Vitamina D3 e Coronavírus. Entrevista Dr. Cícero Galli Coimbra. 20.03.2020

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A indicação de milhares de publicações científicas sobre a vital importância imunológica da dose fisiológica da Vitamina D3, fundamental para a preservação da saúde humana através da manutenção da imunidade inata ou inespecífica,  e na realidade um hormônio com dezenas de funções essenciais à saúde, reconhecido como tal no meio médico internacional,  desde a década de 30 como hormônio, estão neste site, na categoria “Bibliografia Científica” e também na categoria “Vitamina D”.

Médico desatualizado e que, hoje em especial diante de uma pandemia viral, coloca em risco em primeiro lugar seus próprios colegas em linha de frente dentro de hospitais e emergências, ou o médico em incondicional estado de reboque da indústria farmacêutica alopata, ou os que somente se atualizam em Congressos Médicos, sempre patrocinados por essa mesma indústria, e ignoram milhares de publicações nas fontes por excelência do conhecimento médico,  ou autoridade de saúde pública que disser ser este fato “desconhecido ou falso”, está mentindo, e praticando o crime do artigo 132 do Código Penal*, pois a ausência desse hormônio, não apenas coloca em risco certo a saúde e a vida de todos, mas certamente vai impedir haver saúde e colocar em risco crescente a vida humana com o passar do tempo. Nos dias de hoje, de forma direta e imediataFalem mentiras a respeito e estarão praticando crime tipificado no Código Penal Brasileiro.

Código Penal, “Art132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.”

Para os “médicos” sem ética médica alguma, ou qualquer pessoa, incluso autoridades de saúde pública,  que são desprovidos de mínima educação e esbanjam verborragia de caráter pessoal para se exibirem para seus genuflexos alunos e colegas, devem conhecer esses artigos do Código Penal, que não excluem a responsabilidade civil indenizatória, e representação disciplinar nos respectivos Conselhos Regionais de Medicina:

Calúnia

Art. 138 – Caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime.

(…)

Difamação

Art. 139 – Difamar alguém, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação.

(…)

Injúria

Art. 140 – Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro.

(…)

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

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O trágico exemplo da Filadélfia, onde desfile de rua causou milhares de mortes pela gripe espanhola

No final de fevereiro de 2020, tivemos o Carnaval com a participação de milhares de turistas vindos de países como a Itália. Representantes do ministério da saúde ignoraram os riscos e declararam “Não há problema com o carnaval”. Ao mesmo tempo carimbaram com “fake news” um vídeo de 5 minutos em que tentei avisar a população para se prevenir, corrigindo seus níveis de vitamina D. Agora, passado o período de incubação do coronavírus pós carnaval, vamos colher os frutos dessa insensatez principalmente em São Paulo e Rio de Janeiro – as cidades que receberam o maior afluxo de turistas estrangeiros.

Dr. Cícero Galli Coimbra, 

Médico e Professor Livre Docente

“Em setembro de 1918, assim como agora, especialistas em saúde recomendavam medidas para evitar a aglomeração de pessoas e, com isso, retardar o avanço da doença. Mas as autoridades da Filadélfia, no Estado da Pensilvânia, decidiram ignorar o apelo para cancelar um desfile nas ruas da cidade, que na época tinha população de 1,7 milhão de pessoas.

“A decisão teve efeitos devastadores e fez com que a Filadélfia se tornasse uma das cidades mais gravemente afetadas pela gripe espanhola. Em seis semanas, 47 mil pessoas estavam doentes e 12 mil haviam morrido.”

https://www.bbc.com/portuguese/geral-51966427
Entre 1918 e 1920, a gripe espanhola matou ao menos 50 milhões de pessoas ao redor do mundo. Em cerca de três meses, a Covid-19, causada pelo novo coronavírus, já soma mais de 219 mil casos e 9 mil mortes em mais de 170 países.

 

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O que o Brasil precisa saber e fazer para enfrentar com seriedade a pandemia do Coronavírus – Covid-19

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A irresponsabilidade com a saúde pública

Quando uma foto diz tudo. O exemplo deve vir dos governantes. Em especial com relação à boa convivência, educação, urbanidade e saúde pública.

Brasil e Coronavírus

 

 

 

Dr. Cícero Galli Coimbra, 14.03.2020

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Privatização ameaça qualidade da saúde pública na Espanha

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Milhares de trabalhadores do setor de saúde pública madrilenho, inclusive médicos, normalmente pouco propensos a fazer protestos, estão realizando greves e manifestações contra o projeto do presidente do governo regional, Ignacio González, de privatizar a gestão de seis hospitais e 10% dos centros de saúde.

Migrantes-espanha O plano foi lançado depois de uma proposta similar de María Dolores de Cospedal para quatro hospitais de Castilla-La Mancha. Ambos políticos alegam que tratam de reduzir o gasto sanitário para que este seja sustentável, e afirmam que a gestão privada é mais eficiente que a pública.

A Comunidade Valenciana, de onde 20% da população já tem como centro de referência um hospital público de controle privado, foi pioneira em abrir este caminho que gera uma inquietude óbvia nos funcionários públicos por causa de suas condições trabalhistas e uma profunda preocupação aos cidadãos, que temem uma perda na qualidade assistencial.

A saúde pública é uma das instituições mais apreciadas pelos espanhóis, segundo demonstram todas as pesquisas de opinião, e as análises dos especialistas destacam seu alto nível de eficiência, seu caráter universal e seu custo relativamente baixo.

O PP, entretanto, parece decidido a transformar o modelo. As greves e mobilizações realizadas nos dois primeiros dias da semana pelo pessoal da saúde de Madri contra o projeto de González tiveram apoio massivo, os médicos continuaram em greve de segunda 26) a quinta-feira (29) e haverá uma repetição nesta semana.

Mas o projeto de privatização do partido hoje hegemônico na Espanha segue em frente, como em casos anteriores, sem uma análise que demonstre os benefícios do novo modelo frente a um sistema público que, embora erodido pelos cortes e encarecido pelo aumento dos reembolsos, funciona de forma satisfatória para os cidadãos.

Treze anos depois que o Partido Popular testou o modelo de convênio público em Alzira (Valência), ainda não se demonstrou que ele melhora a qualidade assistencial com menor custo para o erário público.

É inaceitável que, pelo contrário, o partido continue defendendo este modelo como um mantra e que continue entregando bens públicos tão essenciais com operações tão nebulosas como a que González pôs em marcha.

O presidente madrilenho defende seu projeto num documento sucinto no qual se utilizam dados parciais de forma equivocada para justificar a decisão tomada. Assim, por exemplo, afirma-se que o custo por habitante é de 600 euros ao ano nos centros públicos, enquanto que nos privados é de 441. Não se especifica a que hospitais se refere esse exemplo e que tipo de tratamentos são realizados em ambos.

Diante do mantra do PP cabe questionar se seus políticos não estão deixando de lado sua responsabilidade de gerir corretamente os bens públicos. E dado que não está provado, como eles defendem, que pode se fazer mais com menos dinheiro e, além disso, obter benefícios privados, é mais do que justificável o alarme social que seus projetos geram.

No último ano, segundo o CIS, quase triplicou o nível de preocupação dos cidadãos com o futuro da saúde pública. Tampouco ajuda o fato de que os serviços privatizados estão caindo em mãos de um duopólio de fato formado pelas empresas Capio e Ribera Salud.

É evidente que o projeto de González, como o do Cospedal e o de Eduardo Zaplana em seu momento, responde à ideologia liberal do partido ao qual pertence. Mas uma coisa é fomentar a iniciativa privada e outra muito diferente é reduzir o Estado transferindo à primeira os supostos excedentes públicos de um serviço essencial cujos únicos benefícios deveriam ser sociais.

Fonte: http://m.noticias.uol.com.br/midiaglobal/elpais/2012/12/02/privatizacao-ameaca-qualidade-da-saude-publica-na-espanha.htm

Aborto “desaparece” com crianças que têm síndrome de Down na Espanha

Com a legalização do aborto vem junto a mentalidade eugênica, nos moldes do que foi mostrado no filme Gattaca, Uma Experiência  Genética. É inevitável.

Celso Galli Coimbra

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MADRI, 04 Nov. 10 / 11:51 am (ACI).- O diretor do Escritório de Informação da Conferência Episcopal Espanhola, Isidro Catela Marcos, explicou que o aborto propiciou a “eliminação” de crianças com síndrome de Down na Espanha.

O porta-voz deu estas declarações há poucos dias da visita do Papa Bento XVI a Santiago de Compostela e Barcelona, onde este domingo abençoará a primeira pedra de uma nova residência para atender crianças com síndrome de Down e outras deficiências mentais em Barcelona.

“Sabemos bem que, na atualidade, o número destas pessoas diminuiu notavelmente porque boa parte  são eliminadas antes de nascer”, afirmou Catela em roda de imprensa e recordou que o Papa “une sua mão à defesa da vida, de toda a vida, a vida de todos, independentemente de que se tenha menor ou maior capacidade intelectual”.

A nova residência será construída pela Obra Benéfico-Social do Menino Deus, do Arcebispado de Barcelona.

http://www.acidigital.com/noticia.php?id=20491

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