Deficiência de Vitamina D3 e obesidade

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Obesidade é  fator de risco para coronavírus mais associado à morte de jovens

A deficiência de vitamina D está associada à obesidade, pois o tecido celular subcutâneo (gordura que se localiza sob a pele) sequestra a vitamina D da circulação por ser ela uma substância solúvel em gorduras.👇🏼

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Obesity and vitamin D deficiency – a systematic review and meta-analysis – 2015

Resultado dessa revisão da literatura médica: “A deficiência de vitamina D foi associada à obesidade, independentemente da idade, latitude, pontos de corte para definir a deficiência de vitamina D e o Índice de Desenvolvimento Humano do local do estudo.”

 

Obesidade é  fator de risco para coronavírus mais associado à morte de jovens

https://www.cnnbrasil.com.br/saude/2020/04/11/obesidade-e-o-fator-de-risco-para-coronavirus-mais-relacionado-a-morte-de-jovens

 

http://www.rfi.fr/en/science-and-technology/20200410-coronavirus-hits-men-and-overweight-people-harder-than-others-researchers

 

“Nas salas de emergência de hotspots de vírus em todo o mundo, a equipe médica está vendo um número maior de homens do que mulheres sofrendo sintomas graves de COVID-19, com a obesidade emergindo como outro fator potencialmente agravante. Mas os especialistas ainda não sabem o porquê.”

Obesidade-e-Diabetes

A carência de vitamina D é especialmente severa e prevalente entre idosos, em particular os institucionalizados.

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Severe vitamin D deficiency in the institutionalized elderly – 2008

 

“Em conclusão, a maioria dos idosos institucionalizados no sul da Grécia apresentava grave deficiência de vitamina D e hiperparatireoidismo secundário, em contraste com o status bastante bom de vitamina D e falta de hiperparatireoidismo nos idosos que vivem na comunidade durante o verão. Esses achados indicam a necessidade de suplementação de vitamina D e cálcio dos idosos institucionalizados ao longo do ano.”

“…a pele envelhecida produz muito menos vitamina D do que a pele em pessoas mais jovens.”👇🏼

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Vitamin D physiology – 2006

“…a produção de vitamina D na pele diminui consideravelmente com o envelhecimento. Um estudo com radiação UV em Boston mostrou que a produção de vitamina D3 aos 80 anos é de cerca de 25% da produção aos 20 anos.”👇🏼

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Ultraviolet Irradiation Corrects Vitamin D Deficiency and Suppresses Secondary Hyperparathyroidism in the Elderly – 1998

Quase 70% dos mortos por coronavírus no Rio de Janeiro são idosos:

https://oglobo.globo.com/rio/quase-70-dos-mortos-por-coronavirus-no-rio-sao-idosos-24366523

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Pediatria e Vitamina D – Saiba como tirar o melhor proveito da vitamina dos raios solares

Observação: Vitamina D não é nutriente, é hormônio.

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Crianças, adultos, bebês, grávidas, idosos. Não importa em qual fase da vida esteja, todo mundo precisa tomar um pouco de sol sempre que possível. Ele ajuda na produção da vitamina D, aliada importante da saúde dos ossos, já que influencia na absorção de cálcio.  Mas, ainda que necessária em todas as fases da vida, ela é importante principalmente na infância, época em que cerca de 90% da massa óssea se desenvolve. Criança com boas doses deste nutriente no organismo pode evitar problemas futuros como osteoporose.

Vitamina d

A pediatra Camila Lemiechek, filha de Lucélia e René, explica que a recomendação é de exposição solar a partir da segunda semana de vida, 30 minutos por semana com a criança usando apenas fralda – de 6 a 8 minutos por dia, 3 vezes na semana – ou 2 horas por semana, expondo apenas a face e as mãos da criança – 17 minutos por dia.

Para aproveitar os benefícios, as mães devem adotar algumas medidas de precaução ao colocarem as crianças para tomar sol. Deve-se oferecer bastante água, usar roupas leves e estar atento aos sinais de desidratação, como urina escassa e escura, olhos encovados, choro sem lágrima, irritabilidade, moleira funda, saliva espessa e boca seca. Ou seja, ficar sempre atenta com a hidratação.

As férias acabaram, mas o verão não!

“Os benefícios da vitamina D são muitos. Estudos mais recentes apontam para outros efeitos positivos em relação à melhora da imunidade e prevenção de doenças autoimunes (como diabetes tipo I e esclerose múltipla) e até alguns tipos de câncer (mama, próstata, cólon). Praticamente todos os tecidos e órgãos do corpo se beneficiam dela, direta ou indiretamente, não só os ossos”, diz a pediatra.

Além da exposição solar, a alimentação e os suplementos também são formas de obtenção da vitamina D. No entanto, menos de 10% é proveniente das fontes alimentares. Por isso, tomar sol ainda é mais efetivo.

Sinais como atraso no desenvolvimento, baixa estatura, falência de crescimento, dor óssea, fraturas, atraso na erupção dentária, suscetibilidade a infecções e distúrbios respiratórios e cardíacos podem indicar falta de vitamina D no organismo. Nestes casos, o recomendado é procurar um especialista.

Fonte: http://revistapaisefilhos.uol.com.br/saude/filhos/a-poderosa-vitamina-d

A vitamina D é na realidade um hormônio: o mais potente hormônio da saúde para o organismo humano.

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Em mais de cem anos de civilização com o maior desenvolvimento tecnológico já visto na história, mais de cem anos de completa estagnação da medicina na prevenção e tratamento das doenças autoimunes: o supermercado das doenças.

É uma TRAGÉDIA o que os DERMATOLOGISTAS e a INDÚSTRIA DOS PROTETORES SOLARES desenvolveram com o trabalho de aterrorizar as pessoas para a exposição solar. Eles fizeram de tudo para recomendar para todos evitarem a exposição solar o máximo possível.  Nunca questionamos seus reais interesses.

Todo este trabalho devastador, combinado com o ESTILO DE VIDA em que passamos a maior parte do tempo dentro de ambientes fechados, durante o trabalho e o tempo de lazer, causa um prejuízo à saúde humana sem precedentes e em grau ascendente.

Enquanto isso, no meio médico em geral, reina soberana a omissão e o silêncio de forma generalizada, com RARAS EXCEÇÕES de médicos que assumem dizer a verdade para seus pacientes. Esta combinação contribui para o maior crescimento da DEFICIÊNCIA da Vitamina D, que constata-se hoje em dia, e o CONSEQUENTE aumento exponencial de doenças graves e supostamente incuráveis, que são OBJETIVOS dos interesses da Medicina que se consolidou nos EUA na década de 50 do século passado, QUANDO ela passou a ser um MERO NEGÓCIO e, necessariamente, irmã gêmea da INDÚSTRIA FARMACÊUTICA alopata para realizar o sonho de fortuna e poder de ambos.  

Como tem estreita relação com este assunto, assinalamos de passagem que, na Segunda Guerra Mundial, ensinam que EUA e Alemanha Nazista eram inimigos. Sob o ponto de vista de confronto bélico isto não está errado, mas sob o ponto de vista das vistas grossas para cruéis experimentações médicas com seres humanos, eles já eram aliados e continuaram aliados. A indústria farmacêutica estava acima do confronto bélico e agia nos dois lados com os mesmos resultados.

Esta MEDICINA MERCANTILISTA ALOPATA pós Segunda Guerra, logo conquistou o mundo e o domina por inteiro até os dias presentes.  Se uma pessoa pensar que elegeu um governo em seu país, ela está errada:  QUEM manda nestes governos é o maior empreendimento de negócios já desenvolvido no mundo até hoje, o ideal por excelência e REALIZADO da indústria farmacêutica alopata.

Como a luz solar e a natureza não podem ser patenteadas, SOMENTE quando houvesse neles o que pudesse ser sintetizado e patenteado, é que entrariam no mercado médico farmacêutico e, AINDA ASSIM, restrito pelas agências reguladoras de remédios e nas prescrições médicas, em subdosagens que mantivessem dependência destes mercados.

Há 30.000 genes no corpo humano e o hormônio-vitamina D está vinculado a mais de 2.000 deles. Esta é uma das razões primárias que causa tantas doenças evitáveis e, hoje, tratáveis com baixíssimo custo mensal em contrate com o império das terapias de alto custo mensal e não poucas vezes de alta complexidade, que além de tudo isso, são estas últimas elas próprias causas adicionais do agravamento destas doenças e também da causa de outras que inexistiam.  A terapia alopata desta medicina mercantilizada passou a ser sinônimo de mais doenças e mais mortes desnecessárias.

Hipoteticamente, se alguma outra civilização, após o desaparecimento da nossa, investigasse como vivíamos, eles não teriam como não procurar a resposta de porque nós nos tornamos a civilização mais dependente que já houve de medicação alopata.

A maioria entre nós prefere viver sem tomar conhecimento destes fatos, que vão determinar como adoecerão e como morrerão, mesmo não sendo por causas naturais, visto que de natural a frágil aparência é suficiente.  Por isso, a INFORMAÇÃO e sua promoção constante são os únicos recursos com o qual podemos contar para amenizar o que se descreveu.  

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

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A vitamina D  não é uma “vitamina”.   Seu produto metabólico, calcitriol , é realmente um hormônio seco esteróide que é a chave que abre pontos de ligação do genoma humano.  O genoma humano contém mais de 2.700 sítios de ligação para o calcitriol, que estão perto dos genes envolvidos em praticamente todas as doenças importantes conhecidas dos seres humanos.

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A falta deste hormônio é indissociável do câncer, assim como doenças cardíacas, derrame, hipertensão, doenças auto-imunes, diabetes, depressão, dor crônica, osteoartrite, osteoporose, fraqueza muscular, perda de massa muscular, defeitos congênitos, doença periodontal, e muitas outras.

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hormonio

A vitamina D é na realidade um hormônio, o mais potente hormônio do organismo humano.

Estudos recentes, vêm provar cada vez mais, o importante papel que a vitamina D desempenha no nosso organismo.   Tecnicamente não é uma “vitamina”.   Seu produto metabólico, calcitriol , é realmente um hormônio seco esteróide que é a chave que abre pontos de ligação do genoma humano. O genoma humano contém mais de 2.700 sítios de ligação para o calcitriol, que estão perto dos genes envolvidos em praticamente todas as doenças importantes conhecidas dos seres humanos.   A vitamina D tem uma bioquímica significativa do cérebro. Receptores Nucleares para a vitamina D existem no cérebro e vitamina D está envolvida na biossíntese de fatores neurotróficos, síntese de óxido nítrico e aumento nos níveis de glutationa,  sugerindo um importante papel da vitamina D na função cerebral. Os dados em animais indicam que a tirosina hidroxilase, a enzima limitante para todas as monoaminas cerebrais, é aumentada de vitamina D.  Os ratos nascidos de mães gravemente deficientes em vitamina D têm anormalidades cerebrais profundas. Pesquisas atuais tem implicado a deficiência de vitamina D como um fator importante na patologia de pelo menos 17 variedades de câncer, assim como doenças cardíacas, derrame, hipertensão, doenças auto-imunes, diabetes, depressão, dor crônica, osteoartrite, osteoporose, fraqueza muscular, perda de massa muscular , defeitos congênitos, doença periodontal, e muito mais.   A vitamina D influencia as principais funções biológicas vitais para a saúde e o bem-estar;  é mandatório que a vitamina D não seja mais ignorada pela indústria de cuidados de saúde, nem por indivíduos que se esforçam para alcançar e manter um melhor estado de saúde.

Em adultos e adolescentes que regularmente evitam a exposição solar, a pesquisa indica uma necessidade de suplementar com pelo menos 5.000 unidades (UI) de vitamina D diariamente. Para obter essa quantidade no leite seria preciso ingerir 50 copos. Com um multivitamínico mais de 10 comprimidos seriam necessárias. Também não é aconselhável.

Como Obter Quantidade Suficiente De Vitamina D

Existem 3 maneiras para os adultos de garantir níveis adequados de vitamina D:

1.    receber regularmente a exposição ao sol do meio-dia no final da primavera, verão e início do outono, expondo tanto da pele quanto possível, por 20-30 minutos (com cuidado para não queimar). (Aqueles com pele escura terá maior tempo de exposição. – Até seis vezes mais)

2.    utilizam regularmente uma espreguiçadeira (evitando queimaduras), durante os meses mais frios.

3.    ter 10.000 UI por dia por 2-3 meses, em seguida, obter um teste de 25-hidroxivitamina D . Ajustar a dose de modo que os níveis sanguíneos fiquem entre 50-80 ng / mL (ou 125-200 nM / L) durante o ano todo.

A Vitamina D é um Co-Fator

A vitamina D tem co-fatores que o corpo necessita para utilizá-la  apropriadamente. São eles:

  • magnésio
  • zinco
  • Vitamina K2
  • boro
  • uma pequena quantidade de vitamina A

O magnésio é o mais importante desses co-fatores. De fato, é comum para aumento dos níveis de vitamina D a exacerbar uma deficiência de magnésio subjacente. Se alguém está tendo problemas em regularizar a complementação com vitamina D, uma deficiência de magnésio pode ser o motivo.

A vitamina D e Depressão

Propomos a vitamina D desempenha um papel na doença mental com base nos seguintes cinco razões:

1.    Evidências epidemiológicas mostram uma associação entre a exposição ao sol reduzida e doença mental.

2.    A doença mental é associada à baixos níveis de 25-hidroxivitamina D [25 (OH) D].

3.    A doença mental mostra uma significativa comorbidade com doenças associada com a deficiência de vitamina D.

4.    Os modelos teóricos (em evidência in vitro ou animal) existem para explicar como a deficiência de vitamina D pode desempenhar um papel causal na doença mental.

5.    Estudos apontam a vitamina D aumenta a doença mental.

Vitamina D

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A vitamina D (ou calciferol) é uma vitamina que promove a absorção de cálcio (após a exposição à luz solar), essencial para o desenvolvimento normal dos ossos e dentes, atua também, como recentemente descoberto, no sistema imune, no coração, no cérebro e na secreção de insulina pelo pâncreas. É uma vitamina lipossolúvel obtida a partir do colesterol como precursor metabólico através da luz do sol, e de fontes dietéticas. Funcionalmente, a vitamina D atua como um hormônio que mantém as concentrações de cálcio e fósforo no sangue através do aumento ou diminuição da absorção desses minerais no intestino delgado. A vitamina D também regula o metabolismo ósseo e a deposição de cálcio nos ossos.

O nome da vitamina foi criada pelo bioquímico polonês Casimir Funk em 1912, baseado na palavra em latim vita (vida) e no sufixo -amina. Foi usado inicialmente para descrever estas substâncias do grupo funcional amina, pois naquele tempo pensava-se que todas as vitaminas eram aminas. Apesar do erro, o nome manteve-se.

A vitamina D pode ser encontrada sob duas formas: o ergocalciferol (vitamina D2) e o colecalciferol (vitamina D3). O ergocalciferol é produzido comercialmente a partir do esteróide ergosterol encontrado em vegetais e leveduras, através de irradiação com luz ultravioleta. É utilizado como suplemento alimentar para enriquecimento de alimentos como o leite com vitamina D. O colecalciferol é transformado pela ação dos raios solares a partir da provitamina D3 (7-deidrocolesterol) encontrada na pele humana. Ambas as formas D2 e D3 são hidroxiladas no fígado e rins a 25- hidroxicalciferol e subsequentemente à forma biologicamente activa, o 1,25-di- hidroxicalciferol (calcitriol), que atua como um hormonio na regulação da absorção de cálcio no intestino e regulação dos níveis de cálcio em tecidos ósseos e renais.

A vitamina D é fundamental para a homeostase do cálcio no organismo.

Poucos alimentos são considerados fontes de vitamina D, mas entre eles encontram-se a gema de ovo, fígado, manteiga e alguns tipos de peixes como a cavala, o salmão e o arenque. Embora em menor quantidade, a sardinha e o atum também têm vitamina D.

Referências

http://www.vitamindcouncil.org  BIESEK, Simone et al. Estratégias de Nutrição e Suplementação no Esporte. São Paulo: Manole, 2005. FOSS, M.L.; KETEYIAN, S.J. Bases Fisiológicas do Exercício e do Esporte. 6a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. MCARDLE, William D. et al. Fisiologia do Exercício – Energia, Nutrição e Desempenho Humano. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. WILMORE, Jack H.; COSTILL, David L. Fisiologia do Esporte e do Exercício. São Paulo: Manole, 2001 NELSON, David L.; COX, Michael M., Lehninger Principles of Biochemistry, 4a edição, W. H. Freeman, 2005, ISBN 978- 0716743392 Wikipedia “http://pt.wikipedia.org/wiki/Vitamina_D” Davidson M. Risk of cardiovascular disease and sudden death in schizophrenia. J Clin Psychiatry. 2002;63 Suppl 9:5–11. , Peet M. Diet, diabetes and schizophrenia: review and hypothesis. Br J Psychiatry Suppl. 2004 Apr;47:S102–5. , osteoporosis Levine J, Belmaker RH. Osteoporosis and schizophrenia. Am J Psychiatry.2006 Mar;163(3):549–50. Smith M. APA: Schizophrenia Patients Go Untreated For Comorbidities. MedPage Today. 2006 May 24. Heaney RP, Davies KM, Chen TC, Holick MF, Barger-Lux MJ. Human serum 25- hydroxycholecalciferol response to extended oral dosing with cholecalciferol. Am J Clin Nutr. 2003;77:204–10. Vieth R. Vitamin D supplementation, 25-hydroxyvitamin D concentration, and safety. Am J Clin Nutr.1999;69:842–56. Heaney RP, Davies KM, Chen TC, Holick MF, Barger-Lux MJ. Human serum 25-hydroxycholecalciferol response to extended oral dosing with cholecalciferol. Am J Clin Nutr. 2003;77:204–10. Zittermann A. Vitamin D in preventive medicine: are we ignoring the evidence? Br J of Nutr. 2003;89:552–572. Holick M. Vitamin D: A millennium Perspective. J Cell Biochem. 2003;88:296–307 (2003). Amsterdam JD, Hooper MB. Bone density measurement in major depression. Prog Neuropsychopharmacol Biol Psychiatry. 1998 Feb;22(2):267–77. Robbins J, Hirsch C, Whitmer R, Cauley J, Harris T. The association of bone mineral density and depression in an older population. J Am Geriatr Soc. 2001 Jun;49(6):732–6. Patti F, Cacopardo M, Palermo F, Ciancio MR, Lopes R, Restivo D, Reggio A. Health-related quality of life and depression in an Italian sample of multiple sclerosis patients. J Neurol Sci. 2003 Jul 15;211(1–2):55–62. Buchanan RJ, Wang S, Tai-Seale M, Ju H. Analyses of nursing home residents with multiple sclerosis and depression using the Minimum Data Set. Mult Scler. 2003 Mar;9(2):171–88. Abdel-Nasser AM, Abd El-Azim S, Taal E, El-Badawy SA, Rasker JJ, Valkenburg HA. Depression and depressive symptoms in rheumatoid arthritis patients: an analysis of their occurrence and determinants. Br J Rheumatol. 1998 Apr;37(4):391–7. Green AI, Canuso CM, Brenner MJ, Wojcik JD. Detection and management of comorbidity in patients with schizophrenia. Psychiatr Clin North Am. 2003 Mar;26(1):115–39. Dixon L, Weiden P, Delahanty J, Goldberg R, Postrado L, Lucksted A, Lehman A. Prevalence and correlates of diabetes in national schizophrenia samples. Schizophr Bull. 2000;26(4):903–12. Dixon L, Postrado L, Delahanty J, Fischer PJ, Lehman A. The association of medical comorbidity in schizophrenia with poor physical and mental health. J Nerv Ment Dis. 1999 Aug;187(8):496– 502. Fonte: http://www.emtr.com.br/vitaminad.htm __

 

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Maior acesso a suplementos de vitamina D pode “eliminar casos de raquitismo” – Greater access to vitamin D supplements would ‘cut the cases of rickets’

Vitamins

Vitamins (Photo credit: DBduo Photography)

Royal College of Paediatrics and Child Health (RCPCH) considera que a deficiência de vitamina D afeta um quarto das crianças, resultando em altas incidências de diabetes, tuberculose, esclerose múltipla e raquitismo.

According to the Royal College of Paediatrics and Child Health (RCPCH), vitamin D deficiency is thought to affect a quarter of children, resulting in higher incidences of diabetes, tuberculosis, multiple sclerosis and rickets.

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Katy Morton, 14 December 2012, 12:15pm

The Royal College of Paediatrics and Child Health has called for vitamin D supplements to be made more widely available to children.

According to the Royal College of Paediatrics and Child Health (RCPCH), vitamin D deficiency is thought to affect a quarter of children, resulting in higher incidences of diabetes, tuberculosis, multiple sclerosis and rickets.

While the Government’s Healthy Start programme provides vitamins free to low-income families and at risk groups, Professor Mitch Blair, officer for health promotion at the RCPCH, has claimed that the vitamins are in short supply and uptake is low.

In light of this, the RCPCH has today (Friday) launched a campaign calling for high quality vitamin D supplements to be readily available at a low cost, something which is already happening in some countries says Prof Blair.

It follows a recommendation by the chief medical officer for England, Dame Sally Davies, in January that all women who are pregnant or breastfeeding and children aged six months to five-years-old take vitamin D supplements.

The RCPCH’s campaign also recommends an investigation into the pros and cons of further fortification of food with vitamin D, and increasing public awareness by providing clear information for parents and families on the warning signs of vitamin D deficiency and how to prevent it.

Prof Mitch Blair (pictured) said, ‘We know vitamin D deficiency is a growing problem and research reveals startling high levels of vitamin deficiency among certain groups including children.

‘It is only possible to get a fraction (10 per cent) of the recommended daily amount of vitamin D  through  food   and very little from sunlight. So getting out in the sun more or eating more oily fish isn’t going to solve the problem.

‘Lack of vitamin D is related to a plethora of serious illnesses  in children that could be prevented through relatively simple steps such as taking supplements.’

He added, ‘Equally as important is making sure that all healthcare professionals can spot the signs of vitamin D deficiency in children; aches and pains, poor growth, muscle weakness and seizures – and make sure they get appropriately treated.

The first stage of the RCPCH campaign will see a series of leaflets for paediatricians and other healthcare professionals highlighting the signs of vitamin D deficiency, which will be published in the spring.

The Scientific Advisory Committee on Nutrition is currently looking into proposals for further vitamin D fortification of food and drink, which already happens in countries including the United States, Canada and Finland.

Campanha de órgão britânico incentiva suplementação de vitamina D

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Segundo especialistas, ela evitaria a incidência de doenças como diabetes , tuberculose, esclerose múltipla e raquitismo.

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Royal College of Paediatrics and Child Health, RCPCH, órgão que supervisiona a saúde infantil no Reino Unido, está lançando uma campanha que incentiva a população a consumir diariamente doses de vitamina D para fortalecer a saúde.

Segundo os estudiosos, alguns dos benefícios seriam o aumento da incidência de diabetes, tuberculose, esclerose múltipla e raquitismo, doença que provoca e enfraquecimento e deformação dos ossos.

Normalmente obtido pela luz solar e por alimentos como peixes oleosos, ovos e cogumelos, o nutriente evita dores ósseas e musculares, além dos inchaços nos punhos e costelas.

Em países como Estados Unidos, Canadá e Finlândia a ingestão de vitamina D já é mais comum.

Segundo especialistas do RCPCH, consumir mais peixe ou aumentar a incidência de radiações solares não vão solucionar, já que elas oferecem apenas 10% das necessidades.

Sendo assim, a suplementação vitamínica seria a melhor solução.

Fonte: http://www.sesifarmacias.com.br/servicos/dicas/detalhes/campanha-de-orgao-britanico-incentiva-suplementacao-de-vitamina-d

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Ingestão diária de vitamina D pode evitar doenças graves

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Uma entidade de saúde britânica está lançando uma campanha para conscientizar a população do país para os benefícios da ingestão diária de suplementos de vitamina D, cuja deficiência está associada a inúmeras doenças.  (…)  estima-se que metade da população branca e 90% dos negros e asiáticos sofram de alguma doença relacionada à falta de vitamina D no organismo.

Segundo o Royal College of Paediatrics and Child Health (RCPCH, na sigla em inglês), órgão que supervisiona a saúde infantil no Reino Unido, tais suplementos, que são baratos e acessíveis, deveriam ser adicionados às refeições diárias de todas as pessoas, para fortalecer a saúde.

O RCPCH está concentrando sua campanha no Reino Unido para que grávidas, mulheres que estão na fase de amamentação, crianças de seis meses a cinco anos e adultos acima de 65 anos tomem a vitamina D na quantidade recomendada.

No país, estima-se que metade da população branca e 90% dos negros e asiáticos sofram de alguma doença relacionada à falta de vitamina D no organismo.

Em países como Estados Unidos, Canadá e Finlândia, a ingestão suplementar de vitamina D já é bem mais comum.

Sintomas

Os primeiros sintomas da deficiência deste nutriente são dor óssea e muscular e inchaço nos punhos e nas costelas.

A falta de vitamina D também está associada ao aumento da incidência de diabetes, tuberculose, esclerose múltipla e raquitismo, doença que provoca e enfraquecimento e deformação dos ossos.

O suplemento pode ser obtido pela luz solar e por alimentos como peixes oleosos, ovos e cogumelos.

“Sabemos que a falta de vitamina D é um problema crescente e estudos mostram que há altos níveis de deficiência deste nutriente entre certos grupos, incluindo crianças”, disse Mitch Blair, professor do RCPCH.

“Pegando sol e comendo alimentos que são fontes de vitamina D, as pessoas obtém somente uma parcela de 10% da quantidade diária recomendada”, avalia.

“Comer um pouco mais de peixe e apanhar um pouco mais de sol não vão resolver o problema”, acrescenta.

“A falta de vitamina D está relacionada a uma série de doenças graves em crianças e adultos, que podem ser prevenidas com medidas simples, como o uso de suplementos”, explica.

“Garantir que as pessoas estejam conscientes de que os suplementos estão disponíveis é um passo crucial para diminuir a incidência de doenças. Nós precisamos fazer com que esses suplementos estejam disponíveis para a população, que é algo que já está acontecendo em alguns países”, acrescentou o especialista.

Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/celular/noticias/2012/12/121216_vitamina_d_deficiencia_ingestao_lgb.shtml

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