A importância da colina para a regeneração neuronal

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“A colina é especialmente importante na gravidez. “Vários estudos já mostraram que ela é tão ou mais importante do que o ácido fólico durante a gestação”


Antes inimigo da saúde cardiovascular, o alimento agora está liberado pelos médicos

Anna Paula Buchalla

Ao longo das últimas décadas, o ovo carregou a má fama de inimigo da saúde cardiovascular. Como a gema é rica em colesterol, seu consumo foi associado ao aumento no risco de infarto e derrame. Foi necessária a revisão de mais de 200 estudos, realizados a partir da década de 80, com cerca de 8.000 pessoas, para chegar à sentença (definitiva, pelo menos até agora) de que o ovo tem mesmo substâncias potencialmente nocivas mas privar-se dele na dieta pode ser ainda mais danoso. Recentemente se descobriram três novos bons motivos para levá-lo de volta à mesa. Presente na gema, a colina é um nutriente vital para o bom funcionamento do cérebro. Além disso, o ovo é uma excelente fonte de triptofano, o aminoácido precursor da serotonina, a substância associada à sensação de bem-estar. Do total de gorduras contidas em um ovo, a maioria é de monoinsaturadas – a gordura do bem, protetora do coração.

Com o ovo condenado por tanto tempo, muita gente deixou de consumir o alimento – e, junto com ele, uma série de nutrientes essenciais ao organismo. Muitos deles podem ser encontrados em outros alimentos, mas a colina, em especial, é abundante sobretudo no ovo. Uma unidade tem cerca de 130 miligramas de colina, enquanto uma posta de 100 gramas de salmão tem 56 miligramas. Recentemente, pesquisadores das universidades Harvard e da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, analisaram a dieta de 2.000 mulheres e detectaram que as americanas ingerem uma quantidade de colina inferior à considerada ideal – 314 miligramas diários, contra os 425 miligramas recomendados. A colina é especialmente importante na gravidez. “Vários estudos já mostraram que ela é tão ou mais importante do que o ácido fólico durante a gestação”, diz o professor Cícero Galli Coimbra, do departamento de neurologia da Universidade Federal de São Paulo. A colina consumida pela mãe pode influenciar o desenvolvimento cerebral do feto. Além disso, outras pesquisas mostram que a substância é essencial para a saúde do cérebro, inclusive na formação de novos neurônios. Por essa razão, o consumo de colina é indicado na prevenção das doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson. Alçada à condição de substância de 1.001 utilidades, a colina já pode ser encontrada em cápsulas, barras de cereais e bebidas energéticas.

Além de conter colina, o ovo é rico em proteínas. “Depois do leite materno, o ovo de galinha é a proteína animal mais completa e barata”, diz o professor Antonio Gilberto Bertechini, da Universidade Federal de Lavras, em Minas Gerais. Outro benefício do ovo é a presença de antioxidantes, como a luteína e a zeaxantina, que ajudam a prevenir a degeneração macular. O baixo teor de gordura constitui mais uma vantagem do alimento. Uma unidade tem em média 7 gramas de gordura total – apenas 1,5 grama é gordura saturada, a metade do que se encontra numa fatia de queijo branco, considerado um alimento magro e saudável. “O ovo é o alimento de menor valor calórico com relação a outras fontes protéicas”, diz a nutricionista Eda Maria Scur. Um ovo tem cerca de 70 calorias. Um bife de 120 gramas, igualmente rico em proteínas, tem o dobro desse valor. O consumo de quatro gemas por semana é suficiente para obter todos esses benefícios.

De fato, o ovo tem muito colesterol. Uma unidade contém 213 miligramas da substância, quase o total da ingestão diária recomendada pela Associação Americana do Coração, que é de 300 miligramas. O erro, no entanto, é imaginar que todo esse colesterol, depois de ingerido, tem como destino certo o entupimento das artérias. Para 70% das pessoas, o colesterol da comida não causa impacto significativo nos níveis de gordura circulante no sangue. A elas, que não têm problema de colesterol, permite-se o consumo de até um ovo por dia. Para os 30% restantes, sugere-se moderação, mas não necessariamente a eliminação total do ovo do cardápio – especialmente se ele não dividir o prato com gorduras trans. Essas, sim, estão na mira dos médicos.

http://veja.abril.com.br/041006/p_104.html

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Anecefalia: Ácido fólico evita malformaciones

Es tu responsabilidad conocer los beneficios que te proporciona esta vitamina y que puede ayudar para tener un hijo sano.

Ciudad de México (México) ¿Te deseas embarazar o ya estás en espera de un nuevo ser? Cualquiera que sea tu circunstancia, considera toda la información acerca de la importancia del ácido fólico para este momento tan maravilloso en tu vida. Es tu responsabilidad conocer los beneficios que te proporciona esta vitamina y que puede ayudar para tener un hijo sano.

También es conocido como ácido pteroilmonoglutámico, recibe el nombre de “fólico” de la forma latina “folia” que significa hoja, la razón es que se descubrió por primera vez en los años 40, en las hojas de las espinacas.

Para conocer todo acerca de la vitamina B9, el médico Abelardo Neri Acuña habla de las bondades y beneficios que proporciona a las futuras madres y a sus hijos, pues evita los denominados defectos del tubo neural.

A las mujeres que planean un embarazo, el especialista les recomienda ingerir diariamente una pastilla de ácido fólico desde antes de la concepción y durante las primeras semanas de gestación, ya que puede reducir el riesgo a que el bebé tenga problemas en la formación de su cerebro y la columna vertebral.

El especialista en ginecología refiere que los padecimientos que se han asociado a la carencia del complejo vitamínico, son: Anencefalia que es la falta del desarrollo del cerebro; encefalocele, el cual se presenta cuando el tejido cerebral se proyecta fuera de la piel por una apertura anormal del cráneo y la espina bífida, que es el cierre incompleto de la médula espinal y la columna vertebral. Ésta es considerada como una de las principales causas de discapacidad infantil. También se ha demostrado en varios estudios que el labio leporino y la fisura palatina, tienen relación con la falta de folatos.

Neri Acuña comenta que la ingesta de este vitamínico se recomienda sobre todo a las mujeres en etapa reproductiva, ya que se ha comprobado su eficacia para lograr bebés sanos. Es decir, no sólo debe ser consumida por quien planea un embarazo, sino por quienes tienen una vida sexual activa y en cualquier momento pueden procrear un hijo.

http://www.terra.com.mx/articulo.aspx?articuloId=786649&ref=1

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