O trágico exemplo da Filadélfia, onde desfile de rua causou milhares de mortes pela gripe espanhola

No final de fevereiro de 2020, tivemos o Carnaval com a participação de milhares de turistas vindos de países como a Itália. Representantes do ministério da saúde ignoraram os riscos e declararam “Não há problema com o carnaval”. Ao mesmo tempo carimbaram com “fake news” um vídeo de 5 minutos em que tentei avisar a população para se prevenir, corrigindo seus níveis de vitamina D. Agora, passado o período de incubação do coronavírus pós carnaval, vamos colher os frutos dessa insensatez principalmente em São Paulo e Rio de Janeiro – as cidades que receberam o maior afluxo de turistas estrangeiros.

Dr. Cícero Galli Coimbra, 

Médico e Professor Livre Docente

“Em setembro de 1918, assim como agora, especialistas em saúde recomendavam medidas para evitar a aglomeração de pessoas e, com isso, retardar o avanço da doença. Mas as autoridades da Filadélfia, no Estado da Pensilvânia, decidiram ignorar o apelo para cancelar um desfile nas ruas da cidade, que na época tinha população de 1,7 milhão de pessoas.

“A decisão teve efeitos devastadores e fez com que a Filadélfia se tornasse uma das cidades mais gravemente afetadas pela gripe espanhola. Em seis semanas, 47 mil pessoas estavam doentes e 12 mil haviam morrido.”

https://www.bbc.com/portuguese/geral-51966427
Entre 1918 e 1920, a gripe espanhola matou ao menos 50 milhões de pessoas ao redor do mundo. Em cerca de três meses, a Covid-19, causada pelo novo coronavírus, já soma mais de 219 mil casos e 9 mil mortes em mais de 170 países.

 

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Vitamina D – reconhecida publicamente como indispensável: mas ainda tratada como mero suplemento

A confusão na Medicina sobre a Vitamina D permanece por falta de atualização médica e descaso com o paciente.

A Vitamina D continua sendo pública e notoriamente reconhecida como vital para a saúde e sua falta no momento atual mais uma vez alertada com a GRAVIDADE de uma PANDEMIA.  Mas médicos e mídia continuam a ela se referindo como simples “nutriente” [como pode ser conferido no noticiário desta semana reproduzido abaixo], quando não é discutível na comunidade médica internacional que trata-se de um pré-hormônio.

Por outro lado, é inegável que existe um forte interesse da indústria farmacêutica em que esse erro conceitual permaneça no meio médico e na mídia, pois assim as doses diárias necessárias para preservação da saúde, que são de 10.000 UIs [o que o corpo humano normalmente produziria através da pele diariamente SE em contato com a natureza], serão sempre consideradas como “superdosagens” e isto EVITARÁ que essa Indústria perca 40% de seus lucros anuais no mundo todo. Não são poucos médicos, que além de serem desatualizados, são também cúmplices dos interesses desta Indústria.

Celso Galli Coimbra — OABRS 11352

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Pesquisa aponta eficácia no uso da vitamina D

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O médico Cícero Coimbra explica que a vitamina D é atualmente considerada um pré-hormônio no meio científico [pois transforma diversas células do corpo humano no hormônio calcitriol, potencialmente capaz de modificar 229 funções biológicas no organismo]. Os pesquisadores hoje questionam a falta de conhecimento de muitos médicos, que estão receitando o uso de vitamina D, simplesmente, para o controle do Lúpus.

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Cientistas de várias partes do mundo estão em busca de uma forma de combater o Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) e, ao que tudo indica, a resposta está no uso de Vitamina D. Ao menos é o que mostram uma série de estudos e também o documentário do jornalista Daniel Cunha, “Vitamina D – Por uma outra terapia”, produzido no ano passado, que traz a história de seis pessoas, a maioria com esclerose múltipla, que tiveram suas vidas transformadas por um tratamento à base de vitamina D.

Em um site com o mesmo nome, diversas experiências positivas são relatadas pelos pacientes, além de informações sobre os cientistas que estão envolvidos em comprovar o que de fato a vitamina tem feito pelos portadores de doenças autoimunes. O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é um mal que pode acometer pessoas de diferentes idades, embora seja mais comum entre os 20 e os 45 anos, quando os anticorpos começam a atacar o próprio organismo.

De acordo com a reumatologista Vicenzina Santangelo, de Rio Preto, o lúpus, em geral, afeta mais as mulheres jovens em idade reprodutiva do que os homens. “A proporção da doença em mulheres é de nove para um homem”, diz. Por outro lado, é muito menos observada em crianças e idosos acima dos 65 anos. “É interessante notar que nestes dois grupos etários e em homens a doença pode ser clinicamente diferente do que se observa em mulheres adultas”, afirma.

Doença tem múltiplas causas

A reumatologista Vincenzina Santângelo observa que embora desconhecida ainda a causa do Lúpus parece ser multifuncional e exige uma interação genética apropriada do hospedeiro com um antígeno ambiental relevante.
“Outros fatores que podem estar envolvidos na causa do lúpus são os vírus, os medicamentos, a luz ultravioleta e as influências hormonais”, diz.

Em São Paulo, os médicos já fazem uso da vitamina D desde 2011, quando foi criado o Instituto Autoimunidade, que visa a combater o Lúpus e demais doenças autoimunes. Fazem parte da proposta especialistas de diferentes áreas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O idealizador é o neurologista Cícero Galli Coimbra, que já tem inclusive trabalhos publicados com resultados de pacientes que se dizem livres da doença.

“Atualmente, essas pessoas possuem um nível normal de qualidade de vida, mantendo-se livres das agressões do sistema imunológico, ao ponto de considerarem-se ex-portadoras da doença”, explica Coimbra.

Alternativas de tratamento

Em geral, o Lúpus é tratado com corticosteroides e também outras alternativas além da vitamina D. Até mesmo o óleo de peixe tem sido recomendado como forma de conter a doença. E segundo o farmacêutico Marcell Lozovoy, professor da Faculdade Pitágoras, de Londrina, é importante lembrar que se discute também fatores ambientais, hormonais, imunológicos e genéticos como sendo associados ao desenvolvimento da doença.

“Pesquisas mostram que as alterações hormonais, em especial a diminuição da testosterona, estão associadas à doença”, afirma. Apesar disso, os estudos não explicam o que leva à autoimunidade nestes pacientes. Por outro lado, os medicamentos, quando bem indicados, têm ampla resposta no controle da enfermidade que, quando descompensada, gera inflamações resultando em dores articulares e dificuldade de mobilidade. O paciente que segue o tratamento de forma adequada e não apresenta atividade da doença não tem restrições físicas e funcionais significativas.

Vitamina ou hormônio?

O médico Cícero Coimbra explica que A vitamina D é atualmente considerada um pré-hormônio no meio científico (pois transforma diversas células do corpo humano no hormônio calcitriol, potencialmente capaz de modificar 229 funções biológicas no organismo). Os pesquisadores hoje questionam a falta de conhecimento de muitos médicos, que estão receitando o uso de vitamina D, simplesmente, para o controle do Lúpus.

Segundo o cientista Reinhold Vieth, professor dos departamentos de Medicina Laboratorial e Patobiologia e de Ciências Nutricionais da Universidade de Toronto, em recente evento na Europa, o que efetivamente faz diferença no controle das doenças autoimunes é o calcidiol convertido em um hormônio ativo, o calcitriol.

Além disso, o cientista afirma que a vitamina D apenas é uma vitamina, no verdadeiro sentido da palavra, e que em “quantidades insuficientes na dieta podem causar doenças de deficiência”. Mas a reposição com calcidiol tem a indicação para o tratamento de enfermidades autoimunes.

Outras aplicações do ‘pré-hormônio’

Em Rio Preto, quem está acompanhando o uso do préhormônio calcitriol (obtido a partir da vitamina D) com bastante atenção é a farmacêutica Liliamaura Gonçalves de Lima, de Rio Preto. Ela explica que os atuais estudos estão mais direcionados para a esclerose múltipla. “Embora também estejam voltados para demais doenças autoimunes, incluindo lúpus, artrite reumatoide, diabetes tipo 1, entre outras”, afirma.

Recentemente, foram divulgados os resultados deumestudo pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, que identificouumgene responsável pela deficiência de Vitamina D e que pode também ser a causa para a esclerose múltipla. Deformações no gene CYP27B1 estariam na base da resistência à vitamina D, bem como do desenvolvimento da esclerose múltipla.

A farmacêutica observa que existem mais de 3,5 mil publicações que evidenciam a relação entre deficiência de vitamina D (ou colecalciferol) e esclerose múltipla, lúpus, bem como outras doenças autoimunes, o que não justifica algumas críticas de que não há fundamentação científica para o uso do pré-hormônio.

 

http://www.diarioweb.com.br/novoportal/Noticias/Saude/139559,,Pesquisa+aponta+eficacia+no+uso+da+vitamina+D.aspx
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Genética influi pouco em doenças autoimunes

English: Angelina Jolie at the Cannes film fes...

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Luis Ricardo Goulart Filho, o estudo ajuda a esclarecer suspeitas que sempre existiam na área médica. “Existem doenças, como o diabetes, que conseguimos identificar o gene responsável pelo desencadeamento dela, mas muitas outras enfermidades dessa magnitude são causadas por fatores externos. Como esse estudo mostra, seria bastante complicado definir os agentes só no DNA da pessoa”, destaca o pesquisador. O geneticista diz ainda que as pessoas com um gene relacionado a alguma doença podem não desenvolvê-la. “Podemos usar como exemplo o caso da Angelina Jolie, que tinha cerca de 80% de chances de ter câncer de mama. Isso significa que 20% (de pacientes como ela) não desenvolvem. Por isso, não podemos generalizar e dizer que a hereditariedade seria a principal causa. Temos fatores, como o estresse e a poluição, que podem fazer diferença”, destaca.

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Cientistas da Universidade Queen Mary, de Londres, realizaram o sequenciamento genético de mais de 40 milpessoas

Em um estudo publicado na revista Nature, pesquisadores ingleses fizeram um mapeamento genético de grandes proporções em busca de indícios que ligassem a origem das doenças autoimunes a fatores genéticos. O objetivo da equipe era encontrar uma maneira de combater essas enfermidades em sua formação inicial, mas o resultado mostrou que o enfoque nos genes pode não ser muito efetivo, pois outros importantes fatores parecem estar por trás do desencadeamento desses males.

Os cientistas da Universidade Queen Mary, de Londres, realizaram o sequenciamento genético de mais de 40 mil pessoas. A investigação usou como base seis quadros autoimunes: doenças da tireoide, doença celíaca, doença de Crohn (enfermidade crônica inflamatória intestinal), psoríase, esclerose múltipla e diabetes tipo 1. O mapeamento dos participantes foi dividido em dois grupos, sendo que 24.892 voluntários tinham algum desses males, e 17.019 eram saudáveis. Ao analisar os genes dos dois conjuntos de indivíduos e compará-los, os estudiosos perceberam que o fator genético das doenças é pequeno (na ordem de 3%). Logo, outros fatores seriam grandes responsáveis por esse tipo de condição.

De acordo com David Van Heel, professor de genética gastrointestinal de Queen Mary e líder do estudo, os genes que foram identificados não são suficientes para que um tratamento mais eficaz possa ser desenvolvido. “Para cada doença, deve haver centenas de fatores, e o risco genético é provavelmente herdado de um grande número de variantes de ambos os genitores. Se for esse o caso, talvez seja possível prever com exatidão as chances de um indivíduo desenvolver doenças autoimunes. Entretanto, os resultados não fornecem informações essenciais sobre a base biológica dessas condições e sobre as vias envolvidas”, destaca o pesquisador no trabalho.

Para o geneticista da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) Luis Ricardo Goulart Filho, o estudo ajuda a esclarecer suspeitas que sempre existiam na área médica. “Existem doenças, como o diabetes, que conseguimos identificar o gene responsável pelo desencadeamento dela, mas muitas outras enfermidades dessa magnitude são causadas por fatores externos. Como esse estudo mostra, seria bastante complicado definir os agentes só no DNA da pessoa”, destaca o pesquisador. O geneticista diz ainda que as pessoas com um gene relacionado a alguma doença podem não desenvolvê-la. “Podemos usar como exemplo o caso da Angelina Jolie, que tinha cerca de 80% de chances de ter câncer de mama. Isso significa que 20% (de pacientes como ela) não desenvolvem. Por isso, não podemos generalizar e dizer que a hereditariedade seria a principal causa. Temos fatores, como o estresse e a poluição, que podem fazer diferença”, destaca. (VS)

 

Fogo amigo
Doenças autoimunes são quadros que ocorrem quando o sistema imunológico ataca e destrói os tecidos saudáveis do corpo, como se fosse incapaz de distinguir o que é prejudicial e o que faz parte do próprio organismo. Existem mais de 80 tipos dessas enfermidades.

http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2013/05/23/noticia_saudeplena,143471/genetica-influi-pouco-em-doencas-autoimunes.shtml

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Os abusos da indústria farmacêutica. Meio de controle social? Qual o papel dos médicos?

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Por Martha Rosenberg, no Alternet | Tradução: Gabriela Leite

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Está chegando ao fim, para a indústria farmacêutica mundial, a farra de lucros com alguns dos medicamentos mais vendidos. Nos Estados Unidos, expiraram as patentes de comprimidos como Lipitor, Seroquel, Zyprexa, Singulaire Concerta. Mas não se preocupe, Wall Street. A indústria farmacêutica não vai desapontar suas expectativas de ganhos só porque pouca ou nenhuma droga nova está surgindo e porque falhou na sua razão mesma de existir. Eis aqui seis novas iniciativas do marketing farmacêutico que vão garantir que as expectativas dos investidores continuem altas, par-e-passo com as mensalidades dos seguros-saúde. O segredo? Reciclar drogas antigas e descreditadas e explorar o marketing de doenças para vender algumas poucas novas drogas.

1. Repainando a Ritalina

Agora que a indústria farmacêutica foi bem sucedida ao conseguir que cinco milhões de crianças e de quatro a oito milhoes de adultos fossem diagnosticados com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), está procurando novos mercados para as drogas. Um novo uso da Ritalina (metilfenidato), a avó das drogas para TDAH, poderia ser para tratar transtornos alimentares. Pesquisadores dizem que uma mulher que sofreu de bulimia nervosa, transtorno bipolar I, dependência de cocaína e álcool, transtorno do déficit de atenção com hiperatividade e transtorno do pânico, “conseguiu uma remissão sustentada (por mais de um ano)” quando o metilfenidato foi adicionado à sua lista de remédios.

Mas também existem as grávidas. Um novo artigo sugere que tirar o metilfenidato durante a gravidez de uma mulher pode “representar risco significativo”e que, “em todos os casos, as crianças se desenvolveram normalmente e nenhum efeito adverso foi relatado,” apesar de terem sido expostas no útero. Sim, crianças podem receber medicamentos para TDAH na mais tenra idade: ainda como fetos.

A indústria farmacêutica também está de olho nos idosos, como um novo mercado para as drogas que tratam TDAH. O metilfenidato pode “melhorar a função da caminhada nos mais velhos”, escreveram pesquisadoresrecentemente. E uma grande clínica patrocinada pela Escola de Saúde Pública Johns Hopkins Bloomberg está a caminhode descobrir se o metilfenidato pode reduzir a apatia em pacientes com Alzheimer. É claro que muitos pacientes com esse mal não têm apatia, mas agitação e agressividade; estes serão excluídos.

2) Reposição hormonal masculina

Mulheres acima de 40 anos devem sentir um élan de justiça médica, diante do novo impulso para o tratamento do “Baixo T” nos homens, uma “doença” recente que agora está sendo agressivamente comercializada, incentivando a reposição de testosterona. Por mais de 50 anos, as publicações médicas foram implacáveis em dizer às mulheres que elas estavam “sobrevivendo aos seus ovários” (frase de propaganda real) e que a única esperança para manter a aparência, o marido e a sanidade era a reposição hormonal. Agora, são os homens que estão ouvindo que a decaída no desempenho sexual e na energia, perda de massa muscular e ganho de peso os colocam na mesma posição. A lacuna em ambas campanhas de marketing é o fato de que pessoas não ficam velhas porque perdem hormônios; elas perdem hormônios porque estão ficando velhas.

Muitos produtos de reposição de testosterona têm sido aprovados pela FDA[Food and Drug Administration, agência reguladora da indústria farmacêutica nos Estados Unidos]: pílulas, injeções e adesivos a géis e soluções para uso tópico. Em novembro, foi aprovado o primeiro produto de reposição de testosterona feito para ser aplicado nas axilas, como um desodorante.

Os produtos de TRH (terapia de reposição hormonal) masculinos também implicam riscos. Eles podem agravar problemas benignos de próstata, causar falha do coração, apneia, toxidade hepática e possivelmente estimular o câncer de próstata, apesar de este permanecer como um risco teórico. Testosterona injetada tem sido associada a embolias e reações alérgicas extremas (anafilaxia), sendo que ambas podem ser fatais. Homens que tomam Propeciacontra a perda de cabelo podem especialmente desenvolver baixa testosterona, o que pode não ser reversível, pois reduz-se uma enzima envolvida na síntese do hormônio.

3) Tratar dependentes de álcool e drogas como doentes mentais que precisam de vacinas

Uma das poucas coisas boas no alcoolismo e na adição às drogas é que eles podem ser tratados de graça. Programas de doze passos como o dos Alcoólicos Anônimos utilizam grupos de apoio em vez de drogas, pessoal treinado ou seguro-saúde – e funciona. Não surpreende que as milhões de pessoas que se recuperam sem a ajuda da indústria farmacêutica sejam o seu mais recente alvo, na tentativa de alavancar receitas. Cada vez mais, as corporações estão pressionando clínicas de reabilitação e médicos a imputar diagnósticos de doença mental a pacientes em recuperação, para vender medicamentos caros.

Pior, Nora Volkow, a chefe do Instituto Nacional de Abuso de Drogas dos Estados Unidos, está conduzindo experimentos cruéis em primatas na tentativa de desenvolver uma vacina para alcoolismo ou dependência. Existe algum alcoólico ou viciado no mundo que tomaria uma dessas vacinas? Ela não sabe que bebidas e drogas são divertidas (até determinado momento…) e que ninguém quer parar com elas antes da festa acabar? Ela não sabe que quando beber e usar drogas deixa de ser divertido, uma coisa chamada negação se abate e os aditos novamente não vão tomar sua vacina?

Essas vacinas para vícios serão vendidas a pessoas “em risco” de dependência com base em seu histórico familiar e varreduras de seu cérebros, o que soa um pouco, digamos, não-voluntário. E a comercialização de tratamentos precoces agressivos para doenças que pessoas nem têm ainda (“pré-osteoporose”, “pré-diabetes”, “pré-asma” e “pré-doenças mentais”) é um modelo de negócio infalível para a indústria farmacêutica porque as pessoas nunca saberão sequer se vão precisar dessas drogas – ou se precisam agora.

4) Patologizar a insônia

A insônia tem sido uma mina de ouro para a indústria dos medicamentos. Para encher os bolsos no mercado da insônia, as corporações criaram subcategorias para o problema – crônica, aguda, transitória, de início retardado e no meio-da-noite, assim como o despertar cansado. Sua insônia é tão única quanto você! Tampouco é coincidência que as medicações para “manter acordado” causem insônia e que as drogas para insônia, em razão da ressaca, criem o mercado das drogas para manter acordado.

Agora a indústria está anunciando que a insônia é na verdade um fator de “risco” para a depressão e que “tratar a insônia pode ajudar a tratar a depressão”. O novo Manual de Diagnósticos e Estatística (DSM-5 [Diagnostic and Statistical Manual]) da Associação Norte-Americana de Psiquiatria que saiu em maio  também acaba de patologizar o sono. Considerada a bíblia dos tratamentos com drogas psiquiátricas, a última versão do DSM trouxe uma revisão do modo como a insônia é diagnosticada e classificada. “Se o distúrbio do sono é persistente e prejudica o funcionamento do corpo ao longo do dia, ele deve ser reconhecido e tratado”, escrevem os autores em um artigo na edição de dezembro da Journal of Clinical Psychiatry [Revista de Psiquiatria Clínica].

5) “Vender” doenças imunológicas crônicas

A artrite reumatóide, artrite psoriática, a espondilite anquilosante e a psoríase em placas são transtornos raros, mas você não saberia disso pelos últimos esforços da indústria farmacêutica. Suas condições autoimunes são cada vez mais tratadas com medicamentos frutos de engenharia genética injetáveis como Humira, Remicide, Enbrele Cimzia, que dão às corporações 20 mil dólares por ano por paciente. Não causa espanto que uma recente campanha publicitária tente convencer as pessoas com dores nas costas “que nunca passam” de que elas realmente têm espondilite anquilosante. Não espanta que a propaganda da “AR” (artrite reumatóide) esteja por todos os lugares e as de remédios para psoríase em placas prometam “pele mais clara”como se fossem cremes de beleza. Em Chicago (EUA), propagandas de drogas caras e injetáveis apareceram em jornais de universidades, como se fossem para a população em geral, não para pessoas com doenças incomuns.

Como tais drogas, chamadas de inibidoras de TNF, suprimem o sistema imunológico, elas atraem super infecções bactericidas e fúnguicas, herpes e cânceres raros, estes principalmente em crianças. Eles estão conectados com o crescimento de hospitalizações, reações alérgicas extremas e eventos cardiovasculares, tudo o que a indústria farmacêutica tenta minimizar. Bloqueadores de TNF também são vendidos para o enfraquecimento dos ossos e asma, condições que iriam raramente garantir seus riscos.  Xolair, vendido para asma apesar dos avisos da FDA, recentemente foi muito falado como um grande tratamento para a coceira crônica.

6) A reciclagem do Neurontin

A apreensão da droga Neurontin (gabapentin) não foi o melhor momento da indústria de medicamentos. Uma repartição da Pfizer Inc. foi declarada culpada,em 2008, por promover o remédio para o transtorno bipolar, dores, enxaquecas e para afastar as drogas e o álcool, quando tinha sido aprovado apenas para neuralgia pós-herpética, epilepsia e dor causada por herpes zoster. A multa foi de 430 milhões de dólares. Ops. A Pfizer realmente promoveu os usos ilegais enquanto estava sob inquérito por atividades ilegais relacionadas ao Lipitor; e mais tarde promoveu usos ilegais para uma droga similar, a Lyrica, enquanto estava sob o acordo relacionado ao Neurontin! Ela parece, de fato, incorrigível.

Para vender Neurontin, a Parke-Davis, da Pfizer, lançou um elaborado “plano de publicação”, cujo objetivo era conseguir peças de marketing disfarçadas de ciência, em revistas médicas. Em apenas três anos, a Parke-Davis colocou 13 artigos escritos por fantasmas em publicações de medicina, promovendo usos que estão fora da bula para o Neurontin. Isso incluiu um suplemento no prestigioso Cleveland Clinic Journal of Medicine (Revista Clínica de Medicina de Cleveland, tradução livre), que a empresa transformou em 43 mil reimpressões disseminadas por seus representantes. “Veja, doutor, dizem aqui que…”

E há ainda mais duplicidade. Em 2011, três anos antes do acordo de 430 milhões de dólares, a tentativa da Pfizer chamada STEPS (“Study of Neurontin: Titrate to Effect, Profile of Safety” — “Estudo da Neurontin: dosagem efetiva, perfil de segurança”, tradução livre) foi denunciado por também ser publicidade, e não um estudo científico; era uma ferramenta de vendas criadas para inspirar os 772 investigadores que participavam do experimento a prescrever o Neurontin.

Recentemente, os novos usos do remédio para tosse crônica, menopausa e insônia estão aparecendo na literatura científica. Por que ninguém parece acreditar neles?

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Publicado em A Mentira na Medicina, Biodireito, Biotecnologia, Brasil, Depressão, Doenças autoimunes, Idoso, Indústria Farmacêutica, Medicina, Medicina Preventiva, Ministério da Saúde, Notícias, Saúde Pública, Vitamina D. Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , . 1 Comment »

O Hormônio-Vitamina D interfere com cerca de 3.000 genes associados a muitas doenças, diminuindo os seus riscos

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Em 2010, um novo estudo acaba de ampliar – de maneira contundente – as evidências de que a deficiência de vitamina D pode aumentar os riscos de desenvolvimento de muitas doenças. [Imagem: FRL/UCR]

Em 2010, novo estudo conclui por ampliar – de maneira contundente – as evidências de que a deficiência de vitamina D pode aumentar os riscos de desenvolvimento de muitas doenças. [Imagem: FRL/UCR]

Referência ao artigo de 2013:

Arash Hossein-nezhad, Avrum Spira, Michael F. Holick.Influence of Vitamin D Status and Vitamin D3 Supplementation on Genome Wide Expression of White Blood Cells: A Randomized Double-Blind Clinical TrialPLoS ONE, 2013; 8 (3): e58725 (DOI:10.1371/journal.pone.0058725)

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Até agora , os cientistas encontraram cerca de 3.000 genes que são regulados pela vitamina D, o que é notável quando se considera que o corpo humano tem apenas entre 20-25,000 genes totais. Pesquisadores da vitamina D continuam a encontrar benefícios para a saúde na vitamina D em praticamente todas as áreas que eles olham, incluindo:
Cancer       Hypertension       Heart disease
Autism       Obesity       Rheumatoid arthritis
Diabetes 1 and 2       Multiple Sclerosis       Crohn’s Disease
Cold & Flu       Inflammatory Bowel Disease       Tuberculosis
High Blood Pressure       MRSA Infections       Dementia
Birth Defects       Reduced C-section risk       Infertility
Melanoma (skin cancer)       Asthma       Depression
Osteoporosis       Alzheimer’s disease       Schizophrenia

 

A vitamina D há muito que está associada ao bom funcionamento dos tecidos musculares e esqueléticos e à disponibilidade celular de cálcio. O cálcio é essencial para a contracção muscular assim como é um mensageiro químico intracelular, com papel importante na actividade das mitocôndrias. Estas, para além de serem as “fábricas” de energia celular, estão envolvidas directamente na saúde celular, como seja na co-regulação do seu ciclo de divisão (precisamente por mitose) assim como em processos de morte programada, ou apoptose. As mitocôndrias estão ainda envolvidas no nível de stress oxidativo a nível celular.

Assim não é de estranhar a ligação dos níveis de vitamina D e um número grande de distúrbios que interferem com o estado de saúde e que podem originar doenças, mais ou menos graves ou mesmo mortais.

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Vários dados apresentados em estudos epidemiológicos publicados nos últimos anos têm associado a deficiência (menos de 20 ng/mL no sangue) ou insuficiência (entre 21-29 ng/mL no sangue) nos níveis sanguíneos de vitamina D com um risco acrescido no desenvolvimento de doenças cancerosas, autoimunes, infecciosas, diabetes tipo 2 e cardiovasculares.

Agora, num artigo (DOI:10.1371/journal.pone.0058725) publicado on line na revista PLOS ONE no dia 20 de Março de 2013, cientistas do Centro Médico da Universidade de Boston, em Massachusetts nos Estados Unidos, apresentam pela primeira vez resultados que indicam que os níveis de vitamina D (especificamente o colecalciferol ou vitamina D3) têm um impacto directo sobre a expressão de muitos genes (291 genes foram investigados neste estudo) envolvidos em várias vias metabólicas que se sabe estarem associadas com o desenvolvimento de células cancerígenas, com doenças infecciosas e autoimunes, com doenças cardiovasculares. Assim este estudo dá um passo em profundidade na ligação entre os níveis presentes de vitamina D e os processos moleculares que estão na origem ou que estão envolvidos naquelas doenças.

O estudo indica ainda que a manutenção de níveis suficientes de vitamina D desempenha um papel importante no robustecimento do sistema imunitário e na diminuição do risco em desenvolver aquelas doenças.

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Segundo Michael F. Holick, um dos líderes da investigação, «este estudo identifica marcadores moleculares que ajudam a explicar os benefícios da vitamina D na saúde dos sistemas não esqueléticos», e acrescenta que «enquanto muitos mais estudos são necessários para confrimar as nossas observações, os dados obtidos demonstram que manter os níveis recomendados de vitamina D pode ter um efeito marcante sobre a expressão  genética  nas células do nosso sistema imunitário e  pode ajudar a explicar o papel da vitamina D na redução do risco para as doenças cardiovasculares, câncer, entre outras».

Recorde-se que esta é a única vitamina que tanto pode ser ingerida através da dieta como sintetizada  no  organismo  após exposição solar.   Assim, aproveite o despertar da Primavera e reponha os seus níveis de vitamina D. Vai ver que se sentirá muito melhor.

António Piedade

Referência ao artigo:

Arash Hossein-nezhad, Avrum Spira, Michael F. Holick.Influence of Vitamin D Status and Vitamin D3 Supplementation on Genome Wide Expression of White Blood Cells: A Randomized Double-Blind Clinical TrialPLoS ONE, 2013; 8 (3): e58725 (DOI:10.1371/journal.pone.0058725)

http://www.plosone.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pone.0058725

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Sua depressão pode ser devido à deficiência de D de vitamina

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Um estudo novo de investigadores canadenses descobriu que  algumas formas de  depressão podem estar associadas a uma deficiência de vitamina D.

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“Uma revisão sistemática e meta-análise de 14 estudos com um total de 31.424 participantes, revelou uma associação entre os níveis de vitamina D e depressão”, disse um resumo do estudo de pesquisadores do Departamento de Psiquiatria e Neurociências Comportamental do Hospital de São José, Hamilton, Ontario, Canadá.

“Um estudo de controle de caso, 10 estudos transversais e três estudos de grupo foram revisados. Pesquisadores descobriram que os níveis baixos de vitamina D corresponderam à depressão e que os níveis mais baixos de vitamina D aumentaram  chances de depressão”, o resumo continuou.

Aumentar a vitamina D para melhorar da depressão

 

A meta-análise, liderada pela Professora Rebecca Anglin, envolveu o exame de seis bases de dados para estudos de investigação relacionados com a depressão e os níveis de vitamina D. A equipe de pesquisa buscou ensaios clínicos randomizados, estudos caso-controle, estudos transversais e estudos de grupo , em que a depressão era o elemento que estava sendo estudado.  Em um nível de vitamina D no sangue foi descrita como uma potencial intervenção ou fator de risco.

“No geral, as estimativas de síntese de todas as análises sugerem uma relação entre a vitamina D e depressão”, a equipe de investigação concluiu.

“Dada a alta prevalência de deficiência de vitamina D como da depressão, uma associação entre essas duas condições teriam implicações de saúde pública, especialmente porque a suplementação com vitamina D é de custo-benefício eficaz e sem efeitos adversos significativos “, disse a equipe. “Os estudos de observação até agora forneceram algumas evidências de uma relação entre a deficiência de vitamina D e depressão”.  Mais pesquisa é “urgentemente necessária para determinar se a vitamina D pode prevenir e tratar a depressão.”

Os resultados do estudo refletem os de estudos anteriores, incluindo um que se concentrou principalmente na ligação entre baixos níveis de vitamina D e de depressão em mulheres.

Esse estudo, lançado em 2012, constatou que “as mulheres com depressão moderada a grave tiveram melhora substancial em seus sintomas de depressão após receber tratamento para sua deficiência de vitamina D”, como relatou o  ScienceDaily,  acrescentando que os resultados do estudo foram apresentados em junho na Reunião 94 da Sociedade de Endocrinologia anual, em Houston.

Os autores do estudo concluíram que a suplementação à falta de vitamina D nos pacientes pode ter sido responsável por uma melhoria na depressão, porque as mulheres não tinham ajustado ou mudado medicamentos antidepressivos ou outros fatores ambientais que se relacionam com a depressão.

“A vitamina D pode ter um efeito ainda não comprovado no humor, e sua deficiência pode agravar a depressão”, Sonal Pathak , MD , endocrinologista do Centro Médico Bayhealth em Dover, Delaware, disse. “Se esta associação for confirmada , pode melhorar a forma como tratar a depressão. ”

Pathak apresentou suas descobertas em cada três mulheres, na faixa etária 42-66, as quais já haviam sido diagnosticadas com transtorno depressivo maior ( também conhecida como depressão clínica). Todas estavam recebendo terapia com antidepressivos, e todas estavam sendo tratadas para diabetes tipo II ou hipotireoidismo.

O Estado depressivo para cada mulher melhora com a terapia da vitamina D

 

Porque cada uma tinha fatores de risco para a deficiência de vitamina D, tais como a redução da ingestão de vitamina D e a falta de exposição ao sol, para o trio foi dada a 25- hidroxivitamina D no sangue de teste, a qual revelou níveis baixos de vitamina D para todas as três , variando 8,9-14,5 nanogramas por mililitro (ng / mL), conforme relato de Pathak. Segundo o The Endocrine Society , níveis abaixo de 21 ng / ml são considerados de deficiência de vitamina D, e níveis normais de vitamina D estão acima de 30 ng /mL.

Ao longo de oito a 12 semanas, as mulheres foram dadas por via oral vitamina D, como terapia de substituição, que restaurou os seus níveis normais.  Após o tratamento, os seus níveis variaram de 32 a 38 ng /mL de acordo com o sumário do estudo.

Após o tratamento, as três mulheres relataram uma melhora significativa em seu estado depressivo, como medido pelo Inventário de Depressão de Beck. De acordo com o BDI, uma pontuação de zero a nove indica depressão mínima; 10-18, depressão leve, 19-29 depressão moderada, e 30 a 63 indica depressão grave.

Uma das mulheres melhorou de nível 32 antes da terapia com vitamina D para nível  12, uma outra de 26 a oito,  e a terceiro caiu de 21 para 16, que também está no intervalo neutro.

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“Rastreio de risco em pacientes deprimidos para deficiência de vitamina D e trata-los adequadamente pode ser um complemento fácil e de baixo custo para as terapias convencionais para a depressão”, disse Pathak .

“Screening at-risk depressed patients for vitamin D deficiency and treating it appropriately may be an easy and cost-effective adjunct to mainstream therapies for depression,” Pathak said.

Sources:

http://www.sciencedaily.com/releases/2012/06/120625152358.htm

http://www.vitasearch.com/get-clp-summary/40584

http://www.naturalnews.com/Vitamin_D.html

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Máfia Médica – Doutora Ghislaine Lanctot – Para refletir com espírito crítico

Comentário:

Quando o Estado é cúmplice, ele mostra-se incompetente e corrupto e a doença é a desinformação

A entrevista com a médica Ghislaine Lanctot, feita por Laura Jimeno Muñoz para a Revista Discovery Salud permite refletir, por exemplo,  porque a reposição hormonal da Vitamina D – de vital importância para a saúde humana – é recusada, censurada, objeto de mentiras dentro da Medicina, enquanto as terapias de alta complexidade e de alto custo são privilegiadas, como por exemplo, a persistente indução a transplantações de órgãos desnecessárias, quando 80% destas últimas situações poderiam ser evitadas por atitude médica gestora, médica clínica e políticas governamentais de simples prevenção da saúde.

Em que pese as denúncias deste livro e na  entrevista de sua autora, é fundamental os cidadãos entenderem que cabe a eles, tanto como membros da sociedade ou como pacientes, exigirem por atitudes de quem está bem informado, o retorno da ética na medicina voltada para o paciente e para a prevenção de doenças. E isto começa por usar suas informações para escolher os médicos éticos a quem recorrer e passa por exigir do Estado transparência, honestidade em sua obrigação constitucional (Art. 196 da CF) de universalizar o atendimento à saúde e a promoção da saúde, sem atender os interesses contrários da indústria farmacêutica e de quem estiver, em qualquer meio profissional, comprometido com esta motivação escusa.

Vale o tempo de leitura, vale refletir sobre as colocações da Dra. Ghislaine Lanctot.  A nossa publicação desta entrevista é para fins de necessária reflexão e exercício de espírito crítico, cujas ausências são as piores doenças da sociedade em que vivemos, pois não estamos com isso endossando a priori todas as suas posições.

No que concerne ao médico, lembramos a diretriz básica da Resolução do Conselho Federal de Medicina, 1098, de 30.06.83, ratificando decisão da ASSEMBLÉIA MUNDIAL DE MÉDICOS EM TÓQUIO, de 1975, que foi esquecida:

 
“No tratamento de um paciente, o médico deve ter liberdade para empregar um novo diagnóstico e uma nova medida terapêutica se, em sua opinião, ela oferece esperança de salvar vida, restabelecer a saúde ou minorar os sofrimentos.”

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352
cgcoimbra@gmail.com
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“O livro é pura artilharia pesada contra todos os medos e mentiras que destroem a nossa saúde e a nossa capacidade de auto-regulação natural, tornando-nos manipuláveis e completamente dependentes do sistema.”

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“Exato, é o dinheiro quem controla totalmente a Medicina. E a única coisa que de verdade interessa a quem maneja este negócio é ganhar dinheiro. E como ganhar mais? Claro, tornando as pessoas doentes …  porque as pessoas sãs, não geram ingressos.  A estratégia consiste em suma, em ter enfermos crônicos que tenham que consumir o tipo de produtos paliativos, ou seja, para tratar só sintomas, medicamentos para aliviar a dor, baixar a febre, diminuir a inflamação. Mas, nunca fármacos que possam resolver uma doença. Isso não é rentável, não interessa. A medicina atual está concebida para que a gente permaneça doente o maior tempo possível e compre fármacos; se possível, toda a vida.”

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 Quem, na sua opinião, integra a “máfia médica”?

Ghislaine Lanctot – Em diferentes escalas e com distintas implicações, com certeza, a indústria farmacêutica, as autoridades políticas, os grandes laboratórios, os hospitais, as companhias seguradoras, as Agencias dos Medicamentos, as Ordens dos Médicos, os próprios médicos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) – o Ministério da Saúde da ONU- e, com certeza, o governo mundial na sombra do dinheiro.”

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“Entendemos que para si, a Organização Mundial da Saúde é “a máfia das máfias”?


Ghislaine Lanctot – 
Assim é. Essa organização está completamente controlada pelo dinheiro. A OMS é a organização que estabelece, em nome da saúde, a “política de enfermidade” em todos os países. Todo o mundo tem que obedecer cegamente às diretrizes da OMS. Não há escapatória. De fato, desde 1977, com a Declaração de Alma Ata, nada pode escapar ao seu controle.”

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 Em que consiste essa declaração?



Ghislaine Lanctot – Trata-se de uma declaração que dá à OMS os meios para estabelecer os critérios e normas internacionais da prática médica. Assim, foi retirada aos países a sua soberania em matéria de saúde para transferi-la para um governo mundial não eleito, cujo “ministério da saúde” é a OMS. Desde então, “direito à saúde” significa “direito à medicação”. Foi assim que, impuseram as vacinas e os medicamentos, a toda a população do globo.”

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Uma máfia sumamente poderosa!


Ghislaine Lanctot – Onipotente, diria eu. Eliminou toda a competência. Hoje em dia, “orientam-se “ os investigadores. Os dissidentes são encarcerados, manietados e reduzidos ao silêncio. Aos médicos “alternativos” intitulam-nos de loucos, retiram-lhes a licença, ou encarceram-nos, também. Os produtos alternativos rentáveis caíram igualmente nas mãos das multinacionais graças às normativas da OMS e às patentes da Organização Mundial do Comércio. As autoridades e os seus meios de comunicação social ocupam-se a alimentarem, entre a população, o medo da enfermidade, da velhice e da morte. De facto, a obsessão por viver mais ou, simplesmente, por sobreviver, fez prosperar inclusivamente o tráfico internacional de órgãos, sangue e embriões humanos. E em muitas clínicas de fertilização, na realidade “fabricam-se” uma multitude de embriões, que logo se armazenam para serem utilizados em cosmética, em tratamentos rejuvenescedores, etc. Isso sem contar com o que se irradiam os alimentos, se modificam os genes, a água está contaminada, o ar envenenado. E mais, as crianças recebem, absurdamente, até 35 vacinas antes de irem para a escola. E assim, cada membro da família tem já o seu comprimido: o pai, o Viagra; a mãe, o Prozac; o filho, o Ritalin. E tudo isto para quê? Porque o resultado é conhecido: os custos sanitários sobem e sobem, mas as pessoas continuam adoecendo e morrendo da mesma forma.

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Entrevista realizada por Laura Jimeno Muñoz 

“A Máfia Médica” é o título do livro que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina. Trata-se provavelmente da denúncia publicada mais completa, integral, explícita e clara do papel que forma a nível mundial o complô integrado pelo Sistema Sanitário e pela Indústria Farmacêutica.

O livro expõe, por um lado, a errônea concepção da saúde e da enfermidade, que tem a sociedade ocidental moderna, fomentada por esta máfia médica que monopolizou a saúde pública criando o mais lucrativo dos negócios.

Para além de falar sobre a verdadeira natureza das enfermidades, explica como as grandes empresas farmacêuticas controlam não só a investigação, pesquisa, mas também a docência médica, e como se criou um Sistema Sanitário baseado na enfermidade em vez da saúde, que cronifica enfermidades e mantém os cidadãos ignorantes e dependentes dele. O livro é pura artilharia pesada contra todos os medos e mentiras que destroem a nossa saúde e a nossa capacidade de auto-regulação natural, tornando-nos manipuláveis e completamente dependentes do sistema.

A seguir, uma bela entrevista à autora, realizada por Laura Jimeno Muñoz para Discovery Salud:

máfia médica

MEDICINA SIGNIFICA NEGÓCIO

A autora de A Máfia Médica acabou os seus estudos de Medicina em 1967, numa época em que -como ela mesma confessa – estava convencida de que a Medicina era extraordinária e, de que antes do final do séc. XX se teria o necessário para curar qualquer enfermidade. Só que essa primeira ilusão foi-se apagando até extinguir-se.

Laura – Porquê essa decepção?

Ghislaine Lanctot – 
Porque comecei a ver muitas coisas que me fizeram reflectir. Por exemplo, que nem todas as pessoas respondiam aos maravilhosos tratamentos da medicina oficial.

Para além disso, naquela época entrei em contacto com várias terapias suaves – ou seja, praticantes de terapias não agressivas (em francês Médecine Douce) – que não tiveram problema algum em me abrir as suas consultas e em deixar-me ver o que faziam. Rapidamente concluí que as medicinas não agressivas são mais eficazes, mais baratas e, ainda por cima, têm menores efeitos secundários.


Laura – E suponho que começou a perguntar-se por que é que na Faculdade ninguém lhe havia falado dessas terapias alternativas não agressivas?


Ghislaine Lanctot – 
Assim foi. Logo a minha mente foi mais além e comecei a questionar-me como era possível que se chamassem charlatães a pessoas a quem eu própria tinha visto curar e porque eram perseguidas como se fossem bruxos ou delinquentes. Por outro lado, como médica tinha participado em muitos congressos internacionais e dei-me conta de que todas as apresentações e depoimentos que aparecem em tais eventos estão controladas e requerem, obrigatoriamente, ser primeiro aceitas pelo comité científico organizador do congresso.


Laura – E quem designa esse comité científico?


Ghislaine Lanctot – Pois geralmente quem financia o evento: a indústria farmacêutica. Sim, hoje são as multinacionais quem decide, até o que se ensina aos futuros médicos nas faculdades e o que se publica e expõe nos congressos de medicina! O controle é absoluto.


Laura – E isso foi clarificador para si…?


Ghislaine Lanctot – 
E muito! Dar-me conta do controle e da manipulação a que estão sujeitos os médicos – e os futuros médicos, ou sejam os estudantes – fez-me entender claramente que a Medicina é, antes de tudo, um negócio. A Medicina está hoje controlada pelos seguros-públicos ou privados, o que dá na mesma, porque enquanto alguém tem um seguro perde o controle sobre o tipo de medicina a que acede. Já não pode escolher. E há mais, os seguros determinam inclusivamente o preço de cada tratamento e as terapias que se vão praticar. E se olharmos para trás das companhias de seguros ou da segurança social… encontramos o mesmo.


Laura – O poder econõmico?


Ghislaine Lanctot – 
Exato, é o dinheiro quem controla totalmente a Medicina. E a única coisa que de verdade interessa a quem maneja este negócio é ganhar dinheiro. E como ganhar mais? Claro, tornando as pessoas doentes …  porque as pessoas sãs, não geram ingressos.  A estratégia consiste em suma, em ter enfermos crônicos que tenham que consumir o tipo de produtos paliativos, ou seja, para tratar só sintomas, medicamentos para aliviar a dor, baixar a febre, diminuir a inflamação. Mas, nunca fármacos que possam resolver uma doença. Isso não é rentável, não interessa. A medicina atual está concebida para que a gente permaneça doente o maior tempo possível e compre fármacos; se possível, toda a vida.


UM SISTEMA DE ENFERMIDADE



Laura – Deduzo que essa é a razão pela qual no seu livro se refere ao sistema sanitário como “sistema de enfermidade”


Ghislaine Lanctot – 
Efetivamente. O chamado sistema sanitário é na realidade um sistema de enfermidade. Pratica-se uma medicina da enfermidade e não da saúde. Uma medicina que só reconhece a existência do corpo físico e não tem em conta nem o espírito, nem a mente, nem as emoções. E que para além disso, trata apenas o sintoma e não a causa do problema. Trata-se de um sistema que mantém o paciente na ignorância e na dependência, e a quem se estimula para que consuma fármacos de todo o tipo.


Laura – Supõe-se que o sistema sanitário está ao serviço das pessoas!


 Ghislaine Lanctot – Está ao serviço de quem dele tira proveito: a indústria farmacêutica. De uma forma oficial – puramente ilusória – o sistema está ao serviço do paciente, mas oficiosamente, na realidade, o sistema está às ordens da indústria que é quem move os fios e mantém o sistema de enfermidade em seu próprio benefício. Em suma, trata-se de uma autêntica máfia médica, de um sistema que cria enfermidades e mata por dinheiro e por poder.


 Laura – E que papel desempenha o médico nessa máfia?


Ghislaine Lanctot – 
O médico é – muitas vezes de uma forma inconsciente, é verdade – a correia de transmissão da grande indústria. Durante os 5 a 10 anos que passa na Faculdade de Medicina o sistema encarrega-se de lhe inculcar uns determinados conhecimentos e de lhe fechar os olhos para outras possibilidades. Posteriormente, nos hospitais e congressos médicos, é-lhe reforçada a ideia de que a função do médico é curar e salvar vidas, de que a enfermidade e a morte são fracassos que deve evitar a todo o custo e de que o ensinamento recebido é o único válido. E mais, ensina-se-lhes que o médico não deve implicar-se emocionalmente e que é um «deus» da saúde. Daí resulta que exista caça às bruxas entre os próprios profissionais da medicina. A medicina oficial, a científica, não pode permitir que existam outras formas de curar que não sejam servis ao sistema.


Laura – O sistema, de fato, pretende fazer crer que a única medicina válida é a chamada medicina científica, a que você aprendeu e que renegou. Precisamente no mesmo número da revista em que vai aparecer a sua entrevista, publicamos um artigo a respeito.


Ghislaine Lanctot – 
A medicina científica está enormemente limitada porque se baseia na física materialista de Newton: tal efeito obedece a tal causa. E, assim, tal sintoma precede a tal enfermidade e requer tal tratamento. Trata-se de uma medicina que ademais só reconhece o que se vê, se toca, ou se mede e nega toda a conexão entre as emoções, o pensamento, a consciência e o estado de saúde do físico. E quando a importunamos com algum problema desse tipo cola a etiqueta de enfermidade psicossomática ao paciente e envia-o para casa, receitando-lhe comprimidos para os nervos.


Laura – É dizer, que no que lhe toca, a medicina convencional só se ocupa em fazer desaparecer os sintomas.


Ghislaine Lanctot – Salvo no que se refere à cirurgia, os antibióticos e algumas poucas coisas mais, como os modernos meios de diagnóstico, sim. Dá a impressão de curar mas não cura. Simplesmente elimina a manifestação do problema no corpo físico mas este, cedo ou tarde, ressurge.


Laura – Pensa que, dão melhor resultado as chamadas medicinas suaves ou não agressivas

  
Ghislaine Lanctot – São uma melhor opção porque tratam o paciente de uma forma holística e ajudam-no a curar… mas tão pouco curam. Olhe, qualquer das chamadas medicinas alternativas constituem uma boa ajuda mas apenas isso: complementos! Porque o verdadeiro médico é o próprio. Quando está consciente da sua soberania sobre a saúde, deixa de necessitar de terapeutas. O enfermo é o único que pode curar-se. Nada pode fazê-lo em seu lugar. A autocura é a única medicina que cura. A questão é que o sistema trabalha para que esqueçamos a nossa condição de seres soberanos e nos convertamos em seres submissos e dependentes. Nas nossas mãos está pois, romper essa escravidão.


Laura – E, na sua opinião, por que é que as autoridades políticas, médicas, midiáticas e econômicas o permitem? Porque os governos não acabam com este sistema de enfermidade, que por outro lado, é caríssimo?


Ghislaine Lanctot – Acerca disso, tenho três hipóteses. A primeira é que talvez não saibam que tudo isto se passa… mas é difícil de aceitar porque a informação está ao seu alcance a muitos anos e nos últimos vinte anos foram já várias as publicações que denunciaram a corrupção do sistema e a conspiração existente. A segunda hipótese é que não podem acabar com ele… mas também resulta como difícil de acreditar porque os governos têm poder.

Laura – E a terceira, suponho, é que não querem acabar com o sistema.


Ghislaine Lanctot – Pois o certo é que, eliminadas as outras duas hipóteses, essa parece a mais plausível. E se um Governo se nega a acabar com um sistema que arruína e mata os seus cidadãos é porque faz parte dele, porque faz parte da máfia.

A MÁFIA MÉDICA


Laura – Quem, na sua opinião, integra a “máfia médica”?

Ghislaine Lanctot – Em diferentes escalas e com distintas implicações, com certeza, a indústria farmacêutica, as autoridades políticas, os grandes laboratórios, os hospitais, as companhias seguradoras, as Agencias dos Medicamentos, as Ordens dos Médicos, os próprios médicos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) – o Ministério da Saúde da ONU- e, com certeza, o governo mundial na sombra do dinheiro.


Laura – Entendemos que para si, a Organização Mundial da Saúde é “a máfia das máfias”?


Ghislaine Lanctot – 
Assim é. Essa organização está completamente controlada pelo dinheiro. A OMS é a organização que estabelece, em nome da saúde, a “política de enfermidade” em todos os países. Todo o mundo tem que obedecer cegamente às diretrizes da OMS. Não há escapatória. De fato, desde 1977, com a Declaração de Alma Ata, nada pode escapar ao seu controle.


Laura – Em que consiste essa declaração?


Ghislaine Lanctot – Trata-se de uma declaração que dá à OMS os meios para estabelecer os critérios e normas internacionais da prática médica. Assim, foi retirada aos países a sua soberania em matéria de saúde para transferi-la para um governo mundial não eleito, cujo “ministério da saúde” é a OMS. Desde então, “direito à saúde” significa “direito à medicação”. Foi assim que, impuseram as vacinas e os medicamentos, a toda a população do globo.


 Laura – Uma ação que não se questiona


Ghislaine Lanctot – 
Claro, porque, “quem vai ousar duvidar das boas intenções da Organização Mundial de Saúde?” Com certeza, há que perguntar quem controla, por sua vez essa organização através da ONU? O poder econômico!


 Laura – Crê que, nem sequer as organizações humanitárias escapam a esse controle?


Ghislaine Lanctot – 
Com certeza que não. As organizações humanitárias também dependem da ONU, ou seja, do dinheiro das subvenções. E portanto, as suas atividades estão igualmente controladas. Organizações como Médicos Sem Fronteiras acreditam que servem altruisticamente as pessoas, mas na realidade servem ao dinheiro.


Laura – Uma máfia sumamente poderosa!


Ghislaine Lanctot – Onipotente, diria eu. Eliminou toda a competência. Hoje em dia, “orientam-se “ os investigadores. Os dissidentes são encarcerados, manietados e reduzidos ao silêncio. Aos médicos “alternativos” intitulam-nos de loucos, retiram-lhes a licença, ou encarceram-nos, também. Os produtos alternativos rentáveis caíram igualmente nas mãos das multinacionais graças às normativas da OMS e às patentes da Organização Mundial do Comércio. As autoridades e os seus meios de comunicação social ocupam-se a alimentarem, entre a população, o medo da enfermidade, da velhice e da morte. De facto, a obsessão por viver mais ou, simplesmente, por sobreviver, fez prosperar inclusivamente o tráfico internacional de órgãos, sangue e embriões humanos. E em muitas clínicas de fertilização, na realidade “fabricam-se” uma multitude de embriões, que logo se armazenam para serem utilizados em cosmética, em tratamentos rejuvenescedores, etc. Isso sem contar com o que se irradiam os alimentos, se modificam os genes, a água está contaminada, o ar envenenado. E mais, as crianças recebem, absurdamente, até 35 vacinas antes de irem para a escola. E assim, cada membro da família tem já o seu comprimido: o pai, o Viagra; a mãe, o Prozac; o filho, o Ritalin. E tudo isto para quê? Porque o resultado é conhecido: os custos sanitários sobem e sobem, mas as pessoas continuam adoecendo e morrendo da mesma forma.


AS AUTORIDADES MENTEM


Laura – O que explica do sistema sanitário imperante é uma realidade que cada vez mais gente começa a conhecer, mas surpreenderam-nos alguns das suas afirmações a respeito do que define como ”as três grandes mentiras das autoridades políticas e sanitárias”.


Ghislaine Lanctot – 
Pois reitero-o: as autoridades mentem quando dizem que as vacinas nos protegem, mentem quando dizem que a AIDS é contagiosa e mentem quando dizem que o câncer é um mistério.


Laura – Bem, falaremos disso ainda que, já lhe adianto, na revista não compartilhamos alguns dos seus pontos de vista. Se lhe parece bem, podemos começar por falar das vacinas. Na nossa opinião, a sua afirmação de que nenhuma vacina é útil, não se sustém. Uma coisa com que concordamos, é que algumas são ineficazes e outras inúteis; às vezes, até perigosas.


Ghislaine Lanctot – 
Pois eu mantenho todas as minhas afirmações. A única imunidade autêntica é a natural e essa desenvolve-a 90% da população, antes dos 15 anos. E mais, as vacinas artificiais curto-circuitam por completo o desenvolvimento das primeiras defesas do organismo. E que as vacinas têm riscos, é algo muito evidente; apesar de se ocultar.

Por exemplo, uma vacina pode provocar a mesma enfermidade para que se destina. Porque não se adverte? Também se oculta que a pessoa vacinada pode transmitir a enfermidade ainda que não esteja enferma. Assim mesmo, não se diz que a vacina pode sensibilizar a pessoa perante a enfermidade. Ainda que o mais grave seja que se oculte a inutilidade, constatada, de certas vacinas.


Laura – A quais se refere?


Ghislaine Lanctot – 
Às das enfermidades como a tuberculose e o tétano, vacinas que não conferem nenhuma imunidade; a rubéola, de que 90% das mulheres estão protegidas de modo natural; a difteria, que durante as maiores epidemias só alcançava a 7% das crianças apesar disso, hoje, vacina todos; a gripe, a hepatite B, cujos vírus se fazem rapidamente resistentes aos anti-corpos das vacinas.


Laura – E até que ponto podem ser também perigosas?


Ghislaine Lanctot – 
As inumeráveis complicações que causam as vacinas – desde transtornos menores até à morte – estão suficientemente documentadas; por exemplo, a morte súbita do lactante. Por isso há já numerosos protestos de especialistas na matéria e são inúmeras as demandas judiciais que foram interpostas contra os fabricantes. Por outra parte, quando se examinam as consequências dos programas de vacinações massivas extraem-se conclusões esclarecedoras.


Laura – Agradeceria que mencionasse algumas


Ghislaine Lanctot – 
Olhe, em primeiro lugar as vacinas são caras e constituem para o Estado um gasto de mil milhões de euros ao ano. Portanto, o único benefício evidente e seguro das vacinas… é o que obtém a indústria. Além disso, a vacinação estimula o sistema imunitário, mas repetida a vacinação o sistema esgota-se. Portanto, a vacina repetida pode fazer, por exemplo, estalar a “AIDS silenciosa” e garantir um “mercado da enfermidade”, perpetuamente florescente. Mais dados: a vacinação incita à dependência médica e reforça a crença de que o nosso sistema imune é ineficaz. Ainda o mais horrível é que a vacinação facilita os genocídios seletivos pois permite liquidar pessoas de certa raça, de certo grupo, de certa região… Serve como experimentação para testar novos produtos sobre um amplo mostruário da população e uma arma biológica potentíssima ao serviço da guerra biológica porque permite interferir no patrimônio genético hereditário de quem se queira.


Laura – Bom, é evidente que há muitas coisas das quais se pode fazer um bom ou mau uso mas isso depende da vontade e intenção de quem as utiliza. Bem, falemos se lhe parece, da segunda grande mentira das autoridades: você afirma que a AIDS não é contagiosa. Perdoe-me, mas assim como o resto das suas afirmações nos pareceram pensadas e razoáveis, neste âmbito não temos visto que argumente essa afirmação.


Ghislaine Lanctot – 
Eu afirmo que a teoria de que o único causador da AIDS é o HIV o Vírus da Imunodeficiência Adquirida é falsa. Essa é a grande mentira. A verdade é que ter o HIV não implica necessariamente desenvolver AIDS. Porque a AIDS não é senão uma etiqueta que se “coloca” num estado de saúde a que dão lugar numerosas patologias quando o sistema imunitário está em baixa. E nego que ter sida equivalha a morte segura. Mas, claro, essa verdade não interessa. As autoridades impõem-nos à força a ideia de que a Sida é uma enfermidade causada por um só vírus apesar de o próprio Luc Montagnier, do Instituto Pasteur, co-descobridor oficial do HIV em 1983, ter reconhecido já em 1990, que o HIV não é suficiente por si só para causar a AIDS.  Outra evidência é o fato de que há numerosos casos de AIDS, sem vírus HIV e numerosos casos de vírus HIV, sem AIDS (soropositivos). Por outro lado, ainda não se conseguiu demonstrar que o vírus HIV cause a AIDS, e a demonstração é uma regra científica elementar para estabelecer uma relação causa-efeito, entre dois factores. O que se sabe, sem dúvida, é que o HIV é um retrovirus inofensivo que só se ativa quando o sistema imunitário está debilitado.


Laura –
 Você afirma no seu livro que o HIV foi criado artificialmente num laboratório.


Ghislaine Lanctot – 
Sim. Investigações de eminentes médicos indicam que o HIV foi criado enquanto se faziam ensaios de vacinação contra a hepatite B em grupos de homossexuais. E tudo indica que o continente africano foi contaminado do mesmo modo durante campanhas de vacinação contra a varíola. Claro que outros investigadores vão mais longe ainda e afirmam que o vírus da sida foi cultivado como arma biológica e depois deliberadamente propagado mediante a vacinação de grupos de população que se queriam exterminar.


Laura – 
Também observamos que ataca duramente a utilização do AZT para tratar a AIDS


Ghislaine Lanctot – 
Já no Congresso sobre AIDS celebrado em Copenhague em Maio de 1992 os superviventes da sida afirmaram que a solução então proposta pela medicina científica para combater o HIV, o AZT, era absolutamente ineficaz. Hoje isso está fora de qualquer dúvida. Pois bem, eu afirmo que se pode sobreviver à AIDS … mas não ao AZT. Este medicamento é mais mortal que a AIDS. O simples senso comum permite entender que não é com fármacos imunodepressores que se reforça o sistema imunitário. Olhe, a sida converteu-se noutro grande negócio. Por isso, promociona-se amplamente combatê-lo, porque ele dá muito dinheiro à industria farmacêutica. É tão simples quanto isto.


 Laura – Falemos da “terceira grande mentira” das autoridades: a de que o câncer é um mistério


Ghislaine Lanctot –
 O chamado câncer, ou seja, a massiva proliferação anômala de células, é algo tão habitual que todos o padecemos várias vezes ao longo da nossa vida. Só que quando isso sucede, o sistema imunitário atua e destrói as células cancerígenas. O problema surge quando o nosso sistema imunitário está débil e não pode eliminá-las. Então o conjunto de células cancerosas acaba crescendo e formando um tumor.


 Laura – E é nesse momento quando se entra na engrenagem do “sistema de enfermidade”


Ghislaine Lanctot – 
Assim é. Porque quando se descobre um tumor se oferece de imediato ao paciente, com o pretexto de ajudá-lo, que escolha entre estas três possibilidades ou “formas de tortura”: amputá-lo (cirurgia), queimá-lo (radioterapia) ou envenena-lo (quimioterapia).  Escondendo-se-lhe, que existem remédios alternativos eficazes, inócuos e baratos. E depois de quatro décadas de “luta intensiva”contra o câncer, qual é a situação nos próprios países industrializados? Que a taxa de mortalidade, por câncer, aumentou. Esse simples facto põe em evidência o fracasso da sua prevenção e do seu tratamento. Desperdiçaram-se milhares de milhões de euros e tanto o número de doentes, como o de mortos, contínua crescendo. Hoje sabemos a quem beneficia esta situação. Como sabemos quem a criou e quem a sustem. No caso da guerra, todos sabemos que esta beneficia sobretudo aos fabricantes e traficantes de armas. Bom, pois em medicina quem se beneficia são os fabricantes e traficantes do “armamento contra o câncer” ou seja, quem está detrás da quimioterapia, da radioterapia, da cirurgia e de toda a industria hospitalar.


A MÁFIA, UMA NECESSIDADE EVOLUTIVA


Laura – No entanto, apesar de tudo, mantém que a máfia médica é uma necessidade evolutiva da humanidade. Que quer dizer com essa afirmação?


Ghislaine Lanctot –
 Verá, pense num peixe comodamente instalado no seu aquário. Enquanto tem água e comida, tudo está bem mas se lhe começa a faltar o alimento e o nível da água desce perigosamente o peixe decidirá saltar para fora do aquário buscando uma forma de se salvar. Bom, pois eu entendo que a máfia médica nos pode empurrar a dar esse salto individualmente. Isso, se houver muita gente que prefira morrer a saltar.


 Laura – Mas para dar esse salto é preciso um nível de consciência determinado


Ghislaine Lanctot – 
Sim. E eu creio que se está elevando muito e muito rapidamente. A informação que antes se ocultava agora é pública: que a medicina mata pessoas, que os medicamentos nos envenenam, etc. Ademais, o médico alemão Ryke Geerd Hamer demonstrou que todas as enfermidades são psicossomáticas e as medicinas não agressivas ganham popularidade. A máfia médica desmoronar-se-á como um castelo de cartas quando 5% da população perder a sua confiança nela. Basta que essa percentagem da população mundial seja consciente e conectado com a sua própria divindade. Então decidirá escapar à escravatura a que tem sido submetida pela máfia e o sistema atual derrubará. Tão simples como isto.


 Laura – E em que ponto crê que estamos?


Ghislaine Lanctot – 
Não sei quantificá-lo, mas penso que provavelmente em menos de 5 anos todo o mundo se dará conta de que quando vai ao médico vai a um especialista da enfermidade e não a um especialista da saúde. Deixar de lado a chamada “medicina científica” e a segurança que oferece, para ir a um terapeuta é já um passo importante. Também o é perder o respeito e a obediência cega ao médico. O grande passo é dizer não à autoridade exterior e dizer sim à nossa autoridade interior.


Laura –
 E o que é que nos impede de romper com a autoridade exterior?


Ghislaine Lanctot –
 O medo. Temos medo de não chamar o médico. Mas é o medo, por si próprio, quem nos pode enfermar e matar. Nós morremos de medo. Esquecermo-nos que a natureza humana é divina, o que quer dizer, concebida para nos comportarmos como deuses. E desde quando os deuses têm medo? Cada vez que nos comportamos de maneira diferente da de um deus pomo-nos enfermos. Essa é a realidade.


 Laura – E o que podem fazer os meios de comunicação para contribuir para a elevação da consciência nesta matéria?


 Ghislaine Lanctot – Informar sem tentar convencer. Dizer o que sabeis e deixar às pessoas fazer o que queiram com a informação. Porque intentar convencê-las será impor outra verdade e de novo estaríamos noutra guerra. Necessita-se apenas dar referência. Basta dizer as coisas. Logo, as pessoas as escutarão, se ressoarem nelas. E, se o seu medo for maior do que o seu amor por si mesmos, dirão: “Isso é impossível”. Se pelo contrário têm aberto o coração, escutarão e questionarão as suas convicções. É então, nesse momento, quando quiserem saber mais, que se lhes poderá dar mais informação.

Fontes:  http://www.govome.com/web?hl=br&q=M%C3%A1fia+M%C3%A9dica+%E2%80%93+Doutora+Ghislaine+Lanctot

Por 30 anos, extensa revisão de toda a pesquisa anterior confirma que baixo nível de vitamina D é uma sentença de morte

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Este trabalho de pesquisa e estudo sobre a vitamina D, que perdurou por 30 anos, e foi publicado no final do ano passado, demonstra contundente e simplesmente:  ou você têm os níveis necessários diários ou adoece e morre.  Não há alternativa para este desfecho.

A Medicina brasileira e seus gestores não podem continuar mentindo para a sociedade e para seus pacientes.  Exija o fim das mentiras para beneficiar o investimento em doenças, visando maiores lucros às custas de sua saúde e vida.

Cabe a você cidadão informar-se, DIVULGAR este fato, e exigir respeito com a sua vida.   Ninguém vai fazer isto no seu lugar: quem tem obrigação de defender sua saúde e sua vida é você mesmo.  Senão o fizer estará praticando suicídio.

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352
cgcoimbra@gmail.com

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Baixos níveis de vitamina D  provaram ser mortais,  e potencializam a mortalidade

molecula-vitamina-d

Tradução de Celso Galli Coimbra

 

Quarta-feira, 13 de fevereiro, 2013 por: Jonathan Benson,

A revisão mais abrangente epidemiológica já realizada sobre a associação entre vitamina D e mortalidade revelou que baixos níveis de vitamina D estão diretamente ligados à morte prematura por doença cardíaca e outras causas.   Publicado no jornal Arteriosclerose, Trombose Vascular, Biologia, o estudo constatou que os indivíduos com menores níveis de vitamina D têm um risco significativamente maior de desenvolver a doença isquêmica do coração, infarto do miocárdio (IM), ou doença cardíaca isquêmica e fatal MI, ou morte precoce, em comparação com os indivíduos com maiores níveis de vitamina D.

Mais de 10.000 homens e mulheres foram incluídos como parte do estudo, que teve lugar em Copenhagen University Hospital (CUH) na Dinamarca, no início de 1980, e foi concluído no ano passado.  Cada um dos participantes tinham níveis de plasma de 25-hidroxivitamina D,  testado e verificado no início do estudo realizado por pesquisadores que trabalham no Copenhagen City Heart Study,  e esses mesmos participantes foram posteriormente seguidos durante todo o curso de quase 30 anos para monitorar seus desenvolvimentos de saúde.

Após o acompanhamento, determinou-se que 3.100 participantes desenvolveram eventualmente doença isquêmica do coração, ao mesmo tempo 1.625 tinham um MI, e  outros  6.747 morreram por causa destas ou de outras doenças.  Mas o que é particularmente interessante sobre estas descobertas é a enorme disparidade na doença e as taxas de mortalidade entre aqueles do grupo de baixo nível de vitamina D em comparação com aqueles no grupo de alto nível de vitamina D.  Com base nos números, aqueles com os níveis  mais  baixos de vitamina D –  abaixo de cinco níveis, nanomoles  por litro (nmol / L), foram 40 por cento mais propensos a desenvolver doenças isquêmicas do coração, 64 por cento mais propensos a ter um enfarte, e 57 por cento mais propensos a morrer de uma morte precoce. Esse mesmo grupo também foi considerado ser 81 por cento com mais probabilidade de morrer de doença cardíaca isquêmica ou MI.

“As pessoas com baixos níveis de vitamina D têm um risco maior de ataque cardíaco, de morrer mais cedo de doenças cardiovasculares, e esta é uma mensagem importante”,  explicou o autor do estudo, Dr. Borge G. Nordestgaard para heartwire. “A forma mais barata e fácil de obter quantidade suficiente de vitamina D é deixar o sol brilhar em sua pele em intervalos regulares. Tem ocorrido na Medicina muito foco na tentativa de evitar que as pessoas se exponham ao sol, mas talvez isso não tenha sido equilibrado.”

 

Extensa revisão de toda a pesquisa anterior confirma que baixo nível de vitamina D é uma sentença de morte

 

Para confirmar a integridade de suas próprias conclusões, a equipe de pesquisa também realizou uma meta-análise de todas as pesquisas anteriores sobre a vitamina D e mortalidade.  A equipe identificou 17 estudos anteriores no total – e encontraram resultados semelhantes. Diminuição dos níveis de vitamina D  foram encontrados diretamente associados a um maior risco de doença e de morte em praticamente todos os estudos,  provando que a manutenção de altos níveis de vitamina D é CRUCIAL para a boa saúde.

“A meta-análise dá exatamente o mesmo resultado de nosso estudo”, acrescentou o Dr. Nordestgaard. “Assim, os resultados são bastante robustos quando você olha para a totalidade da prova.”

Para saber mais sobre os muitos benefícios de saúde de vitamina D, e a melhor forma de obtê-la quando a luz solar natural não é uma opção, confira o Conselho de vitamina D:

 http://www.vitamindcouncil.org/

e

 https://biodireitomedicina.wordpress.com/category/vitamina-d/

Vitamina D3 – 10.000 UI diárias é vital para preservar à saúde

No Facebook apenas “curta” esta página e estará automaticamente inscrito:

Vitamina D é um hormônio vital para preservação da saúde

Fontes para este artigo incluem:

http://www.vitasearch.com/get-clp-summary/40507

http://www.theheart.org/article/1451199.do

Fonte: http://www.naturalnews.com/039072_vitamin_d_mortality_early_death.html

MAIS informações importantes:

http://www.youtube.com/playlist?list=PL301EAE2D5602A758

Os artigos relacionados com este artigo:

• Vitamina D Crescimento pára tumores de câncer de mama

• Vitamina D previne o câncer de mama

• A vitamina D é essencial para a prevenção do cancro da mama

• Vitamina D previne doenças do coração

• A luz do sol surgindo como tratamento comprovado para câncer de mama, câncer de próstata e outros tipos de câncer

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Maioria dos depressivos não sabe que tem a doença, que pode levar à morte

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[ há dois textos nesta postagem. Este assunto tem relação com o que se informa na página:  

https://www.facebook.com/VitaminaD.HormonioVital?fref=ts  

– A vitamina D não é uma “vitamina”. Seu produto metabólico, calcitriol , é realmente um hormônio seco esteróide que é a chave que abre pontos de ligação do genoma humano. O genoma humano contém mais de 2.700 sítios de ligação para o calcitriol, que estão perto dos genes envolvidos em PRATICAMENTE TODAS AS DOENÇAS importantes conhecidas dos seres humanos.  ]

 

Apoio da família é muito importante para a melhora do paciente. Veja como identificar os sintomas

por Marianna Feiteiro

A depressão sempre existiu na vida humana, mas nem sempre foi reconhecida como uma doença. Até hoje, muitos pacientes não recebem o tratamento adequado por ignorarem os sintomas ou simplesmente não saberem identificá-los. Um estudo feito a nível global apoiado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) revelou que, no Brasil, apenas 37% dos depressivos graves recebem algum tipo de tratamento, e que a maioria nem sabia da sua própria condição.

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Leia também:
Diagnóstico para depressão
Tristeza X depressão
Café ajuda a evitar a depressão

O psiquiatra Dr. Fernando Portela, membro da Associação Brasileira de Psiquiatria, explica que existem dois tipos de depressão. A primeira é a reativa, que se manifesta devido a algum evento na vida do indivíduo que o deixou daquele jeito, como a  perda  de um  ente querido ou de um emprego importante, e que eventualmente some de forma natural. O outro tipo é a doença em si, que não tem causa aparente e não necessariamente é desencadeada por um acontecimento triste. É uma condição pré-existente no indivíduo, que se diferencia da melancolia por ser um quadro prolongado e que independe da iniciativa do paciente. “O melancólico sabe que algo está errado e procura fazer alguma coisa para melhorar. A pessoa depressiva é tomada, é engolida pela doença”, define o psiquiatra.

O especialista descreve a depressão como um estado que dura pelo menos duas semanas em que o paciente perde o interesse nas coisas que anteriormente fazia. “O indivíduo se sente ansioso, pode apresentar perda de apetite ou fome maior do que o normal, perda do interesse sexual que antes tinha e dificuldade com o sono, passando a acordar muito cedo. Ele começa a se amofinar, não consegue sair desse estado e isso o deixa angustiado e preocupado”, descreve o especialista. “Nos casos mais agravados, o sujeito não sai mais de casa, acorda com dificuldade, o dia para ele é sombrio, e o grau de angústia chega a tal ponto que ele pode chegar ao suicídio”, completa.

Existem outras formas nas quais a doença pode se manifestar. Além da depressão menor e maior, descritas acima, existe também a distimia, condição em que o paciente se mostra constantemente irritado, sentindo-se insatisfeito com tudo, mostra baixo rendimento no trabalho e permanece em um estado de inquietude e insatisfação. Sua autoestima fica muito baixa, pois sente que não consegue trabalhar direito, nem satisfazer a família ou os amigos, e também apresenta falta de interesse em geral. A distimia só é diagnosticada quando o paciente apresenta os sintomas por, no mínimo, dois anos.

Outra variação da doença, que o Dr. Fernando descreve como sendo muito grave, é o transtorno bipolar, caracterizado pela mudança abrupta de humor. “Em um momento a pessoa está eufórica, falante, e no próximo cai em uma depressão profunda: não toma banho, não se cuida, não sai mais de casa e pode, inclusive, cometer suicídio”, descreve.

A depressão pode até causar dores físicas, como a lombar, articulares, enxaqueca, entre outras. Segundo o psiquiatra, as causas dessas reações ainda são um grande enigma, mas é possível que fatores imunológicos tenham participação.

O tratamento muitas vezes é acompanhado de visitas ao psicoterapeuta, mas o fundamental é a medicação, que, segundo Dr. Fernando, é a responsável por tirar o paciente da depressão. “O ponto mais importante é que o médico oriente o paciente sobre o que está acontecendo e deixe muito claro que o tratamento será longo. O antidepressivo não age da noite para o dia, geralmente leva de 15 dias a um mês para fazer efeito e o paciente se sentir bem. Mas o tratamento não acaba aí, pode se prolongar por meses, anos ou pela vida toda. O medicamento deve ser mantido até que os neurotransmissores sejam equilibrados”, explica. “O grande problema é quando o paciente abandona o tratamento antes de ficar estabilizado porque pensa que já está bem. Toda vez que ele tem uma recaída, é mais difícil de tratar”, alerta.

Força de vontade 
Segundo Dr. Fernando, a “falta de força de vontade” é uma invenção de pessoas que ainda enxergam a depressão com preconceito e não a reconhecem como doença. “Isso só faz com que o depressivo sofra mais. Ele luta internamente para sair daquela situação, mas não consegue”, explica.

Ele explica que a participação da família é fundamental no diagnóstico e tratamento da doença. “Pode acontecer de a pessoa negar que está doente e se recusar a buscar ajuda médica. A família deve apoiá-la e oferecer ajuda, mas nunca abandoná-la. O deprimido não pode ficar sozinho, ele tem que se sentir apoiado, assistido, isso facilita bastante a evolução da doença”, orienta Dr. Fernando, que também recomenda o engajamento em atividades sociais ou mesmo voluntárias para que o paciente desenvolva os sentimentos de obrigação e compromisso.

Fique atento aos sinais
Segundo a OMS, a pessoa que apresenta ao menos cinco dos seguintes sintomas é considerada depressiva:

Alteração do apetite

Alteração do sono

Desinteresse geral

Desinteresse sexual

Dificuldade de concentração

Baixa autoestima

Pensamentos relacionados à morte

Ansiedade com movimentos repetitivos (mexer constantemente as pernas, mãos, cabeça, etc.)

Paralisia geral (por exemplo, ficar na cama por dias)

Sentimento permanente de culpa e inutilidade

Fadiga ou perda de energia, diariamente

Alteração de peso não intencional

Fonte: http://www.bolsademulher.com/saude-mulher/maioria-dos-depressivos-nao-sabe-que-tem-a-doenca-que-pode-levar-a-morte/

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Segundo texto:

“Depressão é um problema de saúde pública significativo”

Estudo avalia prevalência da doença em todo o mundo

As depressões podem ser devastadores e afectar a capacidade de trabalho ou de iniciar relacionamentos, por exemplo, sendo que as mais graves podem levar ao suicídio e são responsáveis por 850 mil mortes todos os anos.

Num novo estudo publicado no jornal BMC Medicine, da iniciativa da World Health Organization – World Mental Health (WMH), investigadores de 20 centros colaboraram na investigação da prevalência da depressão em todo o mundo, comparando as condições sociais com a depressão em 18 países.

A partir de entrevistas detalhadas a mais de 89 mil pessoas, os resultados mostram que 15 por cento da população dos países ricos (comparada com 11 por cento da população de países com rendimento médio ou baixo) podem vir a desenvolver uma depressão durante o período de vida, e que 5,5 por cento tinham tido uma depressão no ano anterior.

Pessoas com episódios graves de depressão (que apresentam tristeza, perda de interesse e prazer, sentimentos de culpa e falta de auto-estima, perda de apetite ou dificuldade em dormir, falta de energia e concentração) são elevadas nos países ricos (28 por cento), especialmente em França, na Holanda e nos EUA.
Alguns aspectos da doença parecem ser comuns entre as culturas – as mulheres têm mais tendência para sofrer uma depressão do que os homens, sendo que a perda do companheiro, morte, divórcio e separação os factores que mais contribuem para este cenário.Evelyn Bromet, investigadora da State University of New York at Stony Brook, nos EUA, e primeira autora do artigo, explicou que “este é o primeiro estudo a usar um método estandardizado para comparar depressão e episódios graves da doença em diferentes países e culturas”.

Segundo a investigadora, mostrou-se que “a depressão é um problema de saúde pública significativo e deve ser uma preocupação em todo o mundo. Perceber os padrões que causam depressão, como as condições sociais, pode ajudar em iniciativas globais para reduzir o impacto desta doença em indivíduos e na sociedade.”

Fonte:  http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=50248&op=all

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