paciente “potencial” doador de órgãos – Neurologista Dr. Cícero Galli Coimbra na Conferência de Roma de fevereiro de 2009

A mídia brasileira — cúmplice do genocídio praticado na medicina — não noticiou a Conferência de Roma de fevereiro de 2009.

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

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“Brain Death” Test Causes Brain Necrosis and Kills Patients: Neurologist to Rome Conference

By Hilary White – Rome correspondent

http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/feb/09022504.html

ROME, February 25, 2009 (LifeSiteNews.com) – One of the medical world’s key diagnostic tools for determining “brain death” preliminary to organ retrieval, actually causes the severe brain damage it purports to determine, neurologist Dr. Cicero Coimbra told attendees at a conference held in Rome last week. With the so-called “apnoea test,” Coimbra said, brain damaged patients who might be recoverable are deprived of oxygen for up to ten minutes, rendering the injuries to the brain irreversible.

“Diagnostic protocols for brain death actually induce death in patients who could recover to normal life by receiving timely and scientifically based therapies,” Dr. Coimbra, head of the Neurology and Neurosurgery Department at the Federal University of Sao Paulo, Brazil, told the participants at the “Signs of Life” conference on “brain death.”

Addressing an assembly of about 170 physicians, philosophers, ethicists, lawyers, students, journalists, and clergy, including two Catholic cardinals, Dr. Coimbra said that it is the apnoea test, routinely applied to patients who have suffered acute brain injuries, that frequently causes “brain necrosis,” or permanent and irrecoverable brain damage that is accepted as “brain death”.

The test is applied in emergency rooms or ICUs, often with an “organ procurement agent” standing by to ask relatives for approval for organ retrieval. A patient who needs assistance breathing is removed from the ventilator for up to ten minutes, cutting off oxygen to the brain and slowing the heart rate. If the patient fails to begin breathing without assistance after this time, he is declared “brain dead” and his organs may be legally removed.

Since the world-wide adoption of the “brain death” criteria, developed at Harvard University in 1968, Dr. Coimbra said, The lives of thousands of human beings, including children, adolescents and young adults, are lost every year in each country.”

The premise of the standard Harvard Criteria for “brain death” is that lack of brain function implies absence of blood circulation to the brain, which is what causes brain necrosis, or the irreversible death of brain cells. But since the definition of the Harvard Criteria, he explained, medical scientists have discovered that the absence of discernable brain function cited by the criteria is not the same as “brain necrosis,” or true brain death. In many cases where there is no discernable brain activity, patients have recovered with appropriate treatment.

Dr. Coimbra cited one study supported by the National Institutes of Health in 1975, that found that of 226 comatose patients determined to be “brain dead” for at least 48 hours, only 50 percent were later found to have “pathological signs of necrosis.” 21 percent of the patients had no signs of dead brain cells. Even patients who show no signs of synaptic activity, a condition of the “brain death” diagnosis, are still recoverable at that point.

For patients, he explained, with only less serious brain damage, who are submitted to the apnoea test, “the test will cause total necrosis of the brain.” The apnoea test increases carbon dioxide concentrations in the blood. This increases the inter-cranial pressure and causes final reduction of the brain circulation.

But, Dr. Coimbra said, the information that the apnoea test causes severe, irreversible brain damage, is being suppressed. Even with this knowledge of the danger of the apnoea test and the fact that some patients who are declared brain dead can and frequently have recovered, the legal definition of “brain death” is itself irreversible.

He told the conference of an experience in his clinical practice as a neurologist involving a 15 year-old girl with a severe brain trauma. She was declared “brain dead” but he treated her with thyroid hormones and she began to recover. She started breathing and having seizures, he said. “But a ‘dead’ brain cannot seize. That brain cannot express convulsions and she was having convulsions.This meant that a diagnosis of “brain death” even according to the Harvard Criteria, did not apply.

“And so I went to the doctors in the ICU that, up to that time, were denying proper care to that patient under the assumption that she was brain dead.” One of the attending physicians in the ICU, he relates, wrote on the girl’s chart that even recovery could not reverse a legal definition of “brain death.”

The physician wrote the following statement, a photocopy of which was shown at the conference: “If the diagnostic criteria for a brain death are fulfilled at a certain time, the person is legally dead no matter whether those criteria become no longer fulfilled later on.”

This incident showed, he said, that medical professionals attending patients officially declared “brain dead” “feel at risk” of legal action from families.

“That is why there is such a fearful repression when we start talking about those subjects in medical forums.”

Read related LifeSiteNews.com coverage:

“Brain Death” as Criteria for Organ Donation is a “Deception”: Bereaved Mother
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/feb/09022306.html

Doctor Says about “Brain Dead” Man Saved from Organ Harvesting – “Brain Death is Never Really Death”
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/mar/08032709.html

Pope Warns Organ Transplant Conference of Abuses of Death Criteria
Says, “In the question of determination of death there must not be the slightest suspicion of arbitrariness”

http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/nov/08110706.html

Transplantes: Revista dos Anestesistas recomenda em Editorial realização de anestesia geral nos doadores para que não sintam dor durante a retirada de seus órgãos. Se estão mortos para que a recomendação de anestesia geral?https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/05/transplantes-revista-dos-anestesistas-recomenda-em-editorial-realizacao-de-anestesia-geral-nos-doadores-para-que-nao-sintam-dor-durante-a-retirada-de-seus-orgaos-se-estao-mortos-para-que-a-recomend/

Transplantes e morte cerebral. L’Osservatore Romano rompe o tabu
https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/02/01/transplantes-e-morte-cerebral-losservatore-romano-rompe-o-tabu/

Conferência “Signs of Life” pode começar a mudar a opinião do Vaticano sobre “morte encefálica”. Professor Josef Seifert, membro da Pontifical Academy of Life
https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/02/25/conferencia-signs-of-life-pode-comecar-a-mudar-a-opiniao-do-vaticano-sobre-morte-encefalica-professor-josef-seifert-membro-da-pontifical-academy-of-life/

Os livros:

Roberto de Mattei (ed.), Finis Vitae. Is Brain Death Still Life?”, Rubbettino, Soveria Mannelli, 2006, 336 pp., 35.00 euros.

http://www.rubbettino.it/rubbettino/public/dettaglioLibro_re.jsp?ID=3469

Finis Vitae. La morte cerebrale è ancora vita?, organizado por Roberto de Mattei, Rubbettino, Soveria Mannelli, 2007, pp. 482, € 35.

http://www.webster.it/libri-finis_vitae_morte_cerebrale_ancora-9788849820263.htm

Paolo Becchi, Morte cerebrale e trapianto di organi. Una questione di etica giuridica, Morcelliana, Brescia, 2008, pp. 198, € 12,50.

http://www.webster.it/libri-morte_cerebrale_trapianto_organi_becchi-9788837222406.htm

http://www.politeia-centrostudi.org/doc/SCHEDE%20LIBRI/becchi,%20morte%20cerebrale.pdf


Leia também outras referências sobre o mesmo assunto:

Transplantes: Revista dos Anestesistas recomenda em Editorial realização de anestesia geral nos doadores para que não sintam dor durante a retirada de seus órgãos. Se estão mortos para que a recomendação de anestesia geral?

” IF a person was not dead, they should not be baving their organs taken away.”

Se uma pessoa não está morta, não deveria ter seus órgãos retirados.

” IF a patient is not sedated during procedures to remove heart, lung, liver and pancreas, there is often an alarming and dramatic response from the body”

Se um paciente não está sedado durante os procedimentos para remover coração, pulmão, fígado e pancreas, há freguentemente uma alarmante e dramatica reação de seu corpo.

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/05/transplantes-revista-dos-anestesistas-recomenda-em-editorial-realizacao-de-anestesia-geral-nos-doadores-para-que-nao-sintam-dor-durante-a-retirada-de-seus-orgaos-se-estao-mortos-para-que-a-recomend/

Artigo publicado na Revista Ciência Hoje, número 161

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Endereço deste artigo neste espaço:

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/08/falhas-no-diagnostico-de-morte-encefalica-valor-terapeutico-da-hipotermia/

Editorial da Revista Ciência Hoje, número 161:

https://biodireitomedicina.wordpress.com/category/editoriais-morte-encefalica/page/3/

Artigo original: https://biodireitomedicina.files.wordpress.com/2009/01/revista-ciencia_hoje-morte-encefalica.pdf

https://biodireitomedicina.wordpress.com/category/editoriais-morte-encefalica/page/2/

Editorial da Revista dos Anestesistas do Royal College of Anaesthetists da Inglaterra, de maio de 2000:

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/05/transplantes-revista-dos-anestesistas-recomenda-em-editorial-realizacao-de-anestesia-geral-nos-doadores-para-que-nao-sintam-dor-durante-a-retirada-de-seus-orgaos-se-estao-mortos-para-que-a-recomend/

Leia também no site da UNIFESP:

http://www.unifesp.br/dneuro/apnea.htm

http://www.unifesp.br/dneuro/mortencefalica.htm

http://www.unifesp.br/dneuro/brdeath.html

http://www.unifesp.br/dneuro/opinioes.htm

Revista de Neurociência da UNIFESP, de agosto de 1998:

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/04/morte-encefalica-um-diagnostico-agonizante-artigo-de-0898-da-revista-de-neurociencia-da-unifesp/

Brazilian Journal of Medical and Biological Research (1999) 32: 1479-1487 ISSN 0100-879X – “Implications of ischemic penumbra for the diagnosis of brain death”:

http://www.scielo.br/pdf/bjmbr/v32n12/3633m.pdf

Revista BMJ – British Medical Journal – debate internacional onde não foi demonstrada a validade dos critérios declaratóricos de morte vigentes:

http://www.bmj.com/cgi/eletters/320/7244/1266

Morte encefálica: o teste da apnéia somente é feito se houver a intenção de matar o paciente

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/11/morte-encefalica-o-teste-da-apneia-somente-e-feito-se-houver-a-intencao-de-matar-o-paciente/

Morte encefálica: carta do Professor Flavio Lewgoy

https://biodireitomedicina.wordpress.com/page/3/

A morte encefálica é uma invenção recente

https://biodireitomedicina.wordpress.com/page/4/

Morte encefálica: A honestidade é a melhor política

https://biodireitomedicina.wordpress.com/page/5/

Morte encefálica: O temor tem fundamento na razão

https://biodireitomedicina.wordpress.com/page/6/

Morte encefálica: Carta do Dr. César Timo-Iaria dirigida ao CFM acusando os erros declaratórios deste prognóstico de morte

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/13/morte-encefalica-carta-do-dr-cesar-timo-iaria-dirigida-ao-cfm-acusando-os-erros-declaratorios-deste-prognostico-de-morte/

Referências correlacionadas:

QUESTIONAMENTO INTERPELATÓRIO JUDICIAL AO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA:

http://www.biodireito-medicina.com.br/website/internas/ministerio.asp?idMinisterio=149

INTRODUÇÃO ÀS RESPOSTAS DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA:

http://www.biodireito-medicina.com.br/website/internas/ministerio.asp?idMinisterio=150

RESPOSTAS DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA:

http://www.biodireito-medicina.com.br/website/internas/ministerio.asp?idMinisterio=151

RÉPLICA A ESTAS RESPOSTAS COM NOVE ANEXOS E CARTAS DE AUTORIDADES EM SAÚDE:

http://www.biodireito-medicina.com.br/website/internas/ministerio.asp?idMinisterio=108

A change of heart and a change of mind? Technology and the redefinition of death in 1968

http://www.sciencedirect.com/science?_ob=ArticleURL&_udi=B6VBF-3SWVHNF-R&_user=10&_rdoc=1&_fmt=&_orig=search&_sort=d&view=c&_acct=C000050221&_version=1&_urlVersion=0&_userid=10&md5=45715d0a00629ba39456d22a891613e6

Morte Suspeita – Editorial do Jornal do Brasil de 01.03.1999, Caderno Brasil, página 08

https://biodireitomedicina.wordpress.com/category/editoriais-morte-encefalica/page/4/

A dura realidade do tráfico de órgãos

Seminário sobre Morte Encefálica e Transplantes de 20.05.2003 na Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/14/seminario-sobre-morte-encefalica-e-transplantes-de-20052003-na-assembleia-legislativa-do-estado-do-rio-grande-do-sul/

Redefinindo morte: um novo dilema ético – publicado em 19 de janeiro de 2009, na Revista American Medical News

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/19/redefindo-morte-um-novo-dilema-etico/

“Brain Death” — Enemy of Life and Truth

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/22/“brain-death”—enemy-of-life-and-truth/

Movimento contesta uso do critério da morte cerebral – “Brain Death” — Enemy of Life and Truth

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/22/movimento-contesta-uso-do-criterio-da-morte-cerebral-“brain-death”-—-enemy-of-life-and-truth/

“Morte encefálica” — Inimiga da Vida e da Verdade – Declaração internacional em oposição à “morte encefálica” e ao transplante de órgãos vitais únicos

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/22/declaracao-internacional-em-oposicao-a-morte-encefalica-e-ao-transplante-de-orgaos-vitais-unicos-traduzido-para-portugues/

Tráfico de órgãos é uma realidade comprovada no Brasil e no exterior

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/27/trafico-de-orgaos-e-uma-realidade-comprovada-no-brasil/


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