O que o Brasil precisa saber e fazer para enfrentar com seriedade a pandemia do Coronavírus – Covid-19

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Papel da Vitamina D no tratamento do autismo

Metabolismo da vitamina D no organismo

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Existem duas formas básicas de vitamina D: colecalciferol (vitamina D3) e ergocalciferol (vitamina D2). Ambas podem ser obtidas através de alimentos ou suplementos vitamínicos. A vitamina D3, porém, pode também ser produzida pelo nosso corpo. Através do colesterol que é consumido nos alimentos, conseguimos obter uma substância chamada 7-dehidrocolesterol. Este colesterol se deposita nas células da pele e, quando exposto à luz solar (raios UV-B), se transforma colecalciferol (vitamina D3).

Vitamina D

Tanto o colecalciferol (vitamina D3) quanto o ergocalciferol (vitamina D2) são formas inativas da vitamina D. Para que a vitamina D possa exercer seus efeitos no organismo, mais duas metabolizações são necessárias.

O processo se dá da seguinte maneira: as vitaminas D3 e D2 obtidas na alimentação e/ou exposição solar são transportadas para o fígado, onde serão transformadas em calcidiol (25-hidroxivitamina D). O calcidiol é a forma que o corpo usa para armazenar a vitamina D. Por isso, quando queremos saber se o paciente tem níveis adequados de vitamina D no corpo, dosamos no sangue os níveis de 25-hidroxivitamina D (25OH vit D).

Quando o organismo sente necessidade de agir sobre os níveis de cálcio do sangue e dos ossos, uma parte desta 25-hidroxivitamina D é transportada até o rins, onde sofrerá o último processo de metabolização, transformando-se em calcitriol (1,25-hidroxivitamina D), esta sim a forma ativa da vitamina D.

Portanto, resumindo, a obtenção e ativação da vitamina D podem seguir dois caminhos:

Fonte: http://www.mdsaude.com/2013/01/vitamina-d.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+mdsaude+(MD.Saude)

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Deficiência de vitamina D em grávidas

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A vitamina D é muito mais importante para o período gestacional do que se imagina. Confira os riscos de sua carência durante a gravidez.
Falta de Vitamina D pode causar dificuldades no aprendizado da linguagem

Falta de Vitamina D pode causar dificuldades no aprendizado da linguagem

A vitamina D é fundamental o desenvolvimento saudável da gestação, garantindo a segurança tanto da mãe quanto do bebê. Muitas mulheres não sabem, mas os níveis baixos desse elemento estão intimamente ligados a problemas como pré-eclâmpsia, raquitismo e dificuldade de linguagem. Fique por dentro do assunto e saiba mais sobre a deficiência da vitamina D em grávidas.

Aumento do risco de pré-eclâmpsia

A falta de vitamina D nos primeiro trimestre gestacional está associada a uma chance cinco vezes maior de desenvolver pré-eclâmpsia, risco esse que perdura mesmo após a eliminação de outros fatores de risco, como etnia, peso corporal, velocidade do ganho de peso gestacional e hipertensão arterial.

A pré-eclâmpsia é uma das complicações gestacionais mais temidas, caracterizada pelo aumento da pressão e inchaço das mãos e pés. Esse problema é a principal causa de partos prematuros e afeta 7% de todas as primigestas. Até mesmo uma diminuição discreta nos níveis séricos de vitamina D materna pode dobrar o risco de desenvolver pré-eclâmpsia.

Raquitismo

vitamina D está intimamente ligada à saúde óssea, pois proporciona a captação e absorção do cálcio, fundamental na formação do esqueleto humano. Como toda a fonte nutritiva que o bebê tem acesso é proveniente dos níveis séricos maternos, mulheres que índices vitamínicos abaixo do normal consequentemente terão bebês com deficiência dessa vitamina. O resultado é uma maior chance de desenvolver raquitismo.

Durante a gestação são formadas as diversas estruturas cerebrais, que irão desempenhar papel importantíssimo no desenvolvimento intelectual, social e emocional da criança. Como a vitamina D participa ativamente nesse processo, mães que garantem bons níveis vitamínicos proporcionam melhores meios para que determinadas regiões do cérebro da criança, relacionadas ao aprendizado da linguagem, se desenvolva.

De acordo com um estudo científico, as mulheres que apresentaram quantidades séricas de vitamina D abaixo do normal durante o segundo trimestre de gravidez, apresentaram um risco 2 vezes maior de ter filhos com dificuldade de linguagem.

Outros problemas

importância da vitamina D na formação do sistema nervoso central é tão grande que sua carência durante o período gestacional está associado a maiores riscos da criança apresentar doenças como esquizofrenia e autismo. Os baixos níveis desse elemento estão ligados à maiores chances de desenvolver asma.

Fonte: http://www.mundodastribos.com/deficiencia-de-vitamina-d-em-gravidas.html

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Uso de agrotóxico no país quase triplica em 10 anos

É importante salientar que recente decisão judicial da Argentina demonstrou que existe também uma relação direta entre agrotóxicos, abortos, câncer e doenças congênitas:

Na Argentina, uma condenação histórica contra o agrotóxico: é causa de aborto, câncer e deformações congênitas

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Enquanto a taxa mundial de consumo de agrotóxicos nos últimos 10 anos cresceu 93%, no Brasil esse índice quase triplicou chegando a 190% de aumento. A razão disso, conforme especialistas, é o crescimento da produção agrícola brasileira e a importância no cenário internacional da produção que incentiva a monocultura para a exportação.

A reportagem é de Nestor Tipa Júnior e publicada pelo jornal Zero Hora, 13-09-212.

O aumento de consumo de agrotóxico é tema de debate que terminou, promovido pelo Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea/RS) na Assembleia.

O crescimento do uso no Brasil foi constatado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pelo Observatório da Indústria dos Agrotóxicos da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

– Este avanço expressivo na produção e na produtividade tem um alto custo – avalia Gervásio Paulus, diretor técnico da Emater.

A última pesquisa anual divulgada pela Anvisa aponta que 28% dos alimentos analisados apresentaram níveis de agrotóxicos acima do indicado pela entidade.

Professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Renar João Bender entende que antes de punir é preciso educar o agricultor nas melhores práticas. Lembra também que o debate deve ser ampliado para outros contaminantes que podem resultar de manejo irregular ao longo do segmento produtivo, como o processo de industrialização e de venda.

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/noticias/513501-uso-de-agrotoxico-no-pais-quase-triplica-em-10-anos
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UN: discussion about maternal health

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While world leaders are meeting at the United Nations this week to discuss progress towards the Millennium Development Goals (MDG), Chris Smith, member of the American Congress, explains in the Washington Post that a strong reduction in infant and maternal mortality remains very uncertain if the Obama administration “either directly or covertly” integrates abortion into the final document.

He recalls that Secretary of State Hillary Clinton “has said publicly that she believes access to abortion is part of maternal and reproductive health, thinking that runs contrary to the understanding of the more than 125 UN member states that prohibit or otherwise restrict abortion in their sovereign laws and constitutions.” For Chris Smith, reducing maternal and infant mortality are the two most realisable objectives today, but they would be compromised if the UN summit is influenced by the demands of pro-abortion activists.

To achieve Millennium Development Goal No. 4, which is to reduce infant mortality rates by two thirds from 1990 figures, Chris Smith explains that numerous cost-effective actions must be expanded, notably “treatment and prevention of disease, as well as greater access to adequate food and nutrition, clean water, childhood vaccinations, oral rehydration packets, antibiotics, and drugs to inhibit mother-to-child HIV transmission”. He adds that there is an immediate need for care of unborn children to optimise their health before and after birth, good health starting in the womb. Chris Smith recalls that abortion is by definition the death of a child and as such compromises Goal No. 4. In addition, it is heavy in negative consequences for the health of women, affecting them emotionally and psychologically.

Goal No. 5, the reduction in maternal mortality by 75% from 1990 figures, can be achieved by “skilled attendance at birth, treatment to stop hemorrhages, access to safe blood, emergency obstetric care, antibiotics, repair of fistulas, adequate nutrition, and pre- and post-natal care”.

Chris Smith quotes a study* that appeared in April 2010 in the British journal The Lancet and was financed by the Bill and Melinda Gates Foundation, which reports a global decline of 35% in maternal mortality, which went from 526 300 in 1980 to 342 900 in 2008. These figures confirm those of the World Health Organisation report entitled “Trends in maternal mortality” made public on 15 September 2010. Chris Smith stresses that “contrary to prevailing myths, the study underscored that many nations that have laws prohibiting abortion also have some of the lowest maternal mortality rates in the world – Ireland, Chile and Poland among them”. LifeNews adds The Lancet researchers were surprised to discover that three of the richest countries of the world had rising figures of maternal mortality: the United States, Canada and Norway, which have liberal laws on abortion.

* The Lancet, “Maternal mortality for 181 countries, 1980—2008: a systematic analysis of progress towards Millennium Development Goal 5”, Margaret C Hogan MSc, Kyle J Foreman AB, Mohsen Naghavi MD, Stephanie Y Ahn BA, Mengru Wang BA, Susanna M Makela BS, Prof Alan D Lopez PhD, Prof Rafael Lozano MD, Prof Christopher JL Murray MD

Washington Post (Chris Smith) 19/09/10 – Medical News Today 21/09/10 – Lifenews (Steven Ertelt) 15/09/10 – Nouvelobs.com 15/09/10

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Egg is the primary food source for the production of new cells

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The egg contains all the substances necessary for the production of new cells, and studies say that the ‘hill’ is essential for brain health.

The egg yolk is the food that contains larger amounts of choline – a substance derived from an amino acid called serine (associated with a feeling of well-being) – among the components of the common diet. One unit has about 130 milligrams of choline, while a piece of 100 grams of salmon has 56 milligrams. The result of research conducted by the Department of Agriculture (USA), found that no food goes beyond the egg yolk in concentration of choline.

“It is estimated that the circulating concentration of choline doubles after ingestion of a meal containing two eggs.” Says Professor Cicero Galli Coimbra, Department of Neurology, Federal University of Sao Paulo. The hill is part of the structure of so-called phospholipids, which could be described as a structural unit of the cell membrane. In a figurative sense, it is as if the hill was the “brick” used in the construction of the structure of the cell membrane. All cells that form in our bodies require phospholipids, therefore, choline, structure of membranes.

Choline is needed for the production of new cells and repair damaged cell membranes, which may be particularly sensitive to deficiency of choline, because the nerve cells need to produce more amount of cell membrane than any other cell. The formation of new neurons can occur even in the brains of older individuals, through the work of neuroscientists Swedish (1998).

The regions responsible for the acquisition of new information, such as the hippocampus, are those in which neurogenesis (formation of new neurons) is more intense, indicating the importance of the hill on the preservation of memory.

“The production of a substance essential for the storage of information by the hippocampus – acetylcholine – requires the availability of choline in the diet.” Explains the expert.

There is a compound derived from the hill called citicoline (or CDP-choline), which constitutes the only neuro-protective today demonstrated and confirmed in case of injuries caused by stroke (stroke). With the discovery that the production of new neurons is present even in old age, means the hill can have a positive role in the following situations: diseases in which recovery can be facilitated or those whose progression can be limited by neurogenesis .

Concrete data already exist in relation to the prevention of malformations of the nervous system during intrauterine life, such as anencephaly and spina bifida. Choline consumed by the mother may influence the development of the fetus and baby, increasing the formation of neurons during pregnancy and breastfeeding. This can exert a decisive influence on their future ability to learn and therefore their ability to compete for opportunities in the professional environment as an adult. Several studies have shown that choline is as or more important than the folic acid during pregnancy.

Future research should demonstrate positive effects of choline on the development of neurodegenerative diseases such as Alzheimer’s and Parkinson’s disease. This is because the brain of the elderly have less ability to capture the hill stock, being more sensitive to the negative consequences of a diet low in choline.

http://www.agromundo.com.br/?p=1873&gtlang=en

Source:

Cicero G Coimbra, MD, PHD
Lab of Neuropathology & Neuroprotection, head
Associate Professor of Neurology and Neuroscience
Department of Neurology and Neurosurgery
Federal University of São Paulo – UNIFESP
Rua Pedro de Toledo 781 – sétimo andar

São Paulo – SP – Brasil – CEP 04039-032

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