Petição para investigar colheita forçada de órgãos na China ganha suporte mundial

 

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“Isso envia a mensagem de que as pessoas acham a prática de matar por órgãos repugnante, que não querem que isso continue, que acreditam que a China pode fazer melhor e que acham que as promessas de mudança deve ser cumprida.”

No Brasil, a mensagem não chega: existem duas diferentes declarações de morte encefálica para fins de retirada de órgãos: uma prevista na Resolução CFM 1.480/97, que causa a morte de 2/3 dos traumatizados encefálicos severos, outra praticada em hospitais de elite, onde o protocolo não é seguido, e o texte da apnéia é feito DEPOIS dos exames confirmatórios. Este fato foi publicado pela Folha de São Paulo, em 04 de outubro de 2003, e faz toda a diferença em escolher quem vive e quem morre para colheita de órgãos.  O Ministério Público Federal sabe oficialmente disto e assume a posição de que se trata de “Políticas de Estado”.

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352
cgcoimbra@gmail.com
Médicos condenados por tráfico de órgãos em Taubaté - SP

Médicos condenados por tráfico de órgãos em Taubaté – SP

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Em todo o mundo, defensores dos direitos humanos pediram a governos para investigarem e condenarem a colheita forçada de órgãos de prisioneiros da consciência na China.

Mais de 160 mil pessoas apoiaram o pedido de investigação às Nações Unidas. As assinaturas vieram de 36 países, principalmente da Europa, Austrália, Índia e Israel e foram entregues ao Comitê sobre Direitos Humanos da ONU em Genebra em 18 de dezembro.

As assinaturas foram recolhidas entre 6 de outubro e 22 de novembro de uma ampla gama de pessoas, incluindo parlamentares, políticos e prefeitos nacionais.

Nos Estados Unidos, mais de 21 mil pessoas já assinaram seu apoio desde 2 de dezembro, pedindo ao presidente Barack Obama que tome uma posição contra a colheita forçada de órgãos. A petição, no website da Casa Branca chamado “Nós, o Povo”, precisa alcançar 25 mil assinaturas até 31 de dezembro para exigir uma resposta pública da Administração Obama.

A petição da ONU foi iniciada pelos ‘Médicos contra a Colheita Forçada de Órgãos’ (DAFOH). Ela foi entregue por David Matas, um advogado internacional de direitos humanos e coautor de dois livros sobre a extração de órgãos na China.

Os muitos milhares de folhas de papel A4 branco cheias de assinaturas, amarradas em feixes organizados e claramente identificados com os nomes dos países em letras destacadas, foram despachados para o edifício da ONU em Genebra num veículo azul.

Azul e amarelo são as cores associadas à prática espiritual de meditação do Falun Gong, que é conhecido por ter o maior número de prisioneiros da consciência na China.

O Falun Gong, também conhecido como Falun Dafa, inicialmente recebeu prêmios e elogios do Partido Comunista Chinês (PCC), quando foi apresentado ao público em 1992. Ele foi proibido em 1999 pelo então líder chinês Jiang Zemin, devido a seu grande desgosto pelo movimento que tinha se tornado maior do que o PCC.

David Matas e o ex-secretário de Estado canadense David Kilgour, coautores do livro ‘Colheita Sangrenta: A colheita de órgãos de praticantes do Falun Gong na China’, foram nomeados para um Prêmio Nobel da Paz em 2010. Eles forneceram evidências de que instituições estatais chinesas são cúmplices no assassinato de prisioneiros do Falun Gong por seus órgãos.

“Nenhum estudo independente contradisse nosso resultado”, disse Matas em seu discurso para um painel sobre o tráfico de órgãos na China, no Hotel Metrópole em Genebra, Suíça, no dia anterior à entrega da petição às Nações Unidas. “A única discordância que vemos é a propaganda do Partido Comunista Chinês.”

Matas também coeditou a obra ‘Órgãos do Estado: O abuso do transplante na China’ com o Dr. Torsen Trey.

O Dr. Arthur Caplan, diretor da Divisão de Bioética do Centro Médico Langone da Universidade de Nova York, foi um dos três autores da petição norte-americana. Numa entrevista ao Epoch Times em 5 de dezembro, Caplan pediu às pessoas para assinarem, “Eu insisto que assinem. Peço intensamente que enviem para seus amigos e organizações envolvidas, que a circulem amplamente. É uma petição importante, porque pode fazer a diferença.”

“Isso envia a mensagem de que as pessoas acham a prática de matar por órgãos repugnante, que não querem que isso continue, que acreditam que a China pode fazer melhor e que acham que as promessas de mudança deve ser cumprida.”

Epoch Times publica em 35 países em 20 idiomas.

Fonte: http://www.epochtimes.com.br/peticao-para-investigar-colheita-forcada-de-orgaos-na-china-ganha-suporte-mundial/

 

Research on the embryo in USA: Illegal federal financing?

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On 23rd August 2010, the judge Royce Lamberth of Washington federal court suspended by interim order the federal financing of the research on human embryonic stem cells. Prohibited by George W. Bush, this financing had been authorised by an order of Barack Obama on 9th March 2009. Then several scientists and organisations appealed, arguing that the embryo is a human being whose destruction could not be legalized and that this financing prejudices the research on adult stem cells, a yet ethical field and whose applications are encouraging.

 

An illegal authorization


In a 15-page text, the judge estimated that the complainants had “demonstrated that they have chance to win on the substance.” Indeed it turns out that the directives enacted following the authorization of Barack Obama violate a legislation from 1996 which is still in force: Dickey-Wicker amendment, which explicitly prohibits the public federal financing of the research “in which an embryo is destroyed“. The supporters for the research on embryonic stem cells had gone around the prohibition by using as an excuse that the cells used for the research do not directly come from an embryo but from cell lines cultivated since several years. Thus the current researches would not imply anymore the destruction of embryos.

 

An “irreparable damage


Yet the magistrate established that this argument was not receivable and that Dickey-Wicker amendment was unambiguously: going around it “would go against the will of the Congress“. “Dickey-Wicker amendment prohibits unambiguously the usage of federal funds for any research in which a human embryo is destroyed. […] To carry on a research on embryonic stem cells (ESC), the ESC must be derived from an embryo. The derivation process of an embryo results from the destruction of the embryo.” Then the term “research” has to be understood in a global way, without the different steps can be separated: “If the Congress would want to limit the prohibition [of Dickey Wicker amendment] to the acts generating themselves the destruction, it would have written this way. But, it did not do it.” “If one of the steps of the project of research on the embryo stem cells results from the destruction of an embryo, the whole project is rejected from the federal financing by Dickey-Wicker amendment.”

It concluded that “ill patients will not suffer [this decision] since the possibility that one day the research on embryonic stem cells can result to the treatment of their disease remains hypothetic.” Also it estimates that the authorization of Barack Obama generates an irreparable damage for the research on adult stem cells to which a part of the financing is withdrawn.

Obama administration appeals this decision on 31st August 2010. If the judge Royce Lamberth maintained his decision, estimating that “the Congress is perfectly free from amending or revising this text, what the court cannot do“, a Court of Appeal, seized by Obama administration decided to suspend this decision until the governmental request was deeply examined. In reaction, several bills for the research on the embryo have been introduced.

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Alternativa Espanhola protesta contra política abortista de Obama

.- O Partido Alternativa Espanhola (AES), entregou na embaixada dos EUA “uma nota de protesto” pela decisão do Presidente Barack Obama “de retirar barreiras à prática do aborto”.

Através de uma nota de imprensa, AES informou que uma representação do partido entregou à sede diplomática “uma nota de protesto pedindo que se mantenham as restrições postas em vigor pelo Presidente Ronald Reagan”.

Como se lembra, em 23 de janeiro Obama assinou uma ordem executiva levantando as restrições que por anos evitaram que o dinheiro dos contribuintes americanos fora usado para financiar a prática e promoção do aborto no mundo.

Durante oito anos, o aborto não podia ser financiado com dinheiro público graças a “Mexico City Policy”, uma iniciativa que nasceu em uma conferência de Nações Unidas realizada no México DF em 1984 durante o governo do republicano Ronald Reagan.

Entretanto, em janeiro 1993, durante a administração democrata de Bill Clinton se revogou esta proibição; mas em janeiro de 2001 George W. Bush, restabeleceu-a com a convicção de que os impostos dos cidadãos não deveriam usar-se para pagar abortos ou financiar o trabalho dos abortistas.

A decisão de Obama de financiar o aborto com dinheiro dos contribuintes gerou críticas e protestos das organizações pró-vida dentro e fora dos Estados Unidos.

http://obamagab.com/?p=18489

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