Estudo liga consumo de carne processada a risco de morte precoce

De acordo com os cientistas, aqueles que consumiam mais de 160g de carnes processadas por dia – equivalente a cerca de duas salsichas e uma fatia de bacon – registraram 44% mais chances de morrer durante o período do estudo do que os que consumiam cerca de 20g.

No total, quase 10 mil pessoas morreram de câncer e 5,5 mil de problemas cardíacos.

“Um alto consumo de carne, especialmente carnes processadas, está associado a um estilo de vida menos saudável”, disse à BBC a professora Sabine Rohrmann, da Universidade de Zurique, uma das autoras do estudo.

 

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Um estudo feito com meio milhão de pessoas na Europa indica que salsicha, presunto, bacon e outros tipos de carne processada aumentam o risco de morte precoce.

O levantamento acompanhou pessoas de dez países europeus durante uma média de 13 anos, sendo que uma em cada 17 pessoas acompanhadas no estudo morreu.

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Os cientistas concluíram que dietas com alto consumo de carnes processadas estão ligadas a doenças cardiovasculares, câncer e mortes precoces.

Segundo eles, pessoas que comem muita carne processada mostraram também ter maior propensão a serem obesas, a fumar e a apresentar outros fatores de risco à saúde.

Os pesquisadores disseram, porém, que mesmo levando-se em conta esses outros fatores de risco, as carnes processadas ainda assim foram consideradas perigosas.
Risco

De acordo com os cientistas, aqueles que consumiam mais de 160g de carnes processadas por dia – equivalente a cerca de duas salsichas e uma fatia de bacon – registraram 44% mais chances de morrer durante o período do estudo do que os que consumiam cerca de 20g.

No total, quase 10 mil pessoas morreram de câncer e 5,5 mil de problemas cardíacos.

“Um alto consumo de carne, especialmente carnes processadas, está associado a um estilo de vida menos saudável”, disse à BBC a professora Sabine Rohrmann, da Universidade de Zurique, uma das autoras do estudo.

“Mas mesmo depois de ajustar fatores como fumo ou obesidade, acreditamos que há um risco em comer carnes processadas”, afirmou.

“Parar de fumar é mais importante que cortar o consumo de carne, mas eu recomendaria que as pessoas reduzissem sua ingestão de carne.”

Segundo Rohrmann, se cada participante do estudo consumisse no máximo 20g de carnes processadas por dia, 3% das mortes precoces poderiam ter sido evitadas.

No entanto, um pouco de carne, mesmo carne processada, traz benefícios à saúde, de acordo com o estudo.

ADIABETE

Ursula Arens, da British Dietetic Association, disse ao programa Today, da BBC Radio 4, que passar carne fresca em um moedor não torna essa carne processada.

Arens observou que a carne processada foi alterada de alguma maneira para aumentar sua validade, ou mudar seu sabor.
Escolhas

Rachel Thompson, do World Cancer Research Fund, organização britânica que dá dicas sobre prevenção de câncer, disse que este estudo é mais um acréscimo “ao conjunto de evidências científicas que sublinham os riscos à saúde de comer carnes processadas”.

“Nossa pesquisa, publicada em 2007 e posteriormente confirmada em 2011, demonstra forte evidência de que comer carnes processadas, como bacon, presunto, salsichas, salame, etc, aumenta o risco de câncer no intestino”.

A organização diz que haveria 4 mil casos de câncer de intestino a menos caso as pessoas consumissem menos de 10g por dia.

Tracy Parker, da British Heart Foundation, organização que se dedica a campanhas contra doenças cardíacas, disse que a pesquisa sugere que carnes processadas podem estar ligadas a um maior risco de morte precoce, mas que aqueles participantes do estudo que consumiram maiores quantidades também fizeram “outras escolhas pouco saudáveis em seu estilo de vida”.

“Percebeu-se que eles comiam menos frutas e legumes e eram mais propensos a fumar, o que pode ter afetado os resultados”, disse.

 

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/03/130307_carne_riscos_ac.shtml

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5 Passos para parar de fumar definitivamente

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Canadian Lung Association

[The Lung Association]   Parar de fumar pode ser uma das coisas mais difíceis que você terá que fazer, mas fica mais fácil com a prática. Pesquisas mostram que cada vez que você tenta parar de fumar você melhora suas chances de parar de vez. Sua chance de sucesso é ainda maior se você combina métodos para parar de fumar como aconselhamentos, substituição de nicotina ou remédios.

 

Você terá sucesso se seguir os conselhos à seguir.

 

1. OS QUATRO DEGRAUS PARA PARAR DE FUMAR

 

  1. Escolha um dia. Escolha um dia nas próximas duas ou três semanas para parar. Ter um prazo torna mais fácil planejar como você irá lidar com as pessoas, lugares e situações que o fazem querer fumar. Tente escolher um momento que não seja difícil para você. Mas não fique esperando para sempre pelo dia “perfeito”: escolha uma data agora e trabalhe com esse prazo.
  2. Escolha um ou mais métodos comprovados para parar de fumar.
  3. Suas chances de sucesso são maiores se você combina métodos de cessação como aconselhamento, guias de auto-ajuda, o adesivo e medicamentos. Escolha mais abaixo um dos métodos que irão funcionar melhor para você. Estes itens você também deve seguir:
    • Liste as suas razões para parar nos campos da saúde, família, dinheiro, etc.
    • Escreva as coisas que podem substituir o cigarro: alternativas saudáveis como exercício ou um novo hobby.
    • Fale com seus amigos, família e colegas que podem dar apoio. Fale para eles sobre seu plano para parar de fumar, para que ele fique mais real e realizável para você.
    • Comece a fazer mudanças no seu estilo de vida que irão apoiar seu plano: deixe os cigarros em casa quando sair, remova os cinzeiros da sua casa, etc.
    • Considere juntar-se a um grupo de suporte. Para algumas pessoas ajuda falar com outros que também estão tentando parar.
  4. Coloque seu plano em andamento
    • Hoje é o seu dia de parar de fumar. Seja firme e não fume.
    • Revise sempre o seu plano. Sabendo como você irá lidar com os impulsos de fumar irá te ajudar a lidar com o desejo de um cigarro.
    • Evite aquelas pessoas e situações que te deixam com vontade de fumar.
    • Dê uma caminhada ao invés de fumar.
    • Encontre um hobby que mantenha suas mãos e pensamentos ocupados.
    • Limpe seus dentes, roupas, carro e casa do cheiro da fumaça do cigarro.
    • Seja positivo! Você está escolhendo ficar livre do fumo.
  5. Comemore o seu sucesso
    • Confie em si mesmo e no seu plano.
    • Entenda que leva tempo para reaprender hábitos livres de cigarro.
    • Lembre-se que parar de fumar é um processo e não um evento.
    • Apesar de a recuperação começar apenas em horas depois do seu último cigarro, leva pelo menos três semanas para criar o novo hábito. Não desencoraje se você escorregar. É parte do processo. Você não é um fracasso. Revise o seu plano e pergunte a si mesmo como você poderá agir diferente da próxima vez. “O erro é o princípio do acerto.
    • Recompense a si mesmo.

 

2. MÉTODOS COMPROVADOS PARA PARAR DE FUMAR

 

A maioria das pessoas que param de fumar usam uma combinação de métodos para cortar os cigarros das suas vidas. Pesquisas mostraram que as pessoas têm mais chances de sucesso se combinam diversos métodos de apoio.

Por exemplo, você pode se unir a um grupo de suporte e também manter chicletes ou adesivos de nicotinas em mãos, para superar os desejos de fumar. Você deverá encontrar a combinação que apoios que melhor funcionam para você.

 

Aqui estão alguns métodos comuns que funcionam comprovadamente:

 

  1. Grupos de suporte/aconselhamento: A maioria das pessoas pensa que ajuda juntar-se a um grupo de suporte, conseguir aconselhamento ou ler um livro de auto-ajuda. Este tipo de suporte irá ajudar a entender o que vem pela frente e a lidar melhor com os sintomas da abstinência.
  2. Terapias de substituição de nicotina: Existem muitas opções de terapias de substituição de nicotina: adesivos para a pele, chiclete, sprays e inaladores. Eles possuem pequenas quantidades de nicotina e podem ajudar a lidar com os desejos. Estes produtos trabalham reduzindo vagarosamente a quantidade de nicotina levada ao seu corpo para te ajudar a lidar com os sintomas da abstinência com mais facilidade. Pesquisas mostram que eles são eficazes ao ajudar as pessoas a parar de fumar, especialmente quando combinados com aconselhamento ou auto-ajuda.
  3. Champix: Este medicamento da Pfizer foi aprovado em 2007 pela Anvisa. Ele simula as alterações que a nicotina causa no cérebro, sem levar as mudanças que levam à dependência química.
  4. Antidepressivos: A bupropiona (encontrada no medicamento Zyban) é um antidepressivo vendido sob prescrição médica que pode reduzir a vontade de fumar em algumas pessoas. É mais eficiente para ajudar pessoas a pararem de fumar quando combinado com outros métodos como aconselhamento.
    1. Beba água: Muita água. Isso leva a nicotina e outros compostos químicos mais rapidamente para fora do seu sistema. Ajuda a manter a sua boca ocupada.
    2. Respire fundo: Respire fundo ao invés de fazer uma pausa para o cigarro. Respire fundo algumas vezes. Segure a última e solte o ar lentamente.
    3. Espere: Como fumante você nem sempre esteve no controle de si mesmo. Você fumava quando seu corpo necessitava de nicotina. Ao atrasar ou esperar você está dando as cartas. Normalmente o desejo por um cigarro passa em alguns minutos.
    4. Faça algo diferente: Quando o desejo bate, ajuda muito mudar a situação atual. Faça algo diferente. Para algumas pessoas ajuda a fazer alguma coisa com as mãos, quando o desejo domina, como apertar uma bolinha de estresse ou tricotar.
    • Desejo de fumar
    • Cansaço
    • Tosse
    • Gases e dores no estômago
    • Fome
    • Dores de cabeça
    • Irritabilidade (mau humor)
    • Dificuldade de concentração
    • Irritabilidade: Pode durar entre 2 e 4 semanas. Fazer caminhadas, banhos quentes, usar técnicas de relaxamento, música suave e alongamento podem ajudar.
    • Cansaço e falta de energia: A nicotina é um estimulante e pode levar entre 2 e 4 semanas para seu corpo aprender a viver sem ela. Tente tirar uma soneca sempre que possível. Não force seu organismo.
    • Dificuldade para dormir: A nicotina afeta as ondas cerebrais e os padrões de sono. Mas no máximo em uma semana este problema costuma desaparecer. Evite toda forma de cafeína, inclusive de refrigerantes. Fazer uma atividade física durante o dia ajuda o corpo a dormir melhor.
    • Tosse, garganta seca, coriza: Ocorre pelo fato de que o muco natural do corpo escorrega para fora da garganta. O seu corpo está se livrando do muco que estava preso nas vias aéreas. Este sintoma deve durar alguns dias apenas. Para compensar o problema beba muita água.
    • Tontura: O seu cérebro está recebendo mais oxigênio, pois os níveis de gás carbônico estão caindo, mas em um ou dois dias este sintoma deve desaparecer. Lembre-se de levantar-se devagar da cadeira ou da cama.
    • Problemas de concentração: O seu corpo deverá se acostumar ficar sem a nicotina, portanto você deverá esperar algumas semanas para seu corpo adaptar-se à sua nova vida sem cigarro. Para remediar reduza sua carga de trabalho e faça pausas com mais freqüência.
    • Pressão no peito: Os músculos ficam doloridos por causa da tosse ou da tensão muscular do desejo de fumar. Pode durar algumas semanas. Ajuda se você respirar fundo.
    • Gases, dores estomacais e prisão de ventre: Os movimentos do intestino podem diminuir por duas ou quatro semanas. Beber bastante água e comer alimentos ricos em fibra como frutas e vegetais ajuda o intestino a trabalhar.
    • Fome: Você pode confundir o desejo de fumar com fome, porque sua boca não está acostumada a não ter nada o que fazer. Mas ela irá aprender em duas ou quatro semanas. Beber água, comer snacks de baixas calorias pode ajudar.
    • Desejo de fumar: Esse possivelmente é o pior sintoma da abstinência, pois seu corpo simplesmente precisa de uma droga na qual está viciado; a nicotina. Para a maioria das pessoas estes desejos ocorrem apenas nos primeiros dias, mas para outros pode ocorrer ocasionalmente por meses ou anos. Algumas técnicas funcionam bem como: esperar (os desejos tendem a durar apenas poucos minutos), tentar fazer outra atividade, beber água, sair para uma caminhada, ligar para um amigo ou utilizar o substituto de nicotina como chiclete ou adesivo. Você poderá tentar combinar algumas destas técnicas para obter um resultado mais eficiente.
    • Escolha uma data e anote na agenda, na geladeira e no calendário.
    • Escreva as suas razões pessoais para parar de fumar em um cartão. Carregue-o para onde for e olhe para ele quando não estiver incerto sobre a sua decisão de parar de fumar ou quando tiver vontade de fumar.
    • Antes de você parar de fumar anote o horário, local e o que sente (tédio, estresse, aborrecimento, etc.) para cada cigarro que fumar. Faça isso por uns dois dias. Olhe para os seus padrões de fumante e planeje o que fará para lidar com as mesmas situações quando não estiver fumando.
    • Torne o fumo menos confortável ou fácil: mude o cigarro de mão quando fumar, carregue os cigarros em um local diferente, mude para uma marca que você não gosta, não leve isqueiro, etc.
    • Escolha substitutos dos cigarros mais importantes do dia. Por exemplo, se você fuma sempre logo que acorda, tente mastigar um chiclete de nicotina ou caminhar.
    • Marque uma limpeza ou clareamento de dentes no dia que você determinou para parar de fumar. A motivação de dentes limpos ou mais brancos ajudarão a manter-se com motivação.
    • Lembre-se que parar de fumar é um processo e não um evento. Você teve que aprender a fumar e terá que dar tempo para aprender a não fumar.

 

3. LIDANDO COM A ABSTINÊNCIA DE NICOTINA

 

A abstinência é a resposta fisiológica da falta de nicotina. Todos que param de fumar devem esperar alguns sintomas de abstinência. Os mais comuns são:

Os sintomas da abstinência e a sua duração são diferentes para cada um. Em geral os sintomas começam depois de horas de parar de fumar e podem ser piores entre o final da tarde e o começo da noite. Os sintomas tendem a diminuir ao longo dos 4-5 dias. Algumas pessoas têm sintomas mais fortes do que outras.

Fonte:  http://www.lung.ca/protect-protegez/tobacco-tabagisme/quitting-cesser/how-comment_e.php

[The Lung Association]

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VERSÃO EM INGLÊS

Smoking & tobacco

Quitting smoking

How to quit smoking

Most people find it hard to quit smoking. Quitting can be hard, but it’s not impossible. Many people like you have quit smoking. You can too. Counseling, medications, and other supports can help you quit.

If you’ve tried quitting smoking before but couldn’t do it, try again. Each time you try, it will get easier. You will be one step closer to quitting for good.

Now is the best time to quit. It’s never too late.

How should I quit smoking?

1. Pick a quit day

Choose a date within the next two weeks to quit. Don’t wait for the “perfect” day – just pick a date and work with it. Put it in your calendar.

If you’d like:

  • List your reasons for quitting – health, family, money.
  • Write down some new hobbies you can do instead of smoking – exercise, knitting, making model airplanes- something to keep your hands and mind busy.
  • Speak with friends, family, and colleagues and ask for support. Tell them about your plan to quit, so it feels more real to you.
  • Start making the changes to push smoking out of your everyday life – stop smoking in the house and in the car. Make your house and car smoke-free, so no one is allowed to smoke inside.
  • Learn about nicotine withdrawal symptoms and how to cope with them.

 

2. Choose two or more proven quit-smoking methods

There are many proven ways to quit smoking. To boost your chances of quitting, choose more than one method. Pick what seems right for you. Each person is different. You’ll know what will work best for you.

Proven quit smoking methods:

 

Going “cold turkey” – quitting spontaneously, on your own – also works well for some people. Some people just decide to quit smoking one day – maybe it’s the day they find out they have a lung disease, or the day their grandchild is born. Maybe there is something else that motivates them. Many people who have quit smoking for good say they quit “cold turkey”. If you think going cold turkey could work for you, try it.

3. On your quit date, butt out completely.

  • Don’t smoke, not even a little.
  • Toss out your cigarettes, other tobacco, and ashtrays.
  • Avoid people and situations where you will be tempted to smoke. If you usually smoke in a certain chair, don’t sit in that chair. If you usually smoke at a nightclub, avoid that nightclub for a while. Change your usual routine, so your new routine doesn’t include smoking.
  • Go for a walk instead of a smoke.
  • Be positive. Believe in yourself and your plan.
  • Remember that nicotine withdrawal symptoms only last a short time. Follow these tips to cope with withdrawal symptoms.
  • Get help from support groups, counselors and your local quitline
  • Take it one day at a time. Remind yourself that once the withdrawal is over, you’ll feel better than you have in years. You deserve to feel better…. You’re almost there!
  • Celebrate your success and give yourself credit! Tell people how long you’ve been quit. It’s a major achievement and you should be proud.
  • If you’d like, tell us how long you’ve quit. We’d love to hear from you and celebrate your success! You can use this form to submit your quit story.

 

Consider exercising more. When you’re quitting smoking, exercise can help. Exercise is a healthy alternative to smoking, it can take your mind off your cravings, it can help your mood and energy level, and it can help keep off extra weight. If you are new to exercising, start slowly. A walk around the block is a good start.

4. If you slip up, don’t give up. Try quitting again.

Quitting smoking gets easier with practice. Every time you try to quit, you boost your chances of quitting for good. Most people who’ve quit smoking forever had to try 5 or 6 times before they could quit for good. This is normal.

Don’t be discouraged if you slip up. You are not a failure. Try to figure out what the barriers were to your quitting. Were the nicotine cravings too strong? Did you go back to smoking when you were stressed? Talk with your counselor, doctor or pharmacist about your experience. Ask yourself how you can do it differently next time. If you think quit smoking medicines will make it easier for you to quit next time, ask your doctor or pharmacist for their recommendation. Then try quitting again. Keep trying.

Unproven methods to quit smoking

Quitting smoking is tough. You are going to spend time, energy, and maybe even money to try to quit. So it’s best to choose quit smoking methods that are proven to work.

We’ve reviewed the medical evidence and put a list of proven quit smoking methods, above. There are also some unproven quit smoking methods that people and companies may try to sell you.

These quit smoking methods have not been proven to work:

  • Acupuncture
  • Acupressure
  • Electrostimulation
  • Laser therapy
  • Hypnosis

It’s best to check with your doctor before spending money on these therapies.

 

[The Lung Association]

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Deficiência de Vitamina D e Risco de Doença Cardiovascular: Um Fator Comum, Importante e Fácil de Tratar

Español: Suplemento de Vitamina E

Español: Suplemento de Vitamina E (Photo credit: Wikipedia)

 Assista ao vídeo do Programa Sem Censura sobre Vitamina D:

https://www.youtube.com/watch?v=cIwIWim4hNM

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” Apesar do fato desta pandemia mundial geralmente não ser reconhecida e tratada, a suplementação de Vitamina D é simples, segura e de baixo custo. O acompanhamento sérico e a correção na sua deficiência é indicado para a otimização do sistema osteomuscular e da saúde geral, melhorando a qualidade de vida dos indivíduos (LEE et al., 2008).”  

Devido ao estilo de vida e às culturas modernas, a humanidade produz menos vitamina D cutânea. Isso se deve a múltiplos fatores, como manter-se em lugares cada vez mais fechados, diminuindo a exposição solar e fazendo uso de protetores solares bloqueando parte da irradiação. A obesidade assim como a idade avançada também contribui para este fator, provavelmente devido a uma diminuição da biodisponibilidade da vitamina, em indivíduos com excesso de tecido adiposo, e devido a uma menor absorção tecidual em idosos (uma pessoa de 70 anos produz 75% menos vitamina D3 do que uma pessoa de 20 anos).  Diversos estudos que analisaram a quantidade de calcitriol sanguineo e verificaram que indivíduos que tinham baixa ingestão desta vitamina apresentaram: infarto do miocárdio (SGRAGG et al, 1997), acidente vascular cerebral (POOLE et al, 2006), insuficiência cardíaca (ZITTERMANN A., 2006), diabetes e doença arterial periférica (CIGOLINIigolini et al, 2006). “

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Saúde & Qualidade de Vida – Patologia & Nutrição

A deficiência de vitamina D é uma condição altamente prevalente, estando presente em cerca de 30% a 50% da população em geral. Muitos estudos associam a vitamina D à saúde dos ossos, e sabe-se que sua deficiência está relacionada à osteomalácia (defeito na mineralização dos ossos) em crianças e osteoporose em adultos. Porém, estudos epidemiológicos atuais têm demonstrado que sua deficiência não está relacionada apenas à saúde dos ossos, mas também as doenças cardiovasculares. Isso ocorre porque os receptores da vitamina D estão presentes em vários tipos de células do corpo e, diretamente ou indiretamente, regulam mais de 200 genes, sendo que sua deficiência ativa o sistema renina-angiotensina-aldosterona e pode predispor à hipertensão arterial e hipertrofia ventricular esquerda. Além disso, essa deficiência provoca um aumento do hormônio paratireóide (PTH), o que aumenta a resistência à insulina, que está associada com o diabetes, a hipertensão, a inflamação e ao aumento de risco cardiovascular (LEE et al., 2008).

Existem duas maneiras de se obter a Vitamina D: uma é a forma D² (ergocalciferol), obtida através de suplementos e alimentos fortificados, e outra na forma D³ (colecalciferol), obtida através dos raios ultravioleta B e sintetizada pela epiderme humana ou consumida principalmente na forma de óleo de peixe, alimentos fortificados ou suplementos. O colecalciferol é transformado pela ação dos raios solares a partir da provitamina D3 (7-deidrocalciferol) encontrada na pele humana. Ambas as formas D2 e D3 são hidroxiladas no fígado e rins a 25-hidroxicalciferol e subsequentemente à forma biologicamente activa, o 1,25-di-hidroxicalciferol (calcitriol) (LEE et al., 2008).

O excesso de exposição ao sol não causa toxicidade dessa vitamina, porém o mesmo não ocorre quando há altas doses de ingestão (LEE et al., 2008).

Estudos indicam que a rápida evolução da deficiência de vitamina D é muito mais prevalente do que o esperado, prevalência essa que aumenta em altas latitudes. Além disso, grupos étnicos com peles mais escuras exigem proporcionalmente mais exposição solar para sintetizar quantidades equivalentes de vitamina D comparadas as pessoas de peles claras (LEE et al., 2008).

Devido ao estilo de vida e às culturas modernas, a humanidade produz menos vitamina D cutânea. Isso se deve a múltiplos fatores, como manter-se em lugares cada vez mais fechados, diminuindo a exposição solar e fazendo uso de protetores solares bloqueando parte da irradiação. A obesidade assim como a idade avançada também contribui para este fator, provavelmente devido a uma diminuição da biodisponibilidade da vitamina, em indivíduos com excesso de tecido adiposo, e devido a uma menor absorção tecidual em idosos (uma pessoa de 70 anos produz 75% menos vitamina D3 do que uma pessoa de 20 anos). (LEE et al., 2008):

Diversos estudos que analisaram a quantidade de calcitriol sanguineo e verificaram que indivíduos que tinham baixa ingestão desta vitamina apresentaram: infarto do miocárdio (SGRAGG et al, 1997), acidente vascular cerebral (POOLE et al, 2006), insuficiência cardíaca (ZITTERMANN A., 2006), diabetes e doença arterial periférica (CIGOLINIigolini et al, 2006).
Recentemente, O National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES III) estudou a relação entre os fatores de risco cardiovascular e os níveis de 25-hidroxicalciferol em 15.088 indivíduos e verificou que tais variáveis foram inversamente associados a hipertensão, diabetes mellitus, hipertrigliceridemia e obesidade (MARTINS et al., 2007). Outros estudos transversais têm confirmado a relação entre deficiência de vitamina D e a prevalência de hipertensão e diabetes (SCRAGG et al., 2004; SCRAGG et al., 2007,). Além disso, a deficiência desta vitamina predispõe à resistência à insulina, disfunção das células beta pancreáticas e a síndrome metabólica (CHIU et al., 2004; RIACHY et al., 2006).

Outro estudo relatou que uma ingestão diária de 800 UI de vitamina D, em comparação com uma ingestão diária de 400 UI de vitamina D reduziu o risco de diabetes tipo 2 em um terço da população (PITTAS et al., 2006).

Hiperparatireoidismo X risco cardiovascular

O Hiperparatiroidismo (HPT) secundário produz uma quantidade excessiva de hormônios paratireóideos em resposta a uma anormalidade fora da glândula paratireóide que, acarreta numa condição de deficiência de cálcio. O HPT secundário decorre geralmente de insuficiência renal crônica ou deficiência de vitamina D que por sua vez pode mediar muitos dos fatores de risco de doenças cardiovasculares (LEE et al., 2008).

Um nível aumentado de PTH está associado a elevação da pressão arterial (OGARD, 2005) e contratilidade miocárdica, que pode levar a hipertrofia, apoptose e fibrose tanto no ventrículo esquerdo quanto no medial do músculo liso.

A deficiência de vitamina D e/ou aumento do PTH também predispõem à calcificação das valvas cardíacas, anel mitral e do miocárdio, especialmente em pacientes com doença renal crônica moderada ou grave (ANDERSSON et al., 2004), como mostra a figura abaixo:

RAAS: Insuficiência Renal Crônica
Suplementação de Vitamina D

Sabe-se que 95% das necessidades de vitamina D são alcançadas pelaa síntese decorrente da exposição da epiderme ao sol, e apenas 5% ocorrem pela ingestão de fontes alimentares. Por isso, o governo dos Estados Unidos recomenda atualmente que a ingestão alimentar deve ser de 200 UI por dia para os indivíduos saudáveis com até 50 anos de idade, 400 UI por dia para indivíduos entre 50 e 70 anos, e 600 UI para aqueles com idade superior a 70 anos. Estudos indicam que a população adulta consome em média 230 UI de vitamina D por dia (LEE et al., 2008).

Apesar do fato desta pandemia mundial geralmente não ser reconhecida e tratada, a suplementação de Vitamina D é simples, segura e de baixo custo. O acompanhamento sérico e a correção na sua deficiência é indicado para a otimização do sistema osteomuscular e da saúde geral, melhorando a qualidade de vida dos indivíduos (LEE et al., 2008).

Leia o artigo na íntegra (pdf) no endereço abaixo:

deficiency vitamin D

Referências bibliográficas

ANDERSSON, P.; RYDBERG, E.; WILLENHEIMER, R. Primary hyperparathyroidism and heart disease—a review. Eur Heart J., n. 25, p. 1776–1787, 2004.

CHIU, K. C. et al. Hypovitaminosis D is associated with insulin resistance and beta cell dysfunction. Am J Clin Nutr., n. 79, p. 820–825, 2004.

CIGOLINI, M. et al. Serum 25-hydroxyvitamin D3 concentrations and prevalence of cardiovascular disease among type 2 diabetic patients. Diabetes Care, n. 29, p.722– 724, 2006.

LEE, J. H. et al. Vitamin D Deficiency. J Am Coll Cardiol., Kansas City, v. 52, n. 24, p. 1949-1956, dec. 2008.
PITTAS, A. G. et al. Vitamin D and calcium intake in relation to type 2 diabetes in women. Diabetes Care, n. 29, p. 650–656, 2006.

MARTINS, D. et al. Prevalence of cardiovascular risk factors and the serum levels of 25-hydroxyvitamin D in the United States: data from the Third National Health and Nutrition Examination Survey. Arch Intern Med., n. 167, p. 1159–1165, 2007.

OGARD, C. G.Increased plasma N-terminal pro-B-type natriuretic peptide and markers of inflammation related to atherosclerosis in patients with primary hyperparathyroidism. Clin Endocrinol., n. 63, p. 493– 498, 2005.

POOLE, K. E. et al. Reduced vitamin D in acute stroke. Stroke, n. 37, p. 243-245, 2006.

RIACHY, R. et al. 1,25-Dihydroxyvitamin D3 protects human pancreatic islets against cytokine-induced apoptosis via down-regulation of the Fas receptor. Apoptosis, n. 11, p. 151–159, 2006.

SCRAGG, R. Myocardial infarction is inversely associated with plasma 25-hydroxyvitamin D3 levels: a community-based study. Int J Epidemiol., n. 19, p. 559–563, 1990.

SCRAGG, R.; SOWERS, M.; BELL, C. Serum 25-hydroxyvitamin D, diabetes, and ethnicity in the Third National Health and Nutrition Examination Survey. Diabetes Care, n. 27, p. 2813–2818, 2004.

SCRAGG, R.; SOWERS, M.; BELL, C. Serum 25-hydroxyvitamin D, ethnicity, and blood pressure in the Third National Health and Nutrition Examination Survey. Am J Hypertens., v. 20, n. 713–719, 2007.

ZITTERMANN, A. Vitamin D and disease prevention with special reference to cardiovascular disease. Prog Biophys Mol Biol., n. 92, p. 39–48, 2006.
Fonte:  http://www.rgnutri.com.br/sqv/patologias/dvd.php
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