A Revista Veja desta semana tem como matéria de capa o assunto Vitamina D. Ed. 2.304, de 16 de janeiro de 2013: “O que você não sabe sobre a Vitamina do Sol. Ela continua a surpreender a medicina com novos efeitos benéficos.”

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Celso Galli Coimbra – OABRS 11352
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Fumar ‘emburrece’: mais uma razão para parar

 

Fumantes adultos na meia-idade tendem a ter performances mais pobres em testes de memória e raciocínio comparados com não-fumantes, aumentando a lista de razões para não fumar, disseram pesquisadores franceses nesta segunda-feira.

Çim, nóis podi

Çim, nóis podi

Analisando dados previamente coletados sobre cinco mil funcionários públicos britânicos, os pesquisadores descobriram que os que fumavam tinham mais chance do que pessoas que nunca fumaram de pertencer ao grupo de pior desempenho, de um total de cinco grupos, em testes de memória, raciocínio, vocabulário e fluência verbal.

O fumo foi associado com o declínio mental na meia-idade, assim como com demência e doenças físicas, eles descobriram.

“Fumar na meia idade está associado com déficit de memória e redução nas habilidades de raciocínio”, concluiu Severine Sabia e seus colegas do National Institute of Health and Medical Research em Villejuif, Fança.

Comparado com os fumantes, as pessoas que disseram que haviam parado de fumar tendiam a adotar hábitos mais saudáveis como beber menos álcool, ser fisicamente mais ativo, comer mais frutas e vegetais, Severine escreveu na revista científica Archives of Internal Medicine.

Os participantes estavam entre os 35 e 55 anos de idade no começo do estudo, que acompanhou os voluntários durante até 17 anos.

O estudo também demonstrou como pode ser difícil conduzir pesquisas de longo prazo com fumantes: mais do que o dobro dos fumantes, em comparação com os que não fumavam, se recusaram a repetir os testes de memória ou não puderam repeti-lo, em alguns casos por haverem morrido no ínterim.

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(Reuters) – Middle-aged adults who smoke tended to perform poorly on tests of memory and reasoning compared to nonsmokers, adding to the list of reasons not to smoke, French researchers said on Monday.

Analyzing previously collected data on about 5,000 British civil servants, the researchers found those who smoked were more likely than people who never smoked to be in the lowest-performing of five groups in tests of memory, reasoning, vocabulary and verbal fluency.

Smoking was associated with mental decline in middle age, as it is with dementia and a host of physical ills later in life, they found.

“Smoking in middle age is associated with memory deficit and decline in reasoning abilities,” concluded Severine Sabia and colleagues from the National Institute of Health and Medical Research in Villejuif, France.

Compared to smokers, people who said they had quit cigarettes were more likely to adopt healthier behaviors, such as drinking less alcohol, being more physically active, and eating more fruits and vegetables, Sabia reported in the journal Archives of Internal Medicine.

The participants were aged 35 to 55 at the beginning of the study, which followed some subjects up to 17 years.

The study also demonstrated how difficult it can be to conduct long-term research on smokers: more than twice as many smokers as non-smokers refused to take the memory test again or were not able to be re-tested, in some cases because they died in the interim.

 

 

Fonte: http://www.reuters.com/article/2008/06/09/us-smoking-memory-idUSN0645737020080609

 

5 Passos para parar de fumar definitivamente

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Canadian Lung Association

[The Lung Association]   Parar de fumar pode ser uma das coisas mais difíceis que você terá que fazer, mas fica mais fácil com a prática. Pesquisas mostram que cada vez que você tenta parar de fumar você melhora suas chances de parar de vez. Sua chance de sucesso é ainda maior se você combina métodos para parar de fumar como aconselhamentos, substituição de nicotina ou remédios.

 

Você terá sucesso se seguir os conselhos à seguir.

 

1. OS QUATRO DEGRAUS PARA PARAR DE FUMAR

 

  1. Escolha um dia. Escolha um dia nas próximas duas ou três semanas para parar. Ter um prazo torna mais fácil planejar como você irá lidar com as pessoas, lugares e situações que o fazem querer fumar. Tente escolher um momento que não seja difícil para você. Mas não fique esperando para sempre pelo dia “perfeito”: escolha uma data agora e trabalhe com esse prazo.
  2. Escolha um ou mais métodos comprovados para parar de fumar.
  3. Suas chances de sucesso são maiores se você combina métodos de cessação como aconselhamento, guias de auto-ajuda, o adesivo e medicamentos. Escolha mais abaixo um dos métodos que irão funcionar melhor para você. Estes itens você também deve seguir:
    • Liste as suas razões para parar nos campos da saúde, família, dinheiro, etc.
    • Escreva as coisas que podem substituir o cigarro: alternativas saudáveis como exercício ou um novo hobby.
    • Fale com seus amigos, família e colegas que podem dar apoio. Fale para eles sobre seu plano para parar de fumar, para que ele fique mais real e realizável para você.
    • Comece a fazer mudanças no seu estilo de vida que irão apoiar seu plano: deixe os cigarros em casa quando sair, remova os cinzeiros da sua casa, etc.
    • Considere juntar-se a um grupo de suporte. Para algumas pessoas ajuda falar com outros que também estão tentando parar.
  4. Coloque seu plano em andamento
    • Hoje é o seu dia de parar de fumar. Seja firme e não fume.
    • Revise sempre o seu plano. Sabendo como você irá lidar com os impulsos de fumar irá te ajudar a lidar com o desejo de um cigarro.
    • Evite aquelas pessoas e situações que te deixam com vontade de fumar.
    • Dê uma caminhada ao invés de fumar.
    • Encontre um hobby que mantenha suas mãos e pensamentos ocupados.
    • Limpe seus dentes, roupas, carro e casa do cheiro da fumaça do cigarro.
    • Seja positivo! Você está escolhendo ficar livre do fumo.
  5. Comemore o seu sucesso
    • Confie em si mesmo e no seu plano.
    • Entenda que leva tempo para reaprender hábitos livres de cigarro.
    • Lembre-se que parar de fumar é um processo e não um evento.
    • Apesar de a recuperação começar apenas em horas depois do seu último cigarro, leva pelo menos três semanas para criar o novo hábito. Não desencoraje se você escorregar. É parte do processo. Você não é um fracasso. Revise o seu plano e pergunte a si mesmo como você poderá agir diferente da próxima vez. “O erro é o princípio do acerto.
    • Recompense a si mesmo.

 

2. MÉTODOS COMPROVADOS PARA PARAR DE FUMAR

 

A maioria das pessoas que param de fumar usam uma combinação de métodos para cortar os cigarros das suas vidas. Pesquisas mostraram que as pessoas têm mais chances de sucesso se combinam diversos métodos de apoio.

Por exemplo, você pode se unir a um grupo de suporte e também manter chicletes ou adesivos de nicotinas em mãos, para superar os desejos de fumar. Você deverá encontrar a combinação que apoios que melhor funcionam para você.

 

Aqui estão alguns métodos comuns que funcionam comprovadamente:

 

  1. Grupos de suporte/aconselhamento: A maioria das pessoas pensa que ajuda juntar-se a um grupo de suporte, conseguir aconselhamento ou ler um livro de auto-ajuda. Este tipo de suporte irá ajudar a entender o que vem pela frente e a lidar melhor com os sintomas da abstinência.
  2. Terapias de substituição de nicotina: Existem muitas opções de terapias de substituição de nicotina: adesivos para a pele, chiclete, sprays e inaladores. Eles possuem pequenas quantidades de nicotina e podem ajudar a lidar com os desejos. Estes produtos trabalham reduzindo vagarosamente a quantidade de nicotina levada ao seu corpo para te ajudar a lidar com os sintomas da abstinência com mais facilidade. Pesquisas mostram que eles são eficazes ao ajudar as pessoas a parar de fumar, especialmente quando combinados com aconselhamento ou auto-ajuda.
  3. Champix: Este medicamento da Pfizer foi aprovado em 2007 pela Anvisa. Ele simula as alterações que a nicotina causa no cérebro, sem levar as mudanças que levam à dependência química.
  4. Antidepressivos: A bupropiona (encontrada no medicamento Zyban) é um antidepressivo vendido sob prescrição médica que pode reduzir a vontade de fumar em algumas pessoas. É mais eficiente para ajudar pessoas a pararem de fumar quando combinado com outros métodos como aconselhamento.
    1. Beba água: Muita água. Isso leva a nicotina e outros compostos químicos mais rapidamente para fora do seu sistema. Ajuda a manter a sua boca ocupada.
    2. Respire fundo: Respire fundo ao invés de fazer uma pausa para o cigarro. Respire fundo algumas vezes. Segure a última e solte o ar lentamente.
    3. Espere: Como fumante você nem sempre esteve no controle de si mesmo. Você fumava quando seu corpo necessitava de nicotina. Ao atrasar ou esperar você está dando as cartas. Normalmente o desejo por um cigarro passa em alguns minutos.
    4. Faça algo diferente: Quando o desejo bate, ajuda muito mudar a situação atual. Faça algo diferente. Para algumas pessoas ajuda a fazer alguma coisa com as mãos, quando o desejo domina, como apertar uma bolinha de estresse ou tricotar.
    • Desejo de fumar
    • Cansaço
    • Tosse
    • Gases e dores no estômago
    • Fome
    • Dores de cabeça
    • Irritabilidade (mau humor)
    • Dificuldade de concentração
    • Irritabilidade: Pode durar entre 2 e 4 semanas. Fazer caminhadas, banhos quentes, usar técnicas de relaxamento, música suave e alongamento podem ajudar.
    • Cansaço e falta de energia: A nicotina é um estimulante e pode levar entre 2 e 4 semanas para seu corpo aprender a viver sem ela. Tente tirar uma soneca sempre que possível. Não force seu organismo.
    • Dificuldade para dormir: A nicotina afeta as ondas cerebrais e os padrões de sono. Mas no máximo em uma semana este problema costuma desaparecer. Evite toda forma de cafeína, inclusive de refrigerantes. Fazer uma atividade física durante o dia ajuda o corpo a dormir melhor.
    • Tosse, garganta seca, coriza: Ocorre pelo fato de que o muco natural do corpo escorrega para fora da garganta. O seu corpo está se livrando do muco que estava preso nas vias aéreas. Este sintoma deve durar alguns dias apenas. Para compensar o problema beba muita água.
    • Tontura: O seu cérebro está recebendo mais oxigênio, pois os níveis de gás carbônico estão caindo, mas em um ou dois dias este sintoma deve desaparecer. Lembre-se de levantar-se devagar da cadeira ou da cama.
    • Problemas de concentração: O seu corpo deverá se acostumar ficar sem a nicotina, portanto você deverá esperar algumas semanas para seu corpo adaptar-se à sua nova vida sem cigarro. Para remediar reduza sua carga de trabalho e faça pausas com mais freqüência.
    • Pressão no peito: Os músculos ficam doloridos por causa da tosse ou da tensão muscular do desejo de fumar. Pode durar algumas semanas. Ajuda se você respirar fundo.
    • Gases, dores estomacais e prisão de ventre: Os movimentos do intestino podem diminuir por duas ou quatro semanas. Beber bastante água e comer alimentos ricos em fibra como frutas e vegetais ajuda o intestino a trabalhar.
    • Fome: Você pode confundir o desejo de fumar com fome, porque sua boca não está acostumada a não ter nada o que fazer. Mas ela irá aprender em duas ou quatro semanas. Beber água, comer snacks de baixas calorias pode ajudar.
    • Desejo de fumar: Esse possivelmente é o pior sintoma da abstinência, pois seu corpo simplesmente precisa de uma droga na qual está viciado; a nicotina. Para a maioria das pessoas estes desejos ocorrem apenas nos primeiros dias, mas para outros pode ocorrer ocasionalmente por meses ou anos. Algumas técnicas funcionam bem como: esperar (os desejos tendem a durar apenas poucos minutos), tentar fazer outra atividade, beber água, sair para uma caminhada, ligar para um amigo ou utilizar o substituto de nicotina como chiclete ou adesivo. Você poderá tentar combinar algumas destas técnicas para obter um resultado mais eficiente.
    • Escolha uma data e anote na agenda, na geladeira e no calendário.
    • Escreva as suas razões pessoais para parar de fumar em um cartão. Carregue-o para onde for e olhe para ele quando não estiver incerto sobre a sua decisão de parar de fumar ou quando tiver vontade de fumar.
    • Antes de você parar de fumar anote o horário, local e o que sente (tédio, estresse, aborrecimento, etc.) para cada cigarro que fumar. Faça isso por uns dois dias. Olhe para os seus padrões de fumante e planeje o que fará para lidar com as mesmas situações quando não estiver fumando.
    • Torne o fumo menos confortável ou fácil: mude o cigarro de mão quando fumar, carregue os cigarros em um local diferente, mude para uma marca que você não gosta, não leve isqueiro, etc.
    • Escolha substitutos dos cigarros mais importantes do dia. Por exemplo, se você fuma sempre logo que acorda, tente mastigar um chiclete de nicotina ou caminhar.
    • Marque uma limpeza ou clareamento de dentes no dia que você determinou para parar de fumar. A motivação de dentes limpos ou mais brancos ajudarão a manter-se com motivação.
    • Lembre-se que parar de fumar é um processo e não um evento. Você teve que aprender a fumar e terá que dar tempo para aprender a não fumar.

 

3. LIDANDO COM A ABSTINÊNCIA DE NICOTINA

 

A abstinência é a resposta fisiológica da falta de nicotina. Todos que param de fumar devem esperar alguns sintomas de abstinência. Os mais comuns são:

Os sintomas da abstinência e a sua duração são diferentes para cada um. Em geral os sintomas começam depois de horas de parar de fumar e podem ser piores entre o final da tarde e o começo da noite. Os sintomas tendem a diminuir ao longo dos 4-5 dias. Algumas pessoas têm sintomas mais fortes do que outras.

Fonte:  http://www.lung.ca/protect-protegez/tobacco-tabagisme/quitting-cesser/how-comment_e.php

[The Lung Association]

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VERSÃO EM INGLÊS

Smoking & tobacco

Quitting smoking

How to quit smoking

Most people find it hard to quit smoking. Quitting can be hard, but it’s not impossible. Many people like you have quit smoking. You can too. Counseling, medications, and other supports can help you quit.

If you’ve tried quitting smoking before but couldn’t do it, try again. Each time you try, it will get easier. You will be one step closer to quitting for good.

Now is the best time to quit. It’s never too late.

How should I quit smoking?

1. Pick a quit day

Choose a date within the next two weeks to quit. Don’t wait for the “perfect” day – just pick a date and work with it. Put it in your calendar.

If you’d like:

  • List your reasons for quitting – health, family, money.
  • Write down some new hobbies you can do instead of smoking – exercise, knitting, making model airplanes- something to keep your hands and mind busy.
  • Speak with friends, family, and colleagues and ask for support. Tell them about your plan to quit, so it feels more real to you.
  • Start making the changes to push smoking out of your everyday life – stop smoking in the house and in the car. Make your house and car smoke-free, so no one is allowed to smoke inside.
  • Learn about nicotine withdrawal symptoms and how to cope with them.

 

2. Choose two or more proven quit-smoking methods

There are many proven ways to quit smoking. To boost your chances of quitting, choose more than one method. Pick what seems right for you. Each person is different. You’ll know what will work best for you.

Proven quit smoking methods:

 

Going “cold turkey” – quitting spontaneously, on your own – also works well for some people. Some people just decide to quit smoking one day – maybe it’s the day they find out they have a lung disease, or the day their grandchild is born. Maybe there is something else that motivates them. Many people who have quit smoking for good say they quit “cold turkey”. If you think going cold turkey could work for you, try it.

3. On your quit date, butt out completely.

  • Don’t smoke, not even a little.
  • Toss out your cigarettes, other tobacco, and ashtrays.
  • Avoid people and situations where you will be tempted to smoke. If you usually smoke in a certain chair, don’t sit in that chair. If you usually smoke at a nightclub, avoid that nightclub for a while. Change your usual routine, so your new routine doesn’t include smoking.
  • Go for a walk instead of a smoke.
  • Be positive. Believe in yourself and your plan.
  • Remember that nicotine withdrawal symptoms only last a short time. Follow these tips to cope with withdrawal symptoms.
  • Get help from support groups, counselors and your local quitline
  • Take it one day at a time. Remind yourself that once the withdrawal is over, you’ll feel better than you have in years. You deserve to feel better…. You’re almost there!
  • Celebrate your success and give yourself credit! Tell people how long you’ve been quit. It’s a major achievement and you should be proud.
  • If you’d like, tell us how long you’ve quit. We’d love to hear from you and celebrate your success! You can use this form to submit your quit story.

 

Consider exercising more. When you’re quitting smoking, exercise can help. Exercise is a healthy alternative to smoking, it can take your mind off your cravings, it can help your mood and energy level, and it can help keep off extra weight. If you are new to exercising, start slowly. A walk around the block is a good start.

4. If you slip up, don’t give up. Try quitting again.

Quitting smoking gets easier with practice. Every time you try to quit, you boost your chances of quitting for good. Most people who’ve quit smoking forever had to try 5 or 6 times before they could quit for good. This is normal.

Don’t be discouraged if you slip up. You are not a failure. Try to figure out what the barriers were to your quitting. Were the nicotine cravings too strong? Did you go back to smoking when you were stressed? Talk with your counselor, doctor or pharmacist about your experience. Ask yourself how you can do it differently next time. If you think quit smoking medicines will make it easier for you to quit next time, ask your doctor or pharmacist for their recommendation. Then try quitting again. Keep trying.

Unproven methods to quit smoking

Quitting smoking is tough. You are going to spend time, energy, and maybe even money to try to quit. So it’s best to choose quit smoking methods that are proven to work.

We’ve reviewed the medical evidence and put a list of proven quit smoking methods, above. There are also some unproven quit smoking methods that people and companies may try to sell you.

These quit smoking methods have not been proven to work:

  • Acupuncture
  • Acupressure
  • Electrostimulation
  • Laser therapy
  • Hypnosis

It’s best to check with your doctor before spending money on these therapies.

 

[The Lung Association]

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Mulheres fumantes perdem 14,5 anos de vida – The American College of Obstetricians and Gynecologists

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[Whashington Post]

(The American College of Obstetricians and Gynecologists) Os males do cigarro tiram uma média de 14,5 anos de vida da mulher fumante. Os efeitos do dano do fumo são extensos, bem documentados e podem ser observados desde o berço até a morte prematura.

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Sabemos que fumar emburrece e segundo médica estadunidense Dra. Sharon Phelan “fumar é um hábito danoso que afeta negativamente quase todos os órgãos do corpo. Simplesmente não há uma boa razão para não parar” de fumar.

Lista dos riscos de fumar:

  • É a causa principal de câncer de pulmão e a principal causa de morte por câncer em mulheres. Desde os anos 1950 as mortes por câncer aumentaram mais de 600% nos EUA.
  • Fumar aumenta significativamente o risco de muitos outros tipos de de câncer em mulheres incluindo câncer de mama, câncer oral, câncer de faringe, laringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga, útero e cervical.
  • Mulheres que fumam tem o dobro de chance de desenvolverem doença coronária e 10 vezes mais riscos de morrer de doença pulmonar obstrutiva crônica do que não fumantes.
  • Fumar aumenta o risco de efisema, bronquite, osteoporose, artrite, catarata, baixa densidade óssea após menopausa e fratura nos quadris.
  • O cigarro pode também levar a menopausa prematura, doença nas gengivas, perda de dentes e envelhecimento prematuro da pele.
  • Mulheres fumantes em idade reprodutiva podem ter mais dificuldades em engravidar, ter partos prematuros, bebês com peso muito baixo, bebês com baixa função pulmonar, bronquite ou asma.
  • Mulheres com mais de 35 anos que fumam e tomam anticoncepcionais tem risco de desenvolver coágulos sanguíneo fatais.

 

“Grávidas não devem fumar em hipótese nenhuma e o cigarro não deve ser permitido em casa depois que o bebê nasce”, disse Sharon. “Infelizmente nós sabemos que bebês e crianças são muito mais expostas à fumaça de cigarro do que adultos e que os pais, guardiães ou outros membros da casa fumam sempre perto delas.”

Mesmo assim quase 60% das crianças entre 3 e 11 anos são expostas à fumaça de cigarro, o que as coloca em risco acentuado de desenvolver uma grande quantidade de problemas de saúde.

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Women Smokers Lose 14.5 Years Off Life Span

 

(HealthDay News) — During Lung Cancer Awareness Month in November, female smokers should take advantage of available resources, pick a quit day, and start taking steps toward kicking the habit, urges The American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG).

Even though smoking takes an average of 14.5 years off women’s lives, almost one in five American women age 18 and older smokes.

“The damaging effects of smoking on women are extensive, well-documented, and can be observed from the cradle to the premature grave,” Dr. Sharon Phelan said in an organization news release. She helped develop ACOG’s smoking cessation materials for health care providers.

“Smoking is a harmful habit that negatively affects nearly every organ in the body. There’s just no good reason not to quit,” she said.

Here’s a list of the dangers:

Smoking is the main cause of lung cancer, the leading cause of cancer death in women. Since 1950, lung cancer deaths among women have increased more than 600 percent, according to ACOG.Smoking also significantly increases the risk of many other cancers in women, including breast, oral, pharynx, larynx, esophageal, pancreatic, kidney, bladder, uterine, and cervical cancers.Women who smoke are twice as likely to develop coronary heart disease and 10 times more likely to die from chronic obstructive pulmonary disease (COPD) than nonsmokers.Smoking increases the risk of emphysema, bronchitis, osteoporosis, rheumatoid arthritis, cataracts, lower bone density after menopause, and hip fracture. It can also contribute to early menopause, gum disease, tooth loss, and premature skin aging.Reproductive-age women who smoke may have trouble conceiving, and pregnant women who smoke are at high risk of delivering preterm or low birth weight infants or having babies with poor lung function, bronchitis or asthma.Women over age 35 who smoke and take birth control pills are at risk for developing deadly blood clots.

“Pregnant women should absolutely not smoke, and smoking should not be allowed in the home after a baby is born,” Phelan said. “Unfortunately, we know that infants and young children are more heavily exposed to secondhand smoke than adults, and parents, guardians, or other members of the household often smoke around them.”

Almost 60 percent of children ages 3 to 11 are exposed to secondhand smoke, which puts them at increased risk for a wide range of health problems.

More information

The American Cancer Society has more about women and smoking.

SOURCE: The American College of Obstetricians and Gynecologists, news release, Nov. 3, 2008


SUS passa a ter medicamentos para doença ligada ao tabagismo

“Em 95% dos casos de tabagismo, as lesões no tecido pulmonar causadas pelo cigarro são irreversíveis, mesmo que a pessoa tenha parado de fumar há muitos anos”, completa. A DPOC engloba a bronquite crônica e o enfisema pulmonar.

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O Ministério da Saúde vai incorporar à lista do Sistema Único de Saúde (SUS) medicamentos para tratar dos sintomas da doença pulmonar obstrutiva crônica, conhecida por DPOC, relacionada ao tabagismo. Os remédios já estão disponíveis no sistema, porém para outras finalidades, como o tratamento de asma.

De acordo com o Ministério da Saúde, a DPOC também está relacionada à exposição passiva ao fumo, à poeira e à poluição. A doença causa falta de ar, fadiga muscular e insuficiência respiratória. Serão incorporados os corticóides inalatórios budesonida e beclometasona e os broncodilatadores fenoterol, sabutamol, formoterol e salmeterol.

Segundo o pneumologista João Daniel Rego, 80% dos pacientes com DPOC são fumantes.  “As estatísticas mostram que são pessoas que fumam há mais de 15 anos. E, como é uma doença lenta, quando eles os pacientes chegam ao consultório, já estão em um estado de médio a grave”, relata.

O médico alertou também para o perigo da doença. “Ela tem alta taxa de mortalidade. E não há uma cura, a medicação é para combater o avanço da enfermidade”, disse. Entre os sintomas da doença, o médico destaca a falta de ar e a tosse com secreção.

A publicação da portaria que amplia a indicação dos medicamentos para a DPOC está prevista para a quarta-feira. A partir de então, as farmácias da rede pública de saúde terão até 180 dias para começar a ofertar os produtos à população.

Também estão incluídas na lista de incorporações outras linhas de cuidados para a DPOC, como a vacina contra a influenza, a oxigenoterapia domiciliar e os exames diagnósticos para deficiência de alfa-1, que é caracterizada por níveis muito baixos ou pela inexistência, no sangue, de uma proteína produzida pelo fígado.

No Brasil, o Ministério estima que cerca de 5 milhões de pessoas tenham DPOC. Em 2010, foram 116,6 mil internações causadas pela doença, que custaram R$ 83,6 milhões aos cofres públicos. Em 2011, o número de internações subiu para 116,7 mil, custando R$ 87,1 milhões. Até julho deste ano, já são 57,8 mil registros de internações, que já custaram ao governo R$ 45,1 milhões.

O número de mortes por DPOC também aumentou. Em cinco anos, o número cresceu 12%, passando de 33.616 mortes em 2005 para 37.592 em 2010.

Agência Brasil

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O Cigarro é responsável por 90% dos casos de DPOC – Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. A doença atinge mais de sete milhões de brasileiros e é responsável por mais casos de internações do que a hipertensão arterial.

Hoje, o Brasil registra mais de 36 milhões de fumantes, 18% da população, de acordo com o Ministério da Saúde. Deste total cerca de 15% desenvolverá a DPOC – Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. A doença atinge aproximadamente sete milhões de pessoas acima de 40 anos e é a quarta causa de internação nessa faixa etária.

A DPOC possui grande impacto socioeconômico e a sua evolução é tão grave quanto o diabetes ou hipertensão arterial. “Apesar das campanhas e do grande incentivo para que as pessoas parem de fumar, o número de tabagistas ainda é muito alto e em algum momento da vida essas pessoas podem desenvolver a doença”, afirma o pneumologista José Jardim, professor livre docente da Faculdade de Medicina da UNIFESP.

“Em 95% dos casos de tabagismo, as lesões no tecido pulmonar causadas pelo cigarro são irreversíveis, mesmo que a pessoa tenha parado de fumar há muitos anos”, completa. A DPOC engloba a bronquite crônica e o enfisema pulmonar.

É uma doença de evolução progressiva que se desenvolve após a exposição prolongada dos brônquios (estrutura que leva o ar para dentro dos pulmões) às substâncias tóxicas contidas na fumaça inalada do cigarro. Como conseqüência, ocorre a inflamação brônquica (inchaço e aumento da produção de catarro nos brônquios) e a destruição dos alvéolos do pulmão.

Segundo especialistas, 20% a 30% dos fumantes desenvolvem a DPOC após os 40 anos, sendo que alguns estudos sugerem que as mulheres são mais susceptíveis aos efeitos maléficos do cigarro do que os homens.

Os principais sintomas da DPOC são tosse crônica, produção de catarro e falta de ar, principalmente durante o sono e durante o esforço físico Normalmente, os sintomas aparecem de maneira lenta e progressiva, sendo comum o paciente somente dar atenção ao problema quando o quadro piora.

A falta de ar (dispnéia) é o sintoma que mais provoca limitações ao paciente. Nas fases mais avançadas da doença, o paciente tem dificuldade para realizar atividades simples como tomar banho, trocar de roupa e fazer caminhadas curtas. A DPOC possui quatro estágios de gravidade (leve, moderado, grave e muito grave) e as crises respiratórias (denominadas pelos médicos como exacerbações da doença pulmonar obstrutiva crônica) são causadas geralmente por infecções bacterianas ou virais. Nesse período, os pacientes sentem piora da falta de ar, fadiga, aumento da tosse crônica e da produção de catarro.

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Produção excessiva de proteínas explica osteoporose relacionada ao tabagismo

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July 30, 2012 – 6:54 pm

Fonte: R7

Cerca de duas décadas após cientistas identificarem o tabagismo como fator de risco para osteoporose e fraturas ósseas, um novo estudo lança luz sobre o processo desencadeado pelo fumo que é responsável pelo enfraquecimento dos ossos. O relatório publicado no ACS Journal of Proteome Research conclui que a fumaça do cigarro desencadeia a produção excessiva de duas proteínas que aceleram processo natural de reabsorção óssea do corpo .

O pesquisador envolvido no projeto Gary Guishan Xiao, da Creighton University, nos Estados Unidos, observa que estudos anteriores sugerem que toxinas presentes na fumaça do cigarro afetam a atividade dos osteoblastos – células responsáveis por construir novos ossos – e dos osteoclastos – células que reabsorvem, ou quebram os ossos velhos.

O presente estudo reúne evidências de que fumantes produzem quantidades anormalmente elevadas das proteínas S100A8 e S100A9 , que aceleram a produção dos osteoclastos. Resultados sugerem que a perda óssea relacionada ao tabagismo está ligada ao aumento da reabsorção óssea.

Descoberta foi realizada por meio da análise das diferenças da atividade genética em células de medula óssea de fumantes e não fumantes. Experimentos com ratos de laboratório confirmaram a descoberta.

 

Tabagismo e gravidez

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No Canadá, a década de 1990 foi marcada por um aumento da conscientização pública sobre os efeitos maléficos do tabaco sobre a saúde e pelo surgimento de estudos e leis sobre o uso e o preço dos cigarros.   

O Relatório sobre Tabagismo no Canadá revela que, de 1985 a 2001, a prevalência de fumantes diários de ambos os sexos e de todas as faixas etárias diminuiu significativamente: a população de fumantes de 15 anos ou mais diminuiu de 35,1% para 21,7% em relação à população total.

Apesar disto, os fumantes ainda são predominantemente jovens, em seus primeiros anos de vida reprodutiva. Este fato está longe de ser trivial, uma vez que a exposição crônica à fumaça de cigarros durante o período fetal aumenta significativamente o risco de problemas de saúde, físicos e mentais.

De fato, se por um lado os efeitos devastadores do tabaco sobre a saúde de adultos são bem conhecidos, seus efeitos sobre crianças estão se mostrando preocupantes, especialmente quando a exposição à fumaça do tabaco começa durante o período fetal.

Resultados do National Longitudinal Study on Children and Youth (NLSCY- Estudo Longitudinal Nacional sobre Crianças e Jovens)2 indicam que 23,3% das mulheres canadenses fumam durante a gravidez. Destas mulheres, 84% fumam durante toda a gravidez. A distribuição das taxas de uso cotidiano de tabaco entre mulheres grávidas é a seguinte: 65% fumam entre um e dez cigarros por dia; 34% fumam entre 11 e 25 cigarros; 1% fuma mais de 25 cigarros.

Uma pesquisa do CEECD* sobre percepções do uso de tabaco entre mulheres grávidas mostra que a população canadense não está consciente do número de mulheres grávidas que fumam. Apesar de haver alguma consciência pública a respeito dos efeitos maléficos do tabagismo sobre o peso de neonatos, a maioria das pessoas ainda parece desconsiderar as consequências em longo prazo da exposição do feto à fumaça do tabaco sobre a saúde física e mental das crianças.

*NT: CEECD – Center of Excellence for Early Childhood Development (Centro de excelência pelo desenvolvimento infantil inicial).

Referências
Gilmore J. Report on Smoking in Canada 1985-2001. Ottawa, Ontario: Statistics Canada, Health Statistics Division, Minister of Industry; 2001.
Statistics Canada. National Longitudinal Study on Children and Youth, 1994-1995 Data. Ottawa, Ontario: Statistics Canada.

Fonte: http://www.enciclopedia-crianca.com/pt-pt/tabagismo-gravidez/qual-e-sua-importancia.html

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