Acute Respiratory Tract Infection and 25-Hydroxyvitamin D Concentration – A Systematic Review and Meta-Analysis – 2019

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Bibliografia científica sobre o “hormônio vitamina D” no tratamento e prevenção de infecções respiratórias.  Não é verdade a alegada “falta de publicações científicas” acenadas pelas autoridades de saúde pública e médicos desatualizados, ou charlatões da medicina, com interesses a reboque do lucro com a promoção da doença, ou com interesses na política rasa. Procure neste site pela categoria “Bibliografia Científica”, na coluna da esquerda e encontrará milhares de outra indicações científicas sobre esse assunto.

Celso Galli Coimbra

OABRS 11352

Article link:

Acute Respiratory Tract Infection and 25-Hydroxyvitamin D Concentration – A Systematic Review and Meta-Analysis – 2019

pills on gray background

Foto por cottonbro em Pexels.com

Bibliografia científica sobre o efeito preventivo da suplementação da Vitamina D em infecções agudas respiratórias. Ignorada pelo Ministério da Saúde

Vitamin D supplementation to prevent acute respiratory tract
infections: systematic review and meta-analysis of individual
participant data


Adrian R Martineau,1,2 David A Jolliffe,1 Richard L Hooper,1 Lauren Greenberg,1 John F Aloia,3 Peter Bergman,4 Gal Dubnov-Raz,5 Susanna Esposito,6 Davaasambuu Ganmaa,7

Adit A Ginde,8 Emma C Goodall,9 Cameron C Grant,10 Christopher J Griffiths,1,2,11 Wim Janssens,12 Ilkka Laaksi,13 Semira Manaseki-Holland,14 David Mauger,15 David R Murdoch,16 Rachel Neale,17 Judy R Rees,18m Steve Simpson,Jr19 Iwona Stelmach,20 Geeta Trilok Kumar,21 Mitsuyoshi Urashima,22 Carlos A Camargo Jr23

(…)

Faça download da publicação aqui:

Vitamin_D_supplementation_to_prevent_acute_respira

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Orientação do Dr. Cícero Galli Coimbra é posta em prática no Japão para contenção do Coronavírus e censurada no Brasil

 

“Como aumentar vitamina D no corpo para elevar a resistência à infecção viral”

 

 

Essa matéria foi publicada dia 27 de fevereiro de 2020, no portal PORTALMIE, onde poderá ser lido na íntegra, o que recomendamos.

No Brasil, às vésperas do Carnaval, houve a solicitação entre médicos ao médico brasileiro, Dr. Cícero Galli Coimbra, para orientar como se proteger contra o risco de contágio do novo coronavírus – Covid-19.

Ele explicou o que deve ser conferido no vídeo abaixo, e que tem a ver com a normalização da imunidade inata ou inespecífica, através de sua recuperação aos níveis necessários para prevenção da saúde, pelo consumo do hormônio erroneamente chamado de “vitamina D”, em doses de suplementação fisiológicas de 10.000 UIs diárias.

Leia a reportagem do site PORTALMIE, aqui há somente uma pequena parte.

A partir de hoje, dia 28 de fevereiro de 2020, voltaremos a publicar o material sobre esse importante assunto de saúde pública, com veiculação de vídeos e textos selecionados.

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

 

(…)

“A vitamina D é imprescindível para elevar a resistência do corpo contra infecções virais, por isso, veja como proceder.

Nesta época de epidemia de influenza e também da disseminação do novo coronavírus, o Covid-19, além dos polens do cedro na atmosfera, os quais podem causar polinose (kafunsho), entra em cena a vitamina D.

Erroneamente nomeada de vitamina, na verdade, é um hormônio, o qual aumenta a resistência a doenças infecciosas.”

Vitamina D reduz doenças infecciosas em 20%

“Vários estudos mostraram que a vitamina D previne a gripe. Por exemplo, uma equipe internacional de pesquisa colaborativa com o professor Mitsuyoshi Urashima, da Universidade de Medicina Jikei de Tóquio, fundiu 25 relatórios de todo o mundo examinando a relação entre administração de vitamina D e infecções do trato respiratório. Foram analisadas 11 mil pessoas.”

“Como resultado, aqueles que tomaram cápsulas de vitamina D tiveram 20% menos chances de desenvolver infecções respiratórias como influenza, bronquite e pneumonia do que aqueles que não tomaram.

“Em particular, naqueles que são deficientes em níveis de vitamina D no sangue, o grupo que tomou vitamina D teve 70% menos casos. Dessa forma confirmou-se o efeito da vitamina D na prevenção da gripe.”

Vitamina D pode prevenir Covid-19?

“Algumas pessoas no mesmo ambiente contraem a gripe e outras não. Algumas pessoas contraem a gripe todo inverno e outras nunca a tiveram. Isso ocorre em parte porque a deficiência de vitamina D reduz a resistência e as torna mais suscetíveis à influenza. A pneumonia causada pelo Covid-19 é uma infecção da doença respiratória como a influenza, por isso, pode-se esperar que a vitamina D possa prevenir novos tipos de pneumonia”, explicou o médico, diretor do Hospital Yokohama Aihara. “

Como aumentar o nível de vitamina D no corpo

“Há 3 formas de aumentar o nível desse hormônio no sangue. Veja como.

1 – Tomar sol 

“Para quem trabalha pode ser difícil tomar sol, mas se puder fazer um esforço vale a pena. O sol do meio-dia, ou no horário do almoço, é benéfico. No verão precisaria de 30 minutos mas no inverno, pelo menos 1 hora, no Japão. 

“Mas, para obter toda a quantidade necessária é preciso tomar sol diariamente com toda a área do corpo exposta, por 10 a 20 minutos, entre 11h e 14h, dependendo da cor da pele.

(…)

“O médico brasileiro que defende o uso da vitamina D recomenda dose diária de 10.000 IU por dia para quem tem pelo menos 50Kg de peso. No caso das crianças são 200 IU por quilo de peso. Então, se ela tem 20Kg a dose é de 4.000 IU.  

“Para compreender essas medidas o cálculo é simples. Cada 40 IU = 1μg. Portanto, 50μg significa 2.000 IU. Ou, 10.000 IU é igual a 250μg. 

“Assista ao vídeo do Dr. Cícero Galli Coimbra, médico e neurologista, que desenvolveu o Protocolo Coimbra para o Tratamento de Doenças Autoimunitárias, usado em vários países do mundo.

(Observação deste site veiculante da notícia: esse vídeo divulgado no Japão foi irresponsavelmente censurado pelo Ministério da Saúde do Brasil para não haver divulgação deste potente protetor da saúde humana, seja por ignorância ou não)

Primeiro vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=cFqYZnO_86s&list=PL301EAE2D5602A758&index=7&t=0s

 

 

 

 

 

 

Pediatria e Vitamina D – Saiba como tirar o melhor proveito da vitamina dos raios solares

Observação: Vitamina D não é nutriente, é hormônio.

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Crianças, adultos, bebês, grávidas, idosos. Não importa em qual fase da vida esteja, todo mundo precisa tomar um pouco de sol sempre que possível. Ele ajuda na produção da vitamina D, aliada importante da saúde dos ossos, já que influencia na absorção de cálcio.  Mas, ainda que necessária em todas as fases da vida, ela é importante principalmente na infância, época em que cerca de 90% da massa óssea se desenvolve. Criança com boas doses deste nutriente no organismo pode evitar problemas futuros como osteoporose.

Vitamina d

A pediatra Camila Lemiechek, filha de Lucélia e René, explica que a recomendação é de exposição solar a partir da segunda semana de vida, 30 minutos por semana com a criança usando apenas fralda – de 6 a 8 minutos por dia, 3 vezes na semana – ou 2 horas por semana, expondo apenas a face e as mãos da criança – 17 minutos por dia.

Para aproveitar os benefícios, as mães devem adotar algumas medidas de precaução ao colocarem as crianças para tomar sol. Deve-se oferecer bastante água, usar roupas leves e estar atento aos sinais de desidratação, como urina escassa e escura, olhos encovados, choro sem lágrima, irritabilidade, moleira funda, saliva espessa e boca seca. Ou seja, ficar sempre atenta com a hidratação.

As férias acabaram, mas o verão não!

“Os benefícios da vitamina D são muitos. Estudos mais recentes apontam para outros efeitos positivos em relação à melhora da imunidade e prevenção de doenças autoimunes (como diabetes tipo I e esclerose múltipla) e até alguns tipos de câncer (mama, próstata, cólon). Praticamente todos os tecidos e órgãos do corpo se beneficiam dela, direta ou indiretamente, não só os ossos”, diz a pediatra.

Além da exposição solar, a alimentação e os suplementos também são formas de obtenção da vitamina D. No entanto, menos de 10% é proveniente das fontes alimentares. Por isso, tomar sol ainda é mais efetivo.

Sinais como atraso no desenvolvimento, baixa estatura, falência de crescimento, dor óssea, fraturas, atraso na erupção dentária, suscetibilidade a infecções e distúrbios respiratórios e cardíacos podem indicar falta de vitamina D no organismo. Nestes casos, o recomendado é procurar um especialista.

Fonte: http://revistapaisefilhos.uol.com.br/saude/filhos/a-poderosa-vitamina-d

Deficiência de Vitamina D: Um importante fator de risco para a doença cardiovascular

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A vitamina D não é uma “vitamina”. Seu produto metabólico, calcitriol , é realmente um hormônio seco esteróide que é a chave que abre pontos de ligação do genoma humano. O genoma humano contém mais de 2.700 sítios de ligação para o calcitriol, que estão perto dos genes envolvidos em PRATICAMENTE TODAS AS DOENÇAS importantes conhecidas dos seres humanos.

genoma

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Conforme estudos recentemente publicados, a deficiência de Vitamina D   [que  não é vitamina  e  sim  um hormônio  esteroide ASSOCIADO à SAÚDE  de todas as pessoas],  que é tradicionalmente associada com fraqueza óssea ou muscular,  também aumenta o risco da doença cardiovascular. Um crescente número de evidências relaciona baixos níveis de Vitamina D a fatores comuns da doença cardiovascular, como por exemplo, hipertensão arterial, diabetes, aterosclerose, além de outros eventos cardiovasculares maiores que incluem acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca e morte súbita por origem cardíaca. Mundialmente a prevalência da deficiência de vitamina D entre idosos é de quase 50%.

Resultados dos estudos sobre vitamina D e doença cardiovascular

Tem sido demonstrado que a deficiência de Vitamina D leva a diminuição na contratilidade cardíaca, tônus vascular, volume do colágeno cardíaco e desenvolvimento do tecido cardíaco, existindo uma crescente evidência vinculando resultados do tratamento com vitamina D para a melhoria da sobrevida na hemodiálise em pacientes no estágio final da doença renal, e melhoria na função cardíaca (1, 2).

Baixos níveis de vitamina D no plasma têm sido relacionados como um fator contributivo para a patogênese da insuficiência cardíaca congestiva (3), prevalente disfunção miocárdica, óbitos por insuficiência cardíaca congestiva, e morte cardíaca súbita (4).

Indivíduos com baixos níveis de vitamina D têm maior incidência de pressão alta, diabetes, e elevação nos triglicérides do que aqueles com mais altos níveis de vitamina D no plasma (5).

Estudos epidemiológicos recentes também têm vinculado a deficiência de vitamina D com um aumentado risco de eventos adversos cardiovasculares maiores (6). Um estudo envolvendo profissionais da saúde mostrou um risco 2 vezes maior de enfartes do miocárdio em indivíduos com deficiência D comparados com aqueles dentro de uma faixa normal (7). Similarmente um estudo prospectivo recente de coortes mediu os níveis de vitamina D em 3.258 pacientes adultos, os quais estavam sendo submetidos a cateterização cardíaca eletiva. Durante o seguimento médio de 7.7 anos, os indivíduos no mais baixo quartíl de 25-hydroxyvitamin D no soro tiveram um risco ajustado de 2 vezes no aumento de risco de óbito, especialmente óbito por doença cardiovascular, comparados com aqueles no mais alto quartil de vitamina D (8).

Baixos níveis de vitamina D aumentam o risco de eventos cardiovasculares entre pacientes com hipertensão, mas não entre aqueles sem hipertensão (6). Mulheres jovens com baixos níveis de vitamina D no plasma têm um aumentado risco para o desenvolvimento de hipertensão (9).

Níveis maiores de calcificação coronária são vistos naqueles pacientes com maior deficiência de vitamina D (10, 11).

A deficiência de vitamina D pode se estender a doenças vasculares além das artérias coronárias. Recente estudo determinou que quanto maior a deficiência de vitamina D, mais placa aterosclerótica era encontrada na carótida, através de avaliação por ultrasonografia. A espessura da íntima-medial da carótida é considerada uma medida substituta válida para a avaliação da aterosclerose coronária. Esse estudo concluiu que os baixos níveis de vitamina D encontrados no sangue representam um forte e independente preditor da aterosclerose. Também mostrou que a deficiência severa de vitamina D foi o dobro em diabéticos do que em não diabéticos (12).

Pessoas com pouca ou nenhuma função renal freqüentemente têm muitos baixos níveis de vitamina D, já que o rim é requerido para essa ativação (13). Estudo envolvendo pacientes com doença renal grave em diálise peritoneal demonstrou que o tratamento para corrigir a deficiência de vitamina D conseguiu uma dramática redução em enfartes e óbitos por doença cardíaca (14). Outro estudo revisando as evidências, tanto da ciência básica quanto de estudos clínicos, apoiou um possível papel protetor da vitamina D, além de seus efeitos no metabolismo mineral, sugerindo a necessidade para uma avaliação contínua do papel da vtamina D na saúde cardiovascular da população de pacientes com doença renal crônica (15).

Enfim, a restauração da vitamina D aos níveis normais pode ajudar a reduzir inflamação, a normalização da pressão sangüínea, e melhora da sensibilidade à insulina – fatores que podem reduzir o risco cardíaco (16, 17, 18, 19).

Estudo recentemente publicado no Jornal do Colégio Americano de Cardiologia emitiu recomendações práticas para a triagem e tratamento de pacientes com baixos níveis de vitamina D, especialmente naqueles com fatores de risco para doenças cardíacas e diabetes, ressaltando que a vitamina D é fácil de conseguir e sua suplementação é simples, segura e de baixo custo (20).

Fontes de vitamina D

A pele humana é rica em pré-vitamina D latente, a qual é ativada pela luz do sol. A vitamina D não é contida em um grau significante nos alimentos e nem deveria ser obtida através de consumo oral. Algumas das fontes naturais de vitamina D incluem salmão, sardinhas, óleo de fígado de bacalhau, e de alimentos fortificados com vitamina D, incluindo leite e alguns cereais. A vitamina D pode também ser fornecida na forma de suplementos.

As pessoas deveriam obter vitamina D através da exposição ao sol. Entretanto, através dos séculos as pessoas têm migrado para lugares mais frios e privados de climas mais ensolarados, trabalhando internamente em escritórios ou fábricas, fazendo viagens de automóvel, exercícios em ginásios ao invés de ao ar livre, e vestindo roupas que cobrem praticamente 95% da superfície do corpo. De fato, mesmo adultos vivendo em lugares ensolarados são passiveis de deficiência de vitamina D, pelo menos durante uma parte do ano. Assim o consumo oral de vitamina D se tornou necessário tendo em vista que os seres humanos desenvolveram estilos de vida envolvendo menos e menos exposição ao sol. Adicionando-se a isso a fobia promovida pelos dermatologistas que aconselham a população de que exposição ao sol causa câncer de pele, com muitas pessoas privando-se do sol e, portanto incapazes de ativar a vitamina D (21).

A teoria de Carl J Reich sobre a deficiência de cálcio e vitamina D

Há cerca de 53 anos Carl Reich acreditava que muitos dos sintomas e doenças da civilização poderiam ser atribuídos à deficiência crônica de cálcio e vitamina D, criada por defeitos específicos no estilo de vida, incluindo dieta, podendo levar à acidose.

No início de sua prática clínica nos anos 50 ele acompanhou diversos pacientes exibindo todos os sinais físicos e sintomas de um sistema nervoso autônomo sobre-estimulado os quais muito freqüentemente eram classificados como de origem psicossomática, como por exemplo: fadiga crônica, fraqueza física, ansiedade, distúrbios do sono, dores de cabeça, câimbras, etc…

Reich descobriu que seus pacientes saudáveis tinham leituras na saliva, feitas através de papel litmus, com medidas de neutro para alcalino de 7,0 para 7,5 pH que ele acreditava fielmente representassem o pH do sangue e tecidos. Enquanto isso os pacientes não saudáveis tinham leituras de saliva ácida mostrando evidência de um pH ácido no sangue na direção de ou abaixo de 6,5.

Dentro de poucas semanas ou meses de dieta com vitaminas e minerais e mudanças suplementares o pH ácido na saliva dos pacientes tratados podiam retornar a leituras mais normais de neutro para alcalino, de 7 para 7,5 pH, acompanhadas pelo desaparecimento de sintomas (22)

Referências

  1. Zittermann A. Vitamin D and disease prevention with special reference to cardiovascular disease. Prog Biophys Mol Biol. 2006 Sep;92(1):39-48.

  2. Achinger SG, Ayus JC. The role of vitamin D in left ventricular hypertrophy and cardiac function. Kidney Int Suppl. 2005 Jun;(95):S37-S42.

  3. Zittermann A, Schleithoff SS, Tenderich G, Berthold HK, Korfer R, Stehle P. Low vitamin D status: a contributing factor in the pathogenesis of congestive heart failure? J Am Coll Cardiol. 2003 Jan 1;41(1):105–12.

  4. Pilz S, Marz W, et al. Association of vitamin D deficiency with heart failure and sudden cardiac death in a large cross-sectional study of patients referred for coronary angiography. J Clin Endocrinol Metab, Oct 2008, 93(10): 3927-3935

  5. Martins D, Wolf M, Pan D, et al. Prevalence of cardiovascular risk factors and the serum levels of 25-hydroxyvitamin d in the United States: data from the third national health and nutrition examination survey. Arch Intern Med. 2007 Jun 11;167(11):1159-65.

  6. Wang T, Pencina MJ, Booth SL, et al. Vitamin D deficiency and risk of cardiovascular disease. Circulation, 2008 Jan 29;117(4):503-11.

  7. Giovannuci E, Liu Y, Hollis BW, Rimm EB. 25-Hydroxyvitamin D and risk of myocardial infarction in men: a prospective study. Arch Intern Med 2008;168:1174-80

  8. Dobnig H, Pilz S, Schanagl H et al. Independent association of low serum 25-Hydroxyvitamin D  and 1,25-Hydroxyvitamin D levels with all cause and cardiovascular mortality. Arch Intern Med 2008;168:1340-9

  9. Forman JP, Curhan GC, Taylor EM. Plasma 25-Hydroxyvitamin D levels and risk of hypertension among young women. Hypertension. 2008, 52:828

  10. Watson KE, Abrolat ML, Malone LL, et al. Active serum vitamin D levels are inversely correlated with coronary calcification. Circulation. 1997 Sep 16;96(6):1755-60.

  11. Zittermann A, Schleithoff SS, Koerfer R. Vitamin D and vascular calcification. Curr Opin Lipidol. 2007 Feb;18(1):41-6.

  12. Targher G, Bertolini L, Padovani R, et al. Serum 25-hydroxyvitamin D3 concentrations and carotid artery intima-media thickness among type 2 diabetic patients. Clin Endocrinol (Oxf). 2006 Nov;65(5):593-7.

  13. Levin A, Li YC. Vitamin D and its analogues: do they protect against cardiovascular disease in patients with kidney disease? Kidney Int. 2005 Nov;68(5):1973-81.

  14. Taskapan H, Ersoy FF, Passadakis PS, et al. Severe vitamin D deficiency in chronic renal failure patients on peritoneal dialysis. Clin Nephrol. 2006 Oct;66(4):247-55.

  15. Shoji T, Shinohara K, Kimoto E, et al. Lower risk for cardiovascular mortality in oral 1alpha-hydroxy vitamin D3 users in a haemodialysis population. Nephrol Dial Transplant. 2004 Jan;19(1):179-84.

  16. Pfeifer M, Begerow B, Minne HW, Nachtigall D, Hansen C. Effects of a short-term vitamin D(3) and calcium supplementation on blood pressure and parathyroid hormone levels in elderly women. J Clin Endocrinol Metab. 2001 Apr;86(4):1633-7.

  17. Lind L, Hanni A, Lithell H, et al. Vitamin D is related to blood pressure and other cardiovascular risk factors in middle-aged men. Am J Hypertens. 1995 Sep;8(9):894-901.

  18. Timms PM, Mannan N, Hitman GA, et al. Circulating MMP9, vitamin D and variation in the TIMP-1 response with VDR genotype: mechanisms for inflammatory damage in chronic disorders? QJM. 2002 Dec;95(12):787-96.

  19. Zittermann A. Vitamin D and disease prevention with special reference to cardiovascular disease. Prog Biophys Mol Biol. 2006 Sep;92(1):39-48.

  20. Lee JH, O’Keefe JH, et al. Vitamin D deficiency, an important, common, and easily treatable cardiovascular risk factor?. J Am Coll Cardiol 2008; 52: 1949-1956

  21. William Davis,, Vidamin D’s crucial role in cardiovascular protection, LE Magazine, September 2007.

  22. Calcium and Vitamin D Deficiency. The clinical work and theory of Carl J. Reich, MD. Publicado em 1995 pela “Foundation for Erradication of Rheumatoid Disease”, e disponível em http://www.arthritistrust.org/Articles/Calcium%20and%20Vitamin%20D%20Deficiency.pdf

Fonte:  http://www.infarctcombat.org/polemica-47/icem.html

Vitamina D – Entrevista com Dr. Cícero Galli Coimbra sobre esclerose múltipla e demais doenças autoimunitárias

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Bloco 1

Bloco 2

Entrevista com Dr. Cícero Galli Coimbra e Marcelo Palma sobre o hormônio-vitamina D e esclerose múltipla e demais doenças autoimunitárias no Programa Superação da TV Mundi com a apresentação de Luise Wischermann, no dia 28 de janeiro de 2013.

Baixos níveis do hormônio-vitamina D relacionados com dor de cabeça – Low vitamin D linked to headache

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10 January 2013

Non-migraine headache is associated with vitamin D deficiency, according to researchers in Norway.

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Marie Kjaergaard, MD, and colleagues of the University Hospital of North Norway found that incidence of headache was 20% higher in participants with lower vitamin D blood levels than in those with the highest levels.

“High prevalence of headache has been associated with high latitude, thus suggesting a relation with vitamin D,” The authors explain. Before the study, no research had looked at a possible link between vitamin D status and headache.

The researchers performed a cross-sectional study based on questionnaires from 11,614 participants. They found that non-migraine headache was associated with low vitamin D blood levels as compared to participants with the highest serum vitamin D. The authors found no association between vitamin D and migraine headache. They conclude,

I've had a migraine/headache for 6 days straig...

“Although adjustments were done for possible confounders, this finding may still reflect lifestyle rather than causality, and further studies are needed to investigate this.”

Sources

Kjaergaard M, et al. Association between headache and serum 25-hydroxyvitamin D; the Tromso Study: Tromso 6. Headache. Dec 2012.

Harrison P. Low vitamin D linked to headache. Medscape Today. Jan 8, 2013.

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