Vacinas x Autismo: EUA Recompensou Secretamente por Danos pela Vacina 83 Crianças que Ficaram Autistas

Este post tem mais dois artigos sobre o assunto, em português:

EUA: vacinas foram a causa do autismo de Bailey

A CDC OCULTOU PROVAS CIENTÍFICAS QUE DEMONSTRAM QUE O MERCÚRIO CONTIDO NAS VACINAS PROVOCA AUTISMO!

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1 – Vacinas x Autismo: EUA Recompensou Secretamente por Danos pela Vacina 83 Crianças que Ficaram Autistas

O Governo dos EUA sempre negou a ligação entre autismo e vacinas. No entanto, o governo americano secretamente recompensou no Juizado Especial da Vacina mais de 83 famílias com crianças autistas, admitindo desta forma a correlação entre autismo vacinasAqui está um estudo sobre esta questão.

Por mais de 20 anos, o governo federal negou publicamente uma ligação entre a vacina e o autismo, mas ao mesmo tempo, seu “Programa de Compensação por Lesões Causadas Por Vacinas” (VICP) pagou indenizações por danos de vacinas para crianças com lesão cerebral, convulsão e autismo. Uma nova investigação, com base em dados verificáveis do governo, traz novas informações ao controverso debate sobre a ligação entre as vacinas e o autismo. A investigação revelou que um número substancial de crianças recompensadas por danos da vacina também tinham autismo e que esses casos que já existiam desde 1989, um ano após o VICP ter sido formado.

O Diretor Executivo da SafeMinds, Lyn Redwood, comentou: “Este estudo muda dramaticamente o debate sobre autismo e vacinas. A questão não é mais se é possível que as vacinas causem o autismo? A resposta é clara. Agora, temos de perguntar: Quantos casos de autismo as vacinas causaram e como nós podemos prevenir novos casos?” O governo tem afirmado que “não monitora” a ocorrência de autismo entre aqueles lesados por vacina. O SafeMinds responde que não procurar é a maneira mais fácil de não encontrar coisa alguma. SafeMinds está pedido uma imediata investigação federal nos mecanismos de lesão nestas crianças em um esforço de proteger outras crianças contra futuros danos, e pede também a ação do Congresso para
reformar o VICP.

O estudo peer-reviewed analisou os casos de lesão por vacinas que foram recompensados monetariamente pelo Programa Federal por Danos de Vacinas. O estudo foi publicado duas semanas atrás no jornal acadêmico Pace Environmental Law Review. O estudo investigou aproximadamente 1.300 casos de lesão cerebral infantil como resultado de vacinas em que o Juizado Especial da Vacina deu o ganho de causa para os demandantes, em busca de referências ao autismo, sintomas de autismo ou desordens comumente associadas ao autismo. O estudo mostrou que 21 casos realmente mencionavam “autismo ou os sintomas como os do autismo” nos registros do tribunal. Os pesquisadores então identificaram e contataram as mais de 150 famílias recompensadas pelo tribunal para descobrir se as crianças tinham autismo. Eles foram capazes de encontrar um adicional de 62 casos (superior a 40% de sua amostra) totalizando 83 casos de autismo. Em 39 casos (47%) houve confirmação de autismo, além do próprio reporte dos pais.

O governo federal americano tem chamado o autismo de uma “emergência de saúde nacional”, que afeta pelo menos 1 em cada 110 crianças e custa ao país bilhões de dólares a cada ano. Se uma parcela destes casos de autismo são induzidas pelas vacinas e houver evidências de que os funcionários fizeram “vista grossa”, isto não pode ser tolerado. A recente tentativa do VICP de recusar mais de 5.000 casos do Omnibus Autism Proceedings é suspeito à luz destas novas descobertas com base em seus próprios registros.
http://www.anovaordemmundial.com/2011/05/vacinas-x-autismo-eua-recompensou.html
Fontes:
[ESTUDO] Unanswered Questions from the Vaccine Injury Compensation Program: A Review of Compensated Cases of Vaccine-Induced Brain Injury (PDF)
Vigilant Citizen: Government Secretly Settled 83 Vaccine-Autism Cases in the Last 20 Years
Pr News Wire: 83 Cases of Autism Associated with Childhood Vaccine Injury Compensated in Federal Vaccine Court
Safeminds Press-Release

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2- EUA: vacinas foram a causa do autismo de Bailey

O tribunal determinou que Bailey não teria sofrido este atraso se não fosse pela administração da vacina tríplice … uma sequência próxima de causa e efeito levando inexoravelmente da vacina ao PDD [Autismo].”- Banks vs Secretário do Departamento de Saúde e Serviços Humanos [EUA].

O tribunal determinou que Bailey não teria sofrido este atraso se não fosse pela administração da vacina tríplice … uma sequência próxima de causa e efeito levando inexoravelmente da vacina ao PDD [Autismo].”
– Banks vs Secretário do Departamento de Saúde e Serviços Humanos [EUA]

Uma criança não deveria ter que enfrentar sozinha uma indústria inteira.

Hoje, num exclusivo do Huffington Post, Robert F. Kennedy Jr. e o jornalista de investigação David Kirby revelam que no recente caso de Bailey Banks vs. HHS, o tribunal de vacinas [dos EUA]determinou que as vacinas foram a causa do autismo de Bailey e ordenaram que a sua família fosse compensada.

Banks é o segundo caso onde o governo não pôde negar a evidência esmagadora demonstrando que as vacinas foram a causa do autismo da criança. O primeiro foi o caso de Hannah Poling em Março de 2008. O governo aceitou a decisão e entregou as indemnizações à sua família.

Pequenas vitórias para estas crianças, mas que dizer das centenas de milhares de outras famílias debatendo-se com o autismo? Nesta contínua controvérsia vacina-autismo em quem podem acreditar e no quê?

O Congresso criou o misterioso tribunal de vacinas em 1986, por insistência da indústria farmacêutica, o qual não só protegeu os produtores de vacinas de responsabilidade como levou à triplicação do número de vacinas que são ministradas aos nossos filhos. Porque é que existe o tribunal de vacinas? Porque é que as decisões em favor das crianças são suprimidas? Onde está a justiça para estes pais?

Nesta nova era de responsabilidade governamental e de transparência, as uma em 64 famílias que têm que se debater com o autismo merecem mais. Já é tempo de o governo dizer a verdade sobre vacinas infantis.

www.generationrescue.org

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3 – A CDC OCULTOU PROVAS CIENTÍFICAS QUE DEMONSTRAM QUE O MERCÚRIO CONTIDO NAS VACINAS PROVOCA AUTISMO!

Pra quem fica taxando isso de “teorias conspiratórias” e não procura investigar as coisas antes de afirmar algo ou conceituar sobre algum tema, ficará difícil engolir isso a “seco” agora.

CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) ocultou as PROVAS que demonstram o vínculo entre o mercúrio contido nas vacinas e a explosão de casos de altismo.Graças ao FOIA (Freedom of Information Act), um novo documento publicado pelo CoalitionforMercury-FreeDrugs (CoMeD) COMPROVA sem sombra de dúvidas que deFATO há um vínculo alarmante entre o Mercúrio contido nas vacinas e as causas de ALTISMO nas crianças.Acabou! Não dá mais pra esconder e nem pra negar … pra quem prescisava de “provas” científicas, aí está!!!
OBS: Lembra do Tiomersal ? Tiomersal (também conhecido comoTimerosal) é um conservante à base de mercúrio. Sim, um conservante usado nas vacinas e principalmente na última da gripe A. Pois é … agora, pra quem ria dos que diziam para não tomarem a vacina podem começar a chorar. E … pode esperar que logo começará a nova campanha de vacinação para a terceira dose. Vai encarar?Fontes:
http://www.amcmh.org/PagAMC/downloads/ads141.htm
http://www.anh-usa.org/cdc-mercury-in-vaccines/
http://www.naturalnews.com/032216_Thorsen_fraud.html
http://www.simceros.org/saude

Se algumas espécies desaparecessem, a Humanidade terminava em poucos meses

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Texto escrito em Portugal por ocasião do ano internacional de biodiversidade

(…)A afirmação é taxativa e a explicação é simples: tendo em conta que a Biodiversidade se refere à variedade de vida no planeta Terra e às funções ecológicas executadas pelos organismos nos ecossistemas – inclui a totalidade dos recursos vivos, biológicos, e genéticos e os seus componentes –, a espécie humana depende dela para a sua sobrevivência. E não se trata apenas de uma questão de cadeia alimentar.

Por exemplo, se as aranhas desaparecessem todas ou grande parte delas, o número de insectos aumentaria e gerariam pragas – que devastariam campos de cultivo, acabando com o sustento de várias famílias, espalhando doenças que se iam multiplicando e ficávamos sem meios para travar a maior parte dos vírus que daí adviessem, já que os insectos são os maiores transmissores de patologias.” (…)

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Ano Internacional da Biodiversidade lançado hoje

2010-01-21

Por Marlene Moura

Todas as espécies são necessárias

A perda de biodiversidade tornou-se um problema muito sério no mundo moderno e, por causa da actividade do Homem, deu-se uma quebra no habitat de muitas plantas e animais que, consequentemente, não sobreviveram. A ciência é crucial para salvar os seres em risco, mas não é suficiente sem uma intervenção política em tempo útil. Por isso, para lembrar a importância da Biodiversidade e mobilizar consciências mundiais, 2010 foi escolhido para ser o Ano Internacional da Biodiversidade – lançado hoje e amanhã em Paris.

A multiplicidade de seres, existentes hoje, resulta de quarto mil milhões de anos de evolução de várias espécies e a ligação que estes mantêm entre si assenta numa regra simples: todos são necessários – e este é o princípio básico para manter a vida na Terra. Cada animal ou planta desempenha um papel que torna o sistema de funcionamento da Natureza perfeito ou, pelo menos, mantinha até o ser humano começar a ‘fazer mudanças’.

Já o biólogo O. E. Wilson, da Universidade de Harvard (EUA), dissera que os insectos são tão importantes que se viessem a desaparecer, “a humanidade provavelmente não sobreviveria para além de uns poucos meses”.

A afirmação é taxativa e a explicação é simples: tendo em conta que a Biodiversidade se refere à variedade de vida no planeta Terra e às funções ecológicas executadas pelos organismos nos ecossistemas – inclui a totalidade dos recursos vivos, biológicos, e genéticos e os seus componentes –, a espécie humana depende dela para a sua sobrevivência. E não se trata apenas de uma questão de cadeia alimentar.

Por exemplo, se as aranhas desaparecessem todas ou grande parte delas, o número de insectos aumentaria e gerariam pragas – que devastariam campos de cultivo, acabando com o sustento de várias famílias, espalhando doenças que se iam multiplicando e ficávamos sem meios para travar a maior parte dos vírus que daí adviessem, já que os insectos são os maiores transmissores de patologias.

As abelhas têm uma importante função ecológica

Para a natureza, todos os seres são úteis e têm a sua razão de ser, fazendo parte de um contexto geral no qual o próprio homem tem o seu lugar. Ainda Albert Einstein alertou: “Quando as abelhas desaparecerem da face da Terra, o homem terá apenas quatro anos de vida”. O processo seria lento, mas eficaz.

Este himenóptero tem um importante papel polinizador e todo o ecossistema seria alterado sem ele. A função ecológica das abelhas é fundamental na manutenção da diversidade de espécies vegetais e para a reprodução sexual das plantas.

Durante as suas visitas às flores, estes insectos transferem o pólen de uma para outra, promovendo a chamada polinização cruzada – os grãos de pólen caem e atingem o estigma, o elemento feminino da flor, provocando a sua fecundação – e é nesse momento que ocorre a troca de gâmetas entre as plantas. Uma boa polinização garante a variabilidade genética dos vegetais e a formação de bons frutos.

As células existentes no ovário da flor desenvolvem-se, geram frutos e sementes que, germinando, fazem nascer novas plantas, garantindo a continuidade da vida vegetal. No Entanto, a sua função não se esgota aqui, porque ainda as abelhas são responsáveis pelo fornecimento de cera, geleia real, mel, pólen, própolis e seu veneno, todos produtos amplamente aproveitados como alimento natural ou finalidade medicinais preventivas e curativas.

Os EUA são a segunda potência da apicultura, a seguir à China, e a extinção deste insecto iria mexer com o sistema económico a nível global. A própria secretária da Agricultura norte-americana lembrou que “sem abelhas deixa de existir Coca-Cola”. Muitos especialistas chegam a evocar o hino do Reino Unido «God Save the Queen» (Deus Salve a Rainha), referindo-se à rainha-mãe das abelhas.

Urso polar condenado a extinguir-se dentro de 75 anos

Outro animal, aparentemente isolado, como o urso polar, que habita as regiões do círculo polar Árctico e territórios envolventes, nomeadamente, Canadá, Alasca, Sibéria, Gronelândia e ilhas próximas, como Svalbard (Noruega) e Wrangel (Rússia), também tem o seu contributo e a sua falta pode chegar até nós de forma devastadora.

Se estes animais desaparecessem, haveria uma superabundância de peixes nessas zonas; logo, estes, em pouco tempo deixariam de ter alimentos – a flora marinha seria desde logo afectada. As algas, por exemplo, são componentes importantes dos ecossistemas marinhos, contribuindo para elevar a biodiversidade. São plantas avasculares (não possuem vasos de transporte), fotossintéticas (consumem dióxido de carbono e produzem oxigénio) e estão na base da cadeia trófica servindo de alimento a peixes, moluscos, esponjas, etc.

Um relatório divulgado pela associação internacional World Wild Fund for Nature (WWF), no ano passado, já avisava sobre o impacto das alterações climáticas sobre as espécies mais emblemáticas do planeta, e traçou um quadro assustador: “Imaginam um mundo sem elefantes na savana africana, onde os orangotangos apenas existem em cativeiro ou em que as imagens de ursos polares em cima de icebergs só persistem em filmes?”.

Portugal criou um Comité para o AIB

Este é um dos animais mais ameaçados pelas alterações climáticas e está condenado a extinguir-se dentro de uns meros 75 anos. Com o degelo das calotes polares, muitos ursos têm sido encontrado afogados longe dos seus territórios naturais, vítimas do deslocamento de imensas massas de gelo que se separam com os animais em cima e que acabam por derreter, deixando-os longe de um local firme e levando-os a morrer.

Análise em Portugal

Ao longo dos últimos seis anos, mais de 70 cientistas de dez universidades portuguesas participaram na análise das condições naturais do nosso país e traçaram cenários sobre o nosso relacionamento com o meio ambiente até 2050. Tiveram em mente o bem-estar humano ao fazerem a avaliação de Portugal à mesma luz com que as Nações Unidas tinham patrocinado a ideia do levantamento a nível global.

O resultado apurado foi que 40 por cento dos rios estão em mau estado, 70 por cento das espécies de água doce estão ameaçadas, os recursos pesqueiros no oceano estão sobreexplorados e os escassos bons solos já estão afectados por “más práticas agrícolas e impermeabilização urbana”. O relatório da WWF compila dados de vários relatórios científicos e, segundo este, o cenário leva consequentemente à perda de biodiversidade.

No contexto da comemoração do Ano Internacional da Biodiversidade em 2010 proposta pela Organização das Nações Unidas, o governo português decidiu criar um Comité de apoio à iniciativa, cujo objectivo é criar um conjunto de actividades comemorativas em Portugal e nos países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP). O Comité Português para o Ano Internacional da Biodiversidade irá funcionar com o apoio da Comissão Nacional da UNESCO, criando parcerias com o Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade.

Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=38919&op=all

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