Legalização do aborto aumenta a mortalidade materna

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Gaudium Press

Quarta-feira, 18 de julho de 2012

A legalização do aborto aumenta a mortalidade materna, segundo afirma o diretor de pesquisas do Departamento de Saúde da Universidade do Chile, Elard Koch. O cientista disse em Puebla, no México, que são muitos os países da América espanhola que estão sendo pressionados para que legalizem o aborto, com consequências nefastas para as taxas de mortalidade materna.

O diretor citou o exemplo do Estado do México, onde a mortalidade materna aumentou em 15%. Por outro lado, Koch destacou que, no Chile, após a proibição do aborto, somada a um aumento na educação da mulher e a habilitação de políticas públicas, a taxa de mortalidade materna diminuiu de 41,3 para 12,7 mortes para cada 100 mil nascimentos.

Insistindo nessa linha, o pesquisador expressou que leis a favor do direito à vida fazem com que muitas mulheres que têm o aborto como opção desistam desta prática e concluam sua gravidez.

O diretor de pesquisas do Departamento de Saúde da Universidade do Chile insistiu que os fatores determinantes para reduzir a mortalidade materna são a educação e a definição de políticas públicas. (/BD)

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Educação, não legalização do aborto, reduz a mortalidade materna
Redação do Diário da Saúde

http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=educacao-aborto-mortalidade-materna

Uma análise científica de dados dos últimos 50 anos sobre a mortalidade materna do Chile concluiu que o fator mais importante na redução da mortalidade materna é o nível educacional das mulheres.

A equipe do Dr. Elard Koch, da Universidade Católica de Concepción, analisou o efeito sobre a mortalidade materna exercido pelo histórico educacional (escolaridade) e pelas políticas de saúde da mulher, incluindo a legislação que proibiu o aborto no Chile em 1989.

Os pesquisadores analisaram os fatores com probabilidade de afetar a mortalidade materna, tais como anos de escolaridade, renda per capita, taxa de fecundidade total, ordem de nascimento, abastecimento de água potável, esgoto sanitário e parto por pessoal qualificado.

“Educar as mulheres aumenta a capacidade que elas têm para acessar os recursos de saúde existentes, incluindo atendentes qualificados para o parto, e leva diretamente a uma redução no seu risco de morrer durante a gravidez e o parto”, diz Koch.

Aborto e morte das mães

Uma das descobertas mais significativas é que, ao contrário de suposições amplamente sustentadas, tornar o aborto ilegal no Chile não resultou em um aumento da mortalidade materna.

Os defensores da legalização do aborto argumentam que a ilegalidade leva as mulheres para clínicas ilegais, o que aumentaria sua mortalidade.

Na verdade, após o aborto tornar-se ilegal, em 1989, a Taxa de Mortalidade Materna (TMM) continuou a diminuir de 41,3 para 12,7 por 100.000 nascidos vivos – uma redução de 69,2%.

TMM é o número de mortes maternas relacionadas à gravidez, dividido pelo número de nascidos vivos.

“Definitivamente, o status legal do aborto não tem relação com as taxas globais de mortalidade materna,” destacou o Dr. Koch.

Modelo de saúde materna

Durante o período do estudo – 50 anos – a Taxa de Mortalidade Materna geral declinou dramaticamente, passando de 270,7 para 18,2 óbitos por 100.000 nascidos vivos entre 1957 e 2007 (93,8%), tornando Chile um modelo para a saúde materna em outros países.

As variáveis que afetam essa diminuição incluem os fatores previsíveis, como o acompanhamento do parto por atendentes qualificados, nutrição complementar para as mulheres grávidas e seus filhos nas clínicas de cuidados primários e escolas, instalações limpas e fertilidade.

Mas o fator mais importante, e aquele que aumentou o efeito de todos os outros, foi o nível educacional das mulheres.

Para cada ano adicional de escolaridade materna, houve uma diminuição correspondente na TMM de 29,3 por 100.000 nascidos vivos.

Estar indiferente à “legalização” do aborto e eleger candidatos indiferentes ao tema é o mesmo que dar “carta branca” para golpe de estado e ditadura civil

Aborto: debate na TV Justiça, no STF, em junho de 2007

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A enquete

está confusa, mas vejam que mesmo onde ela não está confusa, a opção com maior número de adesões de 56%  é  “não mudaria meu voto”  se o candidato fosse a favor do aborto.

Logo, há muito o que pensar …

Pois, há outro forte motivo que vem passando despercebido ou não interessa exibir quanto ao assunto aborto neste momento de eleições presidenciais  em segundo turno, como já aconteceu também no ano 2006.  A questão da proibição do aborto não é apenas uma “exigência pontual”, isolada, abstraída, e em detrimento de  “planos de governo” em sua totalidade;  visto que, diante da Constituição Federal em vigor, a chamada “legalização” do aborto somente poderia ocorrer se houvesse um golpe de estado.

E é sobre um golpe de estado que  está, portanto, questionado o eleitor quando questiona-se a validade da “legalização” do aborto sob a vigente Constituição Federal:

“Você votaria em seu candidato se ele fosse trabalhar em favor da tomada do poder por um grupo de pessoas sem que você soubesse?”

“Você votaria em seu candidato, se ele fosse agir como congressista ‘constituinte’ SEM que você o estivesse elegendo para uma Assembléia Constituinte?”

Esta é a lógica em prática no golpe de estado em andamento no Brasil.

As razões e fundamentos sobre o que está em jogo neste sentido da significação de “legalizar” o aborto ou via Poder Judiciário ou via Poder Legislativo, revogando cláusulas pétreas constitucionais, sem que se convoque uma nova Assembléia Constituinte, estão expostas nos capítulos e artigos contidos neste endereço:

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/09/19/video-e-textos-sobre-a-legalizacao-do-aborto-no-brasil/

Neste outro endereço, também existem graves considerações sobre o assunto como um todo, e que pessoas que não viveram na época da ditadura militar desconhecem, pois estão prestes a passar daquela para uma ditadura civil como cordeiros caminhando para o matadouro:

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2010/10/05/a-verdade-sobre-o-governo-lula-carlos-vereza/

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Pêsames aos brasileiros …., vão confirmar a frase de que “todo povo tem o governo que merece”.

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352
cgcoimbra@gmail.com
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