A eugenia aproximada dos moldes nazistas do Governo Bolsonaro no atendimento à pandemia do Covid-19, TV Cultura

No que concerne a pandemia do Covid-19, a “política” de saúde do Governo Federal transgride direitos fundamentais de proteção à vida e à saúde humanas. Essas transgressões estão tipificadas também no Código Penal, como crime comum do artigo 132, ao colocar em riscos direto e imediato a vida e a saúde de terceiros.

A hidroxicloroquina, hoje proibida pelo Governo Francês, e com amplo número de  publicações científicas indicando sua ineficácia e riscos letais para o Covid-19, nesse contexto, apenas serve para manter uma aparência de atendimento à saúde, pois essa droga, na dose indicada para o Covid-19, também é mortal. Ver Nota Técnica da FIOCRUZ sobre o assunto e outras publicações importantes da comunidade médica internacional, que está publicada neste site, nos links:

Estudo cientifico com 96 mil pacientes de todo o mundo associa uso de cloroquina a aumento de risco de morte

Associação de tratamento com hidroxicloroquina ou azitromicina com mortalidade hospitalar em pacientes com Covid-19 no Estado de Nova York – publicação científica

O “Termo de Consentimento” do Ministério da Saúde para o uso criminoso da hidroxicloroquina não tem validade jurídica alguma, é nulo. A responsabilidade criminal continua presente

Associações médicas se manifestam contra o uso da hidroxicloroquina na pandemia Covid-19

Em 03.04.2020, a FIOCRUZ emitiu Nota Técnica oficial sobre efeitos apenas adversos da hidroxicloroquina para o covid 19, inclusive letais 

Associação de Medicina Intensiva Brasileira não recomenda o uso da hidroxicloroquina para o Covid-19

No país da mentira saiba a verdade sobre a hidroxicloroquina para eliminar o vírus da ignorância tudo que você precisa saber antes de morrer ou continuar a viver

O “Protocolo da Cloroquina” feito pelo Ministério da Saúde sem médico titular, a mando de Bolsonaro, em inadmissível atropelo da competência médica, também tipificada no Código Penal, não tem assinatura de um único médico, e o Termo de Consentimento ilegal redigido para o paciente assinar ao lhe ser disponibilizada a hidroxicloroquina é uma confissão completa das tipificações penais do uso desse fármaco para a pandemia do Covid-19. Assista à entrevista da TV Cultura com o Diretor do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

 

 

 

grey skulls piled on ground

Foto por Renato Danyi em Pexels.com

Associação de Medicina Intensiva Brasileira não recomenda o uso da hidroxicloroquina para o Covid-19

 

 

Recomendação 1:  Sugerimos não utilizar hidroxicloroquina ou cloroquina de rotina no tratamento da COVID-19 (recomendação fraca, nível de evidência baixo)

==

Recomendação 2: Sugerimos não utilizar a combinação de hidroxicloroquina ou
cloroquina e azitromicina de rotina no tratamento da COVID-19 (recomendação fraca, nível de evidência muito baixo)

Faça download do documento:  cloroquina-SBI

 

Clique para acessar o Recomendacoes_AMIB04042020_10h19.pdf

Revista Científica British Medical Journal: hidroxicloroquina em pacientes com doença de coronavírus leve a moderada em 2019 – ensaio clínico aberto, randomizado – BMJ 2020 – Os eventos adversos foram maiores nos receptores de hidroxicloroquina do que nos não receptores

“Conclusões: A administração de hidroxicloroquina não resultou em uma probabilidade significativamente maior de conversão negativa do que o padrão de atendimento isolado em pacientes internados no hospital com covid-19 leve a moderada, persistente, principalmente. 

Os eventos adversos foram maiores nos receptores de hidroxicloroquina do que nos não receptores.”

Registro de teste ChiCTR2000029868.

369 doi: https://doi.org/10.1136/bmj.m1849 (Publicado 14 de maio de 2020) Cite-o como: BMJ 2020; 369: m1849

“Conclusions: Administration of hydroxychloroquine did not result in a significantly higher probability of negative conversion than standard of care alone in patients admitted to hospital with mainly persistent mild to moderate covid-19. Adverse events were higher in hydroxychloroquine recipients than in non-recipients.”

 

Fonte:

https://www.bmj.com/content/369/bmj.m1849?fbclid=IwAR154WTweuyathXU5RcO18tWBvxMU6RMDz8-16bk3Qb_rEjzGW8u6lMr8Uc

 

CCDE Acesso livre

Pesquisa

Hidroxicloroquina em pacientes com doença de coronavírus leve a moderada em 2019: ensaio clínico aberto, randomizado

BMJ 2020 ; 369 doi: https://doi.org/10.1136/bmj.m1849

 (Publicado 14 de maio de 2020) Cite-o como: BMJ 2020; 369: m1849

 

  1. Wei Tang, professor associado 2 ,
  2. Zhujun Cao, médico de doenças infecciosas 3 ,
  3. Mingfeng Han, médico do peito 4 ,
  4. Zhengyan Wang, médico do peito 5 ,
  5. Junwen Chen, médico do peito 6 ,
  6. Wenjin Sun, médico de doenças infecciosas 7 ,
  7. Yaojie Wu, médico cardiovascular 8 ,
  8. Wei Xiao, médico do peito 9 ,
  9. Shengyong Liu, médico de doenças infecciosas 10 ,
  10. Erzhen Chen, professor 11 ,
  11. Wei Chen, médico do peito 2 ,
  12. Xiongbiao Wang, médico do peito 12 ,
  13. Jiuyong Yang, médico do peito 13 ,
  14. Jun Lin, médico gastrointestinal 14 ,
  15. Qingxia Zhao, médico de doenças infecciosas 15 ,
  16. Youqin Yan, médico de doenças infecciosas 16 ,
  17. Zhibin Xie, médico do peito 17 ,
  18. Dan Li, médico do peito 18 ,
  19. Yaofeng Yang, médico de peito 19 ,
  20. Leshan Liu, pesquisador associado em estatística 20 ,
  21. Jieming Qu, médico do peito e professor 2 ,
  22. Guang Ning, médico endocrinológico e professor 21 ,
  23. Guochao Shi, médico do peito e professor 2 ,
  24. Qing Xie, professor 

Afiliações de autores

  1. 1 Departamento de Medicina Pulmonar e Intensiva, Hospital Ruijin, Escola de Medicina da Universidade Jiao Tong de Xangai, Xangai, China
  2. 2 Instituto de Doenças Respiratórias, Faculdade de Medicina, Shanghai Jiao Tong University, Shanghai, China
  3. 3 Departamento de Doenças Infecciosas, Hospital Ruijin, Escola de Medicina da Universidade Jiao Tong de Xangai, Shanghai 200025, China
  4. 4 Departamento de Medicina Respiratória, Hospital N ° 2 da Cidade de Fuyang, Fuyang, Anhui, China
  5. 5 Departamento de Medicina Respiratória, Hospital Suizhou, Universidade de Medicina Hubei, Suizhou, Hubei, China
  6. 6 Departamento de Medicina Respiratória e de Terapia Intensiva, Hospital Popular de Xiangyang No 1, Universidade de Medicina de Hubei, Xiangyang, Hubei, China
  7. 7 Departamento de Doenças Infecciosas, Hospital Central de Ezhou, Ezhou, Hubei, China
  8. 8 Departamento de Medicina Cardiovascular, Hospital Popular de Yunmeng, Xiaogan, Hubei, China
  9. 9 Departamento de Medicina Respiratória, Primeiro Hospital Popular da Cidade de Jingzhou, Jingzhou, Hubei, China
  10. 10 Departamento de Doenças Infecciosas, Hospital Xiaogan, afiliado à Universidade de Ciência e Tecnologia Wuhan, Xiaogan, Hubei, China
  11. 11 Departamento de Medicina de Emergência, Hospital Ruijin, Escola de Medicina da Universidade Jiao Tong de Xangai, Xangai, China
  12. 12 Departamento de Medicina Respiratória, Hospital Putuo, Universidade de Medicina Tradicional Chinesa de Xangai, Xangai, China
  13. 13 Departamento de Medicina Respiratória, Hubei Space Hospital de Xiaogan, Xiaogan, Hubei, China
  14. 14 Departamento de Gastroenterologia, Hospital Zhongnan da Universidade de Wuhan, Wuhan, Hubei, China
  15. 15 Departamento de Doenças Infecciosas, Sexto Hospital Popular de Zhengzhou, Zhengzhou, Henan, China
  16. 16 Departamento de Doenças Infecciosas, Hospital Wuhan No 7, Wuhan, Hubei, China
  17. 17 Departamentos de Medicina Respiratória, Hospital Xiaogan, afiliado à Universidade de Ciência e Tecnologia Wuhan, Xiaogan, Hubei, China
  18. 18 Departamento de Medicina Respiratória, Terceiro Hospital Popular de Yichang, Yichang, Hubei, China
  19. 19 Departamento de Medicina Respiratória, Hospital Popular de Xiao Gan, Xiaogan, Província de Hubei, China
  20. 20 Centro de Pesquisa Clínica, Hospital Ruijin, Faculdade de Medicina da Universidade Jiao Tong de Xangai, Xangai, China
  21. 21 Centro Nacional de Pesquisa de Xangai para Doenças Endócrinas e Metabólicas, Laboratório Estatal Chave de Genômica Médica, Instituto de Xangai para Doenças Endócrinas e Metabólicas, Hospital Ruijin, Hospital de Ruijin, Escola de Medicina da Universidade Jiao Tong de Xangai, Xangai, China

Resumo

Objetivo Avaliar a eficácia e a segurança da hidroxicloroquina mais o padrão de atendimento em comparação com o padrão de atendimento isolado em adultos com doença por coronavírus 2019 (covid-19).

 

Projeto Ensaio multicêntrico, aberto, controlado e randomizado.

 

Estabelecimento de 16 centros de tratamento covid-19 designados pelo governo na China, de 11 a 29 de fevereiro de 2020.

 

Participantes 150 pacientes internados no hospital com covid-19 confirmado laboratorialmente foram incluídos na intenção de tratar a análise (75 pacientes designados à hidroxicloroquina mais o padrão de atendimento, 75 apenas o padrão de atendimento).

 

Intervenções A hidroxicloroquina administrada em uma dose inicial de 1200 mg por dia durante três dias, seguida por uma dose de manutenção de 800 mg por dia (duração total do tratamento: duas ou três semanas para pacientes com doença leve a moderada ou grave, respectivamente).

 

Medida do desfecho principal Conversão negativa do coronavírus da síndrome respiratória aguda grave 2 por 28 dias, analisada de acordo com a intenção de tratar o princípio. Os eventos adversos foram analisados ​​na população de segurança em que os receptores de hidroxicloroquina foram participantes que receberam pelo menos uma dose de não-receptores de hidroxicloroquina e hidroxicloroquina foram aqueles gerenciados apenas com o padrão de atendimento.

 

Resultados Dos 150 pacientes, 148 tiveram doença leve a moderada e dois tiveram doença grave. A duração média desde o início dos sintomas até a randomização foi de 16,6 (DP 10,5; intervalo 3-41) dias. Um total de 109 (73%) pacientes (56 cuidados padrão; 53 cuidados padrão mais hidroxicloroquina) tiveram uma conversão negativa bem antes de 28 dias, e os restantes 41 (27%) pacientes (19 cuidados padrão; 22 cuidados padrão mais hidroxicloroquina) foram censurados por não atingirem a conversão negativa do vírus. A probabilidade de conversão negativa em 28 dias no grupo padrão de atendimento mais hidroxicloroquina foi de 85,4% (intervalo de confiança de 95% 73,8% a 93,8%), semelhante à do grupo padrão de atendimento (81,3%, 71,2% a 89,6%) . A diferença entre os grupos foi de 4,1% (intervalo de confiança de 95% – 10,3% a 18,5%). Na população de segurança, eventos adversos foram registrados em 7/80 (9%) dos não receptores de hidroxicloroquina e em 21/70 (30%) dos receptores de hidroxicloroquina. O evento adverso mais comum nos receptores de hidroxicloroquina foi diarréia, relatada em 7/70 (10%) dos pacientes. Dois receptores de hidroxicloroquina relataram eventos adversos graves.

 

Conclusões A administração de hidroxicloroquina não resultou em uma probabilidade significativamente maior de conversão negativa do que o padrão de atendimento isolado em pacientes internados no hospital com covid-19 leve a moderada, persistente, principalmente. Os eventos adversos foram maiores nos receptores de hidroxicloroquina do que nos não receptores.

 

Registro de teste ChiCTR2000029868.

 

Leia o artigo neste link:

https://www.bmj.com/content/369/bmj.m1849?fbclid=IwAR154WTweuyathXU5RcO18tWBvxMU6RMDz8-16bk3Qb_rEjzGW8u6lMr8Uc

 

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Vitamina D3 e Coronavírus. Entrevista Dr. Cícero Galli Coimbra. 20.03.2020

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A indicação de milhares de publicações científicas sobre a vital importância imunológica da dose fisiológica da Vitamina D3, fundamental para a preservação da saúde humana através da manutenção da imunidade inata ou inespecífica,  e na realidade um hormônio com dezenas de funções essenciais à saúde, reconhecido como tal no meio médico internacional,  desde a década de 30 como hormônio, estão neste site, na categoria “Bibliografia Científica” e também na categoria “Vitamina D”.

Médico desatualizado e que, hoje em especial diante de uma pandemia viral, coloca em risco em primeiro lugar seus próprios colegas em linha de frente dentro de hospitais e emergências, ou o médico em incondicional estado de reboque da indústria farmacêutica alopata, ou os que somente se atualizam em Congressos Médicos, sempre patrocinados por essa mesma indústria, e ignoram milhares de publicações nas fontes por excelência do conhecimento médico,  ou autoridade de saúde pública que disser ser este fato “desconhecido ou falso”, está mentindo, e praticando o crime do artigo 132 do Código Penal*, pois a ausência desse hormônio, não apenas coloca em risco certo a saúde e a vida de todos, mas certamente vai impedir haver saúde e colocar em risco crescente a vida humana com o passar do tempo. Nos dias de hoje, de forma direta e imediataFalem mentiras a respeito e estarão praticando crime tipificado no Código Penal Brasileiro.

Código Penal, “Art132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.”

Para os “médicos” sem ética médica alguma, ou qualquer pessoa, incluso autoridades de saúde pública,  que são desprovidos de mínima educação e esbanjam verborragia de caráter pessoal para se exibirem para seus genuflexos alunos e colegas, devem conhecer esses artigos do Código Penal, que não excluem a responsabilidade civil indenizatória, e representação disciplinar nos respectivos Conselhos Regionais de Medicina:

Calúnia

Art. 138 – Caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime.

(…)

Difamação

Art. 139 – Difamar alguém, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação.

(…)

Injúria

Art. 140 – Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro.

(…)

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

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A irresponsabilidade com a saúde pública

Quando uma foto diz tudo. O exemplo deve vir dos governantes. Em especial com relação à boa convivência, educação, urbanidade e saúde pública.

Brasil e Coronavírus

 

 

 

Dr. Cícero Galli Coimbra, 14.03.2020

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Brasil terá aumento abrupto nos casos de coronavírus, diz secretário do Ministério da Saúde

 

Brasil terá aumento abrupto nos casos de coronavírus, diz secretário do Ministério da Saúde

Agência Senado
Audiência foi realizada nesta quarta, mesmo dia em que a OMS classificou a doença como pandemia
O Brasil está se preparando para o crescimento rápido no número de casos da doença Covid-19 (causa por novo tipo de coronavírus). A afirmação é do secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo dos Reis, que esteve no Senado nesta quarta-feira (11) para participar de audiência pública na Comissão de Fiscalização e Controle (CTFC). A doença foi classificada como pandemia nesta quarta-feira pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

— A partir de agora, deve aumentar o número de casos de transmissão local. E nós devemos entrar, em uma ou duas semanas, no que é mais grave, que nós chamamos de transmissão comunitária. As pessoas vão contrair a doença sem que nós consigamos estabelecer a origem do vírus, quem transmitiu o vírus — explicou.

Até agora, segundo o secretário, os casos registrados no Brasil são de pessoas que contraíram o vírus em viagens ou tiveram contato com pessoas nessa infectadas. A evolução rápida, com um pico no número de casos, foi registrada em todos os países que registram há mais tempo os casos dessa doença, e deve começar nos próximos dias no Brasil.

— Todos os países começam com o número de casos menor, um número que mais ou menos segue um padrão e, de uma hora para outra, há um acréscimo brutal. Entre quatro e seis semanas depois disso, pelo que vimos até agora, a tendência começar a cair.

As próximas medidas a serem tomadas pelo governo, segundo Gabbardo, são a criação de um conselho interministerial para tratar do tema e uma intensificação nas orientações de isolamento domiciliar em casos suspeitos ou confirmados. Também serão adquiridas 20 milhões de máscaras cirúrgicas e quatro milhões de máscaras hospitalares do tipo N95 para os serviços de saúde. Além disso, serão contratados cinco mil novos médicos e mais mil leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

— Estamos nos preparando para ter um número adicional de leitos de UTI porque esses pacientes entram nos leitos e não saem rápido; eles ficam de três a quatro semanas. Como não há uma renovação na utilização desses leitos, eles vão se esgotando — explicou o secretário, que citou o exemplo da Itália, onde a falta de leitos foi um dos fatores que levaram a medidas drásticas de isolamento.

Com a decretação de pandemia pela OMS, Gabbardo afirmou que deixarão de ser feitas as ligações de casos com viagens, ou seja: os testes para a nova doença vão começar a ser feitos em todas as pessoas que apresentem os sintomas. No caso de complicações, as pessoas serão tratadas nos hospitais com ventilação mecânica e outros recursos.

coronavirus2

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Papel da Vitamina D no tratamento do autismo

Protocolo Coimbra, o poder do hormônio D – Vitamina D

Bibliografia científica sobre o efeito preventivo da suplementação da Vitamina D em infecções agudas respiratórias. Ignorada pelo Ministério da Saúde

Vitamin D supplementation to prevent acute respiratory tract
infections: systematic review and meta-analysis of individual
participant data


Adrian R Martineau,1,2 David A Jolliffe,1 Richard L Hooper,1 Lauren Greenberg,1 John F Aloia,3 Peter Bergman,4 Gal Dubnov-Raz,5 Susanna Esposito,6 Davaasambuu Ganmaa,7

Adit A Ginde,8 Emma C Goodall,9 Cameron C Grant,10 Christopher J Griffiths,1,2,11 Wim Janssens,12 Ilkka Laaksi,13 Semira Manaseki-Holland,14 David Mauger,15 David R Murdoch,16 Rachel Neale,17 Judy R Rees,18m Steve Simpson,Jr19 Iwona Stelmach,20 Geeta Trilok Kumar,21 Mitsuyoshi Urashima,22 Carlos A Camargo Jr23

(…)

Faça download da publicação aqui:

Vitamin_D_supplementation_to_prevent_acute_respira

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A vital importância do hormônio conhecido por Vitamina D3 para a preservação ou recuperação de sua saúde de doenças autoimunes: exijam que seus médicos se atualizem

vitamina D revolution

 

Este espaço tem as mais recentes informações sobre a descoberta pela pesquisa médica científica da vital importância preventiva e terapêutica da VITAMINA D3 e sobre o grave assunto de saúde pública das DOENÇAS AUTOIMUNES, que este hormônio na realidade pode PREVENIR e também solucionar.  Na COLUNA DA ESQUERDA deste site está situado em último lugar a categoria “VITAMINA D”.  Entrem ali e terão acesso às principais publicações, vídeos e programas feitos sobre esta vitamina-hormônio.  Ou apenas cliquem no link que dá acesso direto a todas elas:

Postagens sobre Vitamina D neste Blog

 https://biodireitomedicina.wordpress.com/category/vitamina-d/

No meu canal do YouTube, todo o material de áudio, vídeos e programas sobre Vitamina D3 podem ser acessados neste endereço:

Vitamina D3 – 10.000 UI diárias é vital para preservar à saúde

https://www.youtube.com/playlist?list=PL301EAE2D5602A758

No Facebook apenas “curta” esta página e estará automaticamente inscrito:

Vitamina D é um hormônio vital para preservação da saúde

https://www.facebook.com/VitaminaD.HormonioVital

Cientistas convocam para uma Ação de Saúde Pública tendo como modelo o uso do Hormônio-Vitamina D

 

Celso Galli Coimbra
OABRS 11.352
cgcoimbra@gmail.com
https://biodireitomedicina.wordpress.com/
https://www.facebook.com/celso.gallicoimbra
https://www.facebook.com/VitaminaD.HormonioVital
https://www.youtube.com/playlist?list=PL301EAE2D5602A758
http://www.youtube.com/biodireitobioetica
 
***
 
                                                       

                   VITAMINA D e a RESPONSABILIDADE CIVIL DO MÉDICO

ATENÇÃO: o uso preventivo do Vitamina D3 é DIFERENTE do uso terapêutico deste hormônio-vitamina, que exige sempre a orientação e acompanhamento de médico com treinamento adequado para ser responsável pela avaliação caso a caso e a específica determinação de dosagem, em contrário haverá sérios danos à saúde. EXIJAM  de seus médicos que se atualizem sobre este avanço fundamental na Medicina para que você e mais pessoas possam se beneficiar destes tratamentos de baixo custo já reconhecidos internacionalmente. É OBRIGAÇÃO legal do médico manter-se ATUALIZADO sobre os avanços da ciência médica e sobre este tratamento existem milhares de publicações altamente conceituadas na comunidade médica internacional. Os médicos e seus órgãos gestores não podem – sob pena de responsabilidade civil e criminal, em havendo dano para o paciente, evitável para a saúde dele pelo conhecimento médico atual disponível na comunidade médica internacional –  deixarem-se subordinar às motivações da Indústria Farmacêutica, que não tem interesse algum na cura das doenças autoimunes, pois ganha fortunas  diariamente com a venda de remédios alopatas que não curam e, quando muito para alguns, apenas amenizam os efeitos dessas patologias, além de causar diversos outros  colaterais para a saúde do paciente.

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352
cgcoimbra@gmail.com
https://biodireitomedicina.wordpress.com/
https://www.facebook.com/celso.gallicoimbra
http://www.youtube.com/biodireitobioetica
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Vale tudo para prejudicar a saúde: Souza Cruz entra na Justiça para tirar do ar campanha antitabagismo

E vai conseguir é chamar a maior atenção possível para seus objetivos comerciais.   Assista ao vídeo da propaganda que fez involuntariamente a Souza Cruz colocar a sua fumaça no ar e sobre o interesse dos consumidores.  Lembranças do Código do Consumidor, que parece esquecido!

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O anúncio diz que a indústria do tabaco camufla seus produtos e adiciona sabores para atrair novos fumantes, especialmente crianças e adolescentes

A fabricante de cigarros Souza Cruz entrou com uma ação na Justiça do Rio de Janeiro a fim de retirar do ar um comercial e o site da campanha cujo objetivo é proibir a venda do produto em padarias, supermercados e bares, que são pontos importantes para a indústria tabagista.

O anúncio, que foi produzido por voluntários e veiculado gratuitamente pela Rede Globo, diz que a indústria do tabaco camufla seus produtos e adiciona sabores para atrair novos fumantes, especialmente crianças e adolescentes.

De acordo com a empresa, a propaganda seria “inverídica” e atribuiria “uma conduta ilícita” à companhia. Paula Johns, coordenadora da ACT (Aliança de Controle do Tabagismo), explica que o anúncio não afirma que as empresas vendem cigarros a crianças, nem mesmo cita a Souza Cruz. Para ela, o processo é uma tentativa de censura.

Não deixe de assistir ao comercial:

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/marketing/souza-cruz-entra-na-justica-para-tirar-do-ar-campanha-antitabagismo/61600/

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Contato dos médicos que proporcionam a terapia da Vitamina D

WordPress

WordPress 

Acesse o endereço que está em constante atualização:

Contato dos médicos.

http://vitaminadporumaoutraterapia.wordpress.com/contatos-de-medicos/

Insuficiência de Vitamina D pode causar perda de mobilidade e invalidez – Not getting enough vitamin D could cause you to lose mobility, become disabled

20/2.2011 vitamin D

20/2.2011 vitamin D (Photo credit: julochka)

Assista à entrevista sobre este assunto, em português:

 Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

Ao vídeo:

Vitamina D – Por uma outra terapia (Vitamin D – For an alternative therapy)

Leia:

Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla

“Based on data collected from the comprehensive Health, Aging, and Body Composition Study, also known as Health ABC, the new study establishes a clear connection between vitamin D levels and overall mobility and bodily function. Compiled by researchers from the Wake Forest School of Medicine in North Carolina, the paper highlights how vitamin D levels directly affect an individual’s ability to perform everyday tasks like walking, climbing stairs, cycling, and engaging in various other forms of moderate exercise.”

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Wednesday, July 11, 2012 by: Ethan A. Huff, staff writer

(NaturalNews) There is no longer any doubt that regular, unfiltered sunlight exposure, which helps promote and maintain optimal blood levels of vitamin D, plays a critical role in health promotion and disease prevention. And a recent study published in the Journal of Gerontology: Medical Science further confirms this, having found that inadequate blood levels of vitamin D can lead to decreased mobility and even disablement, particularly among the elderly.

Based on data collected from the comprehensive Health, Aging, and Body Composition Study, also known as Health ABC, the new study establishes a clear connection between vitamin D levels and overall mobility and bodily function. Compiled by researchers from the Wake Forest School of Medicine in North Carolina, the paper highlights how vitamin D levels directly affect an individual’s ability to perform everyday tasks like walking, climbing stairs, cycling, and engaging in various other forms of moderate exercise.

More than 2,000 individuals of both Caucasian and African-American backgrounds, and with an average age of around 75-years-old, participated in the study. Researchers measured the participants’ blood serum levels of 25-hydroxyvitamin D (calcidiol), a pre-hormone associated with vitamin D levels in the body, at the beginning of the study and at six-month intervals for six years, and compared these levels to overall mobility rates among the participants.

At the onset of the study, nearly 30 percent of the participants had blood levels of 25(OH)D less than 20 nanograms per milliliter (ng/mL), while more than 36 percent had levels between 20 and 30 ng/mL. Only 35 percent of the group had 25(OH)D levels of 30 ng/mL, which is largely considered to be the cutoff point for determining vitamin D deficiency.

Upon evaluation, those with 25(OH)D levels below 30 ng/mL were found to be 30 percent more likely to develop mobility problems than those with higher levels, while those with 25(OH)D levels below 20 ng/mL, which is considered to be grossly deficient, were about 100 percent more likely to develop disability compared to those with higher levels.

“About one-third of older adults have low vitamin D levels,” said Denise Houston, Ph.D., R.D., a nutrition epidemiologist at the Wake Forest Baptist Department of Geriatrics and Gerontology, concerning the study. “It’s difficult to get enough vitamin D through diet alone, and older adults, who may not spend much time outdoors may need to take a vitamin D supplement.”

Vitamin D deficiency even more prevalent than study shows Though the findings of the study indicate that only about a third of elderly adults have vitamin D levels above what is considered to be deficient, the Vitamin D Council says the true cutoff point for vitamin D deficiency is really about 40 ng/mL rather than 30 ng/mL — 50 ng/mL, in fact, is a more realistic cutoff point for vitamin D deficiency.

With this in mind, far more than 60 percent of the elderly are vitamin D deficient, and likely suffering from needless health and mobility issues as a result. According to the Vitamin D Council, upwards of 90 percent of humanity is vitamin D deficient.

To learn more about vitamin D, visit: http://www.vitamindcouncil.org/

Sources for this article include:

http://blog.vitamindcouncil.org

http://news.nurse.com/article/20120603/NATIONAL02/106110017

http://www.vitamindcouncil.org/about-vitamin-d/vitamin-d-deficiency/

Fonte: http://www.naturalnews.com/036436_vitamin_D_deficiency_mobility.html

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Vitamina D: A Desinformação Médica e o Direito à Informação do Cidadão

" Audiatur et altera pars, que significa ...

Assista também este vídeo:

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

 
O assunto Vitamina D e a necessidade de sua informação à população continua contrariando interesses estranhos à saúde do paciente dentro da Medicina & da Indústria Farmacêutica.

Afinal, pergunta-se: prevenir e/ou curar doenças que trazem imensos lucros interessa à Indústria Farmacêutica?  Claro que não. Doença dá lucro!

No Brasil, os médicos que comparecem a programas “jornalísticos” propondo-se a contrariar colegas seus ausentes – sem contrapontos válidos do ponto de vista jornalístico – como garotos propaganda de interesses da Indústria Farmacêutica, para levantar dúvidas levianas ao falar de forma meramente postulatória e, assim, sem indicar fonte de conhecimento, sobre assunto que tem milhões de publicações científicas na comunidade médica internacional, devem cumprir a obrigação de não desinformar a população naquilo que diz respeito à sua saúde. Esta é uma garantia constitucional da cidadania no Brasil.  Ou, então, cumprirem a outra obrigação médica:  estar bem informado sobre o que declaram em público a respeito de conhecimento médico que tem o mais consistente fundamento bibliográfico científico internacional.  O cumprimento destas condutas dizem respeito aos direitos de cidadania garantidos na Constituição Federal brasileira.

Não pensem eles que eventual apoio de órgãos de classe profissionais, isenta-os de responsabildades graves daí decorrentes, especialmente frente ao concreto do prejuízo individual de saúde posteriormente configurado.

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O vídeo referido na reportagem dominical de 27.05.12  da Folha está no endereço:

Vitamina D – Por uma outra terapia (Vitamin D – For an alternative therapy)
 
Vitamina D pode revolucionar o tratamento da esclerose múltipla
 
Taxas baixas de vitamina D na maioria da população preocupam especialistas
 
Pediatras dobram recomendação de consumo diário de vitamina D
 
Doses diárias de Sol – nos horários certos e com os devidos cuidados
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“(…) cerca de 70% da população mundial apresenta taxas inadequadas de vitamina D, substância que, dentro do corpo, trabalha como um hormônio. O fenômeno da insuficiência não poupa nem países tropicais, como o Brasil, e a defasagem tende a ser maior nas grandes cidades, já que, dentro de casa, no carro ou no escritório, as pessoas acabam fugindo do sol. De acordo com o endocrinologista Geraldo Santana, do Instituto Mineiro de Endocrinologia, “a deficiência de vitamina D é um achado frequente e também preocupante devido à importante ação da substância no organismo.”

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352
cgcoimbra@gmail.com 

Em 19.06.2012

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Vitamina D e cálcio juntos podem aumentar expectativa de vida de idosos

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A DESINFORMAÇÃO MÉDICA E O DIREITO À INFORMAÇÃO DO CIDADÃO

O assunto Vitamina D continua contrariando interesses estranhos à saúde do paciente dentro da Medicina & da Indústria Farmacêutica.

Afinal, pergunta-se: prevenir e/ou curar doenças que trazem imensos lucros interessa à Indústria Farmacêutica?  Claro que não. Doença dá lucro!

No Brasil, os médicos que comparecem a programas “jornalísticos” propondo-se a contrariar colegas seus ausentes – sem contrapontos válidos do ponto de vista jornalístico –  como garotos propaganda de interesses da Indústria Farmacêutica, para levantar dúvidas levianas ao falar de forma meramente postulatória  e, assim, sem indicar fonte de conhecimento, sobre assunto que tem milhões de publicações científicas na comunidade médica internacional, devem cumprir a obrigação de não desinformar a população naquilo que diz respeito à sua saúde.  Esta é uma garantia constitucional da cidadania no Brasil.  Ou, então, cumprir a outra obrigação médica de estar bem informado sobre o que declaram em público a respeito de conhecimento médico que tem o mais consistente fundamento bibliográfico científico internacional.   Estas condutas dizem respeito aos direitos de cidadania garantidos na Constituição Federal brasileira.

Não pensem eles que eventual apoio de órgãos de classe profissionais, isenta-os de responsabildades daí decorrentes, especialmente frente ao concreto do prejuízo individual de saúde posteriormente configurado.

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352
19.06.2012
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O vídeo referido na reportagem dominical de 27.05.12 da Folha de São Paulo está no endereço:
Vitamina D – Por uma outra terapia (Vitamin D – For an alternative therapy)
Assista também:  Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

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Revista Veja: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/vitamina-d-e-calcio-juntos-podem-aumentar-expectativa-de-vida-de-idosos

Saúde

18/06/2012

 Ingestão diária de suplementos desses nutrientes reduz em 9% o risco de mortalidade em um período de três anos entre pessoas com 70 anos

Idosos que tomam suplementos de cálcio e vitamina D podem ter uma expectativa de vida maior do que aqueles que não ingerem quantidades suficientes dos nutrientes. Essa é a conclusão de um estudo publicado na edição deste mês do periódico Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism. Segundo a pesquisa, feita na Universidade da Aarhus, na Dinamarca, os suplementos reduzem em até 9% as chances de mortalidade em um período de três anos entre pessoas com idade média de 70 anos.

CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Vitamin D with Calcium Reduces Mortality: Patient Level Pooled Analysis of 70,528 Patients from Eight Major Vitamin D Trials

Onde foi divulgada: periódico Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism

Quem fez: Lars Rejnmark, Alison Avenell, Tahir Masud, Frazer Anderson, Haakon Meyer, Kerrie Sanders, Kari Salovaara, Cyrus Cooper, Helen Smith, Elizabeth. Jacobs, David Torgerson, Rebecca Jackson e outros

Instituição: Universidade da Aarhus, Dinamarca

Dados de amostragem: 70.528 idosos com idade média de 70 anos

Resultado: Fazer uso de suplementos de cálcio e vitamina D pode reduzir em até 9% as chances de mortalidade em um período de três anos

“Uma diminuição de 9% em relação ao risco de morte pode parecer um benefício pequeno, mas, essa redução entre uma população de idosos já é de grande importância”, disse à agência Reuters o coordenador do estudo, Lars Rejnmark. “Há poucas intervenções conhecidas capazes de reduzir a mortalidade entre pessoas dessa faixa etária. A principal é o fim do tabagismo, mas é preciso descobrir outras”.

Leia também:

Pesquisa identifica concentração mínima de vitamina D no sangue capaz de proteger a saúde de idosos

Suplementos de cálcio podem dobrar risco de ataque cardíaco

Os autores da pesquisa chegaram a essa conclusão após analisarem outros oito estudos clínicos sobre os efeitos de suplementos de vitamina D e de cálcio sobre a saúde do indivíduo. Ao todo, esses trabalhos envolveram mais de 70.000 idosos, a maior parte mulheres aos 70 anos.

De acordo com a pesquisa, esse benefício foi encontrado com a ingestão diária suplementos contendo de 10 a 20 microgramas de vitamina D e 1.000 miligramas de cálcio — quantidades correspondentes às recomendações do Ministério da Saúde. O estudo ainda observou que, sozinho, o suplemento de vitamina D não tem impacto sobre a redução da mortalidade.

Para os pesquisadores, embora estudos anteriores tenham mostrado que a combinação desses dois suplementos pode evitar a osteoporose entre idosos, principalmente do sexo feminino, isso não explica a diminuição da mortalidade. Segundo Rejnmark, pode ser que os suplementos ajudem a reduzir a incidência de mortes por câncer, mas são necessários outros trabalhos para que essa hipótese avaliada.

Saiba mais

CÁLCIO
O cálcio pode ser encontrado em alimentos como os laticínios, alguns vegetais, especialmente os de folhas verdes (brócolis, couve-flor e repolho roxo), peixes como sardinha e salmão, feijão, entre outros. O Ministério da Saúde recomenda o consumo de 1.000 miligramas de cálcio ao dia para adultos e de 700 miligramas para crianças de 7 a 10 anos. 100 gramas de queijo muzzarela, por exemplo, tem 875 miligramas de cálcio.

VITAMINA D
Também chamada calciferol, a vitamina D promove a absorção do cálcio pelo organismo após a exposição solar. 90% da vitamina D que precisamos vem da exposição ao sol. A deficiência da vitamina pode provocar raquitismo, alterações no crescimento e nos ossos, além de reduzir a imunidade. A vitamina D está relacionada ainda ao bom funcionamento do coração, do cérebro e da secreção de insulina pelo pâncreas. A presença significativa da substância é vista em poucos alimentos, como fígado, óleos de peixes gordurosos e gema de ovo.

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Taxas baixas de vitamina D na maioria da população preocupam especialistas

O assunto Vitamina D está contrariando  interesses estranhos à saúde do paciente dentro da Medicina & da Indústria Farmacêutica. Afinal: prevenir e/ou curar doenças que trazem imensos lucros, enquanto podem existir ou existem, interessa à Indústria Farmacêutica?  Claro que não. Doença dá lucro!

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352
 
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Assista também ao vídeo: Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cícero Galli Coimbra e Daniel Cunha 

O vídeo referido na reportagem dominical de 27.05.12  da Folha está no endereço:

Vitamina D – Por uma outra terapia (Vitamin D – For an alternative therapy)
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“(…) cerca de 70% da população mundial apresenta taxas inadequadas de vitamina D, substância que, dentro do corpo, trabalha como um hormônio. O fenômeno da insuficiência não poupa nem países tropicais, como o Brasil, e a defasagem tende a ser maior nas grandes cidades, já que, dentro de casa, no carro ou no escritório, as pessoas acabam fugindo do sol. De acordo com o endocrinologista Geraldo Santana, do Instituto Mineiro de Endocrinologia, “a deficiência de vitamina D é um achado frequente e também preocupante devido à importante ação da substância no organismo.”

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Publicação: 18/06/2012 07:57

 Vanessa JacintoBelo Horizonte — Depois de provar seu papel como importante protetora dos ossos, a vitamina D vem ganhando dos cientistas a fama de elemento fundamental no quesito longevidade. O potencial terapêutico e preventivo contra doenças como as cardíacas e o câncer reforça a constatação de que boa parte dos males crônicos tem menos probabilidade de aparecer quando os níveis da substância estão equilibrados no organismo. Atingir a cota diária de 400 a 600 unidades internacionais (UI) preconizadas para adultos saudáveis seria fácil.  Bastaria expor braços, pernas e rosto ao sol durante 15 minutos diariamente — de preferência, sem filtro solar — e ter uma alimentação rica em fontes da vitamina.  Contudo, os hábitos da vida moderna vêm impedindo que isso ocorra.



Segundo especialistas, cerca de 70% da população mundial apresenta taxas inadequadas de vitamina D, substância que, dentro do corpo, trabalha como um hormônio. O fenômeno da insuficiência não poupa nem países tropicais, como o Brasil, e a defasagem tende a ser maior nas grandes cidades, já que, dentro de casa, no carro ou no escritório, as pessoas acabam fugindo do sol. De acordo com o endocrinologista Geraldo Santana, do Instituto Mineiro de Endocrinologia, “a deficiência de vitamina D é um achado frequente e também preocupante devido à importante ação da substância no organismo.” Ele explica que, em alguns grupos de pessoas, como idosos e obesos, os prejuízos são ainda maiores que na população em geral.

Fonte:  http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2012/06/18/interna_ciencia_saude,307731/taxas-baixas-de-vitamina-d-na-maioria-da-populacao-preocupam-especialistas.shtml
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