O trágico exemplo da Filadélfia, onde desfile de rua causou milhares de mortes pela gripe espanhola

No final de fevereiro de 2020, tivemos o Carnaval com a participação de milhares de turistas vindos de países como a Itália. Representantes do ministério da saúde ignoraram os riscos e declararam “Não há problema com o carnaval”. Ao mesmo tempo carimbaram com “fake news” um vídeo de 5 minutos em que tentei avisar a população para se prevenir, corrigindo seus níveis de vitamina D. Agora, passado o período de incubação do coronavírus pós carnaval, vamos colher os frutos dessa insensatez principalmente em São Paulo e Rio de Janeiro – as cidades que receberam o maior afluxo de turistas estrangeiros.

Dr. Cícero Galli Coimbra, 

Médico e Professor Livre Docente

“Em setembro de 1918, assim como agora, especialistas em saúde recomendavam medidas para evitar a aglomeração de pessoas e, com isso, retardar o avanço da doença. Mas as autoridades da Filadélfia, no Estado da Pensilvânia, decidiram ignorar o apelo para cancelar um desfile nas ruas da cidade, que na época tinha população de 1,7 milhão de pessoas.

“A decisão teve efeitos devastadores e fez com que a Filadélfia se tornasse uma das cidades mais gravemente afetadas pela gripe espanhola. Em seis semanas, 47 mil pessoas estavam doentes e 12 mil haviam morrido.”

https://www.bbc.com/portuguese/geral-51966427
Entre 1918 e 1920, a gripe espanhola matou ao menos 50 milhões de pessoas ao redor do mundo. Em cerca de três meses, a Covid-19, causada pelo novo coronavírus, já soma mais de 219 mil casos e 9 mil mortes em mais de 170 países.

 

usnavalhistoryandheritagecommand

TJMG confirma: Aécio Neves é réu e será julgado por desvio de R$4,3 bilhões da saúde

O PSDB que pague para ver:   AÉCIO NEVES é o pior candidato que ele pode escolher para a concorrer à Presidência da República.  Vai haver surpresas muito desagradáveis, quando for verificada suas relações com o Dep. Estadual Mosconi.

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

__

Governador de Minas Gerais é acusado de não cumprir o piso constitucional do financiamento do SUS entre 2003 e 2008

Do site do deputado Rogério Correia

Por três votos a zero, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) decidiu que o senador Aécio Neves continua réu em ação civil por improbidade administrativa movida contra ele pelo Ministério Público Estadual (MPE).

Aecio/prefeitos

Desembargadores negaram recurso da defesa de Aécio Neves e mantiveram ação por improbidade administrativa (Foto: Governo de Minas Gerais / Leo Drumond / Flickr)

Aécio é investigado pelo desvio de R$ 4,3 bilhões da área da saúde em Minas e pelo não cumprimento do piso constitucional do financiamento do sistema público de saúde no período de 2003 a 2008, período em que ele foi governador do estado. O julgamento deverá acontecer ainda esse ano. Se culpado, o senador ficará inelegível.

Desde 2003, a bancada estadual do PT denuncia essa fraude e a falta de compromisso do governo de Minas com a saúde no estado. Conseqüência disso é o caos instaurado no sistema público de saúde, situação essa que tem se agravado com a atual e grave epidemia de dengue.

Recurso

Os desembargadores Bitencourt Marcondes, Alyrio Ramos e Edgard Penna Amorim negaram o provimento ao recurso solicitado por Aécio Neves para a extinção da ação por entenderem ser legítima a ação de improbidade diante da não aplicação do mínimo constitucional de 12% da receita do Estado na área da Saúde. Segundo eles, a atitude do ex-governador atenta aos princípios da administração pública já que “a conduta esperada do agente público é oposta, no sentido de cumprir norma constitucional que visa à melhoria dos serviços de saúde universais e gratuitos, como forma de inclusão social, erradicação e prevenção de doenças”.

A alegação do réu (Aécio) é a de não ter havido qualquer transferência de recursos do estado à COPASA para investimentos em saneamento básico, já que esse teria sido originado de recursos próprios. Os fatos apurados demonstram, no entanto, a utilização de valores provenientes de tarifas da COPASA para serem contabilizados como investimento em saúde pública, em uma clara manobra para garantir o mínimo constitucional de 12%. A pergunta é: qual foi a destinação dada aos R$4,3 bilhões então?

http://revistaforum.com.br/blog/2013/05/tjmg-confirma-aecio-neves-e-reu-e-sera-julgado-por-desvio-de-r43-bilhoes-da-saude/

__

 

Morte encefálica? Anestesia geral para os doadores de órgãos, recomendação da Revista dos Anestesistas

__

Em 29 de setembro do ano de 2000, na Inglaterra, a Revista dos Anestesistas “Anestesia”, recomendava em Editorial anestesia geral para os doadores de órgãos, para que não sentissem dores na extração de seus órgãos vitais.

Mortos?

Enquanto no Brasil, duas declarações de morte encefálica estão em prática, uma que esgota os recursos terapêuticos em favor da vida do potencial doador de órgãos vitais únicos, OUTRA que segue o Protocolo de morte do CFM, Resolução CFM 1.480/97, e precipita uma morte que pode ser evitada em 2/3 dos potenciais doadores de órgãos.

Veja no Programa da TV Cultura que gravamos abaixo, membro da Câmara Técnica Brasileira da Morte Encefálica e autor desta Resolução, reconhecer em público que 10 minutos de teste da apnéia é fatal para a vida do paciente e, de forma falsa, esforçando-se para obter concordância, dizer que o teste da apnéia (desligamento do respirador por 10 minutos) seria de “apenas 3 minutos”.

Duas declarações de mortes, duas formas de captar órgãos vitais: uma é tráfico de órgãos, com certeza, e praticado dentro do SUS.

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

anestesia

Morte Encefálica: a verdade sobre o teste da apnéia na declaração de morte no Brasil

O neurologista Celio Levyman, um dos 12 elaboradores dos critérios da morte encefálica no Brasil, então o coordenador da Comissão Técnica de Critérios de Morte Encefálica do CRM e membro da Câmara Técnica Permanente de Morte Encefálica do Conselho Federal de Medicina, portanto autor e subscritor da Resolução CFM 1.480/97, que estabelece o procedimento declaratório de morte encefálica no Brasil, em debate no Programa Opinião, da TV Cultura de São Paulo, do dia 16 de janeiro de 1998, afirma publicamente sobre o teste da apnéia usado para a verificação da morte encefálica:

” O teste da apnéia não é feito com 10 minutos, realmente deixar 10 minutos sem respirar, naturalmente, que o desastre será total, o teste da apnéia é feito com um tempo muito menor. O tempo definido é de dois a três minutos.” (estas são palavras textuais de Celio que você poderá assistir no vídeo acima)

Na resolução 1.480/97, elaborada por ele próprio consta 10 minutos!

A gravação do programa está agora disponível para todos assistirem e tirarem suas próprias conclusões sobre o fato óbvio de que uma personalidade com alta responsabilidade como Levyman, que exerceu uma função pública ao participar da elaboração dos procedimentos declaratórios da morte encefálica, visto que esta Resolução CFM 1480/97 foi decorrente de competência outorgada pela Lei dos Transplantes ao CFM, jamais poderia estar ignorando ou enganando-se quanto ao tempo efetivo previsto naquele Protocolo para duração do tempo do teste (teste da apnéia) de desligar o respirador do paciente traumatizado encefálico severo para verificação da ocorrência da morte que dá condições de retirada de órgãos para transplantes.

Sob o ponto de vista jurídico penal: morte não pode ser declarada com tanta incidência de dúvidas, incertezas ou contradições (?) notórias de parte até mesmo de quem redigiu os seus procedimentos declaratórios constantes na Resolução 1.480/97, ainda mais que esta “morte” foi concebida, na sua origem, pelo Comite Ad Hoc da Harvard Medical School em 1968, sem qualquer indicação bibliográfica, para viabilizar a indústra transplantadora nascente, o que exigia primeiro criar mecanismos para isentar os médicos autores desta declaração prognóstica de responsabilidades criminais e que, também, preservasse a atividade cardiorrespiratória do doador durante a extração dos órgãos, a qual é indispensável para o aproveitamento de órgãos viáveis para transplantes. Tudo com a finalidade de promover a transferência de recursos biológicos da vida de uma pessoa/paciente doadora para outra pessoa/paciente receptora, que aguarda pela “morte” da primeira para poder sobreviver. Logo, é NOTÓRIO o conflito de interesses de vida entre pacientes e seus médicos, dentro da Medicina a partir de 1968, tanto quanto a subordinação de toda a Medicina aos interesses exclusivamente transplantadores, em especial a Neurologia.

Este vídeo foi entregue no ano de 2000 para o Ministério Público Federal — através de Interpelação Judicial a este Órgão, na Justiça Federal do Rio Grande do Sul — por 74 brasileiros, representados pelo advogado que posta esta mensagem, junto com ampla documentação médica e científica, e 40 quesitos neurológicos para esclarecer os erros do procedimento declaratório da morte encefálica. Retida esta apresentação pelo MPF por vários anos, ela finalmente foi entregue ao CFM em 2004 e este órgão não conseguiu enfrentar o contraditório técnico que lhe foi oposto.

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352
cgcoimbra@gmail.com

Sobre o mesmo assunto, veja também:

Morte encefálica e transplantes: primeiro debate aberto ao público com presença do CFM:
https://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/11/01/morte-encefalica-e-transplantes-primeiro-debate-aberto-ao-publico-com-presenca-do-cfm/

Entrevista sobre teste da apnéia, morte encefálica e transplantes de órgãos

Em 20 de maio de 2003, a Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul promoveu o primeiro debate aberto ao público no Brasil sobre morte encefálica e transplantes de órgãos com a presença do Conselho Federal de Medicina, representado pelo Presidente da Câmara Técnica Brasileira da Morte Encefálica, Dr. Solimar Pinheiro da Silva. Estavam presentes também os representantes do Poder Judiciário, do Ministério Público do Estado, do CREMERS e do Executivo. O Ministério Público Federal foi convidado, mas não enviou representante.

Neste debate, o representante do CFM afirmou textualmente que o teste da apnéia (desligamento do respirador por 10 minutos) é INDISPENSÁVEL para declarar a morte encefálica e é um procedimento DOGMÁTICO. Se dogmático, como o responsável por este procedimento afirmou naquela oportunidade, fica evidente que está afastado de seu uso qualquer base CIENTÍFICA e, portanto, médica neurológica válida. As atas dos debates podem ser encontradas em

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/14/seminario-sobre-morte-encefalica-e-transplantes-de-20052003-na-assembleia-legislativa-do-estado-do-rio-grande-do-sul/

Neste evento, foi apresentado também o vídeo que está no endereço:

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2011/11/01/morte-encefalica-a-verdade-sobre-o-teste-da-apneia-na-declaracao-de-morte-no-brasil/

onde surge comprovado que o teste da apnéia, como previsto na Resolução CFM 1.480/97, é FATAL para a vida do potencial doador de órgãos e, portanto, indispensável para que exista um maior aporte de órgãos para a atividade transplantadora.

Mais tarde, em 05 de outubro de 2003, a Folha de São Paulo torna público que o procedimento declaratório da morte encefálica é feito de DUAS maneiras diferentes para o mesmo quadro clínico de traumatismo encefálico severo (o “potencial” doador de órgãos), DEPENDENDO do hospital onde o paciente estiver. A reportagem “CFM será obrigado a explicar morte cerebral” pode ser encontrada neste endereço:

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/10/02/cfm-sera-obrigado-a-explicar-morte-cerebral-folha-de-sao-paulo/

Celso Galli Coimbra
OABRS11352
cgcoimbra@gmail.com

***

Uma Santa Casa sem misericórdia. Hospital faz tráfico de órgãos. Há quantos mais?

_


Fato:
 no Brasil, o tráfico de órgãos é comum, de longa data e acobertado por altas autoridades, inclusive de dentro do Ministério Público e pelo próprio Conselho Federal de Medicina.  Este tráfico está dentro do SUS e isto já foi noticiado, desde 1997.  Sobre o assunto, o Ministério Público Federal disse-me “não contrariamos políticas de Estado”. Depois: “eles são médicos, não são bandidos!”  

O fenômeno diferencial, que fez este tráfico começar a ser denunciado por forte e persistente iniciativa de cidadãos,  foi que no final de década de 90, estes traficantes passaram a colocar em seus açougues humanos, os filhos da classe média brasileira.  Até então, as famílias pobres, que eram suas vítimas preferenciais, não tinham condições de reação ou sequer de entender o que estava acontecendo. 

De resto, sempre foi imposto no Brasil, o forte comando  de não se criticar a medicina transplantadora para não comprometer a “oferta de órgãos”, a “captação de órgãos” e sua angelical aparência, com apelos para a caridade, filantropia e generosidade.

Assinale-se que a atividade desta medicina é a mina de ouro desta profissão.  Uma pessoa pobre e saudável, pode não ter dinheiro algum, mas seu corpo e órgãos valem mais de R$ 1.000.000,00 (hum milhão de reais), dependendo de circunstâncias de demanda.  

Você, que confia na propaganda transplantadora, não acha que tinha o DIREITO de saber de tudo isto?

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352

__

As denúncias, segundo autoridades que assumiram os processos, passaram anos diante do descaso oficial de policiais e promotores locais. A primeira sentença , divulgada na última semana, saiu depois da designação de autoridades de fora para assumir os casos. Nela foram condenados em primeira instância quatro réus, todos médicos. Alexandre Crispino Zincone, de 48 anos, recebeu pena de 11 anos e meio de prisão; João Alberto Goés Brandão, de 44, Celso Roberto Frasson Scafi, de 50, e Cláudio Rogério Carneiro Fernandes, de 53, foram condenados a oito anos cada um.

jornal_estado_minas-medicos-medicina

Poços de Caldas, Bandeira do Sul e  Carvalhópolis – Estudos da área de segurança pública definem “máfia” como uma organização com estrutura hierárquica definida, múltiplas atividades criminosas e influência velada sobre o poder público. Treze anos depois das primeiras denúncias de assassinato de pacientes para tráfico de órgãos humanos em Poços de Caldas, no Sul de Minas, esse é o tipo de grupo descrito por promotores e juízes de Belo Horizonte que tomaram a frente das apurações e das ações judiciais que resultaram delas. Os trabalhos se referem a uma série de denúncias, encabeçadas por pelo menos oito mortes suspeitas e transações ilícitas de órgãos por meio de uma lista de receptores paralela à oficial. Mais impressionante do que os relatos sobre o grupo de médicos suspeito de deixar pacientes definhar deliberadamente e até retirar vísceras de vítimas ainda vivas, porém, são relatos de horror feitos por parentes dessas pessoas. A reabertura das investigações leva alguns desses familiares, localizados pelo Estado de Minas, a reviver os dias de angústia enfrentados durante as internações na Santa Casa de Poços de Caldas, na qual operava o grupo investigado, e onde, segundo contam, pacientes chegavam a passar fome enquanto, de acordo com a Justiça, eram deixados para morrer.

santa-casa-de-pocos-de-caldas

Santa Casa de Poços de Caldas

As denúncias, segundo autoridades que assumiram os processos, passaram anos diante do descaso oficial de policiais e promotores locais. A primeira sentença , divulgada na última semana, saiu depois da designação de autoridades de fora para assumir os casos. Nela foram condenados em primeira instância quatro réus, todos médicos. Alexandre Crispino Zincone, de 48 anos, recebeu pena de 11 anos e meio de prisão; João Alberto Goés Brandão, de 44, Celso Roberto Frasson Scafi, de 50, e Cláudio Rogério Carneiro Fernandes, de 53, foram condenados a oito anos cada um. Todas as penas são em regime fechado, embora os réus possam recorrer em liberdade. As acusações contra Félix Herman Gamarra Alcântara, de 71, e Gérsio Zincone, de 77, caducaram, devido ao fato de serem maiores de 70 anos, embora a Justiça tenha considerados  procedentes fatos pelos quais foram denunciados. A defesa dos acusados informou já ter recorrido da decisão.

O único caso julgado diz respeito à morte de José Domingos Carvalho, que faleceu em 2001, aos 38 anos. Segundo sentença de primeira instância, ele foi morto na Santa Casa de Poços de Caldas para ter os órgãos traficados.  Mais de 12 anos depois de enterrá-lo, seus parentes, assim como de outras supostas vítimas da organização, vivem hoje uma angústia.  Não sabem se foi sua autorização no papel da MG Sul Transplantes – entidade criada em Poços de Caldas para burlar a lista de espera oficial de receptores de órgãos e tecidos, segundo a Justiça – que permitiu ao grupo investigado tirar a vida do paciente para lucrar com rins, córneas, coração e fígado. “A gente leva a pessoa para o hospital para ver ela sair bem. Para ser curada. Não para morrer nas mãos de quem deveria salvar”, desabafa o pedreiro Júnior Aparecido de Carvalho, hoje com 26 anos, filho da vítima.

A morte do pai ainda assombra o rapaz, que tinha apenas 14 anos quando o enterrou. “Meu filho, não esquece de ajudar sua mãe e de preparar os queijos para a gente pescar quando eu sair daqui do hospital.” Foram as últimas palavras do pai para Júnior. Antes de ser levado para a unidade de saúde de onde só sairia morto, José Domingos sofreu mal súbito e desmaiou em casa. Foi transportado para o posto médico da sua cidade, Bandeira do Sul, e depois para Poços de Caldas, a 19 quilômetros, onde se internou na Santa Casa. Foi lá que a família viu o homem piorar sem receber o que julgaram ser um tratamento adequado. “Meu pai ficou ali seis dias, no meio de 10 pacientes. Um dia, encontramos com ele tentando fugir. Perguntamos o que tinha acontecido e ele disse: ‘Vou sair, porque estou morto de fome. Ninguém me dá comida’”, lembra Júnior. Depois do episódio e dos protestos da família, o homem recebeu um pouco de sopa. “Quase comeu o prato, de tanta fome”, lembra, entristecido, o filho.

Trechos da sentença que condenou os médicos responsáveis pelo atendimento do pai de Júnior reforçam as suspeitas da família. “Verifica-se que o paciente não teve o tratamento adequado, pois desde o início o interesse das equipes médicas era na retirada de seus órgãos para fins de transplante. Não se concebe um paciente com um quadro tão grave ficar internado dias na enfermaria geral”, escreveu o juiz Narciso Alvarenga Monteiro de Castro, da da 1ª Vara Criminal de Poços, que julgou o caso, referindo-se ao diagnóstico de aneurisma da vítima.

No sexto dia de internação, quando os parentes foram visitar José Domingos, só encontraram o par de chinelos dele sob a cama. Foi quando a família foi informada da morte cerebral. “Veio uma psicóloga conversar com a gente por duas horas sobre a doação dos órgãos. Disse que uma pessoa poderia voltar a ver por causa das córneas do meu pai. A gente estava muito triste, mas concordou”, relembra Júnior. Foi só depois do enterro, quando a família se resumiu à mãe, catadora de café, ao irmão, então com 6 anos e a Júnior, que veio a segunda pior notícia: a suspeita de tráfico de órgãos. “Foi a Polícia Federal que nos procurou e contou tudo. Tiraram o meu pai. Tive de ser pai para meu irmão aos 14 anos. Isso nunca vai sarar.”

Açougue Humano

Fonte: Estado de Minas

Assista:

Tráfico de Órgãos Humanos

Erros declaratórios da morte encefálica

Leia:

Tráfico de órgãos humanos

__

Por 30 anos, extensa revisão de toda a pesquisa anterior confirma que baixo nível de vitamina D é uma sentença de morte

__

Este trabalho de pesquisa e estudo sobre a vitamina D, que perdurou por 30 anos, e foi publicado no final do ano passado, demonstra contundente e simplesmente:  ou você têm os níveis necessários diários ou adoece e morre.  Não há alternativa para este desfecho.

A Medicina brasileira e seus gestores não podem continuar mentindo para a sociedade e para seus pacientes.  Exija o fim das mentiras para beneficiar o investimento em doenças, visando maiores lucros às custas de sua saúde e vida.

Cabe a você cidadão informar-se, DIVULGAR este fato, e exigir respeito com a sua vida.   Ninguém vai fazer isto no seu lugar: quem tem obrigação de defender sua saúde e sua vida é você mesmo.  Senão o fizer estará praticando suicídio.

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352
cgcoimbra@gmail.com

__
Baixos níveis de vitamina D  provaram ser mortais,  e potencializam a mortalidade

molecula-vitamina-d

Tradução de Celso Galli Coimbra

 

Quarta-feira, 13 de fevereiro, 2013 por: Jonathan Benson,

A revisão mais abrangente epidemiológica já realizada sobre a associação entre vitamina D e mortalidade revelou que baixos níveis de vitamina D estão diretamente ligados à morte prematura por doença cardíaca e outras causas.   Publicado no jornal Arteriosclerose, Trombose Vascular, Biologia, o estudo constatou que os indivíduos com menores níveis de vitamina D têm um risco significativamente maior de desenvolver a doença isquêmica do coração, infarto do miocárdio (IM), ou doença cardíaca isquêmica e fatal MI, ou morte precoce, em comparação com os indivíduos com maiores níveis de vitamina D.

Mais de 10.000 homens e mulheres foram incluídos como parte do estudo, que teve lugar em Copenhagen University Hospital (CUH) na Dinamarca, no início de 1980, e foi concluído no ano passado.  Cada um dos participantes tinham níveis de plasma de 25-hidroxivitamina D,  testado e verificado no início do estudo realizado por pesquisadores que trabalham no Copenhagen City Heart Study,  e esses mesmos participantes foram posteriormente seguidos durante todo o curso de quase 30 anos para monitorar seus desenvolvimentos de saúde.

Após o acompanhamento, determinou-se que 3.100 participantes desenvolveram eventualmente doença isquêmica do coração, ao mesmo tempo 1.625 tinham um MI, e  outros  6.747 morreram por causa destas ou de outras doenças.  Mas o que é particularmente interessante sobre estas descobertas é a enorme disparidade na doença e as taxas de mortalidade entre aqueles do grupo de baixo nível de vitamina D em comparação com aqueles no grupo de alto nível de vitamina D.  Com base nos números, aqueles com os níveis  mais  baixos de vitamina D –  abaixo de cinco níveis, nanomoles  por litro (nmol / L), foram 40 por cento mais propensos a desenvolver doenças isquêmicas do coração, 64 por cento mais propensos a ter um enfarte, e 57 por cento mais propensos a morrer de uma morte precoce. Esse mesmo grupo também foi considerado ser 81 por cento com mais probabilidade de morrer de doença cardíaca isquêmica ou MI.

“As pessoas com baixos níveis de vitamina D têm um risco maior de ataque cardíaco, de morrer mais cedo de doenças cardiovasculares, e esta é uma mensagem importante”,  explicou o autor do estudo, Dr. Borge G. Nordestgaard para heartwire. “A forma mais barata e fácil de obter quantidade suficiente de vitamina D é deixar o sol brilhar em sua pele em intervalos regulares. Tem ocorrido na Medicina muito foco na tentativa de evitar que as pessoas se exponham ao sol, mas talvez isso não tenha sido equilibrado.”

 

Extensa revisão de toda a pesquisa anterior confirma que baixo nível de vitamina D é uma sentença de morte

 

Para confirmar a integridade de suas próprias conclusões, a equipe de pesquisa também realizou uma meta-análise de todas as pesquisas anteriores sobre a vitamina D e mortalidade.  A equipe identificou 17 estudos anteriores no total – e encontraram resultados semelhantes. Diminuição dos níveis de vitamina D  foram encontrados diretamente associados a um maior risco de doença e de morte em praticamente todos os estudos,  provando que a manutenção de altos níveis de vitamina D é CRUCIAL para a boa saúde.

“A meta-análise dá exatamente o mesmo resultado de nosso estudo”, acrescentou o Dr. Nordestgaard. “Assim, os resultados são bastante robustos quando você olha para a totalidade da prova.”

Para saber mais sobre os muitos benefícios de saúde de vitamina D, e a melhor forma de obtê-la quando a luz solar natural não é uma opção, confira o Conselho de vitamina D:

 http://www.vitamindcouncil.org/

e

 https://biodireitomedicina.wordpress.com/category/vitamina-d/

Vitamina D3 – 10.000 UI diárias é vital para preservar à saúde

No Facebook apenas “curta” esta página e estará automaticamente inscrito:

Vitamina D é um hormônio vital para preservação da saúde

Fontes para este artigo incluem:

http://www.vitasearch.com/get-clp-summary/40507

http://www.theheart.org/article/1451199.do

Fonte: http://www.naturalnews.com/039072_vitamin_d_mortality_early_death.html

MAIS informações importantes:

http://www.youtube.com/playlist?list=PL301EAE2D5602A758

Os artigos relacionados com este artigo:

• Vitamina D Crescimento pára tumores de câncer de mama

• Vitamina D previne o câncer de mama

• A vitamina D é essencial para a prevenção do cancro da mama

• Vitamina D previne doenças do coração

• A luz do sol surgindo como tratamento comprovado para câncer de mama, câncer de próstata e outros tipos de câncer

__

Vitamina D – Entrevista com Dr. Cícero Galli Coimbra sobre esclerose múltipla e demais doenças autoimunitárias

__

Bloco 1

Bloco 2

Entrevista com Dr. Cícero Galli Coimbra e Marcelo Palma sobre o hormônio-vitamina D e esclerose múltipla e demais doenças autoimunitárias no Programa Superação da TV Mundi com a apresentação de Luise Wischermann, no dia 28 de janeiro de 2013.

Cremeb alerta médicos para cuidados ao fornecer dados à indústria farmacêutica

__

O Órgão de classe – se estivesse dirigindo-se a médicos éticos – jamais precisaria fazer este alerta.

Celso Galli Coimbra

__

24/01/2013 – Portal Cremeb,

O Cremeb junto com o CFM e demais CRM`s, alerta aos médicos sobre uma nova forma de abordagem dos laboratórios para preenchimento de questionários de pesquisas. Através das informações colhidas, sob o pretexto de “entender dinâmicas de tratamento”, os médicos participam de um processo de acúmulos de pontos para troca de brindes e outras premiações, o que para o regimento da profissão é antiético.

representante-medicamentos-g

Os Conselhos ressaltam que os médicos correm risco de cometer infração ética ao se vincularem a esse tipo pesquisa. O Código de Ética Médica (CEM), por exemplo, veda ao médico “exercer a profissão com interação ou dependência de farmácia, indústria farmacêutica, óptica ou qualquer organização destinada à fabricação, manipulação, promoção ou comercialização de produtos de prescrição médica, qualquer que seja sua natureza”.

Em fevereiro de 2012, o CFM assinou acordo com a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) onde estabelece os parâmetros éticos para relação médico-indústria farmacêutica, a fim de deixar claro a convivência entre eles. Segundo o documento, o sistema de atenção à saúde tem se caracterizado como um “ambiente dinâmico e inovador” que “tem levado a uma integração sem precedentes entre os diferentes agentes que participam do sistema de saúde, ao mesmo tempo em que impõe a necessidade de limites que garantam o exercício de suas respectivas atividades dentro de elevados princípios éticos”.
__

Acordo global para redução do uso de mercúrio

Para o Brasil a “política” do gradual significa nunca.

Celso Galli Coimbra

__

País vai defender acordo global para redução gradual do uso de mercúrio

O Brasil defenderá uma redução gradual no uso de mercúrio em determinados produtos e processos nas áreas industrial, mineradora e da saúde, em negociação final que começa domingo visando um tratado internacional para controlar o uso desse metal altamente tóxico. A posição brasileira é de que o acordo precisa levar em conta a situação específica de países em desenvolvimento. O país quer prazos para criar e implementar planos de ação para reduzir o uso de mercúrio nos garimpos e determinar meios de financiar essas medidas.

 

bioacumulacao-mercúrio

bioacumulacao-mercúrio

Também defende prazo até 2025, em vez de 2020 como querem vários países, para a indústria de cloro e álcalis reduzir o uso do metal nessa atividade. Este será um dos setores brasileiros mais atingidos, além dos fabricantes e recicladoras de lâmpadas fluorescentes, de termômetros, refinarias, dentistas, fábricas de pilhas, cosméticos e sabões clareadores.

Para o Brasil, colocar barreiras muitos restritivas seria contraproducente, podendo incentivar a produção ilegal nos garimpos e piorar a situação.

Antecedendo a negociação em Genebra, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUE) divulgou o mais amplo relatório até hoje realizado sobre esse risco e o impacto na natureza e na cadeia alimentar. Alerta que as populações vivendo em países em desenvolvimento são cada vez mais confrontadas a riscos sanitários e ambientais importantes de contaminação de mercúrio.

O documento mostra que em boa parte do Brasil a população corre risco de contaminação por causa de emissões desse metal tóxico, ligadas à extração de ouro de forma artesanal. Mesmo o desmatamento pode ser uma fonte de emissões de mercúrio por meio de erosão extensiva e queima de floresta. Constata também que cem instalações em 43 países, incluindo o Brasil, utilizam hoje mercúrio na indústria de cloro e álcalis.

Em razão da industrialização rápida, a Ásia é agora o principal emissor de mercúrio, com a metade do total mundial. As emissões globais causadas por atividades humanas foram estimadas em 1.960 toneladas em 2010. As emissões na África e na América do Sul estão aumentando, representando 30% do total, enquanto declinam na América do Norte e na Europa.

A maior parte das 600 mil toneladas de depósitos de mercúrio se encontra em países como China, Quirguistão, México, Peru, Rússia, Eslovênia, Espanha e Ucrânia.

O perigo causado pelo mercúrio está hoje comprovado, principalmente para mulheres grávidas e bebês. A ONU conclama os países a adotar medidas urgentes para reduzir as emissões. Por exemplo, 340 toneladas desse metal tóxico são utilizadas todos os anos para cuidados e produtos dentários.

Enquanto a União Europeia favorece um acordo obrigatório para frear o uso do metal tóxico, os Estados Unidos, grupo africano, Japão, Austrália, Filipinas e Noruega defendem uma eliminação gradual na exploração do metal.

Já a China e a Índia se opõem à proibição imediata da mineração de mercúrio e insistem uma abordagem flexível que leve em conta um equilíbrio entre criação de empregos com proteção ambiental e da saúde. Países produtores de petróleo liderados pela Arábia Saudita, Irã e Venezuela querem a exclusão do setor de oleo e gás como fonte das emissões a serem regulamentadas pelo acordo global. Os EUA rejeitam essa demanda.

Por Assis Moreira

Fonte: Valor Econômico

__

Traíção de uma Nação: autoridades de saúde dos EUA estão protegendo a deficiência de Vitamina D para beneficiar a Indústria Farmacêutica. Betrayal of a Nation: Why U.S. health authorities are keeping you vitamin D deficient and who stands to gain

__

A prescrição diária de 10.000 UIs de Vitamina D representaria para a indústria farmacêutica uma perda de 40% de uma receita de trilhões de dólares

Quem não gosta de ser enganado criminosamente, pagando por isto como preço a perda de sua saúde, e mesmo de sua vida, tanto quanto a de seus familiares e amigos, SAIBA que o mesmo que é denunciado nos EUA pelo Dr. John Cannell,  também alcança o Brasil com mais força ainda e com muito mais prejuízos.  

Pelos formidáveis interesses da Indústria Farmacêutica, os governos tudo fazem.  Vocês somente poderão se opor a isto SE buscarem e examinarem as informações que de fato lhes interessem sobre preservação e recuperação da saúde.  Leia com atenção o trecho de sua entrevista abaixo, considerando que o que está entre colchetes foi colocados por nós.  

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352 – cgcoimbra@gmail.com

___

(…)  “Nos dias atuais, a Internet é um campo fértil para se manter informado sobre este assunto  [HORMÔNIO-VITAMINA D E SUA FUNÇA VITAL PARA A SAÚDE HUMANA],  embora não esteja à disposição de todos. Há centenas de artigos a respeito [HOJE, JÁ É DEZENAS DE MILHARES]  mas, infelizmente, muitos deles estão disponíveis somente em inglês. É o caso do texto do neuropsiquiatra John Cannell (http://goo.gl/LlQOK).    Ele acusa pesquisadores da indústria farmacêutica norte-americana de estarem tentando alterar a molécula da vitamina D, para transformá-la em uma substância  patenteável, ou seja, em remédio. A influência deles é tamanha, a ponto de se manterem unidos em comitês que “aconselham” o governo dos Estados Unidos a estabelecer a dose recomendável, entre 200 e no máximo 400 unidades por dia, bem aquém do necessário [SER, HOJE, EM DOSE PREVENTIVA 10.000 UI – NÃO MENOS].

Há orientação para não verificarção dos níveis de Vitamina D. E quando prescritas, são em dose ínfima perto da necessária em prevenção: 10.000 UI

Há orientação para não verificação de níveis de Vitamina D. E quando prescritas, são em dose ínfima perto da necessária em prevenção: 10.000 UI

 

Além de prescrever doses mínimas, a maioria dos médicos sequer solicita dosagem da vitamina D no sangue.

Dr. Cícero Galli Coimbra ressalta que muitos  especialistas, que acompanham pacientes com osteoporose e recomendam essa quantidade de suplementação, ficariam surpresos ao constatar o quão baixo é o nível dessa substância no sangue.

Cannell denuncia exatamente isso. “Só deixando a pele dos braços e das pernas expostas, uma pessoa de pele clara e jovem produz 10 mil unidades de vitamina D. Essa quantidade é 50 vezes maior do que aquela colocada à disposição do público como suplemento de vitamina D, com o título da dose recomendada. Caso fosse prescrito metade disso (5 mil) para toda a população adulta, haveria redução em 40% da ocorrência de novos casos de câncer.  

Isso representaria para a indústria farmacêutica uma perda de 40% de uma receita de trilhões de dólares”, completa. 
__

(NaturalNews)   Dr. Anne Looker and colleagues at the Centers for Disease Control (CDC) recently made vitamin D legend, Professor Hector DeLuca of University of Wisconsin (http://en.wikipedia.org/wiki/Hector_DeLuca), and certain folks at big pharma very happy with her widely-reported analysis of the vitamin D status of Americans. Using definitions of deficiency straight from the November 2010 Food and Nutrition Board (FNB) Vitamin D Report – definitions that no vitamin D scientist I know agrees with, except perhaps Professor DeLuca – Dr. Looker reassured Americans their vitamin D levels were sufficient. Instead of a lower limit of 40, 30, or even 20 ng/ml, Dr. Looker and her CDC colleagues actually said any American with vitamin D levels below 12 ng/ml were “at risk of vitamin D deficiency.” That’s right, she wouldn’t say “deficient” for a person less than 12 ng/ml, all she said is they are “at risk” of being deficient! Why?

Dr. Looker falsely reassured Americans that everything is pretty much OK because around 80% of white Americans have levels higher than 20 ng/ml (although only 30% of African Americans do). I carefully read her entire paper; why didn’t I see a “CDC Action Plan for African Americans” for the 70% of Blacks with levels less than 20 ng/ml? Probably for the same reason I didn’t see any “FNB action plan for African Americans” in their recent vitamin D report.

Where did Dr. Looker get the idea that 20 ng/ml was OK? From the FNB. Where did the FNB get that idea? Professor Hector DeLuca and the vitamin D analogue scientists, that’s where. What I am about to tell you is a failure of a system, not a person. The National Academy is responsible, as scientists to the USA, to see that the processes that occur in its name are fair, above the appearance of impropriety, and free from avoidable conflicts of interest.

I have been to enough vitamin D conferences to know that about half of the scientists who attend these conferences are looking for the new patent that will secure or extend their financial fortune. They do not need America alarmed right now about the fact more than 80% of Americans are actually vitamin D deficient; no, the government might need to do something now, an action that would threaten the value of something that I have just learned about: an imminent river of new vitamin D knockoff commercial patents.

Vitamin D knockoff scientists want the government to say that 20 ng/ml is fine, at least until all the phase 2 and phase 3 FDA trials are finished on their newly patented vitamin D “analogue” drugs. In a few years it won’t matter because dozens of knockoff analogues will have been approved for treating vitamin D deficiency, yes prescription-only vitamin D knockoff drugs to treat vitamin D deficiency, instead of vitamin D, I kid you not. After these scientists get their analogues past the FDA, I predict the same scientists will change their tune and start crying for 40 ng/ml as the desirable lower limit, ensuring a vast market for their knockoffs.

The creation of vitamin D knockoff patent prescription-only drugs goes something like this: take the cholecalciferol or 25-hydroxy-cholecalciferol molecule, change its structure enough – without changing its actions – and Ola, you can patent it. It must be structurally different enough from natural cholecalciferol to be a unique drug but it must retain its vitamin D efficacy.

Ergocalciferol (Drisdol) – the only prescription drug available to treat vitamin D deficiency in the USA – is an example of an analogue, although the path to its discovery and its patent was quite different. The patent on ergocalciferol made the University of Wisconsin’s Department of Chemistry the richest chemistry department in the world. In some countries, ergocalciferol is still the only vitamin D available. For a detailed discussion of how these patents put the National Academies in a very difficult position, read the following blog: Conflict of Interest at National Academy of Science? (http://pandemicsurvivor.wordpress.com/2010/12/08/conflict-of-interest…)

As I write this, I understand additional vitamin D patent applications are being prepared (I actually know of one application by a member of the recent FNB committee member). These analogue scientists need time; the nutrient, vitamin D, needs to take a back seat for a while. Vitamin D was getting too hot, too many good things being said about it, and too many press stories about too many Americans being deficient. The analogue scientists want a big market when they finish with the FDA.

Anyway, after you have your new vitamin D molecule and your patent, you approach the FDA, who will require that you do randomized controlled trials, pitting your new vitamin D analogue drug against . . . what? Vitamin D, right? No: placebo. That’s right, placebo. As I understand the process, and I hope I am wrong, the vitamin D knockoffs only have to prove they are better than placebo, which, if they keep their efficacy, will be a cinch.

I even know of a patent application for a drug to treat vitamin D deficiency by inhibiting the 24-hydroxylase (the enzyme that gets rid of vitamin D in the body). If you inhibit the 24-hydroxylase, you will raise 25(OH)D levels and thus treat vitamin D deficiency; this is what big pharma is up to (I kid you not). Can you imagine taking a drug that interferes with a natural enzyme that metabolizes vitamin D in order to increase the amount of vitamin D in your blood, instead of just taking vitamin D? Is this the best that American medicine can do?

Very few people seem to know that the recent FNB committee had an unusual guest, an overseer, an official vitamin D advisor, Professor Hector DeLuca (http://host.madison.com/news/article_1b2e3719-0a5f-57d8-b87d-ba89b38d…), one of the true giants in the field of vitamin D, both academically and financially. Talk about mother-load analogue patents, he wrote the book. He has created so many activated vitamin D knockoffs that he named one after himself, “Hectorol.”

Another fact often gets lost; Dr. DeLuca is the only member of the vitamin D community who is a member of the National Academy of Sciences, an extremely difficult membership to achieve, a shadowy process requiring inside advocates and secret votes. I’m told, but could not confirm by calling the National Academies, that blackballing is still used; if so, one negative vote and, “I’m sorry Dr. Holick,” “I’m sorry Dr. Heaney,” and “I’m sorry Dr. Norman.”

Anyway, Professor DeLuca and his Department of Biochemistry at the University of Wisconsin are experts in making knockoff analogue vitamin D drugs. To be fair, his analogues of activated vitamin D have saved thousands of lives, mainly patients with kidney failure, although activated vitamin D itself works in kidney failure. If the new analogues of cholecalciferol and 25-hydroxy-vitamin D effectively treat vitamin D deficiency, they too will save millions of lives. However, there is just a much easier and cost effective way of treating vitamin D deficiency: plain old, cheap old, nutrient old, vitamin D.

As far as the recent FNB report on vitamin D, can you visualize all the scientists on the FNB hard at work, under the watchful eye of their “Special Advisor,” National Academy of Sciences member, Professor Hector DeLuca. I would venture a guess that more than one member of the FNB vitamin D panel dreamt about being in the National Academy himself or herself one day. Then they pondered which lower limit to vote for, the 40 ng/ml opined by most vitamin D scientists or the 20 ng/ml opined by “Special Advisor” DeLuca. Let us see, what will get me into the National Academy of Sciences the quickest?

I can’t really complain. First, this is America and I suspect the quickest way to treat the massive vitamin D deficiency pandemic is going to be through private industry, like it or not. Second, it is possible one of the vitamin D knockoff drugs will actually work better than vitamin D; “possible” I said. Third, I get royalties on my own brand of vitamin D so I have my own conflicts of interest. Fourth, before you get too high on your horse about Dr. DeLuca, ask yourself how many lives have you saved in your lifetime? He discovered activated vitamin D, trained dozens of the top vitamin D researchers, and saved thousands of lives.

Also, I have no way of knowing how exceptional was the FNB’s decision to make secret the critiques of the 12 top vitamin D experts, experts who were asked to review the FNB’s work. Does the FNB invoke such secrecy frequently? When did it do so last? Did the final FNB report change, based on the opinions of the 12 vitamin D experts, or did the FNB Board (most who admit to not being vitamin D experts) simply comply with Professor DeLuca’s judgment?

If the final FNB report did change, what did the report look like before the vitamin D experts’ opinions were weighed? I understand at least one vitamin D expert charged the FNB with racism for its failure to consider the vitamin D plight of African Americans. Is that true? Most members of the Vitamin D Council would like to read all 12 critiques by the 12 top vitamin D experts in the world but – unlike Professor DeLuca or the vitamin D-knockoff pharmaceutical companies – we don’t have the money to legally fight the FNB’s proclamation that the 12 expert critiques by the top vitamin D experts in the world are – and will remain – secret, beyond the reach of Federal Freedom of Information Laws.

Sources for this article include:

http://www.cdc.gov/nchs/data/databriefs/db59.htm
http://pandemicsurvivor.wordpress.com/2010/12/08/conflict-of-interest…
http://host.madison.com/news/article_1b2e3719-0a5f-57d8-b87d-ba89b38d…

About the author:
John Cannell MD is Founder and Executive Director of the Vitamin D Council, a nonprofit working to end the world-wide epidemic of vitamin D deficiency.

Learn more: http://www.naturalnews.com/032202_vitamin_D_deficiency_disease.html#ixzz2I4ZIIpwH

Beneficiados pelo tratamento de esclerose múltipla com vitamina D divulgam a terapia

__

Documentário que divulga a terapia já tem mais de 97.111 visualizações no You Tube

Autor: Ticiane Rossi

Beneficiados pelo tratamento com altas doses de Vitamina D contra esclerose múltipla tem divulgado a informação da terapia a outros pacientes que sofrem da mesma doença. A terapia, segundo os beneficiários, apresenta resultados rápidos e eficientes na redução dos sintomas da doença, ajudando-os a superá-la e ter uma vida normal e sem sequelas.

A esclerose múltipla é uma doença autoimune, na qual o sistema imunitário do próprio corpo ataca a bainha de mielina do sistema nervoso central, que é composto pelo cérebro e a medula espinhal. No Brasil, estima-se que 50.000 pessoas são afetadas pela doença, de acordo com a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (ABEM). A doença afeta geralmente jovens entre 20 a 40 anos.

O jornalista, Daniel Cunha, de 27 anos, foi diagnosticado com a doença no final de 2009. Durante os seis meses de tratamento convencional, ele experimentou uma depressão devido aos efeitos colaterais do tratamento convencional, que é ministrado por meio de injeções periódicas. Após este período, ele conheceu o tratamento com vitamina D, prescrito pelo neurologista Dr. Cícero Galli Coimbra, que também é professor e pesquisador na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).

Em 2010, o jornalista começou o tratamento com vitamina D, que gerou bons resultados, segundo ele. Imediatamente, Daniel se questionou sobre o tratamento não ser divulgado. Por ser jornalista e motivado em divulgar o tratamento, ele fez um documentário lançado em abril deste ano, que já teve mais de 97.111 acessos no You Tube e criou um blog para que as pessoas pudessem se manter informadas sobre o tratamento.

“Hoje recebo muitos e-mails por dia … tem um monte de pessoas que comentaram o vídeo. As pessoas [beneficiadas pelo tratamento] se unem porque todas tiveram melhoras e querem difundir o conhecimento para outras pessoas”, disse Daniel.

Outro paciente, o engenheiro ambiental e surfista de 31 anos, Marcelo Claudio Bergamo de Palma, que apresenta seu depoimento no vídeo feito por Daniel, foi diagnosticado com a doença em 2008, e hoje leva uma vida normal graças ao mencionado tratamento com doses elevadas de vitamina D.

“Passei por diversas internações de pulsoterapias para receber medicação (corticóides) intravenosa e utilizei poucos meses do tratamento convencional com aplicações diárias de Copaxone. Após iniciar o tratamento com vitamina D, abandonei o tratamento convencional e nunca mais precisei de pulsoterapia. Nos exames de ressonância magnética as lesões regrediram ou desapareceram e não houveram mais lesões novas ou em atividade, o que mostra que a doença está em remissão permanente. Hoje minha vida é normal, com trabalho e atividades físicas”, disse o engenheiro.

Segundo Marcelo,  pacientes da Europa e América do Norte, vem atualmente para o Brasil receber o tratamento prescrito pelo Dr. Cícero.

“A vitamina D é um hormônio esteroide que controla 229 funções (genes) dos órgãos humanos. A falta desta substância pode causar doenças autoimunes ou não autoimunes”, afirma o Dr. Cícero. (Oli Scarff/Getty Images)

“A vitamina D é um hormônio esteroide que controla 229 funções (genes) dos órgãos humanos. A falta desta substância pode causar doenças autoimunes ou não autoimunes”, afirma o Dr. Cícero Galli Coimbra. (Oli Scarff/Getty Images)

Tratamento convencional

O tratamento convencional da esclerose múltipla, oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde, é feito por medicamentos chamados interferons.

A ABEM informa que o tratamento de esclerose múltipla pode ser subdividido em quatro tratamentos, conforme a evolução da doença: surto, modificadores da evolução da doença, sintomático e reabilitacional.

Para o surto, se utiliza habitualmente pulsoterapia com glicocorticoides, que são anti-inflamatórios hormonais e visam abortar a atividade inflamatória e, com isto, o evento sintomático.

Os modificadores da evolução da doença visam minimizar os surtos na intensidade e frequência, com isto acarretando menos acúmulos lesionais (em nível de sistema nervoso) e concomitantemente menos acúmulo de incapacitações.

O tratamento sintomático visa amenizar e tornar mais toleráveis os sintomas vigentes. A reabilitação trabalha concomitantemente melhorias funcionais, melhorando funções deficitárias, adaptando e melhorando a qualidade de vida do paciente.

“[A efetividade do tratamento dos] modificadores da evolução da doença tem uma eficácia de 30-40% (interferons e acetato de glatirâmer). Já as medicações mais novas [tem eficiência] em torno de 68% (natalizumabe e fingolimod)”, informou a ABEM.

O gasto mensal de um paciente com esclerose múltipla varia de R$ 2.300,00 a R$ 5.700,00 com o interferon-beta ou acetato de glatirâmer, segundo o portal da UNICAMP.

O tratamento com Vitamina D

O tratamento com altas doses de vitamina D é conhecido e estudado pela comunidade científica há mais de 40 anos, com mais de 3.700 estudos publicados em revistas científicas.

“A vitamina D é um hormônio esteróide que controla 229 funções (genes) dos órgãos humanos. A falta desta substância pode causar doenças autoimunes ou não autoimunes”, afirma o Dr. Cícero.

O tratamento não se limita somente a esclerose múltipla. É usado  também em outras doenças autoimunes, tais como artrite reumatóide, lúpus eritematoso sistêmico, psoríase, vitiligo, tiroidite de Hashimoto, entre outras. Algumas doenças não autoimunes, como câncer, tuberculose, depressão e esquizofrenia também podem ser melhoradas com o uso deste tratamento.

A vitamina D é uma substância produzida durante a exposição solar. O médico alerta que devido ao estilo de vida moderna, as pessoas possuem baixo nível de vitamina D em seus organismos.

“As pessoas estão se escondendo do sol, durante o trabalho ou dentro de casa, fazem compras em locais fechados e usam insulfilm nos vidros dos carros com medo da violência urbana”, afirma.

Além disso, “a vitamina D não é restaurada pela alimentação, ou o valor é muito baixo para permitir a sua substituição no nível apropriado”, afirma o médico.

Segundo o doutor, estudos mostram que, se apenas 5.000 unidades diárias de vitamina D fossem substituídas nos corpos de população adulta, os casos de câncer poderiam cair para 40%.

Polêmica na comunidade médica

O tratamento de esclerose múltipla e outras doenças com altas doses de Vitamina D tem gerado polêmica na comunidade médica. Alguns médicos alegam que este tratamento não deve ser ministrado isoladamente e que o tratamento convencional usando interferons deve continuar.

“O que está se focando sempre agora é que ‘estou bem porque não estou tendo surtos’, mas isso não é a única leitura da doença”, diz a presidente da Sociedade Gaúcha de Neurologia e Neurocirurgia, Dra. Maria Cecília Vecino, ao G1. Ela afirma que o tratamento com vitamina D pode ser usado como complemento ao tratamento convencional, com interferons.

O Centro de Atendimento e Tratamento de Esclerose Múltipla (CATEM) no editorial de junho deste ano alertou que o tratamento convencional deve ser mantido, podendo repor doses de Vitamina D nos casos em que as pessoas tenham níveis inadequados deste hormônio em seus organismos.

“Não há até hoje sequer um artigo que demonstre o efeito terapêutico da vitamina D no tratamento da esclerose múltipla”, alega a CATEM em seu editorial de junho.

Entretanto, uma busca de artigos científicos relacionando as expressões “Vitamina D”, “esclerose múltipla” e “terapia” resultam em 58.319 estudos no portal científico Scirus.

O Dr. Cícero, quando questionado sobre a efetividade de seu tratamento afirmou categoricamente “[Com este tratamento com altas doses de vitamina D] a doença é desligada”.

Ele também afirma que muitos médicos têm resistência a adotar novos tratamentos e podem enfrentar interesses econômicos das empresas farmacêuticas, fabricantes de medicamentos de alto custo para o tratamento da esclerose múltipla.

Fonte: http://www.epochtimes.com.br/beneficiarios-do-tratamento-de-esclerose-multipla-com-vitamina-d-divulgam-a-terapia/

Epoch Times publica em 35 países em 19 idiomas.

A vital importância do hormônio conhecido por Vitamina D3 para a preservação ou recuperação de sua saúde de doenças autoimunes: exijam que seus médicos se atualizem

vitamina D revolution

 

Este espaço tem as mais recentes informações sobre a descoberta pela pesquisa médica científica da vital importância preventiva e terapêutica da VITAMINA D3 e sobre o grave assunto de saúde pública das DOENÇAS AUTOIMUNES, que este hormônio na realidade pode PREVENIR e também solucionar.  Na COLUNA DA ESQUERDA deste site está situado em último lugar a categoria “VITAMINA D”.  Entrem ali e terão acesso às principais publicações, vídeos e programas feitos sobre esta vitamina-hormônio.  Ou apenas cliquem no link que dá acesso direto a todas elas:

Postagens sobre Vitamina D neste Blog

 https://biodireitomedicina.wordpress.com/category/vitamina-d/

No meu canal do YouTube, todo o material de áudio, vídeos e programas sobre Vitamina D3 podem ser acessados neste endereço:

Vitamina D3 – 10.000 UI diárias é vital para preservar à saúde

https://www.youtube.com/playlist?list=PL301EAE2D5602A758

No Facebook apenas “curta” esta página e estará automaticamente inscrito:

Vitamina D é um hormônio vital para preservação da saúde

https://www.facebook.com/VitaminaD.HormonioVital

Cientistas convocam para uma Ação de Saúde Pública tendo como modelo o uso do Hormônio-Vitamina D

 

Celso Galli Coimbra
OABRS 11.352
cgcoimbra@gmail.com
https://biodireitomedicina.wordpress.com/
https://www.facebook.com/celso.gallicoimbra
https://www.facebook.com/VitaminaD.HormonioVital
https://www.youtube.com/playlist?list=PL301EAE2D5602A758
http://www.youtube.com/biodireitobioetica
 
***
 
                                                       

                   VITAMINA D e a RESPONSABILIDADE CIVIL DO MÉDICO

ATENÇÃO: o uso preventivo do Vitamina D3 é DIFERENTE do uso terapêutico deste hormônio-vitamina, que exige sempre a orientação e acompanhamento de médico com treinamento adequado para ser responsável pela avaliação caso a caso e a específica determinação de dosagem, em contrário haverá sérios danos à saúde. EXIJAM  de seus médicos que se atualizem sobre este avanço fundamental na Medicina para que você e mais pessoas possam se beneficiar destes tratamentos de baixo custo já reconhecidos internacionalmente. É OBRIGAÇÃO legal do médico manter-se ATUALIZADO sobre os avanços da ciência médica e sobre este tratamento existem milhares de publicações altamente conceituadas na comunidade médica internacional. Os médicos e seus órgãos gestores não podem – sob pena de responsabilidade civil e criminal, em havendo dano para o paciente, evitável para a saúde dele pelo conhecimento médico atual disponível na comunidade médica internacional –  deixarem-se subordinar às motivações da Indústria Farmacêutica, que não tem interesse algum na cura das doenças autoimunes, pois ganha fortunas  diariamente com a venda de remédios alopatas que não curam e, quando muito para alguns, apenas amenizam os efeitos dessas patologias, além de causar diversos outros  colaterais para a saúde do paciente.

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352
cgcoimbra@gmail.com
https://biodireitomedicina.wordpress.com/
https://www.facebook.com/celso.gallicoimbra
http://www.youtube.com/biodireitobioetica
https://www.facebook.com/VitaminaD.HormonioVital
https://www.youtube.com/playlist?list=PL301EAE2D5602A758
__
Publicado em A prevenção de doenças neurodegenerativas, Alimentação e nutrição, Biodireito, Brasil, Direitos do Consumidor, Doenças autoimunes, Esclerose múltipla, Facebook, Indústria Farmacêutica, Médicos adotam a terapia com Vitamina D, Medicina, Neurologia, Notícias, Vitamina D. Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , . 22 Comments »

Mais de 10 anos de tratamento com a Vitamina D – Exijam que seus médicos se atualizem!

__

 

https://www.youtube.com/watch?v=fQN32qR_M2Y

Entrevistas com Junia, Márcia e Nayra sobre a experiência da família com o tratamento da vitamina D. Nayra descobriu a Esclerose Múltipla com 10 anos e é provavelmente uma das pacientes mais antigas tratando a EM com o Dr. Cícero Galli Coimbra.

***

Assista à série de vídeos, áudios e reportagens sobre a importância da Vitamina D:

Vitamina D3 – 10.000 UI diárias é vital para preservar à saúde

http://www.youtube.com/playlist?feature=edit_ok&list=PL301EAE2D5602A758

***

                                                                   

VITAMINA D e a RESPONSABILIDADE CIVIL DO MÉDICO

 

ATENÇÃO: o uso preventivo do Vitamina D3 é DIFERENTE do uso terapêutico deste hormônio-vitamina,que exige sempre a orientação e acompanhamento de médico com treinamento adequado para ser responsável pela avaliação caso a caso e específica determinação de dosagem, em contrário haverá sérios danos à saúde.

EXIJA  de seus médicos que se atualizem sobre este avanço fundamental na Medicina para que você e mais pessoas possam se beneficiar destes tratamentos de baixo custo já reconhecidos internacionalmente.

É OBRIGAÇÃO legal do médico manter-se ATUALIZADO sobre os avanços da ciência médica e sobre este tratamento existem milhares de publicações altamente conceituadas na comunidade médica internacional.

Os médicos e seus órgãos gestores não podem – sob pena de responsabilidade civil e criminal, em havendo dano para o paciente, evitável para a saúde dele pela utilização do conhecimento médico atual disponível na comunidade médica internacional –  deixarem-se subordinar às motivações da Indústria Farmacêutica, que não tem interesse algum na cura das doenças autoimunes, pois ganha fortunas  diariamente com a venda de remédios alopatas que não curam e, quando muito para alguns, apenas amenizam os efeitos dessas patologias, além de causar diversos outros  colaterais para a saúde do paciente.

 
Celso Galli Coimbra – OABRS 11352
cgcoimbra@gmail.com

__

Deficiência de vitamina D aumenta risco de doenças cardiovasculares

Estudo feito em pessoas com baixos níveis da vitamina mostra que elas são 81% mais propensas a morrer de doenças do coração.

Assista ao vídeo:

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

__

Cientistas da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, descobriram que baixos níveis de vitamina D estão associados a um risco significativamente maior de ataque cardíaco e morte precoce.

O estudo, que envolveu mais de 10 mil dinamarqueses, sugere que a deficiência da vitamina causa aumento da pressão arterial.

A deficiência de vitamina D tem sido tradicionalmente associada a problemas de saúde óssea. No entanto, resultados de estudos populacionais anteriores indicam que um baixo nível de vitamina esta importante pode também estar ligado a um maior risco de doença cardíaca isquêmica, que abrange ataque cardíaco, arteriosclerose coronária e angina.

A equipe comparou os níveis de vitamina D em amostras de sangue de 10 mil dinamarqueses de 1981 a 1983. Os participantes foram seguidos nos registros nacionais até a data atual.

“Nós examinamos a associação entre baixo nível de vitamina D e o risco de doença isquêmica e morte no maior estudo até à data. Observamos que pessoas com baixos níveis da vitamina são 40% mais propensas a doença cardíaca isquêmica, têm um risco 64% maior de ataque cardíaco e 57% maior de morte prematura. Os resultados mostraram ainda que elas são 81% maio propensas a morrer de doença cardíaca”, afirma o pesquisador Peter Brøndum-Jacobsen.

Segundo o autor sênior, Børge Nordestgaard, com este tipo de estudo populacional, não é possível dizer qualquer coisa definitiva sobre uma possível relação causal. Mas é possível afirmar que há uma forte correlação estatística entre um baixo nível de vitamina D e o alto risco de doença cardíaca e morte precoce.

Agora, a equipe está trabalhando agora para determinar se a ligação entre o baixo nível de vitamina D e o risco de doença cardíaca é uma relação causal. Se isto for verdade, então, eles esperam causar uma mudança no padrão de prevenção da população mundial.

“A forma mais barata e fácil de obter quantidade suficiente de vitamina D é a exposição ao sol em intervalos regulares. Há muitas evidências de que o sol é bom, mas também é importante evitar ficar muito exposto, o que aumenta o risco de pele câncer”, conclui Nordestgaard.

Fonte: http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/31068/geral/deficiencia-de-vitamina-d-aumenta-risco-de-doencas-cardiovasculares

__

Indústria farmacêutica – “Os medicamentos que curam completamente, não dão lucro”

Assista aos vídeos:

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

Vitamina D – por uma outra terapia
Vitamin D – For an alternative therapy

The Real Story on Vitamin D

https://www.youtube.com/watch?v=Ad32GM5paok&list=UU5grjCGNi25VAR8J0eVuxVQ&index=1&feature=plcp

__

“Os medicamentos que curam completamente, não dão lucro”

Entrevista com Dr. Richard J. Roberts, Prêmio Nobel da Medicina 1993

Tenho 63 anos e o pior do envelhecer é ter muitas verdades como sagradas, pois é quando é realmente necessário fazer perguntas. Nasci em Derby e o meu pai era mecânico, ofereceu-me um kit de química e ainda gosto de brincar. Sou casado tenho quatro filhos e sou tetraplégico devido a um acidente. O que me estimula é a investigação e por isso ainda a faço, participo no Campus for Excellence.

(…) A pesquisa sobre a saúde humana não pode depender apenas de sua rentabilidade. O que é bom para os dividendos das empresas, nem sempre é bom para as pessoas.

– O senhor poderia explicar?

A indústria farmacêutica quer servir o mercado de capitais …

– Como qualquer outra indústria …

Não é apenas qualquer outra indústria, nós estamos a falar sobre a nossa saúde e as nossas vidas, os nossos filhos e milhões de seres humanos.

– Mas se eles são rentáveis, eles vão pesquisar melhor.

Se você só pensar em benefícios, você vai parar de se preocupar em servir as pessoas.

– Por exemplo?

Eu vi que em alguns casos, os cientistas que dependem de fundos privados descobriram um medicamento muito eficaz, que teria eliminado completamente uma doença …

– E porque parar de investigar?

Porque as empresas farmacêuticas muitas vezes não estão tão interessados ​​na cura, mas na obtenção de dinheiro, assim a investigação, de repente, foi desviada para a descoberta de medicamentos que não curam completamente, tornam isso sim, a doença crônica.  Medicamentos que fazem sentir uma melhoria, mas que desaparece quando o doente pare de tomar a droga.

– É uma acusação grave.

É comum que as empresas farmacêuticas estejam interessadas em pesquisas que não curam, mas que apenas tornam as doenças crônicas, com drogas mais rentáveis, do que medicamentos que curam completamente uma vez e para sempre. Você só precisa seguir a análise financeira da indústria farmacêutica e verificar o que eu digo.

– Estão a matar dividendos.

É por isso que dizemos que a saúde não pode ser um mercado e não pode ser entendida meramente como um meio de ganhar dinheiro. E eu acho que o modelo europeu de capital privado e público misto, é menos susceptível de encorajar tais abusos.

– Um exemplo de tais abusos?

Pararam investigações com antibióticos porque estavam a ser muito eficazes e os doentes ficaram completamente curados. Como novos antibióticos não foram desenvolvidos, os organismos infecciosos tornaram-se resistentes e a tuberculose hoje, que na minha infância tinha sido vencida, reaparece e matou no ano passado um milhão de pessoas.

– Está a falar sobre o Terceiro Mundo?

Esse é outro capítulo triste: doenças do Terceiro Mundo. Dificilmente se fazem investigações, porque as drogas que iriam combater essas doenças são inúteis. Mas eu estou a falar sobre o nosso Mundo, o Ocidental : o remédio que cura completamente não é rentável e, portanto, não é pesquisado.

– Há políticos envolvidos?

Não fique muito animado: no nosso sistema, os políticos são meros empregados das grandes empresas, que investem o que é necessário para que os “seus filhos” se possam eleger, e se eles não são eleitos, compram aqueles que foram eleitos.

O dinheiro e as grandes empresas só estão interessados ​​em multiplicar. Quase todos os políticos – e eu sei o que quero dizer, dependem descaradamente destas multinacionais farmacêuticas, que financiam as suas campanhas. O resto são palavras …

 http://www.revistaariel.org/index.php?option=com_content&view=article&id=992:interview-with-dr-richard-j-roberts-nobel-prize-in-medicine&catid=54:healthy-mind-healthy-body&Itemid=83

__

Vitamin D Insufficiency and Severe Asthma Exacerbations in Puerto Rican Children

 

__

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

Vitamina D – Por uma outra terapia (Vitamin D – For an alternative therapy)

__

Acesso à publicação:

http://ajrccm.atsjournals.org/content/186/2/140.short

__

Abstract

Rationale: Vitamin D insufficiency (a serum 25(OH)D <30 ng/ml) has been associated with severe asthma exacerbations, but this could be explained by underlying racial ancestry or disease severity. Little is known about vitamin D and asthma in Puerto Ricans.

Objectives: To examine whether vitamin D insufficiency is associated with severe asthma exacerbations in Puerto Rican children, independently of racial ancestry, atopy, and time outdoors.

Methods: A cross-sectional study was conducted of 560 children ages 6–14 years with (n = 287) and without (n = 273) asthma in San Juan, Puerto Rico. We measured plasma vitamin D and estimated the percentage of African racial ancestry among participants using genome-wide genotypic data. We tested whether vitamin D insufficiency is associated with severe asthma exacerbations, lung function, or atopy (greater than or equal to one positive IgE to allergens) using logistic or linear regression. Multivariate models were adjusted for African ancestry, time outdoors, atopy, and other covariates.

Measurements and Main Results: Vitamin D insufficiency was common in children with (44%) and without (47%) asthma. In multivariate analyses, vitamin D insufficiency was associated with higher odds of greater than or equal to one severe asthma exacerbation in the prior year (odds ratio [OR], 2.6; 95% confidence interval [CI], 1.5–4.9; P = 0.001) and atopy, and a lower FEV1/FVC in cases. After stratification by atopy, the magnitude of the association between vitamin D insufficiency and severe exacerbations was greater in nonatopic (OR, 6.2; 95% CI, 2–21.6; P = 0.002) than in atopic (OR, 2; 95% CI, 1–4.1; P = 0.04) cases.

Conclusions: Vitamin D insufficiency is associated with severe asthma exacerbations in Puerto Rican children, independently of racial ancestry, atopy, or markers of disease severity or control.

Originally Published in Press as DOI: 10.1164/rccm.201203-0431OC on May 31, 2012

__

Bibiliografia científica internacional sobre Vitamina D – 82,354 títulos nesta data na SCIRUS

HOJE: COM  82,354 publicações médicas  para  “multiple sclerosis” (“vitamin D”)

__

Sobre Vitamina D, assista ao vídeo do Programa Sem Censura:

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

__

Acesse:  “multiple sclerosis” (“vitamin D”)

http://www.scirus.com/srsapp/search?q=%22multiple+sclerosis%22+%28%22vitamin+D%22%29&t=all&sort=0&g=s

Falta de vitamina D pode agravar prejuízos do tabagismo ao pulmão

Sobre Vitamina D, assista ao vídeo do Programa Sem Censura:

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

__

Conforme publicado em inglês no dia de hoje:

Vitamina D e Tabagismo. Vitamin D may protect against lung function impairment and decline in smokers

__

Segundo nova pesquisa, deficiência do nutriente é capaz de dobrar a piora da função pulmonar apresentada por fumantes ao longo de 20 anos

A deficiência em vitamina D prejudica ainda mais a atividade dos pulmões dos fumantes ao longo do tempo, indicou uma nova pesquisa do Hospital Brigham and Women, que é afiliado à Universidade da Harvard, nos Estados Unidos. O nutriente, portanto, pode ter um efeito protetor contra os efeitos do tabagismo sobre a função pulmonar. Essas conclusões foram divulgadas nesta quinta-feira no periódico American Journal of Respiratory and Critical.

 

Os pesquisadores estudaram, durante 20 anos, a relação entre níveis de vitamina D, tabagismo e atividade dos pulmões em 626 homens. A função pulmonar dos participantes foi avaliada por meio da espirometria, um exame que mede velocidade e quantidade de ar que um indivíduo é consegue colocar para dentro e para fora dos órgãos. O estudo concluiu que cada maço de cigarros a mais consumido em um ano piora de maneira significativa a atividade pulmonar de todos os fumantes. No entanto, essa piora foi duas vezes mais intensa entre aqueles que apresentavam deficiência em vitamina D em comparação com os indivíduos com níveis ideais do nutriente.

“Nossos resultados sugerem que a vitamina D pode modificar os efeitos nocivos do tabagismo na atividade dos pulmões. Acreditamos que esse benefício pode ser atribuído às propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias do nutriente”, diz Nancy Lange, coordenadora da pesquisa. Para a autora, porém, é importante que as pessoas entendam que a vitamina D não é capaz de eliminar ou de tornar inofensivos os prejuízos ao pulmão provocados pelo tabagismo. Segundo Lange, novos estudos podem examinar se a vitamina também é capaz de proteger o pulmão contra danos provocados por outros fatores, como a poluição do ar, por exemplo.

 

Saiba mais

VITAMINA D
Também chamada calciferol, a vitamina D promove a absorção do cálcio pelo organismo após a exposição solar. Cerca de 90% da vitamina D que precisamos vem da exposição ao sol. A deficiência da vitamina pode provocar raquitismo, alterações no crescimento e nos ossos, além de reduzir a imunidade. A vitamina D está relacionada ainda ao bom funcionamento do coração, do cérebro e da secreção de insulina pelo pâncreas. A presença significativa da substância é vista em poucos alimentos, como fígado, óleos de peixes gordurosos e gema de ovo.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/falta-de-vitamina-d-pode-agravar-prejuizos-do-tabagismo-ao-pulmao

%d blogueiros gostam disto: