Deficiência de Vitamina D: Um importante fator de risco para a doença cardiovascular

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A vitamina D não é uma “vitamina”. Seu produto metabólico, calcitriol , é realmente um hormônio seco esteróide que é a chave que abre pontos de ligação do genoma humano. O genoma humano contém mais de 2.700 sítios de ligação para o calcitriol, que estão perto dos genes envolvidos em PRATICAMENTE TODAS AS DOENÇAS importantes conhecidas dos seres humanos.

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Conforme estudos recentemente publicados, a deficiência de Vitamina D   [que  não é vitamina  e  sim  um hormônio  esteroide ASSOCIADO à SAÚDE  de todas as pessoas],  que é tradicionalmente associada com fraqueza óssea ou muscular,  também aumenta o risco da doença cardiovascular. Um crescente número de evidências relaciona baixos níveis de Vitamina D a fatores comuns da doença cardiovascular, como por exemplo, hipertensão arterial, diabetes, aterosclerose, além de outros eventos cardiovasculares maiores que incluem acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca e morte súbita por origem cardíaca. Mundialmente a prevalência da deficiência de vitamina D entre idosos é de quase 50%.

Resultados dos estudos sobre vitamina D e doença cardiovascular

Tem sido demonstrado que a deficiência de Vitamina D leva a diminuição na contratilidade cardíaca, tônus vascular, volume do colágeno cardíaco e desenvolvimento do tecido cardíaco, existindo uma crescente evidência vinculando resultados do tratamento com vitamina D para a melhoria da sobrevida na hemodiálise em pacientes no estágio final da doença renal, e melhoria na função cardíaca (1, 2).

Baixos níveis de vitamina D no plasma têm sido relacionados como um fator contributivo para a patogênese da insuficiência cardíaca congestiva (3), prevalente disfunção miocárdica, óbitos por insuficiência cardíaca congestiva, e morte cardíaca súbita (4).

Indivíduos com baixos níveis de vitamina D têm maior incidência de pressão alta, diabetes, e elevação nos triglicérides do que aqueles com mais altos níveis de vitamina D no plasma (5).

Estudos epidemiológicos recentes também têm vinculado a deficiência de vitamina D com um aumentado risco de eventos adversos cardiovasculares maiores (6). Um estudo envolvendo profissionais da saúde mostrou um risco 2 vezes maior de enfartes do miocárdio em indivíduos com deficiência D comparados com aqueles dentro de uma faixa normal (7). Similarmente um estudo prospectivo recente de coortes mediu os níveis de vitamina D em 3.258 pacientes adultos, os quais estavam sendo submetidos a cateterização cardíaca eletiva. Durante o seguimento médio de 7.7 anos, os indivíduos no mais baixo quartíl de 25-hydroxyvitamin D no soro tiveram um risco ajustado de 2 vezes no aumento de risco de óbito, especialmente óbito por doença cardiovascular, comparados com aqueles no mais alto quartil de vitamina D (8).

Baixos níveis de vitamina D aumentam o risco de eventos cardiovasculares entre pacientes com hipertensão, mas não entre aqueles sem hipertensão (6). Mulheres jovens com baixos níveis de vitamina D no plasma têm um aumentado risco para o desenvolvimento de hipertensão (9).

Níveis maiores de calcificação coronária são vistos naqueles pacientes com maior deficiência de vitamina D (10, 11).

A deficiência de vitamina D pode se estender a doenças vasculares além das artérias coronárias. Recente estudo determinou que quanto maior a deficiência de vitamina D, mais placa aterosclerótica era encontrada na carótida, através de avaliação por ultrasonografia. A espessura da íntima-medial da carótida é considerada uma medida substituta válida para a avaliação da aterosclerose coronária. Esse estudo concluiu que os baixos níveis de vitamina D encontrados no sangue representam um forte e independente preditor da aterosclerose. Também mostrou que a deficiência severa de vitamina D foi o dobro em diabéticos do que em não diabéticos (12).

Pessoas com pouca ou nenhuma função renal freqüentemente têm muitos baixos níveis de vitamina D, já que o rim é requerido para essa ativação (13). Estudo envolvendo pacientes com doença renal grave em diálise peritoneal demonstrou que o tratamento para corrigir a deficiência de vitamina D conseguiu uma dramática redução em enfartes e óbitos por doença cardíaca (14). Outro estudo revisando as evidências, tanto da ciência básica quanto de estudos clínicos, apoiou um possível papel protetor da vitamina D, além de seus efeitos no metabolismo mineral, sugerindo a necessidade para uma avaliação contínua do papel da vtamina D na saúde cardiovascular da população de pacientes com doença renal crônica (15).

Enfim, a restauração da vitamina D aos níveis normais pode ajudar a reduzir inflamação, a normalização da pressão sangüínea, e melhora da sensibilidade à insulina – fatores que podem reduzir o risco cardíaco (16, 17, 18, 19).

Estudo recentemente publicado no Jornal do Colégio Americano de Cardiologia emitiu recomendações práticas para a triagem e tratamento de pacientes com baixos níveis de vitamina D, especialmente naqueles com fatores de risco para doenças cardíacas e diabetes, ressaltando que a vitamina D é fácil de conseguir e sua suplementação é simples, segura e de baixo custo (20).

Fontes de vitamina D

A pele humana é rica em pré-vitamina D latente, a qual é ativada pela luz do sol. A vitamina D não é contida em um grau significante nos alimentos e nem deveria ser obtida através de consumo oral. Algumas das fontes naturais de vitamina D incluem salmão, sardinhas, óleo de fígado de bacalhau, e de alimentos fortificados com vitamina D, incluindo leite e alguns cereais. A vitamina D pode também ser fornecida na forma de suplementos.

As pessoas deveriam obter vitamina D através da exposição ao sol. Entretanto, através dos séculos as pessoas têm migrado para lugares mais frios e privados de climas mais ensolarados, trabalhando internamente em escritórios ou fábricas, fazendo viagens de automóvel, exercícios em ginásios ao invés de ao ar livre, e vestindo roupas que cobrem praticamente 95% da superfície do corpo. De fato, mesmo adultos vivendo em lugares ensolarados são passiveis de deficiência de vitamina D, pelo menos durante uma parte do ano. Assim o consumo oral de vitamina D se tornou necessário tendo em vista que os seres humanos desenvolveram estilos de vida envolvendo menos e menos exposição ao sol. Adicionando-se a isso a fobia promovida pelos dermatologistas que aconselham a população de que exposição ao sol causa câncer de pele, com muitas pessoas privando-se do sol e, portanto incapazes de ativar a vitamina D (21).

A teoria de Carl J Reich sobre a deficiência de cálcio e vitamina D

Há cerca de 53 anos Carl Reich acreditava que muitos dos sintomas e doenças da civilização poderiam ser atribuídos à deficiência crônica de cálcio e vitamina D, criada por defeitos específicos no estilo de vida, incluindo dieta, podendo levar à acidose.

No início de sua prática clínica nos anos 50 ele acompanhou diversos pacientes exibindo todos os sinais físicos e sintomas de um sistema nervoso autônomo sobre-estimulado os quais muito freqüentemente eram classificados como de origem psicossomática, como por exemplo: fadiga crônica, fraqueza física, ansiedade, distúrbios do sono, dores de cabeça, câimbras, etc…

Reich descobriu que seus pacientes saudáveis tinham leituras na saliva, feitas através de papel litmus, com medidas de neutro para alcalino de 7,0 para 7,5 pH que ele acreditava fielmente representassem o pH do sangue e tecidos. Enquanto isso os pacientes não saudáveis tinham leituras de saliva ácida mostrando evidência de um pH ácido no sangue na direção de ou abaixo de 6,5.

Dentro de poucas semanas ou meses de dieta com vitaminas e minerais e mudanças suplementares o pH ácido na saliva dos pacientes tratados podiam retornar a leituras mais normais de neutro para alcalino, de 7 para 7,5 pH, acompanhadas pelo desaparecimento de sintomas (22)

Referências

  1. Zittermann A. Vitamin D and disease prevention with special reference to cardiovascular disease. Prog Biophys Mol Biol. 2006 Sep;92(1):39-48.

  2. Achinger SG, Ayus JC. The role of vitamin D in left ventricular hypertrophy and cardiac function. Kidney Int Suppl. 2005 Jun;(95):S37-S42.

  3. Zittermann A, Schleithoff SS, Tenderich G, Berthold HK, Korfer R, Stehle P. Low vitamin D status: a contributing factor in the pathogenesis of congestive heart failure? J Am Coll Cardiol. 2003 Jan 1;41(1):105–12.

  4. Pilz S, Marz W, et al. Association of vitamin D deficiency with heart failure and sudden cardiac death in a large cross-sectional study of patients referred for coronary angiography. J Clin Endocrinol Metab, Oct 2008, 93(10): 3927-3935

  5. Martins D, Wolf M, Pan D, et al. Prevalence of cardiovascular risk factors and the serum levels of 25-hydroxyvitamin d in the United States: data from the third national health and nutrition examination survey. Arch Intern Med. 2007 Jun 11;167(11):1159-65.

  6. Wang T, Pencina MJ, Booth SL, et al. Vitamin D deficiency and risk of cardiovascular disease. Circulation, 2008 Jan 29;117(4):503-11.

  7. Giovannuci E, Liu Y, Hollis BW, Rimm EB. 25-Hydroxyvitamin D and risk of myocardial infarction in men: a prospective study. Arch Intern Med 2008;168:1174-80

  8. Dobnig H, Pilz S, Schanagl H et al. Independent association of low serum 25-Hydroxyvitamin D  and 1,25-Hydroxyvitamin D levels with all cause and cardiovascular mortality. Arch Intern Med 2008;168:1340-9

  9. Forman JP, Curhan GC, Taylor EM. Plasma 25-Hydroxyvitamin D levels and risk of hypertension among young women. Hypertension. 2008, 52:828

  10. Watson KE, Abrolat ML, Malone LL, et al. Active serum vitamin D levels are inversely correlated with coronary calcification. Circulation. 1997 Sep 16;96(6):1755-60.

  11. Zittermann A, Schleithoff SS, Koerfer R. Vitamin D and vascular calcification. Curr Opin Lipidol. 2007 Feb;18(1):41-6.

  12. Targher G, Bertolini L, Padovani R, et al. Serum 25-hydroxyvitamin D3 concentrations and carotid artery intima-media thickness among type 2 diabetic patients. Clin Endocrinol (Oxf). 2006 Nov;65(5):593-7.

  13. Levin A, Li YC. Vitamin D and its analogues: do they protect against cardiovascular disease in patients with kidney disease? Kidney Int. 2005 Nov;68(5):1973-81.

  14. Taskapan H, Ersoy FF, Passadakis PS, et al. Severe vitamin D deficiency in chronic renal failure patients on peritoneal dialysis. Clin Nephrol. 2006 Oct;66(4):247-55.

  15. Shoji T, Shinohara K, Kimoto E, et al. Lower risk for cardiovascular mortality in oral 1alpha-hydroxy vitamin D3 users in a haemodialysis population. Nephrol Dial Transplant. 2004 Jan;19(1):179-84.

  16. Pfeifer M, Begerow B, Minne HW, Nachtigall D, Hansen C. Effects of a short-term vitamin D(3) and calcium supplementation on blood pressure and parathyroid hormone levels in elderly women. J Clin Endocrinol Metab. 2001 Apr;86(4):1633-7.

  17. Lind L, Hanni A, Lithell H, et al. Vitamin D is related to blood pressure and other cardiovascular risk factors in middle-aged men. Am J Hypertens. 1995 Sep;8(9):894-901.

  18. Timms PM, Mannan N, Hitman GA, et al. Circulating MMP9, vitamin D and variation in the TIMP-1 response with VDR genotype: mechanisms for inflammatory damage in chronic disorders? QJM. 2002 Dec;95(12):787-96.

  19. Zittermann A. Vitamin D and disease prevention with special reference to cardiovascular disease. Prog Biophys Mol Biol. 2006 Sep;92(1):39-48.

  20. Lee JH, O’Keefe JH, et al. Vitamin D deficiency, an important, common, and easily treatable cardiovascular risk factor?. J Am Coll Cardiol 2008; 52: 1949-1956

  21. William Davis,, Vidamin D’s crucial role in cardiovascular protection, LE Magazine, September 2007.

  22. Calcium and Vitamin D Deficiency. The clinical work and theory of Carl J. Reich, MD. Publicado em 1995 pela “Foundation for Erradication of Rheumatoid Disease”, e disponível em http://www.arthritistrust.org/Articles/Calcium%20and%20Vitamin%20D%20Deficiency.pdf

Fonte:  http://www.infarctcombat.org/polemica-47/icem.html

Temperatura determina nível de liberação de mercúrio em lâmpadas fluorescentes quebradas

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Mercúrio é um metal pesado presente em lâmpadas fluorescentes compactas e longas e que prejudica a saúde humana e o meio ambiente

 

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Todos os tipos de mercúrio, assim como todos os outros tipos de metais pesados, são nocivos à saúde. E o pior é que as variantes de mercúrio também são danosas à natureza e não apenas ao ser humano. Diversos estudos mostram que o ambiente é contaminado, principalmente, pelos seguintes processos: queimas de carvão e lixo, produção de cloro e produção industrial de aço e ferro, de acordo ampla literatura científica.

Mas a contaminação do meio ambiente pelo mercúrio não é apenas industrial. O lixo doméstico contendo o metal pesado também pode afetar animais e lençóis freáticos, principalmente com o descarte incorreto de pilhas, baterias e lâmpadas de mercúrio. No caso específico das lâmpadas, o modelo padrão contém aproximadamente 20 miligramas de mercúrio, enquanto modelos mais antigos, dos anos 80, contam com 40 miligramas. São aqueles modelos de lâmpadas chamadas de fluorescentes ou mesmo as compactas.

Liberação do mercúrio

A quantidade exata de mercúrio que chega à natureza ainda é bastante debatida. Com o passar do tempo, o metal passa do estado líquido para o sólido – principalmente em forma de óxido de mercúrio (HgO)- ou se incorpora ao vidro da lâmpada. A United States Environmental Protection Agency (EPA) estima que 6% do mercúrio é lançado diretamente no ar.

Enquanto isso, estudos realizados pela Oak Ridge National Laboratory (ORNL), no estado norte-americano do Tennessee, sugerem que a quantidade liberada por lâmpadas com baixas quantidades de mercúrio – contendo em torno de 4 miligramas – gira entre 20% e 80%.

Para tentar compreender melhor a situação, o New Jersey Department of Environmental Protection (NJDEP) realizou sua própria pesquisa. Nela, foi simulado um ambiente de depósito de lixo sólido, onde foram colocadas lâmpadas de mercúrio que ainda não atingiram o fim do seu ciclo de vida. Elas foram quebradas e guardadas em pequenos contêineres para, em seguida, serem misturadas entre o lixo.

Influência da temperatura

Os resultados demonstram que a quantidade de mercúrio liberada é diretamente proporcional à temperatura do ambiente. Esse resultado já era esperado por conta da volatilidade característica desse metal. Além disso, as taxas de emissão encontradas são condizentes com as relatadas pela ORNL e, durante o processo de quebra da lâmpada, 18% do mercúrio contido nas lâmpadas é liberado.

Em temperaturas entre 4ºC e 29ºC , de 17% a 40% da substância será liberada no ambiente no período de duas semanas e aproximadamente 33% da liberação acontece nas primeiras oito horas após o processo de quebra das lâmpadas. O fato novo aqui reside na informação sobre a liberação do produto no ambiente, isto é, sua lentidão pode levar até duas semanas.

Fim das incandescentes e preço alto da LED

Imagine, portanto, que quando este tipo de material quebra em sua residência ou quando você se depara com lâmpadas inadequadamente descartadas e quase sempre quebradas em razão de sua fragilidade, os riscos associados de contaminação são elevados. Com a suspensão da produção e comercialização no Brasil das lâmpadas incandescentes em 2016, por questões de eficiência energética, as alternativas que se apresentam são as lâmpadas LED (infelizmente a um custo ainda alto) e as lâmpadas fluorescentes, longas ou compactas, e que contêm essa substância contaminante em sua composição. Este contexto nos obriga a estarmos atentos ao manuseio desses produtos e aos cuidados necessários ao seu descarte, cuja infraestrutura para coleta ainda se mostra bastante precária.

Aproximadamente 620 milhões de lâmpadas de mercúrio são descartadas anualmente nos EUA e estudos sugerem que, apenas nos EUA, entre duas e quatro toneladas do metal são liberadas. Os perigos da contaminação do mercúrio são reais e, mesmo com muitas incertezas, é claro que o descarte inapropriado desse tipo de material contribui para a degradação das condições de vida do planeta.

Fonte: http://www.ecycle.com.br/component/content/article/35-atitude/1215-temperatura-determina-nivel-de-liberacao-de-mercurio-em-lampadas-fluorescentes-quebradas.html

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Vitamina D influencia mais de 200 genes – Vitamin D, Genome Research, Inglaterra 2010

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Em 2010, um novo estudo acaba de ampliar - de maneira contundente - as evidências de que a deficiência de vitamina D pode aumentar os riscos de desenvolvimento de muitas doenças. [Imagem: FRL/UCR]

Em 2010, um novo estudo ampliou – de maneira contundente – as evidências de que a deficiência de vitamina D pode aumentar os riscos de desenvolvimento de muitas doenças. [Imagem: FRL/UCR]

Com este trabalho realizado em 2010 na Inglaterra,  publicado na revista Genome Research, que relacionou pontos nos quais a vitamina D interage com o DNA e identificou mais de 200 genes que são influenciados diretamente por esta vitamina, e com seu enorme desenvolvimento até o momento presente, que já se tornou público e notório até mesmo para leigos em medicina – junto com os resultados além de qualquer expectativa obtidos na clínica médica, médico algum que se pretenda um profissional sério e atualizado,  pode dizer que a terapia com o hormônio vitamina D é  “experimental”,  “não tem base científica” e, MUITO MENOS, recusar esta terapia para seus pacientes.

Caso estes “médicos” não saibam, é dever legal deles esgotar os recursos terapêuticos em FAVOR de seus pacientes, e não a favor do lucro fácil e mortal da indústria farmacêutica que privilegia atendimentos de alta complexidade e alto custo EM DETRIMENTO dos atendimentos de baixa complexidade, alta eficácia, baixo custo.   O mesmo diz respeito aos governos que apoiam os primeiros interesses com suas “políticas de saúde pública” incompetentes ou mais frequentemente corruptas mesmo.

Já passou o  momento de os pacientes cidadãos assumirem que têm direitos no atendimento qualificado à saúde, como tal previstos na legislação brasileira, a começar pela de maior hierarquia, a Constituição Federal – que garante o direito à saúde e com isto o direito ao melhor atendimento e à mais eficiente terapia, sobretudo sempre com orientação preventiva.

Contudo, a maioria dos cidadãos esquece ou não sabe que, direitos não exigidos e substituídos por direitos implorados,  faz com que eles sejam gradualmente perdidos com o passar do tempo.   A questão resume-se a simples atitude: é direito seu? SIM.  Então, EXIJA respeito desde o início, a começar pelo médico acomodado ou incompetente que diz ser esta terapia “experimental”, “sem base científica”.  Ele está mentindo, porque não pode alegar à seu favor ignorância profissional.

 Celso Galli Coimbra
OABRS 11352
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Genome Research

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Vitamina genética

Um novo estudo acaba de ampliar – de maneira contundente – as evidências de que a deficiência de vitamina D pode aumentar os riscos de desenvolvimento de muitas doenças.

A pesquisa, cujos resultados foram publicados nesta segunda-feira na revista Genome Research, relacionou pontos nos quais a vitamina D interage com o DNA e identificou mais de 200 genes que são influenciados diretamente pela vitamina.

De acordo com o estudo, estima-se que 1 bilhão de pessoas no mundo tenham carência de vitamina D, devido a fatores como insuficiência de exposição ao sol ou uma dieta pobre em nutrientes – veja, por exemplo, Jovens brasileiros têm insuficiência de vitamina D.

Ativadora de genes

Além de ser conhecida como fator de risco para o desenvolvimento de raquitismo, há evidências de que a falta de vitamina D também estaria relacionada ao aumento da suscetibilidade a condições como esclerose múltipla, artrite reumatoide e diabetes, bem como demência e alguns tipos de câncer.

No novo estudo, feito no Reino Unido, os cientistas utilizaram tecnologia de sequenciamento genético para criar um mapa das ligações dos receptores de vitamina D pelo genoma.

Esse receptor é uma proteína ativada pela própria vitamina, que, por sua vez, liga-se ao DNA e influencia quais proteínas são feitas a partir do código genético.

Os pesquisadores identificaram 2.776 pontos de ligação para o receptor por toda a extensão do genoma humano e verificaram que esses locais estão concentrados anormalmente próximos a genes associados a suscetibilidade a problemas no sistema imunológico.

Influência da vitamina D

O trabalho também mostrou que a vitamina D tem um efeito importante na atividade de 229 genes, entre os quais o IRF8, que já foi associado com esclerose múltipla, e o PTPN2, ligado a diabetes do tipo 1 e com a doença de Crohn, que atinge o intestino.

“O estudo mostra dramaticamente a ampla influência que a vitamina D tem sobre nossa saúde”, disse Andreas Heger, da Universidade de Oxford, um dos autores da pesquisa.

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=vitamina-d-influencia-genes&id=5652

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