Cães podem identificar infecções hospitalares. Dogs that accurately sniff out superbug infections? The role of animals in hospital infections

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(NaturalNews) In this high-tech world, sometimes it’s better to rely on a low-tech solution or, in this case, no tech.

A new study to be published in the Christmas issue of the British Medical Journal found that dogs can be used to sniff out Clostridium difficile, or C-diff, the element that is responsible for a rising number of hospital infections that are extremely resistant to antibiotics.

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The olfactory sense of dogs can be used to identify C-diff infections in stool samples as well as the air surrounding patients in the hospital environment, all with a high degree of accuracy, researchers said.

The journal said current findings support earlier conclusions that dogs are capable of detecting various types of cancer as well, and may have potential for screening hospital wards to help prevent C-diff outbreaks.

The infectious C-diff occurs most commonly in older patients who have recently finished a course of antibiotics in the hospital. But the infections can also begin in the community, especially in nursing homes and other skilled facilities. Symptoms of the infection can range from mild diarrhea to a life-threatening bowel inflammation.

Some questions remain, but early results are promising

Early detection of the infection is important if doctors hope to contain its spread, but diagnostic tests confirming it are slow (and expensive), which can delay treatment for as much as a week.

Researchers said that diarrhea as a result of a C-diff infection has a certain smell, and that dogs – with their superior olfactory capabilities – likely could detect it much better, in comparison with humans. That supposition prompted scientists in the Netherlands to see if dogs could be trained to sniff out C-diff.

Scientists used a two-year-old male Beagle (named Cliff) that had been trained by a professional instructor to spot C-diff in stool samples and in patients who had contracted the infection. Cliff was taught to either lay down or sit when he detected the specific scent.

Following two months of training, Cliff’s detection capability was formally tested on 50 C-diff positive and 50 C-diff negative stool samples, said scientists. He managed to correctly identify all 50 positive samples and 47 of the 50 negative samples.

The results equate to 100 percent sensitivity and 94 percent specificity (sensitivity measures the proportion of positives correctly identified, while specificity measures the proportion of negatives correctly identified).

Cliff was then taken to two hospital wards to conduct further detection tests in a live environment. The dog managed to correctly identify 25 of 30 cases (83 percent sensitivity) and 265 of 270 negative controls (98 percent specificity). Researchers added that the dog was efficient and quick, managing to screen a complete hospital ward for the presence of patients infected with C-diff in fewer than 10 minutes.

Early detection certainly possible

Scientists admitted there were some limitations to the study, such as the unpredictability of using an animal as a diagnostic tool, as well as the possibility that the dog itself could spread infections. Other scientists say other unanswered questions remain.

Still, they note that the study demonstrates that training a dog to detect C-diff infection with a high degree of accuracy, both in samples of stool and in patients who are hospitalized and could contract the infection.

“Early detection could overcome common diagnostic delays (lack of clinical suspicion, delays in sampling stool, and laboratory procedures) and lead to prompt hygienic measures and treatment,” the researchers concluded. “This could have potential for C. difficile infection screening in healthcare facilities and thus contribute to C. difficile infection outbreak control and prevention.”

Sources:

http://www.eurekalert.org/pub_releases/2012-12/bmj-dca121212.php

http://www.bmj.com/content/345/bmj.e7396

http://www.naturalnews.com/037709_fecal_matter_c_diff_infection.html

Learn more: http://www.naturalnews.com/038465_superbug_infections_dogs_sniffing.html#ixzz2GArAc26D

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Ministério Público de SP terá grupo para a defesa animal

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O Órgão Especial do Colégio de Procuradores de Justiça do Ministério Público do Estado de São Paulo decidiu criar, mediante o Ato Normativo nº 704/2011, o Grupo Especial de Combate aos Crimes Ambientais e de Parcelamento do Solo Urbano (Gecap). Uma das atribuições do grupo será a defesa dos animais, domésticos, domesticados, silvestres, nativos ou exóticos.

A decisão partiu de uma representação formulada em abril de 2010 pelo deputado estadual e procurador de Justiça licenciado Fernando Capez, em parceria com Maurício Varallo, coordenador da campanha “Sentiens Defesa Animal”, ao procurador-geral de Justiça de São Paulo, Fernando Grella Vieira. O documento pedia a criação do Grupo de Atuação Especial de Defesa Animal e, posteriormente, da Promotoria de Defesa Animal.

O novo grupo a ser criado, após decisão dos integrantes do Órgão Especial no dia 27 de julho, considera o elevado número de ocorrências envolvendo abusos, maus tratos, ferimentos e mutilações de animais, inclusive em ambientes urbanos e domésticos.

Capez, cuja carreira se pautou pelo combate às diversas formas de violência, apresentou as razões para a criação do grupo em inúmeras audiências com o procurador-geral de Justiça desde o início de 2010, apontando vários casos de crimes ambientais tipificados na Lei 9.605/98.

“Apesar de também incluir outros crimes ambientais, o Gecap amplia muito a defesa dos animais, pois é a primeira vez que um órgão centralizará, na capital paulista, todas as ações contra crimes envolvendo animais. Isso deverá facilitar a realização de estatísticas e de denúncias criminais”, disse o presidente da OAB SP, Luiz Flávio Borges D’Urso.

Fonte: OAB/SP
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Convívio com animais de estimação reforça sistema imunológico, afirma estudo da USP

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Os benefícios da presença de um animal de estimação em casa não se restringem às alegrias que o pet proporciona a toda família. Esta convivência também pode contribuir, além do bem-estar psicológico, na prevenção e no auxílio ao tratamento de várias patologias.

Um levantamento de estudos nacionais e internacionais sobre o tema, encomendado pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), integrante do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), para um grupo de pesquisa do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP), liderado pelo professor César Ades, reuniu uma série de estudos que confirmam esta contribuição à saúde das pessoas proporcionada pelo convívio com os animais de estimação.

Entre as principais observações, pode-se destacar a melhora da imunidade de crianças e adultos, redução dos níveis de estresse e da incidência de doenças comuns, como dor de cabeça ou resfriado.

Reforço na defesa do organismo

De acordo com o levantamento, os benefícios independem da idade. Os pesquisadores da USP citam um trabalho que identificou vários benefícios aos bebês que convivem com cães, já que certas proteínas que desempenham um importante papel na regulação do sistema imunológico e das alergias aumentam significativamente em bebês de um ano de idade quando expostos precocemente a um cão, conferindo um importante papel destes animais na saúde humana.

Segundo a pesquisadora Carine Savalli Redígolo, este trabalho mostra que o convívio possibilita aos bebês ficar menos suscetíveis às alergias e dermatites tópicas.

– Também foi observada a redução de rinites alérgicas aos quatro anos de idade e aos seis a sete anos, devido à redução da imunoglubina E, um anticorpo que quando em altas concentrações sugere um processo alérgico – acrescenta.

Os pesquisadores alertam que este contato não significa que seja isento de possíveis efeitos negativos para a saúde, porém, é possível discutir com mais equilíbrio os prós e contras de possuir um cão.

De acordo com a pesquisa do Radar Pet, idealizada pela Comac, ainda há resistência dos casais que possuem filhos pequenos adquirirem um animal de estimação: 44% das residências que têm pelo menos um pet são de casais com filhos jovens ou adolescentes; este número cai para 16% quando se trata de casais com filhos pequenos (até nove anos).

Um gesto simples pode trazer importantes efeitos ao sistema imunológico de pessoas de qualquer idade.

– Acariciar um cão pode elevar os níveis de imunoglobulina A, um anticorpo presente nas mucosas que evita a proliferação viral ou bacteriana, sendo importante na prevenção de várias patologias. Este resultado se deve, possivelmente, ao relaxamento que o contato com o animal proporciona – explica Carine.

Benefícios ao coração

Outros estudos identificados pelos pesquisadores da USP também avaliaram as taxas de sobrevivência, no ano posterior a um infarto agudo do miocárdio, em donos de cães, gatos, outros animais de estimação e em pessoas que não possuíam bichos. Segundo os pesquisadores, depois de determinado período, verificou-se que a posse de um cão contribuiu significativamente para a sobrevivência dos pacientes, pelo menos no ano seguinte ao incidente.

Também foram apontados benefícios no controle de hipertensão arterial. Profissionais que viviam em condições de estresse, faziam controle do problema com medicação, foram divididos em dois grupos, os que possuíam um cão ou gato e os que não possuíam animais.

A pesquisadora Maria Mascarenhas Brandão afirma que, seis meses depois do início do monitoramento, um dos trabalhos constatou que as taxas de pressão diminuíram para ambos os grupos. Entretanto, nas situações geradoras de estresse a resposta foi melhor para os donos de cães.

– Além disso, este grupo aumentou significativamente suas taxas de acertos em contas matemáticas, em relação àqueles que não possuíam os animais -, acrescenta. Esta situação mostrou a diminuição dos níveis de estresse, obtidos com o contato com os pets.

Algumas outras situações também trazem efeitos muito positivos à saúde e ao convívio social: a duração das caminhadas é maior para aquelas pessoas que estão acompanhadas por um cão.

– Além disso, nestes passeios, os animais ajudam na integração social, contribuindo para o início de uma conversa com outras pessoas, por exemplo – confirma Maria.

Ainda segundo uma destas pesquisas, pessoas com problemas simples de saúde, como dores de cabeça, problemas estomacais, gripes, dentre outros, que adotaram pela primeira vez um animal de estimação, apresentaram redução significativa desses problemas menores de saúde, em relação a pessoas sem animais.

http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/bem-estar/19,0,2978866,Convivio-com-animais-de-estimacao-reforca-sistema-imunologico-afirma-estudo.html

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