Falta de luz solar piora estado de pessoas com depressão. Falta do hormônio-vitamina D

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Agência FAPESP

Escuridão e depressão

A falta de luz solar está ligada à redução de funções cognitivas entre pessoas com depressão, aponta um novo estudo publicado na revista Environmental Health.

O trabalho foi feito por pesquisadores da Universidade do Alabama e da Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, que usaram dados de satélites para medir a exposição à luz do Sol pelo território do país e relacionar as informações com a prevalência de problemas cognitivos em indivíduos com depressão.

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Foram utilizados dados de 14.474 pessoas, avaliadas em um levantamento feito com apoio dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH, na sigla em inglês) do país. “Observamos que entre os participantes com depressão a baixa exposição à luz estava associada com uma probabilidade mais elevada de prejuízo cognitivo”, disse Shia Kent, da Universidade do Alabama, primeiro autor do estudo.

Clima afeta a saúde

A associação não foi verificada entre os participantes do estudo que não tinham depressão.

“Essa relação continuou significativa após os ajustes feitos para as diferentes estações do ano. Essa descoberta de que o clima pode não apenas afetar o humor, mas também a cognição tem implicações importantes para o tratamento da depressão, particularmente para os distúrbios afetivos sazonais”, destacou.

Segundo os autores do estudo, os mecanismos psicológicos ligados à depressão sazonal também podem estar envolvidos no efeito da luz solar na função cognitiva no contexto dos sintomas depressivos.

Teste das funções cognitivas

Na pesquisa, a função cognitiva foi avaliada por meio de testes de memória de curto prazo e da orientação temporal. Assim com atua na regulação dos hormônios serotonina e melatonina, a luz também afeta o fluxo de sangue no cérebro, que, por sua vez, está relacionado a funções cognitivas.

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Os segredos da produção do hormônio-vitamina D – Artigo de John Cannell, MD – “Fatos não deixam de existir, apenas porque eles são ignorados.”


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“O primeiro fato que você já conhece.   A forma ativa de vitamina D é um hormônio esteróide, e o mais potente no corpo. Os hormônios esteroides funcionam por “desmascarar” o genoma. Isto é, eles habilitam a produção de proteínas e enzimas pelo seu equipamento genético, a essência da vida. Então a forma ativa de vitamina D age habilitando a expressão genética de proteínas e enzimas cruciais para a saúde em centenas de tecidos por todo o corpo. Este fato explica por que a deficiência de vitamina D é envolvida em tantas doenças diferentes.” (…)

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“O segundo fato mudou minha vida. Fez-me perguntar por quê?  O fato é o seguinte:  a maioria de nós produz mais ou menos 20.000 unidades de vitamina D após mais ou menos 20 minutos de sol de verão. (Para a maioria dos tipos de pele, um mínimo eritema por todo o corpo [vermelhidão leve] produzido pela luz de raios UVB resulta na produção de cerca de 20.000 unidades de colecalciferol.) Isto é mais ou menos 100 vezes mais vitamina D do que o governo diz que você precisa diariamente.” (…)

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O terceiro fato é mais complexo e tem a ver com a regulação singular do sistema hormonal esteróide da vitamina D. Os hormônios esteroides são moléculas fabricadas a partir do colesterol que atuam agindo sobre um receptor no genoma. Os sistemas hormonais esteroides são firmemente regulados pelo organismo. Quando os níveis estão muito baixos, o corpo fabrica mais hormônios. Quando aqueles níveis estão muito altos, o corpo produz menos. Mas não com a vitamina D.

 

Primeiramente, diferente de outros sistemas esteroides  o sistema da vitamina D necessita de ambos, colesterol e luz solar para iniciar. O corpo não tem nenhuma maneira de obter vitamina D a menos que você entre em contato com o sol ou tome suplementos. Lembre, diferentemente de todos os outros hormônios esteroides  o corpo não pode fabricar sua própria vitamina D a partir do colesterol. Ele necessita de raios de sol também.

 

Claro, até mais ou menos 300 anos atrás, os humanos sempre tiveram muitos raios solares. (…)

 

Este complexo terceiro conjunto de fatores fortemente implica numa severa deficiência difundida entre os seres humanos modernos.  Quando os sistemas de hormônio de esteróide são ligados a pleno, sem desligamento periódico, isto normalmente significa que o corpo está sempre pedindo por mais!  Uma vez que poucos de nós vivemos desnudos sob o sol, nossos sistemas de vitamina D estão secos, nossos tanques de calcidiol estão sempre com o ponteiro na reserva, nossos tecidos estão famintos por mais desse hormônio esteróide, O MAIS POTENTE DO CORPO e, talvez por isso, as doenças de nossa civilização estejam cada vez mais disseminadas.

 

É por isso toda essa estapafúrdia sobre o assunto…

 

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(…) Isso implica que os níveis de Vitamina D nos tecidos podem estar cronicamente esvaziados nos humanos modernos.  Além disso, nós não temos nenhum método fácil de saber se nós estamos depletados, uma vez que isso se tornou um estado humano padrão.

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Então o que limita a quantia de calcitriol nos tecidos? A pele.

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Trad.: José Carlos Brasil Peixoto

Você viu os recentes artigos sobre a vitamina D na Newsweek e no Boston Globe?  A manchete do artigo da Newsweek era: “Estão os americanos morrendo por falta da vitamina D?” E por que toda essa agitação sobre a vitamina D?

 

Todos nós sabemos que a vitamina D (colecalciferol) é crucial para sua saúde. Mas a vitamina D é realmente uma vitamina? Está presente nas comidas que os humanos normalmente consomem? Embora exista em algum percentual na gordura do peixe, a vitamina D não está em nossas dietas a não ser que os humanos artificialmente incrementem um produto alimentar, como o leite enriquecido com vitamina D. A natureza planejou que você a produzisse em sua pele, e não a colocasse direto em sua boca.

 

Então, seria a vitamina D realmente uma vitamina?

 

Diferentemente de qualquer outra vitamina, a vitamina D é realmente um pró-hormônio. O seu corpo é a única fonte do potente hormônio esteróide chamado calcitriol. Como isso naturalmente acontece? Primeiro, sua pele produz vitamina D quando a luz solar atinge uma molécula de pré-colesterol. Então seu fígado converte a vitamina D na forma de armazenamento chamado calcidiol (25-hidroxi vitamina D). O corpo armazena o calcidiol no sangue e na gordura para uso posterior.

 

(Seu médico pode medir o calcidiol com um exame de sangue para descobrir se você apresenta deficiência de vitamina D. Os níveis ideais de calcidiol [25-hidroxi vitamina D] estão entre 35-65 ng/ml [87-162 nm/L], ao longo do ano.)

Se você tiver suficiente calcidiol em seu sangue, então as “coisas realmente acontecem”. Um pouco de calcidiol vai para os rins para ajudar a manter os níveis de cálcio no sangue, mas o mais importante acontece nos seus tecidos. Os tecidos por toda parte do seu corpo convertem calcidiol em calcitriol. O calcitriol, ou vitamina D ativa, é o hormônio esteróide mais potente do corpo humano. É ativo em quantidades medidas em pico gramas ou 1/1.000.000.000.000 de um grama.

 

Como os todos os hormônios esteroides, o calcitriol funciona ligando seus genes. Isto é, em centenas de tecidos por todo o seu corpo, o calcitriol expõe seu genoma! Ele dá o sinal para seus genes produzirem centenas de enzimas e proteínas cruciais para manter a saúde e lutar contra doenças.

 

 

Obtendo Sua Porção de Vitamina D

 

Tudo isso acontece, só se você conseguir suficiente vitamina D a partir dos raios do sol ou de suplementos. Se você é um dos que evitam totalmente o sol, pesquisas recentes indicam que você precisa mais ou menos 4.000 unidades de vitamina D em um dia! Então você não vai conseguir suficiente vitamina D a partir do leite (a menos que você beba 40 copos por dia) ou de um multi-vitamínico (a menos que você ingira mais ou menos 10 tabletes por dia), aliás, nada disso é recomendado.

 

Se você não conseguir a vitamina D do modo como a Mãe Natureza pretendeu, a partir do raio do sol, você precisa tomar suplementos de vitamina D. Muitos de nós conseguimos muito mais vitamina D dos raios solares do que nós imaginamos, mas a maioria tem uma necessidade de mais ou menos 2.000 unidades extras por dia. Cada vez mais a Internet e lojas de suplementos alimentares e de saúde vendem vitamina D.

 

Tenha certeza de que a vitamina D que você compra é puro colecalciferol. Não compre uma preparação adicionada com vitamina A. Apenas puro colecalciferol.

 

Muitas das doenças de civilização moderna – câncer, doença de coração, diabete, hipertensão, doença periodental, depressão e até obesidade – estão agora claramente associados com a deficiência de vitamina D. Mas uma associação não é o mesmo que uma relação de causa e efeito. A deficiência de vitamina D causa muitos casos dessas doenças da civilização moderna? Nós apenas não sabemos. Nós precisamos dos Institutos Nacionais de Saúde para financiar mais pesquisa em vitamina D. Até agora, porém, eles recusaram.

 

Se você quiser entender a vitamina D, você precisa reconhecer três fatos que têm sido geralmente ignorado por quase todos exceto alguns cientistas da vitamina D.  Aldous Huxley uma vez disse, “Fatos não deixam de existir, apenas porque eles são ignorados.”  Dois destes fatos ignorados são questões simples e um terceiro é mais complexo.

 

 

O Hormônio Esteróide

 

O primeiro fato que você já conhece.  A forma ativa de vitamina D é um hormônio esteróide, e o mais potente no corpo. Os hormônios esteróides funcionam por “desmascarar” o genoma. Isto é, eles habilitam a produção de proteínas e enzimas pelo seu equipamento genético, a essência da vida. Então a forma ativa de vitamina D age habilitando a expressão genética de proteínas e enzimas cruciais para a saúde em centenas de tecidos por todo o corpo. Este fato explica por que a deficiência de vitamina D é envolvida em tantas doenças diferentes.

 

O segundo fato mudou minha vida. Fez-me perguntar por quê? O fato é o seguinte: A maioria de nós produz mais ou menos 20.000 unidades de vitamina D após mais ou menos 20 minutos de sol de verão. (Para a maioria dos tipos de pele, um mínimo eritema por todo o corpo [vermelhidão leve] produzido pela luz de raios UVB resulta na produção de cerca de 20.000 unidades de colecalciferol.) Isto é mais ou menos 100 vezes mais vitamina D do que o governo diz que você precisa diariamente.

 

Pergunte a si mesmo: por quê? Por que os seres humanos fariam tanta vitamina D, com tanta rapidez? Eu pensei sobre isto, estudei livros de ensino, pesquisei na literatura médica, perguntei a todos os peritos, e dediquei o resto de minha vida profissional a fazer outras pessoas a se perguntarem “por quê?” Por que nós teríamos um sistema hormonal esteróide que faz tanto substrato com tanta rapidez?

 

A única resposta que qualquer um pode apresentar é: “Provavelmente seja por uma boa razão.” A ciência não sabe por quê. Os biólogos sabem que a natureza não projeta sistemas tão complexos quanto o sistema hormonal esteróide da vitamina D sem alguma razão. A ciência médica simplesmente não sabe por que nós temos a capacidade para produzir tanta vitamina D tão depressa.

 

Se você pensar sobre isso por um tempo razoável, você também concluirá que é provavelmente para uma boa razão. Embora nós não saibamos por que, alguns cientistas têm tentado descobrir porque, e perdem o fôlego nas explosivas possíveis implicações.

 

Este segundo fato também diz a você algo sobre a condição humana normal – e o atual desvio de conduta. Antes de nós começarmos a viver em edifícios e carros, vestindo roupas protetoras contra o sol e besuntando em bloqueadores solares, nós lavrávamos e caçamos. E antes disso, nós procurávamos por alimentos, desnudos sob o sol subequatorial africano por mais de um milhão de anos.

 

Quanta vitamina D nós obtínhamos então? Muita.

 

Nós começamos a movermos para os interiores durante a revolução industrial e agora o movimento está quase completo.  Alguns de nós ficamos por dias, semanas, ou até meses sem deixar que um único raio de sol atinja nossa pele e produza vitamina D. Se nós formos ao sol, nossos dermatologistas nos repreendem.   Tanto faz se é bom ou ruim, esta forma de existência é aberrante para a espécie. A “moderna” evitação ao sol é um erro de conduta para o homo sapiens.

 

Uma vez que nós produzimos mais ou menos 20.000 unidades de vitamina D com alguns minutos de raio de sol (talvez 10.000 unidades após nossa pele ficar bronzeada), foi assim que o ser humano fez para ter muita vitamina D a cada dia, até muito recentemente. Agora, a maior parte de nós obtém muito pouco. Isto é simplesmente um desvio.

 

 

Controlando Natureza?

 

O terceiro fato é mais complexo e tem a ver com a regulação singular do sistema hormonal esteróide da vitamina D. Os hormônios esteroides são moléculas fabricadas a partir do colesterol que atuam agindo sobre um receptor no genoma. Os sistemas hormonais esteroides são firmemente regulados pelo organismo. Quando os níveis estão muito baixos, o corpo fabrica mais hormônios. Quando aqueles níveis estão muito altos, o corpo produz menos. Mas não com a vitamina D.

 

Primeiramente, diferente de outros sistemas esteroides  o sistema da vitamina D necessita de ambos, colesterol e luz solar para iniciar. O corpo não tem nenhuma maneira de obter vitamina D a menos que você entre em contato com o sol ou tome suplementos. Lembre, diferentemente de todos os outros hormônios esteroides  o corpo não pode fabricar sua própria vitamina D a partir do colesterol. Ele  necessita de raios de sol também.

 

Claro, até mais ou menos 300 anos atrás, os humanos sempre tiveram muitos raios solares.

 

Lembre, a ação real está nos tecidos.  O sistema de vitamina D autócrino (para a própria célula) e parácrino (para as células vizinhas) parecem estarem ligados a pleno o tempo todo. (Em termos científicos, a constante de Michaelis Menton nunca é alcançada plenamente até que ocorra o pleno equilíbrio das taxas de concentração dos substratos fisiológicos de ambas, a produção de calcidiol do fígado e da produção de calcitriol dos tecidos.)

 

O sistema direto de retroalimentação negativa (direct negative feedback) não parece estar operando em níveis fisiológicos para ambas as produções de calcidiol no fígado e calcitriol nos tecidos. Isso implica que os níveis nos tecidos podem estar cronicamente esvaziados nos humanos modernos. Além disso, nós não temos nenhum método fácil de saber se nós estamos depletados, uma vez que isso se tornou um estado humano padrão.

 

Se a produção de tecido de calcitriol está ligada a pleno, o tempo todo, o que previne a toxicidade da vitamina D nos humanos que vivem sob o sol?  Primeiro muito da vitamina D você produz é excretado pela bílis. O mesmo pode ser verdade para muito do calcidiol que seu fígado produz. Além disso, existem numerosos outros metabólitos da vitamina D. Então, apenas mais ou menos 1/1000 de seu calcidiol é transformado em calcitriol.  Dito isso, a produção nos tecidos de calcitriol está ainda correndo a pleno sob concentrações normais do substrato calcidiol.

 

Então o que limita a quantia de calcitriol nos tecidos? A pele.

 

Depois de você produzir mais ou menos 20.000 unidades, os raios de sol começam a destruir vitamina D na pele. Em outras palavras, a mesma luz solar que produz vitamina D é a primeira a iniciar o seu processo de degradação. A produção equivale à destruição.

 

Como a produção de calcitriol nos tecidos e a criação de calcidiol no fígado sempre funcionam abaixo de sua capacidade bioquímica, isso significa que o processo limitador das taxas do hormônio esteroide mais potente do corpo humano parece recair sobre a pele.  De certo modo, isso recai sobre seu comportamento, sua escolha em andar ao sol – ou não. Isto é biologicamente inigualável para qualquer um de todos os hormônios esteroides.]

 

Este complexo terceiro conjunto de fatores fortemente implica numa severa deficiência difundida entre os seres humanos modernos.  Quando os sistemas de hormônio de esteróide são ligados a pleno, sem desligamento periódico, isto normalmente significa que o corpo está sempre pedindo por mais!  Uma vez que poucos de nós vivemos desnudos sob o sol, nossos sistemas de vitamina D estão secos, nossos tanques de calcidiol estão sempre com o ponteiro na reserva, nossos tecidos estão famintos por mais desse hormônio esteróide, O MAIS POTENTO DO CORPO, e, talvez por isso, as doenças de nossa civilização estejam cada vez mais disseminadas.

 

É por isso toda essa estapafúrdia sobre o assunto…

 

Saiba mais sobre o assunto no site:

http://www.vitamindcouncil.org

Conheça melhor o autor:

http://www.vitamindcouncil.org/cannellBiography.shtml

Morte pela Medicina – Death by Medicine

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O artigo relata com objetividade e ampla bibliografia um rol de causas médicas e hospitalares de doenças e mortes que estão se ampliando a ponto de deixar de serem exceções para serem regras, e também aponta o envolvimento geral de médicos e revistas médicas com os interesses da indústria farmacêutica, comandando as prescrições para a medicação alopata,  subordinando a pesquisa acadêmica a estes interesses.

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

O artigo está disponível na íntegra para download neste link:   Death by Medicine

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Seguem trechos deste artigo, Death by Medicine:

Medical Ethics and Conflict of Interest in Scientific Medicine

Medical Conflicts of Interest

Medical Conflicts of Interest (Photo credit: Mike Licht, NotionsCapital.com)

Jonathan Quick, director of essential drugs and medicines policy for the World Health Organization (WHO), wrote in a recent WHO bulletin: “If clinical trials become a commercial venture in which self-interest overrules public interest and desire overrules science, then the social contract which allows research on human subjects in return for medical advances is broken.”(19)
As former editor of the New England Journal of Medicine , Dr. Marcia Angell struggled to bring greater attention to the problem of commercializing scientific research. In her outgoing editorial entitled “ Is Academic Medicine for Sale?” Angell said that growing conflicts of interest are tainting science and called for stronger restrictions on pharmaceutical stock ownership and other financial incentives for researchers:(20) “When the boundaries between industry and academic medicine become as blurred as they are now, the business goals of industry influence the mission of medical schools in multiple ways.” She did not discount the benefits of research but said a Faustian bargain now existed between medical schools and the pharmaceutical industry.


Angell left the New England Journal in June 2000. In June 2002, the New England Journal of Medicine announced that it would accept journalists who accept money from drug companies because it was too difficult to find ones who have no ties. 

Another former editor of the journal, Dr. Jerome Kassirer, said that was not the case and that plenty of researchers are available who do not work for drug companies.(21) According to an ABC news report, pharmaceutical companies spend over $2 billion a year on over 314,000 events attended by doctors.

The ABC news report also noted that a survey of clinical trials revealed that when a drug company funds a study, there is a 90% chance that the drug will be perceived as effective whereas a non-drug-company-funded study will show favorable results only 50% of the time. It appears that money can’t buy you love but it can buy any “scientific” result desired.


Cynthia Crossen, a staffer for the Wall Street Journal, in 1996 published Tainted Truth : The Manipulation of Fact in America , a book about the widespread practice of lying with statistics.(22) Commenting on the state of scientific research, she wrote: “The road to hell was paved with the flood of corporate research dollars that eagerly filled gaps left by slashed government research funding.” Her data on financial involvement showed that in l981 the drug industry “gave” $292 million to colleges and universities for research. By l991, this figure had risen to $2.1 billion.

(…)

“Pharmaceutical and Medical-Device Industries


1. About two-thirds of the industry’s $9.4 billion budget went to drug research; device manufacturers spent the remaining one-third.
2. In addition to R&D, the medical industry spent 24% of total sales on promoting their products and 15% of total sales on development.
3. Total marketing expenses in 1990 were over $5 billion.
4. Many products provide no benefit over existing products.
5. Public and private health care consumers buy these products.
6. If health care spending is perceived as a problem, a highly profitable drug industry exacerbates the problem.

 

Cover of "Tainted Truth: The Manipulation...

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(…)

WHAT REMAINS TO BE UNCOVERED
Our ongoing research will continue to quantify the morbidity, mortality, and financial loss due to:
1. X-ray exposures (mammography, fluoroscopy, CT scans).
2. Overuse of antibiotics for all conditions.
3. Carcinogenic drugs (hormone replacement therapy,* immunosuppressive and prescription drugs).
4. Cancer chemotherapy(70)
5. Surgery and unnecessary surgery (cesarean section, radical mastectomy, preventive mastectomy, radical hysterectomy, prostatectomy, cholecystectomies, cosmetic surgery, arthroscopy, etc.).
6. Discredited medical procedures and therapies.
7. Unproven medical therapies.
8. Outpatient surgery.
9. Doctors themselves.

(…)

 

UNNECESSARY HOSPITALIZATION
Nearly 9 million (8,925,033) people were hospitalized unnecessarily in 2001.(4) In a study of inappropriate hospitalization, two doctors reviewed 1,132 medical records. They concluded that 23% of all admissions were inappropriate and an additional 17% could have been handled in outpatient clinics. Thirty-four percent of all hospital days were deemed inappropriate and could have been avoided.(93) The rate of inappropriate hospital admissions in
1990 was 23.5%.(94) In 1999, another study also found an inappropriate admissions rate of 24%, indicating a consistent pattern from 1986 to 1999.(95) The HCUP database indicates that the total number of patient discharges from US hospitals in 2001 was 37,187,641,(13) meaning that almost 9 million people were exposed to unnecessary medical intervention in hospitals and therefore represent almost 9 million potential iatrogenic episodes.(4)

 

(…)

UNNECESSARY X-RAYS
When x-rays were discovered, no one knew the long-term effects of ionizing radiation. In the 1950s, monthly fluoroscopic exams at the doctor’s office were routine, and you could even walk into most shoe stores and see x-rays of your foot bones. We still do not know the ultimate outcome of our initial fascination with x-rays.
In those days, it was common practice to x-ray pregnant women to measure their pelvises and make a diagnosis of twins. Finally, a study of 700,000 children born between 1947 and 1964 in 37 major maternity hospitals compared the children of mothers who had received pelvic x-rays during pregnancy to those of mothers who did not. It found that cancer mortality was 40% higher among children whose mothers had been x-rayed.(88)
In present-day medicine, coronary angiography is an invasive surgical procedure that involves snaking a tube through a blood vessel in the groin up to the heart. To obtain useful information, X-rays are taken almost continuously, with minimum dosages ranging from 460 to 1,580 mrem. The minimum radiation from a routine chest x-ray is 2 mrem. X-ray radiation accumulates in the body, and ionizing radiation used in X-ray procedures has been shown to cause gene mutation. The health impact of this high level of radiation is unknown, and often obscured in statistical jargon such as, “The risk for lifetime fatal cancer due to radiation exposure is estimated to be 4 in one million per 1,000 mrem.”(89)
Dr. John Gofman has studied the effects of radiation on human health for 45 years. A medical doctor with a PhD in nuclear and physical chemistry, Gofman worked on the Manhattan Project, discovered uranium-233, and was the first person to isolate plutonium. In five scientifically documented books, Gofman provides strong evidence that medical technology—specifically x-rays, CT scans, and mammography and fluoroscopy devices—are a contributing factor to 75% of new cancers. In a nearly 700-page report updated in 2000, “Radiation from Medical Procedures in the Pathogenesis of Cancer and Ischemic Heart Disease: Dose-Response Studies with Physicians per 100,000 Population,”(90) Gofman shows that as the number of physicians increases in a geographical area along with an increase in the number of x-ray diagnostic tests performed, the rate of cancer and ischemic heart disease also increases. Gofman elaborates that it is not x-rays alone that cause the damage but a combination of health risk factors that include poor diet, smoking, abortions, and the use of birth control pills. Dr. Gofman predicts that ionizing radiation will be responsible for 100 million premature deaths over the next decade.
In his book, “Preventing Breast Cancer,” Dr. Gofman notes that breast cancer is the leading cause of death among American women between the ages of 44 and 55. Because breast tissue is highly sensitive to radiation, mammograms can cause cancer. The danger can be heightened other factors including a woman’s genetic makeup, preexisting benign breast disease, artificial menopause, obesity, and hormonal imbalance.(91)
Even x-rays for back pain can lead someone into crippling surgery. Dr. John E. Sarno, a well-known New York orthopedic surgeon, found that there is not necessarily any association between back pain and spinal x-ray abnormality. He cites studies of normal people without a trace of back pain whose x-rays indicate spinal abnormalities and of people with back pain whose spines appear to be normal on x-ray.(92) People who happen to have back pain and show an abnormality on x-ray may be treated surgically, sometimes with no change in back pain, worsening of back pain, or even permanent disability. Moreover, doctors often order x-rays as protection against malpractice claims, to give the impression of leaving no stone unturned. It appears that doctors are putting their own fears before the interests of their patients.

(…) 

Specific Drug Iatrogenesis: Cancer Chemotherapy

 
In 1989, German biostatistician Ulrich Abel, PhD, wrote a monograph entitled “Chemotherapy of Advanced Epithelial Cancer.” It was later published in shorter form in a peer-reviewed medical journal.(70) Abel presented a comprehensive analysis of clinical trials and publications representing over 3,000 articles examining the value of cytotoxic chemotherapy on advanced epithelial cancer. Epithelial cancer is the type of cancer with which we are most familiar, arising from epithelium found in the lining of body organs such as the breast, prostate, lung, stomach, and bowel. From these sites, cancer usually infiltrates adjacent tissue and spreads to the bone, liver, lung, or brain. With his exhaustive review, Abel concluded there is no direct evidence that chemotherapy prolongs survival in patients with advanced carcinoma; in small-cell lung cancer and perhaps ovarian cancer, the therapeutic benefit is only slight. According to Abel, “Many oncologists take it for granted that response to therapy prolongs survival, an opinion which is based on a fallacy and which is not supported by clinical studies.”
Over a decade after Abel’s exhaustive review of chemotherapy, there seems no decrease in its use for advanced carcinoma. For example, when conventional chemotherapy and radiation have not worked to prevent metastases in breast cancer, high-dose chemotherapy (HDC) along with stem-cell transplant (SCT) is the treatment of choice. In March 2000, however, results from the largest multi-center randomized controlled trial conducted thus far showed that, compared to a prolonged course of monthly conventional-dose chemotherapy, HDC and SCT were of no benefit, (71) with even a slightly lower survival rate for the HDC/SCT group. Serious adverse effects occurred more often in the HDC group than the standard-dose group. One treatment-related death (within 100 days of therapy) was recorded in the HDC group, but none was recorded in the conventional chemotherapy group. The women in this trial were highly selected as having the best chance to respond.
Unfortunately, no all-encompassing follow-up study such as Dr. Abel’s exists to indicate whether there has been any improvement in cancer-survival statistics since 1989. In fact, research should be conducted to determine whether chemotherapy itself is responsible for secondary cancers instead of progression of the original disease. We continue to question why well-researched alternative cancer treatments are not used.

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Mercúrio é ainda mais perigoso no mar

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Agência FAPESP

 

As concentrações de mercúrio em água doce são muito maiores do que as encontradas em água salgada. Entretanto, ao serem ingeridos, são os peixes de mar que oferecem mais riscos à saúde humana.

A afirmação é de um estudo feito por pesquisadores da Universidade Duke, nos Estados Unidos, e publicado neste domingo (27/6/2010) no site da revista Nature Geoscience.

O motivo é a própria água do mar. A versão potencialmente perigosa do mercúrio é o metilmercúrio (C2H6Hg), que se une à matéria orgânica dissolvida em água doce e, no mar, liga-se ao cloreto, ou seja, ao próprio sal.

“O modo mais comum por meio do qual a natureza transforma o metilmercúrio em uma forma menos tóxica é por meio da ação da luz solar. Quando o metilmercúrio é ligado à matéria orgânica dissolvida, como plantas ou animais decompostos, a luz do sol quebra a molécula”, disse Heileen Hsu-Kim, professora assistente de engenharia civil da Universidade Duke e um dos autores do estudo.

“Entretanto, na água do mar, o metilmercúrio permanece fortemente ligado ao cloreto, não sendo degradado com facilidade pela luz solar. Nessa forma, ele será ingerido por animais marinhos”, explicou.

O metilmercúrio é uma neurotoxina potente que, uma vez ingerida, pode provocar problemas nos rins, no sistema nervoso e até mesmo morte. A ingestão da substância é particularmente perigosa nos casos de gravidez, podendo causar problemas neurológicos na criança.

Como peixes e frutos do mar têm tendência natural de armazenar metilmercúrio em seus órgãos, eles são a principal fonte de ingestão do metal em humanos.

Quando introduzido na cadeia alimentar, o mercúrio se torna bioacumulativo e acaba se concentrando em maiores quantidades nos organismos topo de cadeia. 

“A exposição ao mercúrio é consideravelmente elevada nos Estados Unidos. Um levantamento epidemiológico recente verificou que 8% das mulheres tinham níveis de mercúrio mais altos do que o limite considerado ideal. Uma vez que os humanos estão no topo da cadeia alimentar, qualquer quantidade de mercúrio nos alimentos se acumula em nosso corpo”, disse Heileen.

Segundo a cientista, o estudo reforça a importância de direcionar pesquisas e políticas de controle do mercúrio para a água salgada.   Até hoje, a maior parte dos esforços tem sido direcionada à presença do metal em água doce.

Atualmente, destaca Heileen, cientistas contam com tecnologia capaz de medir com eficácia as concentrações de mercúrio na água do mar, que são menores – e, portanto, mais difíceis de identificar – do que na água doce.

“Como o metilmercúrio não é quebrado pela luz solar na água do mar, sua vida é muito maior ali do que na água doce”, disse. O mercúrio chega à água por muitas rotas. As fontes mais importantes são a combustão de carvão, o refino de ouro e de outros metais não ferrosos e erupções vulcânicas.

 

 

Nature Geoscience

O artigo Photolytic degradation of methylmercury enhanced by binding to natural organic ligands (doi: 10.1038/ngeo892), de Tong Zhang e Heileen Hsu-Kim, pode ser lido por assinantes da Nature Geoscience em www.nature.com/ngeo.

 

Fonte: http://www.institutoecofaxina.org.br/2010/07/estudo-mostra-que-mercurio-e-ainda-mais.html

 

Peixes contaminados por poluição atmosférica

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O Serviço de Levantamento Geológico americano revela como a poluição por mercúrio contamina frutos do mar no Pacífico Norte. O estudo mostra, pela primeira vez, a relação entre as emissões globais de mercúrio e a contaminação de atum e outros tipos de vida marinha no oceano Pacífico Norte.

 Aumenta a concentração de mercúrio no oceano

A pesquisa realizada pelo Serviço de Levantamento Geológico (USGS, na sigla em inglês) documenta a formação de metilmercúrio  uma forma altamente tóxica de mercúrio que se acumula rapidamente na cadeia alimentar em níveis que podem provocar sérios danos à saúde de pessoas que consomem frutos do mar.  Cientistas já sabem que o mercúrio depositado da atmosfera pode ser transformado em metilmercúrio, mas os estudos se restringiram apenas à transformação em si.

O USGS mostrou que o metilmercúrio é produzido em profundidades médias das águas oceânicas, por um processo ligado à “chuva do oceano”. Algas, produzidas em águas superficiais, que recebem luz solar, morrem rapidamente e “se precipitam” oceano abaixo. Essas algas são decompostas por bactérias e a interação do processo de decomposição com o mercúrio forma o metilmercúrio.

Com a propagação dos elos da cadeia alimentar, predadores como o atum são contaminados pelo metilmercúrio contido nos peixes que consomem.

O estudo revelou a importância do longo alcance da movimentação do mercúrio no oceano que se origina no oeste do Pacífico, ao longo da costa da Ásia, avalia David Krabbenhoft, cientista do USGS e co-autor do estudo. “Pesquisadores que estudam o mercúrio normalmente procuram na atmosfera a fonte desse elemento, produzida por emissões de instalações que utilizam combustão no continente”, observa Krabbenhoft.  “Neste estudo, no entanto, a trajetória do mercúrio é um pouco diferente. Aparentemente, o recente aumento de mercúrio em amostras de água do oceano Pacífico foi provocado por emissões provenientes de partículas radioativas próximas da costa da Ásia.  As águas contaminadas são transportadas para leste por correntes de circulação oceânica de longo alcance”.

“Esse estudo inédito é fundamental para a saúde e segurança das pessoas e da vida selvagem, porque nos ajuda a entender a relação entre as emissões atmosféricas de mercúrio e as concentrações desse elemento em peixes”, avalia Ken Salazar, Secretário do Interior da administração Obama.

Cientistas preveem um aumento adicional de 50% na concentração de mercúrio no oceano Pacífico até 2050 se as taxas de emissão continuarem nos mesmos níveis. As amostras de água retiradas pelo USGS mostram que os níveis de mercúrio, em 2006 eram, aproximadamente, 30% mais altos que os medidos em meados da década de 90.

“A pesquise permite entender melhor como níveis perigosos de mercúrio se deslocam no ar, na água e nos alimentos, além de alertar sobre ameaças sérias à saúde das pessoas do mundo todo”, acrescenta Lisa Jackson, administradora da Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês).

As amostras de água do Pacífico foram coletadas em 16 pontos diferentes entre Honolulu, Havaí e Kodiak, no Alasca. Também foram feitas simulações relacionando emissões atmosféricas, transporte e deposição de mercúrio em um modelo de circulação oceânica.

De acordo com Elsie Sunderland, da Harvard University, co-autora do estudo, nos Estados Unidos, cerca de 40% da contaminação por mercúrio decorre do atum pescado no oceano Pacífico. Como mulheres grávidas, que consomem esses peixes podem transmitir os efeitos da contaminação para seus filhos, a EPA e a Agência de Fármacos e Alimentos (FDA, na sigla em inglês) elaborou um guia de consumo de peixe para gestantes e mães que estão amamentando.

Os resultados desse estudo foram publicados em 1º de maio na Global Biogeochemical Cycles. Entre os autores, além de Krabbenhoft e Sunderland estão John Moreau, daUniversity of Melbourne, Austrália, William Landing da Florida State University e Sarah Strode da Harvard University.


Fonte: Scientific American Brasil

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Temporada de nascimento. Baixa Exposição à Luz Solar – deficiência de Vitamina D é associada com risco elevado de esquizofrenia

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Este trabalho refere-se a períodos de estações do hemisfério norte.  No hemisférios sul os meses correspondentes são opostos.
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Risco relativo de esquizofrenia dependendo do mês de nascimento

De acordo com um artigo da revista New Scientist, uma pesquisa sugere que pessoas que desenvolvem esquizofrenia na Europa e América do Norte são mais prováveis de terem nascido no inverno e começo da primavera (Fevereiro e Março no Hemisfério Norte).

Em outras palavras, os indivíduos nascidos durante esses meses tem uma ligeira maior incidência que a média de desenvolver esquizofrenia, enquanto que indivíduos nascidos em Agosto e Setembro tem uma incidência ligeiramente menor que a média. Parece haver uma diferença de 10% no risco de desenvolver esquizofrenia entre os meses de nascimento de alto risco (Inverno e Primavera) e de baixo risco.

Uma possível razão que os pesquisadores acreditam que possa explicar essa temporada de risco de esquizofrenia é a associação entre os nascimentos ocorridos no inverno/primavera e a esquizofrenia possivelmente causada pela exposição à luz solar. Uma carência de luz solar (por exemplo, durante os dias mais curtos do inverno) poderia levar à deficiência de vitamina D, que os cientistas acreditam poder alterar o desenvolvimento do cérebro da criança no útero da mãe e após o nascimento.

O que fazer: Para um risco reduzido de esquizofrenia, a mãe poderá se certificar de receber pelo menos o dobro da dose recomendada de vitamina D regularmente antes e durante a gravidez. Em um recente estudo sobre deficiência de vitamina D durante a gravidez, a Dra. Lisa Badner observou que “Enquanto várias vitaminas pré-natais contem 400 unidades internacionais (IU) de vitamina D, absorver por volta de 1.000 seria o preferível“. A vitamina D pode ser adquirida como suplemento nutricional que não precise de prescrição médica, ou pode ser incluído na compra em supermercados de leites e sucos de laranja.

Um casal planejando uma criança também pode tentar marcar o parto para um período fora do intervalo entre “inverno e primavera” (intervalos que foram implicados como mais suscetíveis a um número maior que a média de pessoas nascidas que futuramente desenvolvem esquizofrenia). Pesquisas sugerem que os meses de nascimento que tem menor risco são Julho até Outubro.

Fonte (sem tradução): http://www.schizophrenia.com/prevention/season.html (tem mais nesse link, um deles que sugere que o nível adequado de vitamina D seria de 2000 IU durante o primeiro ano de vida).

E que o protetor solar não causa deficiência de vitamina D, apenas reduz o risco real de câncer de pele, sendo que 90% desses são causados por muita exposição ao Sol com a pele desprotegida. Outro problema associado com falta de vitamina D na infância é o raquitismo – amolecimento dos ossos.

Risk factors in schizophrenia. Season of birth, gender, and familial risk.

The risk for schizophrenia among first-degree relatives of schizophrenic probands obtained from an epidemiological sample using family history methods was examined to determine whether month of birth of the proband was associated with familial risk.

The results of this study of the first-degree relatives of 106 female schizophrenics and 275 male schizophrenics suggested that the relatives of probands born in the months February to May had the highest risk, although the association between month of birth and familial risk among the male probands was present only for those relatives who had onset of schizophrenia before the age of 30.

Prenatal

Um número de fatores durante o desenvolvimento do feto pode resultar num pequeno aumento no risco de esquizofrenia futuramente na vida incluindo: hipoxia (deficiência de oxigênio nos tecidos orgânicos), e infecção, estresse ou má nutrição da mãe.

Pessoas diagnosticadas com esquizofrenia são mais suscetíveis a terem nascido no inverno ou primavera (pelo menos no hemisfério norte). Isso pode se dever aos níveis elevados de exposições virais no útero.

Que fatores ambientais são importantes?

A meta-analysis has shown that patients with schizophrenia are more likely to have experienced obstetric complications, in particular premature birth, low birth weight, and perinatal hypoxia.

Eles também são mais prováveis de terem nascido no fim do inverno e começo da primavera, possivelmente refletindo exposições virais intra-uterinas. Esses riscos ambientais prematuros aparentemente tem um efeito sutil no desenvolvimento cerebral.

In adulthood different environmental stressors act — including social isolation, migrant status, and urban life — and this remains the case even when life events attributable to the incipient psychosis itself are excluded.

The way parents raise their children does not seem to have a major impact on future vulnerability, but families do have an important part to play in the course of the illness; patients with supportive parents do much better than those with critical or hostile ones.

Collectively, these risk factors point to an interaction between biological, psychological, and social risk factors that drive increasingly deviant development and finally frank psychosis.

Fontes:

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1914490/

Metabolismo da vitamina D no organismo

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Existem duas formas básicas de vitamina D: colecalciferol (vitamina D3) e ergocalciferol (vitamina D2). Ambas podem ser obtidas através de alimentos ou suplementos vitamínicos. A vitamina D3, porém, pode também ser produzida pelo nosso corpo. Através do colesterol que é consumido nos alimentos, conseguimos obter uma substância chamada 7-dehidrocolesterol. Este colesterol se deposita nas células da pele e, quando exposto à luz solar (raios UV-B), se transforma colecalciferol (vitamina D3).

Vitamina D

Tanto o colecalciferol (vitamina D3) quanto o ergocalciferol (vitamina D2) são formas inativas da vitamina D. Para que a vitamina D possa exercer seus efeitos no organismo, mais duas metabolizações são necessárias.

O processo se dá da seguinte maneira: as vitaminas D3 e D2 obtidas na alimentação e/ou exposição solar são transportadas para o fígado, onde serão transformadas em calcidiol (25-hidroxivitamina D). O calcidiol é a forma que o corpo usa para armazenar a vitamina D. Por isso, quando queremos saber se o paciente tem níveis adequados de vitamina D no corpo, dosamos no sangue os níveis de 25-hidroxivitamina D (25OH vit D).

Quando o organismo sente necessidade de agir sobre os níveis de cálcio do sangue e dos ossos, uma parte desta 25-hidroxivitamina D é transportada até o rins, onde sofrerá o último processo de metabolização, transformando-se em calcitriol (1,25-hidroxivitamina D), esta sim a forma ativa da vitamina D.

Portanto, resumindo, a obtenção e ativação da vitamina D podem seguir dois caminhos:

Fonte: http://www.mdsaude.com/2013/01/vitamina-d.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+mdsaude+(MD.Saude)

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