Dra. Manson da Harvard Medical School e principal pesquisadora: “A vitamina D pode ser mais importante agora do que nunca”

via Dra. Manson da Harvard Medical School e principal pesquisadora: “A vitamina D pode ser mais importante agora do que nunca”

 

“A vitamina D pode ser ainda mais importante agora do que nunca “, diz o Dr. JoAnn Manson, MD, DrPH, da Harvard Medical School e Brigham and Women’s Hospital. A Dr. Manson foi a pesquisadora principal e autora do estudo VITAL e suas publicações resultantes, que se concentraram nos efeitos da vitamina D e ômega-3 suplementares em resultados específicos de saúde , principalmente câncer e saúde cardiovascular. Agora, com a atual epidemia de coronavírus, ela está pedindo a todos que façam o possível para evitar a deficiência de vitamina D, através da exposição ao sol e suplementos, devido a evidências crescentes e emergentes de que o status da vitamina D pode estar relacionado ao risco de desenvolver COVID-19 doença e à sua gravidade .”

Vitamin D defense to strengthen immunity

França relata problemas cardíacos e mortes em quem usou hidroxicloroquina

Vitamin D, ex-chefe do CDC: risco de infecção por coronavírus pode ser reduzido pela vitamina D – Former CDC Chief Dr. Tom Frieden: Coronavirus infection risk may be reduced by Vitamin D

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O ALERTA DE SAÚDE PÚBLICA ERA OBRIGATÓRIO ANTES DO CARNAVAL

No Brasil, Passou o Carnaval sem antes haver alertas imperativos das autoridades da saúde de risco à saúde pública.

Médicos que alertaram sobre esse risco foram censurados.

O óbvio aconteceu, e somente começou a ser noticiado, assim que, não casualmente, terminou o Carnaval. O Coronavírus chegara no Brasil. Dentro do contexto negligente de controle de informações, apenas se noticiou pessoas infectadas que “teriam viajado para o exterior”, não se noticiou o óbvio: milhares de pessoas que viajaram do exterior para o Brasil para participar do Carnaval.

Impossível não ter sido essa a enorme “porta de entrada” desse vírus no Brasil. Total negligência do Poder Público, que somente pensou em seus interesses políticos de forma inquestionável neste País.

Agora, é imperativo que esse Poder Público forneça gratuitamente para a população o único restaurador natural da imunidade inata da pessoa, que é o Hormônio Vitamina D3, especialmente diante do fato que o comando de quarentena imposta a todo o Brasil está privando a população de se expor ao Sol, que em contato com a pele humana por 10 a 30 minutos diários, é sua fonte de produção por excelência para a manutenção da vida e da saúde normais.

A junção desses aspectos, coloca as autoridades responsáveis pela saúde pública federal diante de exame do Código Penal, pela ausência de alertas sobre os riscos apresentados pelo Carnaval, somados a convocações para manifestações públicas de interesse político privado, mas que afeta todos os demais que sequer compareceram a essas manifestações, e anterior Carnaval.

A questão envolve nos casos não letais  o  Artigo 132, por colocar em risco direto e imediato a saúde de terceiros.

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

Parte da notícia veiculada no link:

Assista o vídeo:

Former CDC Chief Dr. Tom Frieden: Coronavirus infection risk may be reduced by Vitamin D

As we race to develop effective treatments and a vaccine against COVID-19, people are looking to reduce their risk of getting sick. One thing that might help is as obvious as the sun in the sky and as close as your medicine cabinet – Vitamin D.

Higher COVID-19 mortality rates among older people and those with chronic conditions suggest that a weakened immune system contributes to poor outcomes. There are many crackpot claims about miracle cures floating around, but the science supports the possibility – although not the proof – that Vitamin D may strengthen the immune system, particularly of people whose Vitamin D levels are low.

Vitamin D supplementation reduces the risk of respiratory infectionregulates cytokine production and can limit the risk of other viruses such as influenza. A respiratory infection can result in cytokine storms – a vicious cycle in which our inflammatory cells damage organs throughout the body – which increase mortality for those with COVID-19. Adequate Vitamin D may potentially provide some modest protection for vulnerable populations.

This is especially important for people who are Vitamin D deficient – and, surprisingly, that might include more than 40 percent of US adults. People who live in the northern part of the U.S. are at greater risk of deficiency.

There is evidence of seasonality in some respiratory illnesses, including influenza and tuberculosis. A leading hypothesis is that seasonality is due to the reduction in Vitamin D because of decreased exposure to sunlight in winter months. There is no seasonality of influenza or tuberculosis in some tropical climates (such as south India), where weather – and sunlight exposure – remains more constant throughout the year.

 

When I worked in India, from 1996-2002, I requested that Centers for Disease Control and Prevention (CDC) send an epidemic intelligence officer in to investigate, and Dr. Lorna Thorpe, the lead author on the resulting study, found that there was more seasonality in the northern climates, which have a cool or cold winter season, and little or none in the southern areas of the country, which are hot all year around.

Right now, we don’t know if Vitamin D deficiency plays any role in the severity of COVID-19. But given the high prevalence of Vitamin D deficiency in this country, it is safe to recommend that people get the proper daily dosage of Vitamin D.

Most people’s bodies manufacture Vitamin D in the skin when exposed to the sun. About 15 minutes a day of direct sunlight is sufficient for many people’s bodies to manufacture enough Vitamin D; people with darker skin need longer exposure to sunlight to manufacture the same amount. In winter, people in northern latitudes may not be able to make any Vitamin D from sunlight. Sunscreen lengthens the exposure time needed

(…)

amedicas

Acute Respiratory Tract Infection and 25-Hydroxyvitamin D Concentration – A Systematic Review and Meta-Analysis – 2019

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Bibliografia científica sobre o “hormônio vitamina D” no tratamento e prevenção de infecções respiratórias.  Não é verdade a alegada “falta de publicações científicas” acenadas pelas autoridades de saúde pública e médicos desatualizados, ou charlatões da medicina, com interesses a reboque do lucro com a promoção da doença, ou com interesses na política rasa. Procure neste site pela categoria “Bibliografia Científica”, na coluna da esquerda e encontrará milhares de outra indicações científicas sobre esse assunto.

Celso Galli Coimbra

OABRS 11352

Article link:

Acute Respiratory Tract Infection and 25-Hydroxyvitamin D Concentration – A Systematic Review and Meta-Analysis – 2019

pills on gray background

Foto por cottonbro em Pexels.com

Organização Mundial da Saúde – Coronavírus – Covid – 19

 

Evidências científicas: falta imunidade inata em 90% da população mundial por carência de vitamina D – hormônio vital para a saúde

Evidências de que a vitamina D, cuja deficiência afeta 90% da população mundial, devido à falta de exposição de extensão significativa da pele descoberta ao sol forte, por pelo menos 10 minutos diários, e ao uso indiscriminado de filtros solares,  protege contra infecções virais (na realidade contra qualquer infecção, mas essas publicações enfatizam as infecções virais):

Link para o Google Academic

Publicações científicas sobre o poder do hormônio (chamado de Vitamina D) sobre as infecções virais. Ignoradas pelo Governo do Brasil e ainda rotuladas irresponsavelmente de “falsas”, em completa falta de capacidade cognitiva.

Holding vitamin capsule

Dr. Cícero Galli Coimbra, 14.03.2020

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Esse é o melhor antídoto contra o Coronavírus ou Covid-19

Entrevista com Dr. Cícero Galli Coimbra sobre coronavírus – Covid-19. Rádio Band FM – Foz do Iguaçu

Orientação do Dr. Cícero Galli Coimbra é posta em prática no Japão para contenção do Coronavírus e censurada no Brasil

 

“Como aumentar vitamina D no corpo para elevar a resistência à infecção viral”

 

 

Essa matéria foi publicada dia 27 de fevereiro de 2020, no portal PORTALMIE, onde poderá ser lido na íntegra, o que recomendamos.

No Brasil, às vésperas do Carnaval, houve a solicitação entre médicos ao médico brasileiro, Dr. Cícero Galli Coimbra, para orientar como se proteger contra o risco de contágio do novo coronavírus – Covid-19.

Ele explicou o que deve ser conferido no vídeo abaixo, e que tem a ver com a normalização da imunidade inata ou inespecífica, através de sua recuperação aos níveis necessários para prevenção da saúde, pelo consumo do hormônio erroneamente chamado de “vitamina D”, em doses de suplementação fisiológicas de 10.000 UIs diárias.

Leia a reportagem do site PORTALMIE, aqui há somente uma pequena parte.

A partir de hoje, dia 28 de fevereiro de 2020, voltaremos a publicar o material sobre esse importante assunto de saúde pública, com veiculação de vídeos e textos selecionados.

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

 

(…)

“A vitamina D é imprescindível para elevar a resistência do corpo contra infecções virais, por isso, veja como proceder.

Nesta época de epidemia de influenza e também da disseminação do novo coronavírus, o Covid-19, além dos polens do cedro na atmosfera, os quais podem causar polinose (kafunsho), entra em cena a vitamina D.

Erroneamente nomeada de vitamina, na verdade, é um hormônio, o qual aumenta a resistência a doenças infecciosas.”

Vitamina D reduz doenças infecciosas em 20%

“Vários estudos mostraram que a vitamina D previne a gripe. Por exemplo, uma equipe internacional de pesquisa colaborativa com o professor Mitsuyoshi Urashima, da Universidade de Medicina Jikei de Tóquio, fundiu 25 relatórios de todo o mundo examinando a relação entre administração de vitamina D e infecções do trato respiratório. Foram analisadas 11 mil pessoas.”

“Como resultado, aqueles que tomaram cápsulas de vitamina D tiveram 20% menos chances de desenvolver infecções respiratórias como influenza, bronquite e pneumonia do que aqueles que não tomaram.

“Em particular, naqueles que são deficientes em níveis de vitamina D no sangue, o grupo que tomou vitamina D teve 70% menos casos. Dessa forma confirmou-se o efeito da vitamina D na prevenção da gripe.”

Vitamina D pode prevenir Covid-19?

“Algumas pessoas no mesmo ambiente contraem a gripe e outras não. Algumas pessoas contraem a gripe todo inverno e outras nunca a tiveram. Isso ocorre em parte porque a deficiência de vitamina D reduz a resistência e as torna mais suscetíveis à influenza. A pneumonia causada pelo Covid-19 é uma infecção da doença respiratória como a influenza, por isso, pode-se esperar que a vitamina D possa prevenir novos tipos de pneumonia”, explicou o médico, diretor do Hospital Yokohama Aihara. “

Como aumentar o nível de vitamina D no corpo

“Há 3 formas de aumentar o nível desse hormônio no sangue. Veja como.

1 – Tomar sol 

“Para quem trabalha pode ser difícil tomar sol, mas se puder fazer um esforço vale a pena. O sol do meio-dia, ou no horário do almoço, é benéfico. No verão precisaria de 30 minutos mas no inverno, pelo menos 1 hora, no Japão. 

“Mas, para obter toda a quantidade necessária é preciso tomar sol diariamente com toda a área do corpo exposta, por 10 a 20 minutos, entre 11h e 14h, dependendo da cor da pele.

(…)

“O médico brasileiro que defende o uso da vitamina D recomenda dose diária de 10.000 IU por dia para quem tem pelo menos 50Kg de peso. No caso das crianças são 200 IU por quilo de peso. Então, se ela tem 20Kg a dose é de 4.000 IU.  

“Para compreender essas medidas o cálculo é simples. Cada 40 IU = 1μg. Portanto, 50μg significa 2.000 IU. Ou, 10.000 IU é igual a 250μg. 

“Assista ao vídeo do Dr. Cícero Galli Coimbra, médico e neurologista, que desenvolveu o Protocolo Coimbra para o Tratamento de Doenças Autoimunitárias, usado em vários países do mundo.

(Observação deste site veiculante da notícia: esse vídeo divulgado no Japão foi irresponsavelmente censurado pelo Ministério da Saúde do Brasil para não haver divulgação deste potente protetor da saúde humana, seja por ignorância ou não)

Primeiro vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=cFqYZnO_86s&list=PL301EAE2D5602A758&index=7&t=0s

 

 

 

 

 

 

Carlos Vasconcelos: “As pessoas continuam adormecidas para o perigo das doenças imunológicas”

À margem do evento, e em declarações ao JPN, Carlos Vasconcelos afirmou que”as pessoas continuam adormecidas para o perigo das doenças imunológicas”, acreditando que isto se prende com o facto de serem heterogéneas e de se “esconderem” atrás de outros problemas, como a diabetes, por exemplo. “Há uma ideia clara de doenças infeciosas ou tumorais, mas para as autoimunes essas noção ainda não existe”, explicou

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Por Ana Magalhães – jpn@c2com.up.pt
Publicado: 29.04.2013 | 18:33 (GMT)

aimunologico

O Hospital de Santo António assinalou, esta segunda-feira, o Dia Mundial da Imunologia com uma sessão de informação que contou com pequenos teatros de alunos de Medicina.

A Unidade de Imunologia do Hospital de Santo António (HSA),  em colaboração com o Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS) e a Sociedade Portuguesa de Imunologia, juntaram-se para celebrar o Dia Mundial da Imunologia.

A iniciativa decorreu nesta segunda-feira, no salão nobre do hospital, e consistiu na realização de pequenos teatros, protagonizados por alguns alunos do ICBAS. As peças, em tom divertido e metafórico, explicaram como funciona o sistema imunológico e se combatem as doenças desta estirpe. Mais a sério, foram também apresentados dois casos de doenças auto-imunes em crianças, entre a quais o Lupus, numa tentativa de sensibilizar e alertar para a importância da doação de sangue e medula óssea.

O diretor do serviço de imunologia do HSA, Carlos Vasconcelos, disse que, “entre 5% a 10% da população, pode vir a sofrer de uma doença autoimune”, mas também que se identificam “cada vez mais componentes do sistema imunológico” nas investigações. “Conseguimos dar a estes doentes uma vida quase igual à normal”, concluiu o médico.

À margem do evento, e em declarações ao JPN, Carlos Vasconcelos afirmou que”as pessoas continuam adormecidas para o perigo das doenças imunológicas”, acreditando que isto se prende com o facto de serem heterogéneas e de se “esconderem” atrás de outros problemas, como a diabetes, por exemplo. “Há uma ideia clara de doenças infeciosas ou tumorais, mas para as autoimunes essas noção ainda não existe”, explicou.

Fonte: http://jpn.c2com.up.pt/2013/04/29/carlos_vasconcelos_as_pessoas_continuam_adormecidas_para_o_perigo_das_doencas_imunologicas.html

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