Deficiência de Vitamina D afeta mais de um bilhão de crianças e adultos em todo o mundo – é a verdadeira pandemia hoje e seu fim terminaria com a do Covid-19

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The vitamin D deficiency pandemic- Approaches for diagnosis, treatment and prevention – 2017_

“A deficiência e insuficiência de vitamina D é um problema de saúde global que afeta mais de um bilhão de crianças e adultos em todo o mundo. As consequências da deficiência de vitamina D não podem ser subestimadas.

Houve uma associação de deficiência de vitamina D com uma miríade de doenças agudas e crônicas, incluindo pré-eclâmpsia, cárie na infância, periodontite, distúrbios auto-imunes, doenças infecciosas, doenças cardiovasculares, cânceres mortais, diabetes tipo 2 e distúrbios neurológicos. Esta revisão deve colocar em perspectiva a controvérsia em torno da definição de deficiência e insuficiência de vitamina D, além de fornecer orientações sobre como tratar e prevenir a deficiência de vitamina D.”
Quanto tempo vamos levar para somar 2 + 2 e tomar uma atitude fundamentada no bom senso, que deveria levar o médico e o administrador da área da saúde a corrigir de imediato (com uma dose única – “de ataque” de 600.000 UI – ao custo de 5 dólares por pessoa) os níveis de vitamina D do staff hospitalar (também dos postos de saúde) e dos pacientes sintomáticos em primeiro lugar.

Depois, dos indivíduos identificados como portadores de fatores de risco, a serem chamados nos postos de saúde para tomarem a mesma dose que apenas corrige a deficiência pandêmica de vitamina D provocada pela fuga à exposição solar.

Quanto tempo vamos levar para aconselhar população que procure expor ao sol forte a mais ampla área de corpo possível ao menos por 15 minutos e sem a interferência de vidro ou de filtro solar, na medida do possível (devido ao confinamento). Correção de qualquer deficiência é obrigação, não é favor, e não pode provocar efeitos colaterais, pois se está apenas normalizando um parâmetro biológico.

Quantas mortes vão ocorrer a cada dia de espera por uma atitude (ao menos de alerta, orientação!). O que vai acontecer com as pessoas que se encontram em confinamento (portanto sem exposição solar, e com níveis progressivamente ainda mais baixos de vitamina D, quando elas começarem a sair do confinamento com mais grave imunodeficiência?

Quanto tempo vamos ficar passivos, chamando de “heróis” os trabalhadores de hospitais (de “mártires” quando morrerem)?

Coronavirus particles spreading in a crowd of people.

Protetores solares possuem substância cancerígena

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(…) Na composição dos protetores solares avaliados, a associação constatou que a maior parte dos produtos possui um ingrediente potencialmente cancerígeno – o benzophenone-3 -, que é até proibido em outros países. (…)

Exposição dela aos raios UVA geram radicais livres que, em teoria, provocam câncer de pele

Camila Neumam, do R7

Este gráfico mostra o aumento do câncer de pele - melanoma - de 1935 a 1999 entre homens e mulheres, comparando com o uso do protetor solar em Connecticut, EUA. Resultado: quanto mais houve lucro (em milhões de dólares) na venda de protetor solar, MAIS aumentou a incidência deste câncer de pele. Algo está mal explicado, não está? Lembrem que o Sol faz a pele produzir o hormônio-vitamina D, que previne e combate vários tipos de câncer, ENQUANTO o uso indiscriminado de PROTETOR SOLAR impede que a pele produza este Hormônio-Vitamina D. A MENTIRA é sinônimo de doença e morte na Medicina. Todos têm o DIREITO de ver estas questões de saúde pública e individual esclarecidas com HONESTIDADE. Então, não curta apenas, COMPARTILHE, divulgue, passe adiante as informações.

Este gráfico mostra o aumento do câncer de pele – melanoma – de 1935 a 1999 entre homens e mulheres, comparando com o uso do protetor solar em Connecticut, EUA. Resultado: quanto mais houve lucro (em milhões de dólares) na venda de protetor solar, MAIS aumentou a incidência deste câncer de pele. Algo está mal explicado, não está? Lembrem que o Sol faz a pele produzir o hormônio-vitamina D, que previne e combate vários tipos de câncer, ENQUANTO o uso indiscriminado de PROTETOR SOLAR impede que a pele produza este Hormônio-Vitamina D. A MENTIRA é sinônimo de doença e morte na Medicina. Todos têm o DIREITO de ver estas questões de saúde pública e individual esclarecidas com HONESTIDADE. Então, COMPARTILHE, divulgue, passe adiante as informações.

A polêmica está lançada. Depois de apenas duas marcas de protetores solares terem sido consideradas eficazes para proteger a pele, entre dez testadas, pelo Pro Teste, há outro fator que preocupa os usuários do produto.

Na composição dos protetores solares avaliados, a associação constatou que a maior parte dos produtos possui um ingrediente potencialmente cancerígeno – o benzophenone-3 -, que é até proibido em outros países. 

Segundo o oncologista Antônio Carlos Barcellos, do Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo), essa substância apontada como cancerígena é fotosensibilizante,  ou seja, quando exposta aos raios UVA pode produzir radicais livres que, em teoria, são carcinogênicos (que podem causar câncer).

– Estudos em animais e em tecidos celulares humanos sugerem que a exposição dessa substância aos raios UVA geram radicais livres que, em teoria, provocam danos ao DNA, especificamente no melanócito que é a célula responsável pela formação do melanoma (câncer de pele).

O oncologista frisa que não há estudos que comprovem essa teoria, mas que ela “é bastante possível, já que há comprovação de que os radicais livres podem causar câncer”.

Questionado se a substância poderia causar outros tipos de câncer ao usuário de filtros solares, além do câncer de pele, o oncologista afirma que não há estudos que comprovem essa possibilidade. Para Barcellos, o ideal seria conseguir retirar a substância dos protetores, no entanto, o médico ressalta que o conteúdo dos produtos estão sendo vendidos atualmente no mercado dentro dos padrões da legislação.

Fonte: http://noticias.r7.com/saude/noticias/protetores-solares-possuem-substancia-cancerigena-20091205.html

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Idosos precisam de lugar ao sol

01/10/2012 10:11

Mais de 50% deles têm falta de vitamina D. Essencial para a absorção de cálcio, é obtida através do sol. (…)  Diferentemente de outras vitaminas, a D não é uma amina (classe de composto químico–orgânico), mas um hormônio vital. Responsável pela absorção do cálcio pelo corpo, sua deficiência está diretamente relacionada à osteoporose e diversos outros problemas de saúde. 

Micheli Nunes
micheli.nunes@diariosp.com.br

Por medo do câncer de pele, as pessoas tomam cada vez menos sol, que ainda é a principal maneira natural de obter a vitamina D. Com isso, mais da metade dos idosos brasileiros têm falta da substância no organismo, segundo uma pesquisa realizada pelo Delboni Medicina Diagnóstica. Hoje, no Dia do Idoso, os médicos chamam a atenção para o problema.

Diferentemente de outras vitaminas, a D não é uma amina (classe de composto químico–orgânico), mas um hormônio vital. Responsável pela absorção do cálcio pelo corpo, sua deficiência está diretamente relacionada à osteoporose e diversos outros problemas de saúde.

A pesquisa analisou 2.735 exames de sangue de pacientes acima de 60 anos, sendo 2.156 (78%) mulheres e 579 (21,1%) homens e detectou que 53,6% das mulheres e 53,4% dos homens têm necessidade de reposição desta vitamina.

Myrna Campagnoli, endocrinologista do Delboni e responsável pela pesquisa, afirma que para os homens o caso pode ser ainda mais grave. “Como o número de homens que realizaram a dosagem de vitamina D é muito inferior ao das mulheres, este problema pode ser ainda mais severo entre esse público. A deficiência pode estar sendo subdiagnosticada”, conclui.

Apesar de ser encontrada em alimentos como a gema do ovo, derivados de leite e alguns peixes, o banho de sol ainda é a maneira mais eficiente de obter a vitamina D. “O ideal é que, pelo menos duas vezes por semana, o idoso passe 40 minutos no sol sem filtro solar, mas apenas entre às 8h e às 10h da manhã”, aconselha o médico Fábio Gabas, clínico geral do Delboni.

Porém, ainda com a ingestão dos alimentos ricos na substância e com a exposição solar adequada, a absorção da vitamina muitas vezes não é suficiente. “Os idosos que apresentam falta de vitamina D têm a necessidade de um tratamento com reposição por meio de remédios”, diz Myrna.

Fábio ressalta a importância de fazer um acompanhamento médico e dosar os níveis de vitamina D anualmente. “Os exames são importantes até mesmo para os jovens. Se a deficiência for detectada ainda cedo e a reposição começar a ser feita precocemente, muitas doenças como o câncer, hipertensão, osteoporose e até mesmo as doenças autoimunes podem ser evitadas”, alerta.

F0nte: http://diariosp.com.br/noticia/detalhe/34345/Idosos+precisam+de+lugar+ao+sol

Educação para o sol – Vitamina D – Vitamin D

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“Quando o assunto é a prevenção do câncer de pele, mais importante do que defender o uso de filtro solar é “fotoeducar” pacientes, médicos, indústria farmacêutica, políticos e autoridades de saúde.  A proposta radical é do dermatologista Fernando Stengel, presidente da Fundação Argentina de Câncer de Pele e membro do Conselho Internacional da Skin Cancer Foundation.”
 
“Filtros solares são um produto e são vendáveis.  Por isso foram superpromovidos.  Agora estamos voltando atrás,” disse ele ao participar do 14º Congresso Mundial de Câncer de Pele, realizado em São Paulo.”
 
Relacionado a este assunto, assista ao vídeo sobre a necessidade de produção de Vitamina D para a saúde:
 
Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha
 
https://www.youtube.com/watch?v=cIwIWim4hNM&list=UU5grjCGNi25VAR8J0eVuxVQ&index=5&feature=plcp

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Com informações da Agência Fapesp
10/08/2012
Fonte: Diário da Saúde

Quando o assunto é a prevenção do câncer de pele, mais importante do que defender o uso de filtro solar é “fotoeducar” pacientes, médicos, indústria farmacêutica, políticos e autoridades de saúde.

A proposta radical é do dermatologista Fernando Stengel, presidente da Fundação Argentina de Câncer de Pele e membro do Conselho Internacional da Skin Cancer Foundation.

“Filtros solares são um produto e são vendáveis. Por isso foram superpromovidos. Agora estamos voltando atrás,” disse ele ao participar do 14º Congresso Mundial de Câncer de Pele, realizado em São Paulo.

Stengel afirma que o sol não é mais perigoso hoje do que no passado. “Mas a preocupação com o câncer de pele, no entanto, é maior, pois as pessoas estão mais expostas à radiação solar e a expectativa de vida aumentou,” disse.

Riscos de câncer de pele

Segundo dados da Skin Cancer Foundation, nos Estados Unidos mais pessoas tiveram câncer de pele nos últimos 31 anos do que todos os outros casos de câncer somados. Segundo as estimativas, um em cada cinco norte-americanos desenvolverá a doença ao longo da vida e uma pessoa morre de melanoma a cada hora.

Também no Brasil o câncer de pele é o tumor mais frequente, de acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). A estimativa para 2012 é de 134,1 mil novos casos de câncer de pele não melanoma e 1,3 mil casos de melanoma.

Um único episódio de queimadura solar na infância ou na adolescência dobra o risco de melanoma, segundo especialistas da Skin Cancer Foundation. O risco também dobra caso existam cinco ou mais episódios de queimadura solar em qualquer idade.

Cultura do bronzeado

Ainda assim, a cultura do bronzeado está em toda parte, disse Stengel. “É preciso rever a forma como a mensagem sobre fotoprevenção tem sido difundida”, disse.

“O melhor seria a “fotoeducação”. As empresas farmacêuticas tentam vender a ideia de que existe bronzeado seguro ou de que os filtros são capazes de bloquear totalmente o sol, mas isso não é verdade.

“Se os médicos apenas reforçam a ideia de que as pessoas devem usar protetor solar, mas elas não sabem por que nem como fazer isso, não adianta,” disse o médico.

Falta de sol

Por outro lado, há uma crescente preocupação com as deficiências de vitamina D, que é produzida no organismo com a exposição ao Sol.

“Sabemos que há hoje muitos jovens enfurnados dentro de casa com seus jogos eletrônicos e computadores. São jovens que quase não fazem exercício e não se expõem ao sol. Essa população, principalmente se tiver uma dieta pobre em vitaminas, pode ter problemas. É preciso equilíbrio. Afinal, a espécie humana evoluiu ao longo de milhares de anos com sua pele interagindo com o sol e ele tem efeitos positivos sobre nós também,” concorda o especialista.

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=nao-existe-bronzeado-seguro&id=8054

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Insuficiência de Vitamina D pode causar perda de mobilidade e invalidez – Not getting enough vitamin D could cause you to lose mobility, become disabled

20/2.2011 vitamin D

20/2.2011 vitamin D (Photo credit: julochka)

Assista à entrevista sobre este assunto, em português:

 Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

Ao vídeo:

Vitamina D – Por uma outra terapia (Vitamin D – For an alternative therapy)

Leia:

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla

“Based on data collected from the comprehensive Health, Aging, and Body Composition Study, also known as Health ABC, the new study establishes a clear connection between vitamin D levels and overall mobility and bodily function. Compiled by researchers from the Wake Forest School of Medicine in North Carolina, the paper highlights how vitamin D levels directly affect an individual’s ability to perform everyday tasks like walking, climbing stairs, cycling, and engaging in various other forms of moderate exercise.”

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Wednesday, July 11, 2012 by: Ethan A. Huff, staff writer

(NaturalNews) There is no longer any doubt that regular, unfiltered sunlight exposure, which helps promote and maintain optimal blood levels of vitamin D, plays a critical role in health promotion and disease prevention. And a recent study published in the Journal of Gerontology: Medical Science further confirms this, having found that inadequate blood levels of vitamin D can lead to decreased mobility and even disablement, particularly among the elderly.

Based on data collected from the comprehensive Health, Aging, and Body Composition Study, also known as Health ABC, the new study establishes a clear connection between vitamin D levels and overall mobility and bodily function. Compiled by researchers from the Wake Forest School of Medicine in North Carolina, the paper highlights how vitamin D levels directly affect an individual’s ability to perform everyday tasks like walking, climbing stairs, cycling, and engaging in various other forms of moderate exercise.

More than 2,000 individuals of both Caucasian and African-American backgrounds, and with an average age of around 75-years-old, participated in the study. Researchers measured the participants’ blood serum levels of 25-hydroxyvitamin D (calcidiol), a pre-hormone associated with vitamin D levels in the body, at the beginning of the study and at six-month intervals for six years, and compared these levels to overall mobility rates among the participants.

At the onset of the study, nearly 30 percent of the participants had blood levels of 25(OH)D less than 20 nanograms per milliliter (ng/mL), while more than 36 percent had levels between 20 and 30 ng/mL. Only 35 percent of the group had 25(OH)D levels of 30 ng/mL, which is largely considered to be the cutoff point for determining vitamin D deficiency.

Upon evaluation, those with 25(OH)D levels below 30 ng/mL were found to be 30 percent more likely to develop mobility problems than those with higher levels, while those with 25(OH)D levels below 20 ng/mL, which is considered to be grossly deficient, were about 100 percent more likely to develop disability compared to those with higher levels.

“About one-third of older adults have low vitamin D levels,” said Denise Houston, Ph.D., R.D., a nutrition epidemiologist at the Wake Forest Baptist Department of Geriatrics and Gerontology, concerning the study. “It’s difficult to get enough vitamin D through diet alone, and older adults, who may not spend much time outdoors may need to take a vitamin D supplement.”

Vitamin D deficiency even more prevalent than study shows Though the findings of the study indicate that only about a third of elderly adults have vitamin D levels above what is considered to be deficient, the Vitamin D Council says the true cutoff point for vitamin D deficiency is really about 40 ng/mL rather than 30 ng/mL — 50 ng/mL, in fact, is a more realistic cutoff point for vitamin D deficiency.

With this in mind, far more than 60 percent of the elderly are vitamin D deficient, and likely suffering from needless health and mobility issues as a result. According to the Vitamin D Council, upwards of 90 percent of humanity is vitamin D deficient.

To learn more about vitamin D, visit: http://www.vitamindcouncil.org/

Sources for this article include:

http://blog.vitamindcouncil.org

http://news.nurse.com/article/20120603/NATIONAL02/106110017

http://www.vitamindcouncil.org/about-vitamin-d/vitamin-d-deficiency/

Fonte: http://www.naturalnews.com/036436_vitamin_D_deficiency_mobility.html

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Taxas baixas de vitamina D na maioria da população preocupam especialistas

O assunto Vitamina D está contrariando  interesses estranhos à saúde do paciente dentro da Medicina & da Indústria Farmacêutica. Afinal: prevenir e/ou curar doenças que trazem imensos lucros, enquanto podem existir ou existem, interessa à Indústria Farmacêutica?  Claro que não. Doença dá lucro!

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352
 
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Assista também ao vídeo: Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cícero Galli Coimbra e Daniel Cunha 

O vídeo referido na reportagem dominical de 27.05.12  da Folha está no endereço:

Vitamina D – Por uma outra terapia (Vitamin D – For an alternative therapy)
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“(…) cerca de 70% da população mundial apresenta taxas inadequadas de vitamina D, substância que, dentro do corpo, trabalha como um hormônio. O fenômeno da insuficiência não poupa nem países tropicais, como o Brasil, e a defasagem tende a ser maior nas grandes cidades, já que, dentro de casa, no carro ou no escritório, as pessoas acabam fugindo do sol. De acordo com o endocrinologista Geraldo Santana, do Instituto Mineiro de Endocrinologia, “a deficiência de vitamina D é um achado frequente e também preocupante devido à importante ação da substância no organismo.”

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Publicação: 18/06/2012 07:57

 Vanessa JacintoBelo Horizonte — Depois de provar seu papel como importante protetora dos ossos, a vitamina D vem ganhando dos cientistas a fama de elemento fundamental no quesito longevidade. O potencial terapêutico e preventivo contra doenças como as cardíacas e o câncer reforça a constatação de que boa parte dos males crônicos tem menos probabilidade de aparecer quando os níveis da substância estão equilibrados no organismo. Atingir a cota diária de 400 a 600 unidades internacionais (UI) preconizadas para adultos saudáveis seria fácil.  Bastaria expor braços, pernas e rosto ao sol durante 15 minutos diariamente — de preferência, sem filtro solar — e ter uma alimentação rica em fontes da vitamina.  Contudo, os hábitos da vida moderna vêm impedindo que isso ocorra.



Segundo especialistas, cerca de 70% da população mundial apresenta taxas inadequadas de vitamina D, substância que, dentro do corpo, trabalha como um hormônio. O fenômeno da insuficiência não poupa nem países tropicais, como o Brasil, e a defasagem tende a ser maior nas grandes cidades, já que, dentro de casa, no carro ou no escritório, as pessoas acabam fugindo do sol. De acordo com o endocrinologista Geraldo Santana, do Instituto Mineiro de Endocrinologia, “a deficiência de vitamina D é um achado frequente e também preocupante devido à importante ação da substância no organismo.” Ele explica que, em alguns grupos de pessoas, como idosos e obesos, os prejuízos são ainda maiores que na população em geral.

Fonte:  http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2012/06/18/interna_ciencia_saude,307731/taxas-baixas-de-vitamina-d-na-maioria-da-populacao-preocupam-especialistas.shtml
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