Serum concentration of 25 -hydroxyvitamin D in autism spectrum disorder: a systematic review and meta-analysis.

A vitamina D é na realidade um hormônio: o mais potente hormônio da saúde para o organismo humano.

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Ingresse nesta página do Facebook:

https://www.facebook.com/VitaminaD.HormonioVital

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Em mais de cem anos de civilização com o maior desenvolvimento tecnológico já visto na história, mais de cem anos de completa estagnação da medicina na prevenção e tratamento das doenças autoimunes: o supermercado das doenças.

É uma TRAGÉDIA o que os DERMATOLOGISTAS e a INDÚSTRIA DOS PROTETORES SOLARES desenvolveram com o trabalho de aterrorizar as pessoas para a exposição solar. Eles fizeram de tudo para recomendar para todos evitarem a exposição solar o máximo possível.  Nunca questionamos seus reais interesses.

Todo este trabalho devastador, combinado com o ESTILO DE VIDA em que passamos a maior parte do tempo dentro de ambientes fechados, durante o trabalho e o tempo de lazer, causa um prejuízo à saúde humana sem precedentes e em grau ascendente.

Enquanto isso, no meio médico em geral, reina soberana a omissão e o silêncio de forma generalizada, com RARAS EXCEÇÕES de médicos que assumem dizer a verdade para seus pacientes. Esta combinação contribui para o maior crescimento da DEFICIÊNCIA da Vitamina D, que constata-se hoje em dia, e o CONSEQUENTE aumento exponencial de doenças graves e supostamente incuráveis, que são OBJETIVOS dos interesses da Medicina que se consolidou nos EUA na década de 50 do século passado, QUANDO ela passou a ser um MERO NEGÓCIO e, necessariamente, irmã gêmea da INDÚSTRIA FARMACÊUTICA alopata para realizar o sonho de fortuna e poder de ambos.  

Como tem estreita relação com este assunto, assinalamos de passagem que, na Segunda Guerra Mundial, ensinam que EUA e Alemanha Nazista eram inimigos. Sob o ponto de vista de confronto bélico isto não está errado, mas sob o ponto de vista das vistas grossas para cruéis experimentações médicas com seres humanos, eles já eram aliados e continuaram aliados. A indústria farmacêutica estava acima do confronto bélico e agia nos dois lados com os mesmos resultados.

Esta MEDICINA MERCANTILISTA ALOPATA pós Segunda Guerra, logo conquistou o mundo e o domina por inteiro até os dias presentes.  Se uma pessoa pensar que elegeu um governo em seu país, ela está errada:  QUEM manda nestes governos é o maior empreendimento de negócios já desenvolvido no mundo até hoje, o ideal por excelência e REALIZADO da indústria farmacêutica alopata.

Como a luz solar e a natureza não podem ser patenteadas, SOMENTE quando houvesse neles o que pudesse ser sintetizado e patenteado, é que entrariam no mercado médico farmacêutico e, AINDA ASSIM, restrito pelas agências reguladoras de remédios e nas prescrições médicas, em subdosagens que mantivessem dependência destes mercados.

Há 30.000 genes no corpo humano e o hormônio-vitamina D está vinculado a mais de 2.000 deles. Esta é uma das razões primárias que causa tantas doenças evitáveis e, hoje, tratáveis com baixíssimo custo mensal em contrate com o império das terapias de alto custo mensal e não poucas vezes de alta complexidade, que além de tudo isso, são estas últimas elas próprias causas adicionais do agravamento destas doenças e também da causa de outras que inexistiam.  A terapia alopata desta medicina mercantilizada passou a ser sinônimo de mais doenças e mais mortes desnecessárias.

Hipoteticamente, se alguma outra civilização, após o desaparecimento da nossa, investigasse como vivíamos, eles não teriam como não procurar a resposta de porque nós nos tornamos a civilização mais dependente que já houve de medicação alopata.

A maioria entre nós prefere viver sem tomar conhecimento destes fatos, que vão determinar como adoecerão e como morrerão, mesmo não sendo por causas naturais, visto que de natural a frágil aparência é suficiente.  Por isso, a INFORMAÇÃO e sua promoção constante são os únicos recursos com o qual podemos contar para amenizar o que se descreveu.  

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

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A vitamina D  não é uma “vitamina”.   Seu produto metabólico, calcitriol , é realmente um hormônio seco esteróide que é a chave que abre pontos de ligação do genoma humano.  O genoma humano contém mais de 2.700 sítios de ligação para o calcitriol, que estão perto dos genes envolvidos em praticamente todas as doenças importantes conhecidas dos seres humanos.

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A falta deste hormônio é indissociável do câncer, assim como doenças cardíacas, derrame, hipertensão, doenças auto-imunes, diabetes, depressão, dor crônica, osteoartrite, osteoporose, fraqueza muscular, perda de massa muscular, defeitos congênitos, doença periodontal, e muitas outras.

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hormonio

A vitamina D é na realidade um hormônio, o mais potente hormônio do organismo humano.

Estudos recentes, vêm provar cada vez mais, o importante papel que a vitamina D desempenha no nosso organismo.   Tecnicamente não é uma “vitamina”.   Seu produto metabólico, calcitriol , é realmente um hormônio seco esteróide que é a chave que abre pontos de ligação do genoma humano. O genoma humano contém mais de 2.700 sítios de ligação para o calcitriol, que estão perto dos genes envolvidos em praticamente todas as doenças importantes conhecidas dos seres humanos.   A vitamina D tem uma bioquímica significativa do cérebro. Receptores Nucleares para a vitamina D existem no cérebro e vitamina D está envolvida na biossíntese de fatores neurotróficos, síntese de óxido nítrico e aumento nos níveis de glutationa,  sugerindo um importante papel da vitamina D na função cerebral. Os dados em animais indicam que a tirosina hidroxilase, a enzima limitante para todas as monoaminas cerebrais, é aumentada de vitamina D.  Os ratos nascidos de mães gravemente deficientes em vitamina D têm anormalidades cerebrais profundas. Pesquisas atuais tem implicado a deficiência de vitamina D como um fator importante na patologia de pelo menos 17 variedades de câncer, assim como doenças cardíacas, derrame, hipertensão, doenças auto-imunes, diabetes, depressão, dor crônica, osteoartrite, osteoporose, fraqueza muscular, perda de massa muscular , defeitos congênitos, doença periodontal, e muito mais.   A vitamina D influencia as principais funções biológicas vitais para a saúde e o bem-estar;  é mandatório que a vitamina D não seja mais ignorada pela indústria de cuidados de saúde, nem por indivíduos que se esforçam para alcançar e manter um melhor estado de saúde.

Em adultos e adolescentes que regularmente evitam a exposição solar, a pesquisa indica uma necessidade de suplementar com pelo menos 5.000 unidades (UI) de vitamina D diariamente. Para obter essa quantidade no leite seria preciso ingerir 50 copos. Com um multivitamínico mais de 10 comprimidos seriam necessárias. Também não é aconselhável.

Como Obter Quantidade Suficiente De Vitamina D

Existem 3 maneiras para os adultos de garantir níveis adequados de vitamina D:

1.    receber regularmente a exposição ao sol do meio-dia no final da primavera, verão e início do outono, expondo tanto da pele quanto possível, por 20-30 minutos (com cuidado para não queimar). (Aqueles com pele escura terá maior tempo de exposição. – Até seis vezes mais)

2.    utilizam regularmente uma espreguiçadeira (evitando queimaduras), durante os meses mais frios.

3.    ter 10.000 UI por dia por 2-3 meses, em seguida, obter um teste de 25-hidroxivitamina D . Ajustar a dose de modo que os níveis sanguíneos fiquem entre 50-80 ng / mL (ou 125-200 nM / L) durante o ano todo.

A Vitamina D é um Co-Fator

A vitamina D tem co-fatores que o corpo necessita para utilizá-la  apropriadamente. São eles:

  • magnésio
  • zinco
  • Vitamina K2
  • boro
  • uma pequena quantidade de vitamina A

O magnésio é o mais importante desses co-fatores. De fato, é comum para aumento dos níveis de vitamina D a exacerbar uma deficiência de magnésio subjacente. Se alguém está tendo problemas em regularizar a complementação com vitamina D, uma deficiência de magnésio pode ser o motivo.

A vitamina D e Depressão

Propomos a vitamina D desempenha um papel na doença mental com base nos seguintes cinco razões:

1.    Evidências epidemiológicas mostram uma associação entre a exposição ao sol reduzida e doença mental.

2.    A doença mental é associada à baixos níveis de 25-hidroxivitamina D [25 (OH) D].

3.    A doença mental mostra uma significativa comorbidade com doenças associada com a deficiência de vitamina D.

4.    Os modelos teóricos (em evidência in vitro ou animal) existem para explicar como a deficiência de vitamina D pode desempenhar um papel causal na doença mental.

5.    Estudos apontam a vitamina D aumenta a doença mental.

Vitamina D

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A vitamina D (ou calciferol) é uma vitamina que promove a absorção de cálcio (após a exposição à luz solar), essencial para o desenvolvimento normal dos ossos e dentes, atua também, como recentemente descoberto, no sistema imune, no coração, no cérebro e na secreção de insulina pelo pâncreas. É uma vitamina lipossolúvel obtida a partir do colesterol como precursor metabólico através da luz do sol, e de fontes dietéticas. Funcionalmente, a vitamina D atua como um hormônio que mantém as concentrações de cálcio e fósforo no sangue através do aumento ou diminuição da absorção desses minerais no intestino delgado. A vitamina D também regula o metabolismo ósseo e a deposição de cálcio nos ossos.

O nome da vitamina foi criada pelo bioquímico polonês Casimir Funk em 1912, baseado na palavra em latim vita (vida) e no sufixo -amina. Foi usado inicialmente para descrever estas substâncias do grupo funcional amina, pois naquele tempo pensava-se que todas as vitaminas eram aminas. Apesar do erro, o nome manteve-se.

A vitamina D pode ser encontrada sob duas formas: o ergocalciferol (vitamina D2) e o colecalciferol (vitamina D3). O ergocalciferol é produzido comercialmente a partir do esteróide ergosterol encontrado em vegetais e leveduras, através de irradiação com luz ultravioleta. É utilizado como suplemento alimentar para enriquecimento de alimentos como o leite com vitamina D. O colecalciferol é transformado pela ação dos raios solares a partir da provitamina D3 (7-deidrocolesterol) encontrada na pele humana. Ambas as formas D2 e D3 são hidroxiladas no fígado e rins a 25- hidroxicalciferol e subsequentemente à forma biologicamente activa, o 1,25-di- hidroxicalciferol (calcitriol), que atua como um hormonio na regulação da absorção de cálcio no intestino e regulação dos níveis de cálcio em tecidos ósseos e renais.

A vitamina D é fundamental para a homeostase do cálcio no organismo.

Poucos alimentos são considerados fontes de vitamina D, mas entre eles encontram-se a gema de ovo, fígado, manteiga e alguns tipos de peixes como a cavala, o salmão e o arenque. Embora em menor quantidade, a sardinha e o atum também têm vitamina D.

Referências

http://www.vitamindcouncil.org  BIESEK, Simone et al. Estratégias de Nutrição e Suplementação no Esporte. São Paulo: Manole, 2005. FOSS, M.L.; KETEYIAN, S.J. Bases Fisiológicas do Exercício e do Esporte. 6a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. MCARDLE, William D. et al. Fisiologia do Exercício – Energia, Nutrição e Desempenho Humano. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. WILMORE, Jack H.; COSTILL, David L. Fisiologia do Esporte e do Exercício. São Paulo: Manole, 2001 NELSON, David L.; COX, Michael M., Lehninger Principles of Biochemistry, 4a edição, W. H. Freeman, 2005, ISBN 978- 0716743392 Wikipedia “http://pt.wikipedia.org/wiki/Vitamina_D” Davidson M. Risk of cardiovascular disease and sudden death in schizophrenia. J Clin Psychiatry. 2002;63 Suppl 9:5–11. , Peet M. Diet, diabetes and schizophrenia: review and hypothesis. Br J Psychiatry Suppl. 2004 Apr;47:S102–5. , osteoporosis Levine J, Belmaker RH. Osteoporosis and schizophrenia. Am J Psychiatry.2006 Mar;163(3):549–50. Smith M. APA: Schizophrenia Patients Go Untreated For Comorbidities. MedPage Today. 2006 May 24. Heaney RP, Davies KM, Chen TC, Holick MF, Barger-Lux MJ. Human serum 25- hydroxycholecalciferol response to extended oral dosing with cholecalciferol. Am J Clin Nutr. 2003;77:204–10. Vieth R. Vitamin D supplementation, 25-hydroxyvitamin D concentration, and safety. Am J Clin Nutr.1999;69:842–56. Heaney RP, Davies KM, Chen TC, Holick MF, Barger-Lux MJ. Human serum 25-hydroxycholecalciferol response to extended oral dosing with cholecalciferol. Am J Clin Nutr. 2003;77:204–10. Zittermann A. Vitamin D in preventive medicine: are we ignoring the evidence? Br J of Nutr. 2003;89:552–572. Holick M. Vitamin D: A millennium Perspective. J Cell Biochem. 2003;88:296–307 (2003). Amsterdam JD, Hooper MB. Bone density measurement in major depression. Prog Neuropsychopharmacol Biol Psychiatry. 1998 Feb;22(2):267–77. Robbins J, Hirsch C, Whitmer R, Cauley J, Harris T. The association of bone mineral density and depression in an older population. J Am Geriatr Soc. 2001 Jun;49(6):732–6. Patti F, Cacopardo M, Palermo F, Ciancio MR, Lopes R, Restivo D, Reggio A. Health-related quality of life and depression in an Italian sample of multiple sclerosis patients. J Neurol Sci. 2003 Jul 15;211(1–2):55–62. Buchanan RJ, Wang S, Tai-Seale M, Ju H. Analyses of nursing home residents with multiple sclerosis and depression using the Minimum Data Set. Mult Scler. 2003 Mar;9(2):171–88. Abdel-Nasser AM, Abd El-Azim S, Taal E, El-Badawy SA, Rasker JJ, Valkenburg HA. Depression and depressive symptoms in rheumatoid arthritis patients: an analysis of their occurrence and determinants. Br J Rheumatol. 1998 Apr;37(4):391–7. Green AI, Canuso CM, Brenner MJ, Wojcik JD. Detection and management of comorbidity in patients with schizophrenia. Psychiatr Clin North Am. 2003 Mar;26(1):115–39. Dixon L, Weiden P, Delahanty J, Goldberg R, Postrado L, Lucksted A, Lehman A. Prevalence and correlates of diabetes in national schizophrenia samples. Schizophr Bull. 2000;26(4):903–12. Dixon L, Postrado L, Delahanty J, Fischer PJ, Lehman A. The association of medical comorbidity in schizophrenia with poor physical and mental health. J Nerv Ment Dis. 1999 Aug;187(8):496– 502. Fonte: http://www.emtr.com.br/vitaminad.htm __

 

Related articles

Documentário completo, mostrando as razões porque é “proibida a cura do câncer” – Cancer – The Forbidden Cures

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Vacina deixa 800 jovens com doença incurável. Quem acredita que esta vacina não foi utilizada no Brasil?

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A Pandemrix  foi dada a 30 milhões de pessoas em 47 países durante a pandemia mundial de gripe suína de 2009-2010. Os primeiros casos de narcolepsia em pessoas que receberam o imunizante começaram a ser detectados em agosto de 2010. (…) Uma dessas pessoas é a sueca Emelie Olsson, hoje com 14 anos, que vem sofrendo com pesadelos e alucinações e tem grande dificuldade de ficar acordada, chegando a perder aulas e atividades sociais.

VACINAÇÃO

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ESTOCOLMO – O Estado de S.Paulo

Pelo menos 800 crianças na Europa desenvolveram narcolepsia, desordem incurável do sono, após receberem em 2009 a vacina Pandemrix, da britânica GlaxoSmithKline (GSK), contra a gripe suína. A doença causa sonolência profunda. Aumentos expressivos nos casos de narcolepsia foram observados em países como Suécia, Finlândia, Noruega, Irlanda, França e Grã-Bretanha. A agência de vigilância da Europa decidiu que a Pandemrix não deverá mais ser usada em pessoas com menos de 20 anos.

O chefe de vacinas da GSK disse que a farmacêutica “está comprometida a investigar as causas”, mas acrescenta que não há dados para comprovar uma ligação de causalidade entre a vacina e os surtos de narcolepsia.

vacina

Mas outros, entre eles Emmanuel Mignot, especialistas em narcolepsia que está sendo pago pela GSK para investigar o caso, afirmam que, apesar da necessidade de mais pesquisas, as evidências apontam para essa conclusão. “Não tenho dúvidas de que a Pandemrix aumentou a ocorrência de narcolepsia em crianças”, disse Mignot, da Universidade de Stanford.

A Pandemrix foi dada a 30 milhões de pessoas em 47 países durante a pandemia mundial de gripe suína de 2009-2010. Os primeiros casos de narcolepsia em pessoas que receberam o imunizante começaram a ser detectados em agosto de 2010.

Uma dessas pessoas é a sueca Emelie Olsson, hoje com 14 anos, que vem sofrendo com pesadelos e alucinações e tem grande dificuldade de ficar acordada, chegando a perder aulas e atividades sociais.

Os cientistas não sabem como a vacina e os surtos estão ligados nem se há suscetibilidade genética em algumas pessoas que facilite o desenvolvimento da enfermidade. O Ministério da Saúde afirma que essa vacina não foi utilizada no Brasil. / REUTERS

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Cientistas convocam para uma Ação de Saúde Pública tendo como modelo o uso do Hormônio-Vitamina D

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CIENTISTAS CONVOCAM PARA UMA AÇÃO D*  

[*PROJETO QUE TEM O PROPÓSITO DE SERVIR COMO UM MODELO DE SAÚDE PÚBLICA COM A VITAMINA D] 

A DEFICIÊNCIA DE VITAMINA D É EPIDÊMICA
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Sobre o assunto, assista também: Vitamina D3 – 10.000 UI diárias é vital para à saúde

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Scientists’ Call to D*action
The Vitamin D Deficiency Epidemic

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40-75% of the world’s population is vitamin D deficient.

The causal link between severe vitamin D deficiency and rickets or the bone disease of osteomalacia is overwhelming, while the link between vitamin D insuffiency and osteoporosis with associated decreased muscle strength and increased risk of falls in osteoporotic humans is well documented by evidencebased intervention studies.

There are newly appreciated associations between vitamin D insufficiency and many other diseases, including tuberculosis, psoriasis, multiple sclerosis, inflammatory bowel disease, type-1 diabetes, high blood pressure, increased heart failure, myopathy, breast and other cancers which are believed to be linked to the non-calcemic actions of the parent vitamin D and its daughter steroid hormone. Based on the evidence we now have at hand, action is urgent.

It is projected that the incidence of many of these diseases could be reduced by 20%-50% or more, if the occurrence of vitamin D deficiency and insufficiency were eradicated by increasing vitamin D intakes through increased UVB exposure, fortified foods or supplements. The appropriate intake of vitamin D required to effect a significant disease reduction depends on the individual’s age, race, lifestyle, and latitude of residence. The latest Institute of Medicine (IOM) report, 2010, indicates 10,000 IU/day is considered the NOAEL (no observed adverse effect level). 4000 IU/day can be considered a safe upper intake level for adults aged 19 and older.

It is well documented that the darker the skin, the greater the probability of a vitamin D deficiency. Even in southern climates, 55% of African Americans and 22% of Caucasians are deficient.

More than 1 billion people worldwide are affected at a tremendous cost to society.

A Scientists’ Call to Action has been issued to alert the public to the importance to have vitamin D serum levels between 40 and 60 nanograms/milliliter (100-150 nanomoles/liter) to prevent these diseases. Implementing this level is safe and inexpensive.

The benefit of an adequate vitamin D level to each individual will be better overall health and a reduction in illnesses and, ultimately, a significant reduction in health care costs. The benefit of adequate vitamin D levels to society/businesses is a more productive workforce and, lower health care costs.

The D*action project has as its purpose to serve as a model for public health action on vitamin D. It is a test bed for techniques, and for providing outcome evaluation at a community level.

http://www.grassrootshealth.net/epidemic

A verdade sobre a Vitamina D: sua carência é promovida por conflito de interesses – The Truth about Vitamin D

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Everyone’s talking about vitamin D right now, especially since the Institute of Medicine’s Food and Nutrition Board (FNB) updated their recommended dietary allowance (RDA) for it.

Há interesses na gestão da Medicina associados com os da Indústria Farmacêutica e não com a preservação da saúde

Há interesses na gestão da Medicina associados com os da Indústria Farmacêutica e não com a preservação da saúde

By Dr. Joseph Mercola
Mercola.com

What if a cure for cancer has been right here all along? What if the very agency charged with protecting your health is the one keeping you from that cure?

 

 

A Lawless, Rogue Agency Out of Control

 

Ten years ago a former New York State assemblyman, Daniel Haley, wrote a scathing exposé on how the Federal Drug Administration (FDA) systematically shuts the door on effective and non-toxic products, many for cancer.

The FDA is the chief agency in charge of protecting and promoting Americans’ health and safety. But in 10 stunning, true stories in his book, “The Politics of Healing,” Haley describes how the FDA has suppressed and banned natural health cures – eight of them for cancer.

He later wrote about two additional cancer cures that worked, which the FDA also disallowed.

The FDA even admitted that one of these treatments, discovered by Dr. Stanislaw Burzynski, was successful with some of the most incurable forms of cancer.

I shared this with you in a recent article that showed his film, but stories like this are far too common, and you can’t help but wonder how many people have died while the FDA denied them cancer treatments that work.

Haley brazenly calls the FDA a rogue, out of control agency that has lied in Congressional testimonies, deliberately falsified data, and destroyed evidence to prohibit cures like Burzynki’s from coming to market. The FDA’s loyalties are to the drug industry, not to individuals, Haley says.

His claims mirror those of Dr. David Graham, who once worked in the FDA’s Office of Drug Safety. In 2004 Dr. Graham blew the whistle on six drugs that were harming people, including Vioxx, but instead of acting on his warnings, Graham’s superiors pulled him off his job.

He fought back in a PBS television special when he told how he’d been chastised at the FDA for thinking the FDA served the public. The “FDA is there to serve the drug industry,” Graham said his supervisors told him.

 

 

‘Virtually Every’ Drug Company Now Targeting Cancer Therapies

 

Today, the FDA continues to serve its client, Big Pharma, by making sure that toxic chemotherapy, along with surgery and radiation, are the only cancer treatment options legally available to you. This industry is huge, with 139 cancer treatment drugs in the pipeline just for women alone.

All told there are over 900 experimental cancer therapies under investigation. No wonder so many pharmaceutical companies are ramping up their cancer drug research!

According to the New York Times:

“Virtually every large pharmaceutical company seems to have discovered cancer, and a substantial portion of the smaller biotechnology companies are focused on it as well. Together, the companies are pouring billions of dollars into developing cancer drugs.”

Note they said drugs, not cures. That’s because this industry isn’t set up for a cure, even though they say that’s what they’re looking for. It’s also why economic forecasts predict 20 million new cancers by 2025, with the $50 billion-a-year cancer treatment business increasing by 15 percent a year. Pfizer alone projects its annual cancer drug returns will be $11 billion by 2018.

The truth is that most Americans are deficient in vitamin D, and studies show that vitamin D supplementation can both prevent and kill many infections and diseases, including cancer.

Vitamin D isn’t actually a vitamin, although scientists refer to it as such. It’s actually a steroid hormone that you get from sun exposure, food sources and/or supplementation.

The term refers to either vitamin D2 or D3, but according to the National Vitamin D Council, D3 (chemical name 25-hydroxy vitamin D) is real vitamin D, and is the same substance produced naturally through your skin by sun exposure.

Older research appears at odds on whether your body cares which form of D it’s getting. But a study in the January 2011 Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism found that D3 is 87 percent more effective than D2, and is the preferred form for treating vitamin D deficiency. It’s measured in international units (IU’s) in nanograms per milliliter, or ng/mL.

The Vitamin D Council believes that a person’s D3 levels should be at least 50 ng/mLfor your body to function properly. (To determine whether you might be deficient, you need to get your vitamin D levels tested, and ideally, you’ll want to get tested regularly thereafter to ensure you’re maintaining optimal levels year-round.)

Fourteen famous vitamin D researchers gave the FNB this information, but the FNB apparently ignored the information that the researchers presented because their “updated” RDA levels ended up being so pitifully low that it’s doubtful it can significantly impact Americans’ deficiency, let alone fight off diseases like cancer and heart disease.

 

 

Experts Protest ‘Impossible’ New RDA Levels

 

Depending on your age, the new recommendations are 600 to 800 IUs a day for adults and between zero and 600 IUs a day for children. The FNB also said that taking vitamin D in amounts of 10,000 IUs or more could be dangerous – but that’s ridiculous, seeing that a 30-minute dose of sunshine can give an adult more than 10,000 IUs!

Since countless studies indicate that much higher levels of vitamin D are required for optimal health, it’s no surprise that experts lost no time denouncing the FNB’s recommendations.

“It’s almost impossible to significantly raise your vitamin D levels when supplementing (at the FNB levels),” the Vitamin D Council posted on its website.

 

 

Hidden Agendas and Conflicts of Interest

 

Suspecting that conflicts of interest and hidden agendas played a part in this, the Vitamin D Council filed Freedom of Information (FOIA) requests so they could examine the FNB’s notes on the process.

They’re still waiting on an answer, but I’m wondering if it doesn’t have something to do with the fact that over 1,350 clinical trials on vitamin D are currently being conducted by major drug companies, all based on the prevention or cure of many illnesses and diseases, including 388 for cancer.

Yes, cancer.

From breast to prostate, to colorectal to brain cancers, and even basal cell carcinoma (skin cancer), Drug companies such as Pfizer and Merck are currently either sponsoring or collaborating on clinical trials based on the premise that vitamin D administered orally, intravenously or topically (for skin cancer) may either prevent or cure cancer.

Cancer foundations and institutes are all in on the clinical study game as well, such as the National Cancer Institute and the National Institutes of Health. Even the U.S. Department of Defense and the Department of Veteran Affairs are studying ways to prevent and cure cancer with vitamin D!

What’s really interesting is that several of these studies are using vitamin D in amounts of 50,000 IUs a day or more – which flies strongly in the face of the FNB’s claims that self-supplementing with 10,000 could be dangerous to your health.

Since recent studies show that supplements of up to 40,000 IUs a day don’t appear to be toxic, and that doses as low as 400 IUs a day are too low to even maintain skeletal health, let alone prevent cancer.

 

 

The FDA’s Definition of Drug vs. Supplement

 

Over 800 studies already show that vitamin D could have cancer-prevention and/or treatment possibilities. But the problem is that it’s a natural substance that can’t be patented as a simple supplement, meaning there’s no real revenue in it, compared to a prescription brand drug.

That’s why many drug studies involving vitamins of any kind hinge on how the FDA defines drugs and supplements.

A drug is defined as a product meant for the diagnosis, cure, mitigation, treatment, or prevention of a disease.

A supplement is defined as a product that is meant to simply “supplement” or “enhance” a normal diet within the daily allowances recommended by the FDA. Drugs – and retailers who sell supplements are not allowed to tell you that vitamin D can possibly “prevent, mitigate or cure” cancer without having the FDA accuse them of selling a drug that hasn’t been approved through the proper FDA process.

 

 

Again, Follow the Money if You Want to Know the Truth

 

That process of getting a drug to market costs an average $359 million and takes nearly 10 years– with a good portion of the money going directly to the FDA through user fees. Over the years these fees have become a major funding source for the FDA. What drug companies get in return is faster FDA reviews and drug approvals.

Doenças que já têm cura ou prevenção são mantidas por interesses contrários aos da saúde

Doenças que já têm cura ou prevenção são mantidas por interesses contrários aos da saúde

 

As a result, a kind of you-scratch-my-back-I’ll-scratch-yours scenario has ensued, with drug companies maintaining major leverage over the FDA when it comes to protecting their revenue sources, including making sure the $60 billion-a-year supplement business doesn’t get in the way of drug sales.

The history of FDA laws and regulations on file at Harvard Law School, explains how years ago an FDA task force long ago established this policy

“… to ensure that the presence of dietary supplements on the market does not act as a disincentive to drug development.”

So how does this relate to too-low RDA levels for vitamin D?

A look at the clinical trials shows that most of them involve “high-potency” D3 supplements, which puts them in the drug category if it turns out they can mitigate, treat or cure cancer. And that means they can be patented – and sold to you as prescriptions at sky-high prices.

 

 

Drug Companies Are Elbowing Their Way into Your Healthcare Plan

 

Another way that Big Pharma has moved in on the cancer industry is through pharmacy benefit managers (PBMs), which administer drug benefits for about 95 percent of all patients with prescription drug coverage.

PBMs decide which drugs flow through the healthcare system. Supposedly they choose the best drugs and prices for your plan. But what if I told you that the businesses that sell the drugs have been helping to decide which drugs your PBM pays for?

Regulators have been working hard to nip conflicts of interest in the bud, but over the years numerous court cases have shown that drug companies and PBMs working together has led to higher prices and limited drug choices – and allegations of price-setting through secret deals with pharmaceutical companies.

 

 

Official Agencies Wedded to Toxic Chemotherapy

 

I have an employee who was diagnosed with breast cancer last year. After her mastectomy, she was told she had several months of chemotherapy and radiation ahead of her. But she sought a second opinion at a renowned cancer treatment center – and learned that chemotherapy was NOT going to be part of her treatment plan because her type of cancer doesn’t respond to chemotherapy.

“And since chemo is poison, why would we want to poison you for no reason?” the oncologist told her.

That’s right – a person in the business of “selling” cancer treatment actually said he wasn’t going to poison her “for no reason” – something I consider unusual in an industry that is wedded to toxic chemotherapy.

The employee was pronounced cancer-free four months later, without chemo or radiation, which may leave you wondering, as it did me, how many patients die every year from toxic chemotherapy they got but didn’t need?

Some experts believe that as much as 25 percent, or more, of patients who undergo chemotherapy are killed by it. Dr. Vincent Speckhart, a former U.S. Air Force flight surgeon and oncologist, was so concerned about deaths from chemo that he told a Congressional committee:

“After 13 years of using FDA-approved chemotherapy protocols, I concluded that such therapies were extremely toxic, poorly tolerated, and not effective in prolonging survival in most solid tumors of adults. In 1983, my patients began to request therapies other than chemotherapy. I agreed, and without even knowing it, I became an ‘alternative practitioner’ and was red-flagged by opponents of this form of therapy.”

In other words, if you’re a physician who divorces the status quo of cancer treatment, you’d better watch out.

In his book, Haley talks about how this “gross government intrusion into the healing arts,” costs thousands – and perhaps millions – of lives and facilitates the drug industry by squelching people like Dr. Speckhart and Burzynski.

 

 

Arm Yourself with Knowledge to Protect Your Healthcare Freedom

 

It doesn’t help that the FDA as well as other “official cancer medicine” agencies have a swinging door of employees going back forth between the agency and Big Pharma to work.

In a new book, “National Cancer Institute and American Cancer Society: Criminal Indifference to Cancer Prevention and Conflicts of Interest,” former Cancer Prevention Coalition president Dr. Samuel S. Epstein shows just how bad the conflicts are.

Quoting former NCI director Samuel Broder, Epstein says “the NCI has become a government pharmaceutical company.” And the ACS, Epstein says, is more interested in “accumulating wealth than saving lives.”

With close ties to cancer treatment businesses, the ACS has a track record that “clearly reflects conflicts of interest” when it comes to cancer treatment policies and prevention strategies, Epstein alleges.

And so it goes… So, what you can do to protect yourself from getting cancer, or what can you do if you already have it? The good news is that knowledge is power, and there are things you can do for yourself, right now, not to only to prevent cancer, but to make sure you have the right cancer treatment if you do get it.

Because cancer is almost wholly a man-made disease, it’s especially important to recognize that you do have power over many things that could cause you to get cancer. Taking control of your health will put you in a position to make the best health decisions possible if you do get cancer.

 

Here’s a list to get you started on a cancer prevention plan:

  1. Normalize your vitamin D levels with safe amounts of sun exposure. This works primarily by optimizing your vitamin D level. Ideally, monitor your vitamin D levels throughout the year.
  2. Control your insulin levels by limiting your intake of processed foods and sugars/fructose as much as possible.
  3. Get appropriate amounts of animal-based omega-3 fats.
  4. Get appropriate exercise. One of the primary reasons exercise works is that it drives your insulin levels down. Controlling insulin levels is one of the most powerful ways to reduce your cancer risks.
  5. Eat according to your nutritional type. The potent anti-cancer effects of this principle are very much underappreciated. When we treat cancer patients in our clinic this is one of the most powerful anti-cancer strategies we have.
  6. Have a tool to permanently erase the neurological short-circuiting that can activate cancer genes. Even the CDC states that 85 percent of disease is caused by emotions. It is likely that this factor may be more important than all the other physical ones listed here, so make sure this is addressed. My particular favorite tool for this purpose, as you may know, is the Emotional Freedom Technique.
  7. Only 25 percent of people eat enough vegetables, so by all means eat as many vegetables as you are comfortable with. Ideally, they should be fresh and organic.Cruciferous vegetables in particular have been identified as having potent anti-cancer properties. Remember that carb nutritional types may need up to 300 percent more vegetables than protein nutritional types.
  8. Maintain an ideal body weight.
  9. Get enough high-quality sleep.
  10. Reduce your exposure to environmental toxins like pesticides, household chemical cleaners, synthetic air fresheners and air pollution.
  11. Reduce your use of cell phones and other wireless technologies, and implement as many safety strategies as possible if/when you cannot avoid their use.
  12. Boil, poach or steam your foods, rather than frying or charbroiling them.

You also can help by voicing your opposition to the FDA’s censorship of alternative cancer treatments by sending a letter to your Congressional representatives and asking them to support H.R. 1364, a bill to amend the Federal Food, Drug, and Cosmetic Act concerning the distribution of information on legitimate scientific research in connection with foods and dietary supplements.

Call or write your Congressman now, and stop the censorship of your right to alternative cancer therapies and possibly a cure.

Sponsored Link: The FDA is moving to BAN most natural health supplements. – Get them while you still can! Wellness Resources – High Quality Nutritional Supplement(Ad)

Fonte: http://theintelhub.com/2011/08/05/the-stunning-effect-of-this-single-vitamin-on-cancer/

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Acordo global para redução do uso de mercúrio

Para o Brasil a “política” do gradual significa nunca.

Celso Galli Coimbra

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País vai defender acordo global para redução gradual do uso de mercúrio

O Brasil defenderá uma redução gradual no uso de mercúrio em determinados produtos e processos nas áreas industrial, mineradora e da saúde, em negociação final que começa domingo visando um tratado internacional para controlar o uso desse metal altamente tóxico. A posição brasileira é de que o acordo precisa levar em conta a situação específica de países em desenvolvimento. O país quer prazos para criar e implementar planos de ação para reduzir o uso de mercúrio nos garimpos e determinar meios de financiar essas medidas.

 

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Também defende prazo até 2025, em vez de 2020 como querem vários países, para a indústria de cloro e álcalis reduzir o uso do metal nessa atividade. Este será um dos setores brasileiros mais atingidos, além dos fabricantes e recicladoras de lâmpadas fluorescentes, de termômetros, refinarias, dentistas, fábricas de pilhas, cosméticos e sabões clareadores.

Para o Brasil, colocar barreiras muitos restritivas seria contraproducente, podendo incentivar a produção ilegal nos garimpos e piorar a situação.

Antecedendo a negociação em Genebra, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUE) divulgou o mais amplo relatório até hoje realizado sobre esse risco e o impacto na natureza e na cadeia alimentar. Alerta que as populações vivendo em países em desenvolvimento são cada vez mais confrontadas a riscos sanitários e ambientais importantes de contaminação de mercúrio.

O documento mostra que em boa parte do Brasil a população corre risco de contaminação por causa de emissões desse metal tóxico, ligadas à extração de ouro de forma artesanal. Mesmo o desmatamento pode ser uma fonte de emissões de mercúrio por meio de erosão extensiva e queima de floresta. Constata também que cem instalações em 43 países, incluindo o Brasil, utilizam hoje mercúrio na indústria de cloro e álcalis.

Em razão da industrialização rápida, a Ásia é agora o principal emissor de mercúrio, com a metade do total mundial. As emissões globais causadas por atividades humanas foram estimadas em 1.960 toneladas em 2010. As emissões na África e na América do Sul estão aumentando, representando 30% do total, enquanto declinam na América do Norte e na Europa.

A maior parte das 600 mil toneladas de depósitos de mercúrio se encontra em países como China, Quirguistão, México, Peru, Rússia, Eslovênia, Espanha e Ucrânia.

O perigo causado pelo mercúrio está hoje comprovado, principalmente para mulheres grávidas e bebês. A ONU conclama os países a adotar medidas urgentes para reduzir as emissões. Por exemplo, 340 toneladas desse metal tóxico são utilizadas todos os anos para cuidados e produtos dentários.

Enquanto a União Europeia favorece um acordo obrigatório para frear o uso do metal tóxico, os Estados Unidos, grupo africano, Japão, Austrália, Filipinas e Noruega defendem uma eliminação gradual na exploração do metal.

Já a China e a Índia se opõem à proibição imediata da mineração de mercúrio e insistem uma abordagem flexível que leve em conta um equilíbrio entre criação de empregos com proteção ambiental e da saúde. Países produtores de petróleo liderados pela Arábia Saudita, Irã e Venezuela querem a exclusão do setor de oleo e gás como fonte das emissões a serem regulamentadas pelo acordo global. Os EUA rejeitam essa demanda.

Por Assis Moreira

Fonte: Valor Econômico

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Mercúrio e Saúde Pública

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No último século os níveis de mercúrio no meio ambiente global triplicaram como resultado crescente da poluição causada pelos intensivos usos industriais, medicinais e domésticos. Este crescimento alarmante da poluição por mercúrio embora pouco divulgado, tem aumentado exponencialmente o risco da exposição perigosa e fatal para todas as pessoas, para a vida selvagem para os ecossistemas, e ameaça a segurança alimentar do planeta, uma vez que os principais alimentos contaminados com mercúrio são os pescados, uma das mais importantes fontes mundiais de proteínas. Devido a isso, as altas concentrações de mercúrio no meio ambiente estão colocando em perigo cidadãos de todos os continentes. Importantes fontes de alimentos já estão contaminadas: crianças são expostas e afetadas, devido aos programas de vacinas contendo thimerosal, populações indígenas da Ilha Baffin (Canadá) até o escudo da Guiana ( Amazônia), com economia de frágil subsistência, correm o risco de perder seus meios de obter alimentos e milhões de pessoas inalam vapores de mercúrio que chegam até os seus pulmões diariamente através de diversas fontes, uma delas que deve ser considerada é o amálgama de mercúrio utilizado em obturações dentárias.

mercurio

O mercúrio ocorre em três formas básicas: mercúrio elementar (metálico), inorgânico e orgânico. O mercúrio metálico é pouco absorvido no sistema digestivo, mas entra no corpo através da inalação. Enquanto a maior parte do mercúrio emitido no meio ambiente esta na forma de mercúrio elementar ou inorgânico,  é  o  mercúrio orgânico – em particular,  o metil mercúrio que apresenta  a maior ameaça às pessoas e á vida selvagem.  Uma  potente neurotoxina, a exposição ao metil mercúrio danifica o cérebro, rins e fígado, e causa problemas de desenvolvimento, desordens reprodutivas, distúrbios das sensações, prejudica a fala e a visão, causa dificuldades para ouvir e caminhar, distúrbios mentais e a morte.  O metil  mercúrio se concentra   no  tecido dos peixes, se tornando crescentemente potente em peixes  predadores  e  mamíferos que se alimentam de peixes, algumas  vezes  alcançando  níveis tóxicos acima de um milhão de vezes maiores do que das águas do entorno.

Uma vez ingeridos pelas pessoas, o metil mercúrio é rapidamente absorvido através do gastrointestinal e penetra facilmente as barreiras hematocenfálicas e placentárias em seres humanos, o que significa que o mercúrio pode passar do corpo de uma mulher gravida para seu feto. Como resultado de exposição ocupacional regular ao mercúrio, inúmeras pessoas em todo o mundo são colocadas diariamente em situações de risco. O uso de mercúrio inclui a produção de cloro e álcalis, fabricas de termômetros, mineração primária de mercúrio, produção de ouro, prata chumbo, cobre e níquel, clinicas odontológicas e usinas termoelétricas sobretudo a carvão; no Brasil 130 toneladas de mercúrio por ano são despejadas em rios para cada 90 toneladas de ouro produzidas pela mineração artesanal de ouro.

Em 1932 uma indústria descartou na Bahia de Minamata (Japão) toneladas de mercúrio erado como subproduto na fabricação de acetaldeído (componente para produção de plásticos), contaminado peixes e frutos do mar. Algum tempo depois, a população local, que se alimentava basicamente de pescados, começou a apresentar sintomas de intoxicação, dentre eles: dormências extremidades dos membros, perda de audição e fala, deficiência visual e distúrbios nervosos. Com o acumulo de mercúrio no organismo , no decorrer do tempo, sugiram graves consequências como a paralisia muscular e degeneração cerebral e , em muitos casos, a morte de mães contaminadas pelo consumo de peixes davam a luz a crianças defeituosas.

No Distrito de Primavera, Município de Rosana, SP, dia 21 de Junho de 2010, duas crianças encontraram vinte (20) frascos contendo Mercúrio metálico no “bota-fora” (despejo de resíduos não orgânicos) da cidade; estes frascos foram levados para residências, escola, locais de trabalho e comércio; posteriormente novos frascos de mercúrio metálico foram encontrados, além dos 20 iniciais. Até 16 de agosto de 2010, a investigação epidemiológica identificou cento e seis (106) casos suspeitos à exposição ou potencialmente expostos ao Mercúrio metálico; destes, seis (6) casos foram confirmados como intoxicação por Mercúrio.

Em setembro deste ano ocorreu um vazamento de mercúrio dentro do compartimento de bagagens de um avião da Gol no Aeroporto Juscelino Kubitschek , em Brasília. O mercúrio estava sendo transportado armazenado numa pequena caixa, dentro de uma mala de passageiro que seguia para Marabá, Pará, com destino a Salvador.

Fontes: Saúde sem Dano, Globo News, Centro de Vigilância Epidemiológicas do Estado de São Paulo e Associação de Combate aos Poluentes.

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A Revista Veja desta semana tem como matéria de capa o assunto Vitamina D. Ed. 2.304, de 16 de janeiro de 2013: “O que você não sabe sobre a Vitamina do Sol. Ela continua a surpreender a medicina com novos efeitos benéficos.”

veja

Para receber as informações mais atualizadas sobre este hormônio-vitamina D, cadastre-se, curtindo a página:

Vitamina D é um hormônio vital para preservação e recuperação da saúde

https://www.facebook.com/VitaminaD.HormonioVital

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Na COLUNA DA ESQUERDA deste site está situado em último lugar a categoria “VITAMINA D”.  Entrem ali e terão acesso às principais publicações, vídeos e programas feitos sobre esta vitamina-hormônio.  Ou apenas cliquem no link que dá acesso direto a todas elas:

 https://biodireitomedicina.wordpress.com/category/vitamina-d/

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No meu canal do YouTube, todo o material de áudio, vídeos e programas sobre Vitamina D3 podem ser acessados neste endereço:

Vitamina D3 – 10.000 UI diárias é vital para preservar à saúde

https://www.youtube.com/playlist?list=PL301EAE2D5602A758

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352
cgcoimbra@gmail.com
 

“O que você não sabe sobre a Vitamina do Sol. Ela continua a surpreender a medicina com novos efeitos benéficos”

A Revista Veja desta semana tem como matéria de capa o assunto Vitamina D.   Ed. 2.304, de 16 de janeiro de 2013: “O que você não sabe sobre a Vitamina do Sol. Ela continua a surpreender a medicina com novos efeitos benéficos.

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Para receber as informações mais atualizadas sobre este hormônio-vitamina D, cadastre-se, curtindo a página:

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Vitamina D3 – 10.000 UI diárias é vital para preservar à saúde

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Celso Galli Coimbra – OABRS 11352
cgcoimbra@gmail.com
 
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27 Foods You Should Never Buy Again

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Cross these items off your grocery store list—whether they’re rip-offs, fakes, drastically unhealthy, or just plan gross, here are the 27 foods you should never buy again.

 

From Dollar Savvy with additional reporting by Rachel Hofstetter

 

Parmigiano-Reggiano cheese

A few shavings of nice cheese on top of pasta or vegetables can take a simple dish from good to great—but you don’t have to fork out$22 a pound for the famous stuff. Instead, look for varieties like Pecorino Romano and SarVecchio, which offer the same flavor at half the price.

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Smoked and Cured Meats

From fancy charcuterie to “dime a dog” night, pass on cured meats in any form—they’ve been linked to cancer, disease, high blood pressure, and migraines. Plus they’re packed with artery-clogging grease: regulations allow up to 50% (by weight) of fresh pork sausage to be fat.

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“Blueberry” items

Ahh, blueberries…now in everything from your breakfast cereal to muffins, granola bars, and sauces—or are they? Turns out that most of the blueberry-flavored items on grocery store shelves don’t feature a single actually berry, just artificial blueberry flavor. Buy your own berries and add them to plain cereal for a real health boost.

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Multi-grain bread

This is junk food masquerading in a healthy disguise. Check the ingredient list to make sure whole wheat is the first, and main, ingredient—otherwise, you’re just getting a few grains mixed into regular white bread. Better yet, forgo the bread and enjoy straight-up barley, brown rice, quinoa, or steel-cut oats.

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Reduced fat peanut butter

When companies take out the fat, they have to add something back in to make the food taste delicious. In this case, it’s lots of extra sugar—and who wants that? Instead, spread regular peanut butter on your sandwich for more of the good fats and protein without fake sweetness.

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Bottled tea

Brew your iced tea at home and you’ll save both big bucks and your waistline—bottled teas can have more grams of sugar than a soda or slice of pie.

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Tomato-based pasta sauces

A jar of spaghetti sauce typically runs $2 to $6. The equivalent amount of canned tomatoes is often under $1. Our suggestion: Make your own sauces from canned crushed tomatoes or fresh tomatoes — particularly in the summer, when they are plentiful, tasty, and cheap. The easiest method is to put crushed tomatoes (canned or fresh) into a skillet, stir in some wine or wine vinegar, a little sugar, your favorite herbs, and whatever chopped vegetables you like in your sauce — peppers, onions, mushrooms, even carrots — and let simmer for an hour. Adjust the flavorings and serve. Even easier: Coat fresh tomatoes and the top of a cooking sheet with olive oil and roast the tomatoes for 20 to 30 minutes at 425˚F before making your stovetop sauce.

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Swordfish

Large bottom-feeder fish such as tuna, shark, king mackerel, tilefish, and especially swordfish are high in mercury. Choose smaller fish, like flounder, catfish, sardines, and salmon instead.

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Energy drinks

Stick to a cup of coffee for your afternoon boost. Seemingly harmless caffeinated beverages are often sugar bombs—and the FDA has received numerous reports linking brands like 5 Hour Energy and Monster Energy to heart attacks, convulsion, and even death.

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Gluten-free baked goods

If you aren’t diagnosed with celiac disease or a gluten intolerance, keep in mind that gluten-free doesn’t necessarily mean healthy—and gluten-free baked goods like bread, cookies, and crackers often are packed with more refined flours, artificial ingredients, and sugar than traditional baked goods. Plus, they can cost up to twice as much as you’d normally spend.

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Flavored non-dairy milks

Vanilla-eggnog-caramel soy milk doesn’t win you any points in thehealth department—and it definitely won’t help your grocery receipt bottom line. If you prefer non-dairy milks for personal dietary reasons, buy unsweetened versions. And if you’re just trying to eat healthfully, skim milk should be just fine.

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Foods made of WOOD

Take a look at the ingredient list for your high-fiber cereal or snack bar, and you’ll probably see an ingredient called “cellulose.” Turns out that cellulose is a code word for “wood pulp.” Food manufacturers use it to extend their products and add fiber, so it looks like you’re getting more food. But really you’re just left with a mouthful of wood shavings.

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White rice

Skip the refined grains and go for whole: a 17% higher risk of diabetes is associated with eating five or more servings of white rice per week, compared to eating white rice less than once a month.

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‘Gourmet’ frozen vegetables

Sure, you can buy an 8-ounce packet of peas in an herbed butter sauce, but why do so when you can make your own? Just cook the peas, add a pat of butter and sprinkle on some herbs that you already have on hand. The same thing goes for carrots with dill sauce and other gourmet veggies.

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Microwave sandwiches

When you buy a pre-made sandwich, you’re really just paying for its elaborate packaging — plus a whole lot of salt, fat, and unnecessary additives. For the average cost of one of these babies ($2.50 to $3.00 per sandwich), you could make a bigger, better, and more nutritious version yourself.

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Premium frozen fruit bars

At nearly $2 per bar, frozen ‘all fruit’ or ‘fruit and juice’ bars may not be rich in calories, but they are certainly rich in price. Make your own at home — and get the flavors you want. To make four pops, just throw 2 cups cut-up fruit, 1 tablespoon sugar, and 1 teaspoon lemon or lime juice into a blender. Cover and blend until smooth. You might wish to add 1 to 2 tablespoons of water so the final mix is a thick slush. Pour into 4-ounce pop molds or paper cups, insert sticks, and freeze until solid.

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Boxed rice ‘entree’ or side-dish mixes

These consist basically of rice, salt, and spices — yet they’re priced way beyond the ingredients sold individually. Yes, there are a few flavorings included, but they’re probably ones you have in your pantry already. Buy a bag of rice, measure out what you need, add your own herbs and other seasonings, and cook the rice according to package directions.

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Energy or protein bars

These calorie-laden bars are usually stacked at the checkout counter because they depend on impulse buyers who grab them, thinking they are more wholesome than a candy bar. Unfortunately, they can have very high fat and sugar contents and are often as caloric as a regular candy bar. They’re also two to three times more expensive than a candy bar. If you need a boost, a vitamin-rich piece of fruit, a yogurt, or a small handful of nuts is more satiating and less expensive.

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Spice mixes

Spice mixes like grill seasoning and rib rubs might seem like a good buy because they contain a lot of spices that you would have to buy individually. Check the label first: We predict the first ingredient you will see on the package is salt, followed by the vague ‘herbs and spices.’ Look in your own pantry, and you’ll probably be surprised to discover just how many herbs you already have on hand, and you can improvise as much as you want.

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Powdered iced tea mixes or prepared flavored iced tea

Powdered and gourmet iced teas are really a rip-off! It’s much cheaper to make your own iced tea from actual (inexpensive) tea bags and keep a jug in the fridge. Plus, many mixes and preparations are loaded with high fructose corn syrup and other sugars, along with artificial flavors. To make 32 ounces of iced tea, it usually takes 8 bags of black tea or 10 bags of herbal, green, or white tea. If you like your tea sweet but want to keep calories down, skip the sugar and add fruit juice instead.

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Bottled water

Bottled water is a bad investment for so many reasons. It’s expensive compared to what’s coming out of the tap, its cost to the environment is high (it takes a lot of fossil fuel to produce and ship all those bottles), and it’s not even better for your health than the stuff running down your drain.

Even taking into account the cost of filters, water from home is still much cheaper than bottled water, which can run up to $1 to $3 a pop.

If you have well water and it really does not taste good (even with help from a filter), or if you have a baby at home who is bottle-fed and needs to drink safe water, buy jugs of distilled or ‘nursery’ water at big discount stores. They usually cost between 79 cents and 99 cents for 1 gallon (as opposed to $1.50 for 8 ounces of ‘designer’ water). And you can reuse the jugs to store homemade iced tea, flavored waters, or, when their tops are cut off, all sorts of household odds and ends.

 

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Salad kits

Washed and bagged greens can be a time-saver, but they can cost three times as much as buying the same amount of a head of lettuce. Even more expensive are ‘salad kits,’ where you get some greens, a small bag of dressing, and a small bag of croutons. Skip these altogether. Make your own croutons by toasting cut-up stale bread you would otherwise toss, and try mixing your own salad dressing.

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Individual servings of anything

The recent trend to package small quantities into 100-calorie snack packs is a way for food-makers to get more money from unsuspecting consumers. The price ‘per unit’ cost of these items is significantly more than if you had just bought one big box of cheese crackers or bag of chips. This is exactly what you should do. Buy the big box and then parcel out single servings and store them in small, reusable storage bags.

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Trail mix

We checked unit prices of those small bags of trail mix hanging in the candy aisle not that long ago and were shocked to find that they cost about $10 a pound! Make your own for much, much less with a 1-pound can of dry roasted peanuts, 1 cup of raisins, and a handful of almonds, dried fruit, and candy coated chocolate. The best part about making your own? You only include the things you like. Keep the mixture in a plastic or glass container with a tight lid for up to 3 weeks.

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‘Snack’ or ‘lunch’ packs

These ‘all-inclusive’ food trays might seem reasonably priced (from $2.50 to $4.00), but you’re actually paying for the highly designed label, wrapper, and specially molded tray. They only contain a few crackers and small pieces of cheese and lunchmeat. The actual edible ingredients are worth just pennies and are filled with salt

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Gourmet ice cream

It’s painful to watch someone actually pay $6 for a gallon of designer brand ice cream. Don’t bother. There’s usually at least one brand or other on sale, and you can easily dress up store brands with your own additives like chunky bits of chocolate or crushed cookie. If you do like the premium brands, wait for that 3-week sales cycle to kick in and stock up when your favorite flavor is discounted.

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Pre-formed meat patties

Frozen burgers, beef or otherwise, are more expensive than buying the ground meat in bulk and making patties yourself. We timed it — it takes less than 10 seconds to form a flat circle and throw it on the grill. Also, there’s some evidence that pre-formed meat patties might contain more e. coli than regular ground meat. In fact, most of the recent beef recalls have involved pre-made frozen beef patties.

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Fontes: http://www.rd.com/slideshows/15-foods-you-should-never-buy-again/

http://www.naturalnews.com/038467_foods_avoid_processed_meat.html

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Anvisa aprova agrotóxico mais nocivo à saúde

A lei dos agrotóxicos, de 1989, proíbe o registro de um novo produto que seja mais tóxico do que outro já registrado para o mesmo fim. O registro é obrigatório para um defensivo ser comercializado.

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O órgão contrariou seus procedimentos internos

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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) contrariou procedimentos internos e aprovou a liberação de um agrotóxico mais nocivo à saúde do que outro que já estava à venda, com o mesmo princípio ativo e para o mesmo fim.

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O inseticida para cana Singular BR, da Ourofino Agronegócio, passou pela avaliação da Anvisa e obteve registro no Ministério da Agricultura mesmo sendo mais tóxico do que seu produto de referência, o Regent 800 WG, da Basf, há anos no mercado.

O Singular e outros seis produtos de quatro empresas estão no centro das denúncias do ex-gerente de toxicologia da Anvisa, Luiz Cláudio Meirelles, exonerado enquanto fazia apurações internas.

A lei dos agrotóxicos, de 1989, proíbe o registro de um novo produto que seja mais tóxico do que outro já registrado para o mesmo fim. O registro é obrigatório para um defensivo ser comercializado.

O propósito da lei é proteger a saúde humana e a natureza e estimular as empresas a buscar soluções tecnológicas menos danosas.

A Anvisa disse, em nota, que esse é um processo que está sendo auditado e que, por isso, só irá se pronunciar depois das apurações.

De modo geral, porém, a agência afirmou que passou a aprovar neste ano registros de produtos mais tóxicos que os de referência. Antes, a Anvisa orientava as empresas a reformulá-los, de modo a torná-los menos nocivos.

A mudança se baseou em parecer da AGU (Advocacia-Geral da União), favorável ao pedido de uma empresa.

O parecer, de março, é posterior à aprovação do Singular BR. O inseticida está com registro válido no Ministério da Agricultura e deve ser lançado no próximo mês.

A Ourofino é a mesma empresa que, em 2011, emprestou jatinho ao então ministro da Agricultura, Wagner Rossi (PMDB). O episódio acelerou sua saída do governo.

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Brasil: líder mundial em alimentos envenenados

“O caminho percorrido historicamente pelo Brasil com seu atual modelo de produção nos levou ao lugar do qual não nos orgulhamos de maior consumidor de agrotóxicos no mundo e uma das maiores áreas de plantação de transgênicos”

(…)

 O país que está prestes a tornar-se líder mundial na produção de alimentos abusa de venenos que causam intoxicação crônica, aquela que mata devagar com doenças neurológicas, hepáticas, respiratórias, renais, cânceres entre outras e provoca o nascimento de crianças com mal formação genética.

(…)

O sangue e urina dos moradores de regiões que sofrem coma pulverização áreas de agrotóxicos estão envenenados. Nos últimos anos, o Brasil tornou-se o principal destino de defensivos agrícolas banidos no exterior. Segundo dados da Anvisa, são usados em nossas lavouras pelo menos dez produtos proscritos na União Europeia, Estados Unidos, China.

(…)

é preciso fortalecer a capacidade reguladora do Estado, tanto na regulação da expansão das monoculturas, como no banimento imediato dos agrotóxicos que já foram proibidos em outros países, incluindo os que foram utilizados em guerras, como o glifosato.

(…)

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Por Tatiana Achcar

Nunca tivemos tanta comida produzida no mundo, mesmo assim um milhão de pessoas passam fome e outro milhão comem menos do que necessitam. A fome é um problema de economia mundial. Em vinte anos, o Brasil tomará dos Estados Unidos a liderança mundial na produção de alimentos. No entanto, 49% dos brasileiros estão acima do peso, sendo 16% obesos, segundo o Ministério da Saúde. A obesidade é um problema de saúde pública, logo, de economia nacional. Por que esse disparate entre a grande quantidade de alimento e a fome e o sobrepeso? Apesar das commodities agrícolas bombarem as bolsas de valores, o sistema alimentar mundial tem falhas, e das grossas: o modo de produção usa recursos naturais de maneira abusiva, o sistema está baseado na industrialização, que artificializa o alimento, e a distribuição é concentrada e controlada por poucos gigantes do setor. Alimentação em quantidade e qualidade adequada e saudável é um direito humano, mas virou artigo de luxo.

Em seu discurso de posse, no dia 18 de abril, a nova presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar, a antropóloga Maria Emília Pacheco, criticou os agrotóxicos, os alimentos transgênicos e a livre atuação das grandes corporações, apoiada na irrestrita publicidade de alimentos, especialmente entre o público infantil, como nocivas para a segurança e soberania alimentar. “O caminho percorrido historicamente pelo Brasil com seu atual modelo de produção nos levou ao lugar do qual não nos orgulhamos de maior consumidor de agrotóxicos no mundo e uma das maiores áreas de plantação de transgênicos”, afirmou. O país que está prestes a tornar-se líder mundial na produção de alimentos abusa de venenos que causam intoxicação crônica, aquela que mata devagar com doenças neurológicas, hepáticas, respiratórias, renais, cânceres entre outras e provoca o nascimento de crianças com mal formação genética. O uso massivo de agrotóxico promovido pela expansão do agronegócio está contaminando o agricultor, que tem contato direto com a lavoura envenenada, os alimentos, a água e o ar. Estudos científicos recentes encontraram resíduos de agrotóxicos em amostras de água da chuva em escolas públicas no Mato Grosso. O sangue e urina dos moradores de regiões que sofrem coma pulverização áreas de agrotóxicos estão envenenados. Nos últimos anos, o Brasil tornou-se o principal destino de defensivos agrícolas banidos no exterior. Segundo dados da Anvisa, são usados em nossas lavouras pelo menos dez produtos proscritos na União Europeia, Estados Unidos, China.

É evidente que segurança e soberania alimentar dependem de um sistema de produção alimentar bom, limpo e justo, sustentável e descentralizado, de base agroecológica de produção, extração e processamento, de processos permanentes de educação alimentar e nutricional. É estratégico adotar a soberania e segurança alimentar como um dos eixos ordenadores da estratégia de desenvolvimento do país para superar desigualdades socioeconômicas, regionais, étnico-raciais, de gênero e de geração e erradicar a pobreza extrema e a insegurança alimentar e nutricional.

Fico contente com a posse de Maria Emília Pacheco por sua força de vontade política e clareza de que é preciso fortalecer a capacidade reguladora do Estado, tanto na regulação da expansão das monoculturas, como no banimento imediato dos agrotóxicos que já foram proibidos em outros países, incluindo os que foram utilizados em guerras, como o glifosato. E dar um o fim aos subsídios fiscais, rotular, obrigatoriamente, todos os alimentos transgênicos, assegurando ao consumidor o direito à informação. Investir na agricultura familiar e camponesa é eixo fundamental que deve estar na prioridade do governo. Ela gera emprego e renda para milhões de pessoas, estimula a produção de alimentos e a diversidade de culturas, respeita tradições alimentares e preserva a natureza, fixa o homem no campo e fortalece as economias locais e regionais.

Desejo que a proposta da Política Nacional de Agroecologia e Sistemas Orgânicos de Produção, em processo de elaboração por um grupo interministerial, seja amplamente aprovada a aplicada para garantir a proteção da agrobiodiversidade e de iniciativas como a conservação de sementes crioulas, os sistemas locais públicos de abastecimento, circuitos curtos de mercado e mercado institucional. É vencendo esses passos que um país deveria orgulhar-se de ser líder mundial na produção de alimentos.

 

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/blogs/habitat/brasil-líder-mundial-em-alimentos-envenenados-213343375.html

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Agrotóxicos e o antijornalismo. “Nós temos o direito de saber”

Desde os anos 1970, o problema, para os defensores da química na agricultura, nunca é o produto, mas sim, o agricultor, como se a toxicidade só dependesse do uso e não dos componentes utilizados na fabricação. A propaganda de agrotóxicos, em geral, anunciava cada novo pesticida como “mais eficaz” no combate às pragas, mais eficiente que o anterior, só que, muitas vezes, não dizia que era também mais venenoso. Mas a verdadeira avalanche de casos de intoxicação de agricultores parece demonstrar que esses produtos são muito perigosos. Até porque, se não fossem, não haveria necessidade do desenho de caveiras em seus rótulos.

(…)

 A matéria da Veja faz afirmações de forma leviana e irresponsável para a população leiga no assunto, passando a impressão que os agrotóxicos não são tão perigosos  assim.   Ela diz que os alimentos que lideram o ranking da Anvisa de forma alguma representariam   risco  à  saúde,  que os  resíduos  estão dentro  dos níveis  seguros  e  que o uso de agrotóxicos não-autorizados não é prejudicial à saúde.    Neste último caso,  a  justificativa seria o alto custo para os fabricantes   alterarem  os  rótulos,  indicando  outros  cultivos  onde os pesticidas poderiam ser utilizados.

(…)

No entanto, a reportagem se contradiz – novamente – declarando que os resíduos de agrotóxicos não podem ser removidos dos alimentos com água, ou qualquer outra substância, já que o veneno penetra na polpa do alimento ou circula pela seiva da planta. Essa afirmação é um “tiro no pé”, muito negativa para quem quer defender os “defensivos”, e reforça o argumento de quem luta contra os agrotóxicos: um dos maiores problemas é a manutenção dos pesticidas no ambiente, por muito tempo; dependendo do produto, pode levar anos ou décadas para desintegrar-se, como é o caso bastante conhecido do DDT. Aliás, a matéria relata que, se o agricultor seguir a bula corretamente, “o produto sofrerá degradação natural com a ação dos raios solares, da chuva e de microorganismos”. Segundo a ABA, isso é uma inverdade: “as consequências ambientais e para a saúde, em função de uma aplicação que deixou resíduos, podem permanecer por muito tempo”.

(…)

Em relatório de 2012, elaborado pelo Instituto Nacional do Câncer, José de Alencar Gomes da Silva (Inca) consta que “importantes compostos cancerígenos encontram-se entre os metais pesados, os agrotóxicos, os solventes e as poeiras”. Além da população rural, que fica mais exposta pelo manuseio desses produtos, “toda a população pode ter contato com agrotóxicos, seja pela ocupação, pela alimentação ou pelo ambiente”. Substâncias como o DDT, clordane e lindane são promotoras de tumores. O relatório cita uma extensa bibliografia de estudos que relacionam, entre outros agentes, agrotóxicos e câncer.

(…)

A produção de alimentos orgânicos, através de métodos agroecológicos, não interessa às grandes empresas que controlam o agronegócio no Brasil. Os orgânicos não dependem da compra de sementes (geneticamente modificadas ou não) ou da compra de agrotóxicos. Na agricultura ecológica, ou orgânica, o agricultor é autônomo, controla sua semente e seus próprios insumos, entre eles, matéria orgânica (compostagem, folhas de árvores, resíduos industriais, estrume, etc). O que a agricultura convencional considera como praga (insetos, fungos), ou erva daninha que deve ser exterminada pelos agrotóxicos, na agricultura ecológica é um sintoma, indicador da saúde da planta e do solo.

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Por Elenita Malta Pereira, no sítio Outras Palavras:

A matéria “A verdade sobre os agrotóxicos”, publicada em Veja (edição de 4/1/2012), revisita um tema que é alvo de polêmicas, oposições apaixonadas e amplas discussões no Brasil desde os anos 1970. No entanto, apesar de décadas de controvérsia, já no título, a revista demonstra que pretende revelar a verdade sobre o assunto. A Associação Brasileira de Agroecologia (ABA), em carta-resposta à Veja, considerou o tratamento dado a um tema tão controverso como “parcial e tendencioso”, apontando uma série de equívocos na reportagem.

Em Primavera Silenciosa, o primeiro alerta mundial contra os pesticidas, publicado em 1962, Rachel Carson descreveu diversos casos de pulverizações – especialmente de diclorodifeniltricloroetano (DDT) – nos Estados Unidos, nos anos 1950-60, quando morreram enormes quantidades de pássaros, peixes, animais selvagens e domésticos. As pulverizações para exterminar supostas “pragas” também contaminaram as águas de rios, córregos, dos oceanos, os solos e os humanos.

Carson já constatava, há 50 anos, que a questão dos resíduos químicos nos alimentos era tema de ardorosos debates. A existência de resíduos ou era desprezada pela indústria, que a considerava sem importância, ou era francamente negada. No entanto, pesquisas comprovavam, já naquela época a associação da presença do DDT no corpo humano com a alimentação, ao analisar gordura humana e amostras de alimentos em restaurantes e refeitórios.

Motivada pela divulgação, em dezembro de 2011, de um estudo sobre contaminação de alimentos por pesticidas promovido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) referente ao ano de 2010, a reportagem da Veja começa questionando o uso da palavra “agrotóxico”: o “nome certo é defensivo agrícola”. Segundo a matéria, “agrotóxico” é um termo impreciso e carregado de julgamento valor; já “defensivos” seria correto, porque esses produtos não servem para intoxicar o ambiente ou o consumidor, mas para “defender” a plantação das pragas, insetos e parasitas.

Esse debate é antigo, construído ao longo de uma verdadeira contenda, que foi protagonizada por ecologistas, políticos e representantes das indústrias agroquímicas, desde os anos 1970. A própria nominação dos agroquímicos determinava de que “lado” estava quem nomeava: de um lado, executivos das indústrias fabricantes que, obviamente, queriam vender seus produtos; pesquisadores que recebiam financiamento dessas empresas para suas pesquisas e funcionários públicos, todos trabalhando para “defender” seus interesses. Do outro lado, entidades ambientalistas de vários estados, professores universitários e pesquisadores preocupados com o efeito desses produtos na saúde das pessoas e da natureza.

O termo “agrotóxico”, mais do que portar um juízo de valor, está consolidado na legislação brasileira sobre o tema, a Lei 7.802/89. A palavra já estava presente na primeira legislação estadual, a Lei 7.747, publicada no Rio Grande do Sul, em dezembro de 1982, fruto de um amplo debate liderado por políticos, pesquisadores e ecologistas. O ecologista José Lutzenberger considerou a publicação dessa lei uma “vitória sem precedentes”, uma conquista da sociedade civil, inédita em diversos países. Por outro lado, o termo “defensivos agrícolas” também não é isento de valor: expressa que essas substâncias são boas, defendem a lavoura de pragas. No entanto, o próprio conceito do que pode ser considerado praga é questionável, depende do ponto de vista de quem está observando uma plantação. O que é praga na agricultura que usa produtos químicos pode ser um aliado no controle natural de insetos realmente prejudiciais, e até mesmo um indicador da saúde das plantas para quem pratica agricultura ecológica.

O interessante é que, apesar de afirmar que o certo é “defensivo agrícola”, as jornalistas usam, em trechos da reportagem, o termo agrotóxico – não como citação de outra fonte, o que é uma contradição.

A matéria da Veja afirma que apenas uma parte muito pequena das amostras analisadas pela Anvisa continha agrotóxicos acima do permitido. Mais ainda, que os motivos dessa ocorrência envolvem os agricultores: ou eles aplicaram doses acima do indicado, ou desrespeitaram o período de carência. A estratégia de culpar o agricultor também data de bastante tempo.

Desde os anos 1970, o problema, para os defensores da química na agricultura, nunca é o produto, mas sim, o agricultor, como se a toxicidade só dependesse do uso e não dos componentes utilizados na fabricação. A propaganda de agrotóxicos, em geral, anunciava cada novo pesticida como “mais eficaz” no combate às pragas, mais eficiente que o anterior, só que, muitas vezes, não dizia que era também mais venenoso. Mas a verdadeira avalanche de casos de intoxicação de agricultores parece demonstrar que esses produtos são muito perigosos. Até porque, se não fossem, não haveria necessidade do desenho de caveiras em seus rótulos.

A matéria da Veja faz afirmações de forma leviana e irresponsável para a população leiga no assunto, passando a impressão que os agrotóxicos não são tão perigosos assim. Ela diz que os alimentos que lideram o ranking da Anvisa de forma alguma representariam risco à saúde, que os resíduos estão dentro dos níveis seguros e que o uso de agrotóxicos não-autorizados não é prejudicial à saúde. Neste último caso, a justificativa seria o alto custo para os fabricantes alterarem os rótulos, indicando outros cultivos onde os pesticidas poderiam ser utilizados. Aqui, podemos perceber mais uma vez que os interesses das empresas sempre são relevantes e merecem ser preservados.

No entanto, a reportagem se contradiz – novamente – declarando que os resíduos de agrotóxicos não podem ser removidos dos alimentos com água, ou qualquer outra substância, já que o veneno penetra na polpa do alimento ou circula pela seiva da planta. Essa afirmação é um “tiro no pé”, muito negativa para quem quer defender os “defensivos”, e reforça o argumento de quem luta contra os agrotóxicos: um dos maiores problemas é a manutenção dos pesticidas no ambiente, por muito tempo; dependendo do produto, pode levar anos ou décadas para desintegrar-se, como é o caso bastante conhecido do DDT. Aliás, a matéria relata que, se o agricultor seguir a bula corretamente, “o produto sofrerá degradação natural com a ação dos raios solares, da chuva e de microorganismos”. Segundo a ABA, isso é uma inverdade: “as consequências ambientais e para a saúde, em função de uma aplicação que deixou resíduos, podem permanecer por muito tempo”.

Segundo a matéria da Veja, só há riscos à saúde do agricultor quando ele não respeita as regras de uso, já que os equipamentos de segurança o protegeriam do contato com o veneno. No entanto, nem sempre o agricultor tem acesso a esses equipamentos ou à informação de como utilizá-los corretamente. Além disso, há muitos casos de intoxicação que independem do seu uso.

Consultando os arquivos dos jornais de maior circulação do país, é possível constatar uma quantidade impressionante de notícias sobre envenenamento e morte de agricultores, cuja causa envolveu a aplicação de produtos químicos na lavoura. Há períodos em que as ocorrências são diárias, envolvendo famílias inteiras, em cidades do interior do Brasil. Casos de jovens que dormiram durante meses, sem perspectiva de acordar, depois do contato com agrotóxicos; bebês que ficaram doentes por causa do leite, já que a vaca que o fornecia comeu pasto contaminado com pesticidas; crianças que morreram pela ingestão de água contaminada; agricultores fulminados durante pulverizações aéreas sem aviso prévio, entre outros, são exemplos nefastos de que o equipamento não é garantia de segurança total.

Artigo da Gazeta Mercantil (Porto Alegre, 28/05/1975) relata que o consumo de pesticidas no Brasil aumentou dez vezes entre 1964 e 1974 e questiona: “em que medida esse consumo teria sido fortemente incentivado, provocando o uso indiscriminado e exagerado de defensivos?” Se por volta de 1974 o consumo somava cerca de 74 mil toneladas anuais, o que dizer das cerca de 1 milhão toneladas em 2010 (de acordo com dados do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Agrícola)? O estímulo ao uso intensivo desses produtos interessa aos fabricantes, pelos altíssimos ganhos, mas, ao mesmo tempo, provoca prejuízos não totalmente contabilizados ao ambiente e à vida humana.

Também segundo a reportagem da Veja, não haveria comprovação científica de que o consumo a longo prazo de resíduos de pesticidas nos alimentos provoque problemas sérios em seres humanos. Essa constatação demonstra um profundo desconhecimento da literatura científica sobre os efeitos desses produtos na saúde humana. Em relatório de 2012, elaborado pelo Instituto Nacional do Câncer, José de Alencar Gomes da Silva (Inca) consta que “importantes compostos cancerígenos encontram-se entre os metais pesados, os agrotóxicos, os solventes e as poeiras”. Além da população rural, que fica mais exposta pelo manuseio desses produtos, “toda a população pode ter contato com agrotóxicos, seja pela ocupação, pela alimentação ou pelo ambiente”. Substâncias como o DDT, clordane e lindane são promotoras de tumores. O relatório cita uma extensa bibliografia de estudos que relacionam, entre outros agentes, agrotóxicos e câncer.

Cientistas da Universidade de Caen, na França, que pesquisam há anos os efeitos dos herbicidas à base de glifosato (recordistas de vendas no Brasil), descobriram que eles contêm toxicidade que afeta diretamente as células humanas. Em artigos científicos recentes, os pesquisadores afirmaram que mesmo pequenos resíduos que ficam nos alimentos podem causar danos, especialmente ao rim humano. Artigo de professora da USP (Larissa Bombardi, 2011) afirma, a partir de dados do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas – Ministério da Saúde/Fiocruz (Sinitox), que no período de 1999 a 2009 ocorreram cerca de 62 mil intoxicações por agrotóxicos de uso agrícola no Brasil.

Outra informação da matéria da Veja é que “o Brasil é um dos países mais rigorosos no registro de agrotóxicos”. No entanto, segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), nosso país é o principal destino de agrotóxicos proibidos no exterior. Diversos produtos vedados nos Estados Unidos e na Europa são comercializados livremente aqui. Se o controle fosse mesmo rigoroso, o Brasil seria o maior consumidor mundial de agrotóxicos?

Encaminhando-se para o final, a reportagem põe em dúvida a credibilidade dos alimentos orgânicos, aqueles que são cultivados sem agrotóxicos. Ela questiona as regras para credenciamento e fiscalização: com um controle insuficiente, haveria riscos à saúde da população no consumo de alimentos orgânicos.

Citando o caso de contaminação por Escherichia coli, ocorrido em junho de 2011, na Alemanha, em que pessoas morreram ao consumir brotos de feijão germinados produzidos por uma fazenda orgânica, a matéria da Veja conclui que “não só por ser orgânico um produto é necessária e automaticamente mais saudável que o similar cultivado com o auxílio de defensivos”. Sem diminuir a gravidade das mortes ocorridas na Alemanha, é muito precipitado afirmar que não haveria diferença de risco no consumo de alimentos orgânicos ou não-orgânicos. Esse foi um caso isolado, que poderia ter ocorrido mesmo se a produção não fosse orgânica, afinal, é possível garantir que a fiscalização dos alimentos que usam produtos tóxicos seja eficiente?

A humanidade viveu milênios praticando agricultura sem venenos. Só após a segunda guerra mundial o uso da química na lavoura passou a ser recomendado como a melhor solução para o combate das “pragas” e para acabar com a fome no mundo – o que não ocorreu: os insetos ficaram resistentes aos venenos e há muitas pessoas passando fome ainda no século 21. A chamada “Revolução Verde” introduziu técnicas alardeadas como “modernas” (cultivo intensivo do solo, monocultura, irrigação, controle químico de pragas e manipulação genética de plantas), mas que geram dependência dos agricultores em relação às empresas que vendem os insumos vinculados a esse tipo de agricultura.

A produção de alimentos orgânicos, através de métodos agroecológicos, não interessa às grandes empresas que controlam o agronegócio no Brasil. Os orgânicos não dependem da compra de sementes (geneticamente modificadas ou não) ou da compra de agrotóxicos. Na agricultura ecológica, ou orgânica, o agricultor é autônomo, controla sua semente e seus próprios insumos, entre eles, matéria orgânica (compostagem, folhas de árvores, resíduos industriais, estrume, etc). O que a agricultura convencional considera como praga (insetos, fungos), ou erva daninha que deve ser exterminada pelos agrotóxicos, na agricultura ecológica é um sintoma, indicador da saúde da planta e do solo.

No livro Plantas doentes pelo uso de agrotóxicos, o engenheiro agrônomo francês Francis Chaboussou divulgou a “teoria da trofobiose”. Após anos de pesquisa, ele concluiu que o uso continuado de agrotóxicos adoece as plantas. E somente as plantas doentes, em desequilíbrio metabólico, são atacadas pelos parasitas. A planta equilibrada em crescimento vigoroso ou em descanso não é nutritiva para as pragas. Na verdade, na agricultura ecológica, a propriedade rural é pensada como um agroecossistema, em que a observação das interações que ocorrem no ambiente é vital. Solo nutrido, planta saudável. Inseridos na diversidade de espécies da propriedade agrícola, os alimentos orgânicos tendem a ser muito mais saudáveis que os não-orgânicos.

Em abril de 2012, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) divulgou a primeira parte de um dossiê sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde. Escrito por professores universitários e pesquisadores com larga experiência no assunto, o dossiê externa a preocupação desses profissionais com a escalada ascendente de uso de agrotóxicos no Brasil e a contaminação do ambiente e das pessoas dela resultante, com severos impactos sobre a saúde pública.

O relatório cita exemplos de cidades onde ocorre a contaminação das águas, no Ceará e em Mato Grosso, com destaque para Lucas do Rio Verde (MT), onde “chuvas de agrotóxicos”, ou seja, pulverizações aéreas indiscriminadas causaram surto de intoxicações agudas em crianças e idosos, bem como contaminação do leite materno.

Como as bases cientificas que sustentam o uso dos agrotóxicos são frágeis (“deveria caber às empresas demonstrar com rigor que não são nocivos para a saúde humana ou para o meio ambiente”), os pesquisadores questionam: “É lícito manter os agrotóxicos em uso na agricultura nesse contexto?” Além disso, os inúmeros casos de contaminações de trabalhadores e população em geral, desde os anos 1970 até hoje, oneram o SUS, custando muitos milhões aos cofres públicos.

Como podemos perceber, a “verdade sobre os agrotóxicos” está bem longe de ser alcançada. O debate está polarizado: de um lado, as indústrias e os comerciantes, a quem interessa divulgar que os “defensivos” não causam danos à saúde humana; do outro, profissionais da área da saúde engajados na posição de que os agrotóxicos fazem sim muito mal aos humanos e aos ecossistemas onde são aplicados. A preocupação aumenta na mesma medida que o consumo desses produtos no Brasil, que desde 2008 carrega o título nada honrável de maior comprador de agrotóxicos do mundo.

Cabe ao consumidor ficar atento ao debate, à história e aos interesses por trás dele. Afinal, como já dizia Rachel Carson lá em 1962, nós temos o direito de saber. No mínimo.

* Elenita Malta Pereira é doutoranda em História na UFRGS
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Assista ao filme:
O Veneno Está na Mesa

 

Monsanto’s Roundup Continuously Shown to Cause Birth Defects

English: A sign warning about pesticide exposure.

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Patrick Gallagher
NaturalSociety

Monsanto has recently been noted as one of the key power players in the welfare  of people across the country, continually extending their influence to the more remote parts of the world as well. Monsanto has also been engineering extensively genetically modified crops for the past several decades, and now finally has a type of soybean crop that can survive sustained pesticide exposure – for maximum insect control of course.

What seems to be a positive situation is actually a mostly dangerous toxic  product; made specifically to deflect the harmful effects of the pesticides and  weed killers on the growing plants, the Roundup Ready crops are recognized as the root cause of disease and discontent spread upon the Argentinean mass growing plains known as the Pampas. There was a time when the Pampas were littered with small farms, but ever since Monsanto hit the scene, the Pampas have been a major GMO growing operation.

The genetically engineered crops’ effect on the population has been simply terrible. The crop itself is not the only problem, the crops are sprayed on a regular basis with gallons of pesticides and weed killers, which has taken the toll on the locals. They consume much of the crops themselves, either by exports or to be consumed themselves – the soybean crop accounts for a very large portion of income, and is also a centerpiece in the Argentine diet. Effects vary, but some people have been known to develop breasts, have a variety of birth defects, and have been known to experience carcinogenic effects as well. The people are also becoming sterile over time. Given the rate of consumption, they will likely be completely sterile within a decade.

The studies have also proven that extended use of non-organic crops and pesticides will continuously affect the body and the core functions of the body, primarily in the reproductive areas. Glyphosate, which is in many Monsanto products and crops, has been found to have a direct correlation to the disruption of the well-being of several key systems of the body – growth hormones are immediately affected, followed by the endocrine systems and the reproductive systems on the long term. Glyphosate has been credited as being the poison that is killing the Argentine population slowly and to no avail.

Thankfully, after receiving anonymous threats, a woman from Argentina has taken action against Monsanto and pesticide spraying – successfully resulting in positive change for her community. She even won an environmental award for her activism.

This isn’t the only occurrence of mass experimentation with GMO crops and pesticides; in fact this is but one crop in one particular location of the world. Glyphosate-based crops and pesticides have been in circulation in many nations for decades. One study conducted by a German university found very high concentrations of Glyphosate in all urine samples tested. Canola, soybeans, corn, and cotton are all a major part of the GMO crops that have been ravaging the health and well-being of the nation, even with the prior knowledge that the GMO crops were shown to be harmful to a large quantity of both people and animals alike.

Fonte: http://naturalsociety.com/monsantos-roundup-cause-birth-defects/

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Promotores defendem rastreamento de agrotóxicos

O Projeto de Lei de autoria do deputado Ronaldi Santini foi retirado ontem devido às reações que se lhe opuseram. A lista dos demais apoiadores deste PL será colocada neste espaço para que seus nomes sejam lembrados em épocas de eleições, quando eles pedirem o seu voto. Lembre-se do que eles queriam obrigá-lo a comer: mais veneno. ” Na prática, com a aprovação pelo Parlamento, será liberado o uso de agrotóxico em solo gaúcho que não tem permissão em seu país de origem.” 

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Caso o Projeto de Lei nº 78/2012, de autoria do deputado Ronaldo Santini, seja aprovado, o Rio Grande do Sul sofrerá um retrocesso na legislação ambiental. A opinião é do Promotor de Justiça Paulo da Silva Cirne, que atua na Promotoria de Justiça Especializada de Passo Fundo. Na prática, com a aprovação pelo Parlamento, será liberado o uso de agrotóxico em solo gaúcho  que não tem permissão em seu país de origem. 

Ao lado da Promotora de Justiça Annelise Monteiro Steigleder,   da Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente de Porto Alegre, Paulo da Silva Cirne foi um dos palestrantes do segundo dia do Encontro Gaúcho – Agrotóxico, Receituário Agronômico e Alimento Seguro, promovido pela Câmara Especializada de Agronomia do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Sul – CREA-RS. Durante os debates, realizados no Teatro Dante Barone, foi aprovada uma moção de repúdio contra o Projeto de Lei nº 78/2012.

Durante sua fala, o Promotor de Justiça disse que três ações devem ser buscadas, de forma intensa, para que os alimentos cheguem à mesa do consumidor sem serem contaminados. A primeira seria a exclusão total dos agrotóxicos. Também deveria ser feita pelo poder público o rastreamento do alimento, desde o receituário do agrotóxico, passando pelo uso no cultivo, chegando até o consumidor. Ainda deveria sempre ser exigido o receituário feito por profissional especializado e que a entidade de classe fizesse uma fiscalização rígida.

De acordo com Paulo da Silva Cirne, os tipos penais que punem os abusos existem, mas o Ministério Público, para agir, necessita que as provas do possível crime cheguem até ele.

Já a Promotora de Justiça Annelise Monteiro Steigleder lembrou que o Poder Público é o responsável pelo controle dos agrotóxicos no país. Ela disse que sempre deverá prevalecer uma vontade do administrador de proteger a saúde do consumidor. Por fim, a Promotora de Justiça reforçou a necessidade da implantação do rastreamento dos agrotóxicos no país e concordou que o Estado sofrerá um retrocesso na legislação ambiental caso o Projeto de Lei nº 78/2012 seja aprovado pela AL.

O segundo dia do Encontro Gaúcho – Agrotóxico, Receituário Agronômico e Alimento Seguro também contou com a participação do Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho.

Fonte: http://www.mp.rs.gov.br/ambiente/ambiente/noticias/id29639.htm?impressao=1

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Tem arsênico no seu arroz. There’s arsenic in your rice — and here’s how it got there

arsenic trioxide

arsenic trioxide

Tem arsênico no seu arroz – e aqui está como ele foi parar nele.

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By Twilight Greenaway

Photo by Shutterstock.

Rice. It’s just one of the basics, right? Whether eaten on its own, or in products like pastas or cereal, this inexpensive and healthy food is a staple for Asian and Latino communities, as well as the growing number of people looking to avoid gluten.

Here’s the bad news (cue Debbie Downer sound effect): The food most of us think we have more or less locked down is shockingly high in arsenic. And arsenic, especially the inorganic form often found in rice, is a known carcinogen linked to several types of cancer, and believed to interfere with fetal development.

According to new research by the Consumers Union, which took over 200 samples of both organic and conventionally grown rice and rice products, nearly all the samples contained some level of arsenic, and a great deal of them contained enough to cause alarm. While there is no federal standard for arsenic in food, according to the Consumers Union, the advocacy arm of Consumer Reports, one serving of rice may have as much inorganic arsenic as an entire day’s worth of water.  (They’ve also created a useful chart of various rice products, rice brands, and their arsenic levels.)

Rice often readily absorbs arsenic from soil where chemical-heavy cotton once grew. (Photo by Shutterstock.)

How does rice compare to other grains like wheat and oats? It turns out it’s much higher because of two main factors: How and where rice is grown. The November issue of Consumer Reports, released today, breaks down both phenomena. First, the how:

Rice absorbs arsenic from soil or water much more effectively than most plants. That’s in part because it is one of the only major crops grown in water-flooded conditions, which allow arsenic to be more easily taken up by its roots and stored in the grains.

Then, the where:

In the U.S. as of 2010, about 15 percent of rice acreage was in California, 49 percent in Arkansas, and the remainder in Louisiana, Mississippi, Missouri, and Texas. That south-central region of the country has a long history of producing cotton, a crop that was heavily treated with arsenical pesticides for decades in part to combat the boll weevil beetle.

Not a big rice eater? Well, I’d argue this study matters for other reasons too; it illustrates what a long shadow industrial farming practices can cast over the entire food system — and the way some chemicals can cycle through our food and water, for literally generations. You see, in some areas, even rice grown organically is impacted because of what you might call the legacy of the soil.

For decades, farmers used lead-arsenate insecticides to control pests. As the name implies, these were extra dangerous because of their lead content and they were banned in the 1980s, but much of the arsenic that was left behind still remains in the soil. As Consumer Reports mentioned above, the worst offenders were cotton farms in the South, which relied heavily on these heavy-metal-containing chemicals. (Cotton farming, generally, is known to be some of the most “chemically dependent” farming on Earth.)

Click to embiggen.

There are still several non-lead-based arsenical pesticides on the market, and although most are in the process of being phased out, Michael Hansen, Consumers Union senior scientist, says there is still one important pesticide, called MSMA, in use on cotton farms. Ironically, Hansen says, “they’re allowing its use because of the increasing problem of Palmer pigweed — created by the overuse of Glyphosate [Roundup] due to [Roundup Ready] GMO seeds.” (Otherwise known as superweeds.) “Palmer pigweed can lead to a 25 percent-or-more loss of revenue in cotton. So federal regulators calculated that it was worth the risk to continue using arsenic herbicides.”

Arsenic has also been commonly used in animal feed to prevent disease and make both hogs and chickens grow faster. The manure from these farms also ultimately ends up adding arsenic back in the soil (it’s even permitted on organic farms). Hansen says he’s seen ample evidence that soils that have been treated with poultry manure for years “have significantly higher levels of arsenic than untreated soil.”

On the bright side, a new law in Maryland, a huge poultry farming state, will keep arsenic feed out of chicken farms there. And one poultry drug, Pfizer’s Roxarsone, was voluntarily withdrawn from the market last spring. Meanwhile there are three others are still allowed to be used outside Maryland. “We think the Food and Drug Administration [FDA] should ban those as well,” said Hansen.

In the press release associated with the study, Consumers Union recommended that the Environmental Protection Agency (EPA) phase out use of all arsenical pesticides and the FDA set limits for arsenic in rice products. In response to Wednesday’s report, the FDA released an FAQ on its website describing its own testing of 1,000 different rice products. FDA officials also told the Washington Post, however, that they are “not prepared, based on preliminary data, to advise people to change their eating patterns.”

The Consumers Union, on the other hand, has a released a chart explicitly designed to help consumers limit their exposure to rice, with exact serving recommendations for both adults and children. Rice cereal, which federal surveys indicate many small children eat multiple times a day, is of special concern.

According to Hansen, rice grown in California (a relatively small subset of the U.S. industry), is also likely to have lower arsenic rates than rice grown in the South. For those interested in reducing their risk, the scientist also recommends washing the grain thoroughly before cooking it, and using a technique Hansen has observed in Asia.

“When I was in Bangladesh recently I noticed they would cook the rice with a lot of extra water — to absorb arsenic and/or pesticide residue — and then drain it off at the very end before serving it.” Hansen says this technique, over time, especially if filtered water is used, may reduce the risk of exposure to the heavy metal.
Twilight is the food editor at Grist. Follow her on twitter.

Fonte: http://grist.org/food/theres-arsenic-in-your-rice-and-heres-how-it-got-there/

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