A change of heart and a change of mind? Technology and the redefinition of death in 1968 – Mita Giacomini

Mita Giacomini

Department of Clinical Epidemiology and Biostatistics, Centre for Health Economics and Policy Analysis, McMaster University, Hamilton, Ontario, Canada L8N 3Z5

Available online 9 June 1998.

Abstract

In 1968, an ad hoc committee of Harvard faculty publicly redefined death as “brain death”. What interests and issues compelled the redefinition of death, and formed the “spirit” of this precedent-setting policy? This paper reports on an historical study of the files of the Harvard ad hoc committee, the proceedings of an international conference on ethical issues in organ transplantation, and a review of the medical literature and media in the decades preceding the redefinition of death. This analysis of the technological and professional forces involved in the redefinition of death in 1968 questions two common theses: that technological “progress”, primarily in the areas of life support and electroencephalography, literally created brain-dead bodies and dictated their defining features (respectively), and that Harvard’s definition of brain death by committee constituted a net loss of autonomy for medicine. In fact, medical researchers through the 1960s disputed and negotiated many features of the brain death syndrome, and transplantation interests—perhaps more kidney than heart—played a particularly influential role in tailoring the final criteria put forth by Harvard in 1968. It is also doubtful whether Harvard’s definition of brain death by multidisciplinary committee undermined medical privilege and autonomy. The Harvard Ad Hoc Committee may not have succeeded in establishing definitive, indisputable brain death criteria and ensuring their consistent application to all clinical cases of brain death. However, it did gain significant ground for transplant and other medical interests by (1) establishing brain death as a technical “fact” and the definition of brain death as an exercise for medical theorists, (2) involving non-medical ethics and humanities experts in supporting the technical redefinition of death, and, (3) successfully involving transplant surgeons in the redefinition of death and attempting (albeit unsuccessfully) not to exclude them from the actual diagnosis of death in individual cases.

Author Keywords: brain death; ethics; transplantation; medical technology

A change of heart and a change of mind? Technology and the redefinition of death in 1968

Morte encefálica: veja dois vídeos com legendas em português das entrevistas de Zack Dumlap, após declarado com “morte encefálica” (morte cerebral) pelos médicos

Zack Dunlap e a farsa homicida da “morte encefálica” – veja os dois vídeos legendados nestas postagens

Zack Dunlap, de Oklahoma, não se lembra de muita coisa no dia em que “morreu”.  Mas recorda-se de ter ouvido o médico declará-lo em “morte cerebral”.

Zack sofreu um grave acidente em 17 de novembro de 2007. Como resultado teve um trauma severo na cabeça. 36 horas depois, os médicos avaliaram a tomografia e informaram à família que não havia fluxo sanguíneo, seu cérebro estaria morto.

Os pais viram o exame e constataram o diagnóstico médico. Optaram por permitir a doação de seus órgãos, como estava determinado na carteira de identidade do rapaz. Enquanto esperava o helicóptero que viria coletá-los, a família observava os enfermeiros retirando os tubos.

Dan e Christy Coffin, também enfermeiros, e primos do jovem, desconfiaram de sua aparência. Dan passou a lâmina de uma faca na sola dos pés de Zack e ele reagiu imediatamente. Pressionou a unha sob a unha do dedo da mão e Zack puxou-a. Eram sinais de vida, não de morte.

Os médicos alertaram a família sobre possíveis danos cerebrais. Em 5 dias Zack abriu os olhos; em 48 dias deixou andando o centro de reabilitação e voltou para casa.

Estes videos estão juntos com estas postagens com legenda em português. Mas se quiserem assistir apenas em inglês veja  vídeo com o depoimento de Zack Dunlap, clique no link abaixo e espere carregar o filme, após pequena propaganda comercial do msn. Este vídeo foi excluído do You Tube sempre que para ali foi enviado por várias pessoas. Aliás, até a presente data, o You Tube não tem qualquer vídeo sobre o assunto. Assista. Vale a pena!  Como vale a pena lutar pelo respeito à vida, do início ao seu fim natural.

http://www.msnbc.msn.com/id/23775873/from/ET/.

Caso o link acima for desviado, experimente este:

http://www.msnbc.msn.com/id/21134540/vp/23775698#23775698

A notícia também está no site da BBC Brasil:

http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/03/080325_euamortecerebral_fp.shtml

“Jovem se recupera após ouvir médicos o declararem ‘morto’

Um americano de 21 anos que sobreviveu a um acidente de carro em novembro do ano passado contou à rede de TV NBC ter ouvido os médicos o declararem como morto.

Zack Dunlap foi levado para o hospital inconsciente e 36 horas após o acidente uma tomografia cerebral mostrou que seu cérebro já não recebia qualquer fluxo sangüíneo.

O rapaz ouviu quando os médicos disseram à família que ele estava com morte cerebral.

Os pais de Zack viram o exame e constataram o diagnóstico médico.

“Não havia qualquer atividade cerebral”, disse Doug, pai de Zack, a um programa da NBC.

Os pais decidiram, então, manter os aparelhos ligados o tempo suficiente para que a equipe encarregada de retirar seus órgãos chegasse de uma outra cidade.

“Nós não queríamos vê-lo como um vegetal”, disse o pai. “Sabíamos que ele gostaria que seus órgãos continuassem vivos dentro de uma outra pessoa.”

Algumas horas depois de ser declarado como morto, uma enfermeira começou a remover alguns de seus tubos enquanto aguardava a equipe de retirada de órgãos.

Reação milagrosa

Os primos de Zack Dunlap, Dan e Christy Coffin, ambos enfermeiros, estavam no quarto nesse momento e por sua aparência, desconfiaram que ele não estava morto.

Foi quando Dan sacou uma pequena faca de bolso e passou na sola do pé de Zack, que reagiu imediatamente.

A enfermeira disse que se tratava de um reflexo, mas o primo insistiu. Enfiou uma de suas unhas por baixo de uma das unhas do primo, que reagiu com mais força, mexendo o braço ao longo do tronco.

“Fomos do fundo do poço às alturas”, disse a mãe do rapaz. “Foi o maior milagre que poderia ter acontecido”.

Os médicos advertiram à família que ele poderia ficar com sérios danos cerebrais, mas cinco dias depois Zack abriu os olhos e 48 dias após o acidente voltou para casa.

O rapaz, que ainda faz tratamento para recuperar por completo a memória, diz estar contando os dias para ter a carteira de motorista de volta.

“Estou me sentindo bem, mas às vezes é muito difícil”, disse ele.

“Só preciso ter mais paciência. Estou querendo dirigir de novo desde que saí da reabilitação”.

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Doutor diz sobre homem “diagnosticado” com “morte encefálica”, salvo da captação de órgãos e que está dando entrevistas até hoje – “Morte Encefálica nunca é realmente morte”

Especialistas dizem: “morte encefálica foi inventada para maquiar a retirada de órgãos.  Nunca foi baseada na ciência.

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Morte encefálica: o teste da apnéia somente é feito se houver a intenção de matar o paciente

Morte encefálica: teste da apnéia mata o paciente “potencial” doador de órgãos – Neurologista Dr. Cícero Galli Coimbra na Conferência de Roma de
fevereiro de 2009

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/02/26/morte-encefalica-teste-da-apneia-mata-o-paciente-potencial-doador-de-orgaos-neurologista-dr-cicero-galli-coimbra-na-conferencia-de-roma-de-fevereiro-de-2009/

Transplantes: Revista dos Anestesistas recomenda em Editorial realização de anestesia geral nos doadores para que não sintam dor durante a retirada de seus órgãos. Se estão mortos para que a recomendação de anestesia geral?
https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/05/transplantes-revista-dos-anestesistas-recomenda-em-editorial-realizacao-de-anestesia-geral-nos-doadores-para-que-nao-sintam-dor-durante-a-retirada-de-seus-orgaos-se-estao-mortos-para-que-a-recomend/

Transplantes e morte cerebral. L’Osservatore Romano rompe o tabu
https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/02/01/transplantes-e-morte-cerebral-losservatore-romano-rompe-o-tabu/

Veja o vídeo da entrevista com Zack Dunlap e familiares
http://www.msnbc.msn.com/id/21134540/vp/23775698#23775698
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Doctor Says about “Brain Dead” Man Saved from Organ Harvesting – “Brain Death is Never Really Death”
Expert says, “Brain death was concocted, it was made up in order to get organs. It was never based on science.”

By John Jalsevac

http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/mar/08032709.html

OKLAHOMA, March 27, 2008 (LifeSiteNews.com) – 21-year-old Zack Dunlap, a man who was diagnosed as “brain dead” and who was mere minutes away from having his organs harvested, now says, four months after the accident that brought him to the brink of death, that he feels “pretty good.” Dunlap’s story was told in an NBC piece aired earlier this week, in which the young man himself was interviewed.

While Zack’s case is being touted in the media as a “miracle”, a neonatologist and expert on brain-death has told LifeSiteNews.com that Zack’s case, while remarkable in a sense, is not as rare as the mainstream media’s reporting makes it seem.

“The young man was never dead,” said Dr. Paul Byrne, a former president of the Catholic Medical Association who began writing about brain death in 1977. What makes Dunlap’s case unusual, though not unheard of, says Byrne, is that Zack was lucky enough to be found out to be alive before his vital organs were removed.

“While the story is put out as something that’s miraculous,” he told LifeSiteNews.com, “I don’t want to take anything away from God, but it’s not supernatural what occurred. If there is anything miraculous about it, it is that they didn’t get his organs before someone was able to notice some sort of other response. He was always living – his heart was always beating, there was always blood pressure, he was always very much alive.”

Dr. Byrne says that over the years he has collected information pertaining to numerous cases where patients labeled brain dead have “returned from the dead.” The reason being, says Byrne, is that “brain death is never really death.”

Zack Dunlap suffered numerous broken bones and severe head trauma last November after he was involved in an accident, in which he lost control of the four-wheeler he was driving and flipped over. At the hospital doctors diagnosed the young warehouse worker as “brain dead”. Oklahoma officials were informed that Zack was legally dead and that his organs were about to be harvested.

“We wanted to make sure that some lucky person got to live on through Zack’s heart,” Zack’s mother Pam told NBC.

Plans to remove her son’s organs, however, were put on hold in a dramatic fashion.

Two of Zack’s cousins, both nurses, said that, in the final moments before the medical team that was to harvest Zack’s organs arrived, they felt that their cousin wasn’t truly gone. On a hunch Dan Coffin ran his pocket knife across Zack’s foot. The supposedly brain dead patient reacted immediately by jerking back his foot. Coffin then dug his fingernail beneath Zack’s fingernail, a particularly tender spot on the body, and his cousin once again reacted by drawing his arm across his body.

“We went from the lowest possible moment to, ‘Oh, my gosh, our son is still alive!'” related Pam Dunlap.

Zack’s grandmother said that she too felt, like Zack’s cousins, that her grandson wasn’t ready to go. Shortly before her grandson began to show signs of life again, she had gone into his room and prayed for a miracle. “He was too young for God to take him,” she said tearfully in the NBC interview. “It wasn’t time.”

“I had heard of miracles all my life. But I had never seen a miracle. But I have seen a miracle. I’ve got proof of it,” she said.

“We both feel that God has some big plan for Zack. We’ll do everything in our power to help him pursue it – whatever it is,” said Dunlap’s mother.

The young man himself told NBC that he heard the doctors pronounce him brain dead, and said, “I’m glad I couldn’t get up and do what I wanted to do.” When asked what he wanted to do, he responded, “There probably would have been a broken window they went out.”

“It just makes me thankful, it makes me thankful that they didn’t give up,” he said about his relatives’ last attempts to find out if he was still alive. “Only the good die young, so I didn’t go.”

Zack’s father, Doug Dunlap, says that he doesn’t blame anyone, indicating that the doctors assured him that his son was dead, and that there was no blood-flow to his brain. “They said he was brain-dead, that there would be no life, so we were preparing ourselves.”

48 days after Zack’s accident, the young man returned home, walking on his own two feet. He still suffers some emotional problems, memory loss and other consequences from the accident, and a full recovery may take up to a year. But his parents say that are simply thankful that their son is alive.

Dr. Byrne, on the other hand, told LifeSiteNews.com that Zack’s story should be taken as a warning about the insufficiency of the brain death criteria. “While this story tells the young man hearing them talking about his declaration of brain death, the question is, is how many of the other organ donors are in a similar situation, that the only thing is that they end up getting their organs?” he said.

“Brain death was concocted, it was made up in order to get organs. It was never based on science.”

In 2007 Dr. John Shea, LifeSiteNews.com’s medical advisor, wrote in agreement with Byrne’s concerns about brain death, saying that the criteria of “brain death” is scientific theory, and not fact, adding that it is a theory that is particularly open to utilitarian abuse and therefore should be treated with extra caution. He also pointed out that there is the added trouble that there are a number of various sets of brain-death criteria, such that a person may be considered dead according to one, and not by another.

See previous LifeSiteNews.com stories on this issue:

Denver Coroner Rules “Homicide” in Organ-Donor Case
http://www.lifesitenews.com/ldn/2004/oct/04101208.html

Russian Surgeons Removing Organs Saying Patients Almost Dead Anyway
http://www.lifesitenews.com/ldn/2003/sep/03090906.html

Morte encefálica não é morte: neurologistas, filósofos, neonatologistas, juristas e bioeticistas unânimes na Conferência “Signs of Life” de Roma, de fevereiro de 2009

A Conferência “Sinais da Vida” de Roma, de fevereiro de 2009, teve caráter médico, científico e jurídico, com participantes reconhecidos internacionalmente como autoridades em suas profissões, mesmo assim a mídia brasileira não noticiou sobre este importante evento para não comprometer o genocídio da medicina transplantadora no Brasil, que é uma indústria da morte bilionária.  O constitucionalismo brasileiro determina o direito à informação e não permite o tráfico de órgãos.

Quando em futuro próximo, os fatos relativos ao homicídio de pacientes traumatizados encefálicos estiverem públicos e expostos,  pois existentes já são e de conhecimento,  inclusive oficial, do Ministério Público Federal (que terá muito o que explicar quanto ao significado da frase “não contrariamos políticas de Estado”), os responsáveis pela morte destes inúmeros pacientes dentro dos hospitais brasileiros, com o exclusivo objetivo de beneficiar a sobrevida de pacientes de médicos transplantadores, poderão responder civil e criminalmente diante das famílias induzidas a erro mortal na “doação” de órgãos de seus filhos e parentes, tanto pela ação como pela omissão, inclusive de informações, desde 1997, neste país.

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

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“Brain Death” is Life, Not Death: Neurologists, Philosophers, Neonatologists, Jurists, and Bioethicists Unanimous at Conference

By Hilary White – Rome correspondent

http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/feb/09022604.html

ROME, February 26, 2009 (LifeSiteNews.com) – If a patient is able to process oxygen from the lungs into the bloodstream, maintain a normal body temperature, digest food and expel waste, grow to normal adult size from the age of four to twenty, and even carry a child to term, can he or she be considered dead? Can a person who is “dead” wake up and go on later to finish a university degree? Can a corpse get out of bed, go home and go fishing? Can he get married and have children?

These are among the real-life stories of patients declared “brain dead” presented by medical experts at the “Signs of Life” conference on “brain death” criteria held near the Vatican in Rome last week. Ten speakers, who are among the world’s most eminent in their fields, sounded a ringing rebuke to the continued support among medical professionals and ethicists for “brain death” as an accepted criterion for organ removal.

Dr. Paul Byrne, the conference organizer, told LifeSiteNews.com he was delighted with the success of the conference, that he hopes will bring the message that “brain death is not death” inside the walls of the Vatican where support for “brain death” criteria is still strong.

Dr. Byrne, a neonatologist and clinical professor of pediatrics at the University of Toledo, compared the struggle against “brain death” criteria with another battle: “I’m sure that slavery was at one time well-accepted in the United States, and that people saw big benefits to slavery. And yes, it was difficult to go away from that but it was absolutely essential.”

“Slavery was doing evil things to persons. This issue of ‘brain death’ was invented to get beating hearts for transplantation. And there is no way that this can go on. It must get stopped.”

Participants came from all over the world to attend the Signs of Life conference, with speakers from Quebec, Alberta, Ontario, Germany, Poland, the US, Brazil and Italy. The conference hall was packed to standing-room only with physicians, clergy, students, journalists, and academics. Clergy included two senior officials of the Vatican curia: Francis Cardinal Arinze, the head of the Congregation for Divine Worship and Sergio Cardinal Sebastiani, the President Emeritus of the Prefecture for the Economic Affairs of the Holy See. Two senior members of the Congregation for the Doctrine of the Faith were also present. Conference organizers told LifeSiteNews.com that they had expected no more than a hundred to attend and were surprised but very pleased with the crowd of over 170 for the one-day event.

Conflicting voices on “brain death” criteria are still battling in the Church. In February 2005, the Pontifical Academy of Sciences (PAS) refused to publish the findings of its own conference after the speakers roundly denounced “brain death” as a cynical invention to further the monetary interests of organ transplanters. The speakers said that using “brain death” for the purpose of organ harvesting results in the death of helpless patients. The PAS convened a second conference in 2007 with different speakers who, with only two dissenting, supported “brain death” for organ transplants. Papers from the 2005 conference that opposed “brain death” were excluded without explanation to their authors.

During a Vatican-sponsored conference last November on organ transplantation, at which not a single speaker raised their voice against “brain death,” Pope Benedict XVI warned in an address that “the removal of organs is allowed only in the presence of his actual death.” But on the Monday following the Friday organ transplant conference, only the PAS conference report in favor of “brain death” was posted to the Vatican website and not the Pope’s warning.

Dr. Byrne said that a major function of the Signs of Life conference was “to support Pope Benedict,” whose address in November, he said, had started to turn the Church against “brain death.”

“It’s here to demonstrate clearly that ‘brain death’ never was true death. What we’re trying to do is come back to the truth and protect and preserve the life that comes from God.

“When there are attacks on life, then we, as physicians, defend it and that is what this conference is for.”

The Signs of Life conference, sponsored privately by various pro-life organizations, including Human Life International, the Northwest Ohio Guild of the Catholic Medical Association, American Life League and the Italian organization Associazione Famiglia Domani, stood in opposition to the second PAS conference, which was titled, “The Signs of Death.”

Read related LifeSiteNews.com coverage:

Doctor to Tell Brain Death Conference Removing Organs from “Brain Dead” Patients Tantamount to Murder
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/feb/09021608.html

Pro-Life Conference on “Brain Death” Criteria Will Have Uphill Climb to Sway Entrenched Vatican Position
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/feb/09021607.html

Pope Warns Organ Transplant Conference of Abuses of Death Criteria
Says, “In the question of determination of death there must not be the slightest suspicion of arbitrariness”

http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/nov/08110706.html

Conference may Begin to Sway Vatican Opinion Against Brain Death: Eminent Philosopher
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/feb/09022404.html

Doctor Says about “Brain Dead” Man Saved from Organ Harvesting – “Brain Death is Never Really Death”
Expert says, “Brain death was concocted, it was made up in order to get organs. It was never based on science.”

Morte encefálica: teste da apnéia mata o paciente “potencial” doador de órgãos – Neurologista Dr. Cícero Galli Coimbra na Conferência de Roma de fevereiro de 2009

Transplantes: Revista dos Anestesistas recomenda em Editorial realização de anestesia geral nos doadores para que não sintam dor durante a retirada de seus órgãos. Se estão mortos para que a recomendação de anestesia geral?
https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/05/transplantes-revista-dos-anestesistas-recomenda-em-editorial-realizacao-de-anestesia-geral-nos-doadores-para-que-nao-sintam-dor-durante-a-retirada-de-seus-orgaos-se-estao-mortos-para-que-a-recomend/

Transplantes e morte cerebral. L’Osservatore Romano rompe o tabu
https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/02/01/transplantes-e-morte-cerebral-losservatore-romano-rompe-o-tabu/

Morte encefálica: teste da apnéia mata o paciente “potencial” doador de órgãos – Neurologista Dr. Cícero Galli Coimbra na Conferência de Roma de fevereiro de 2009

A mídia brasileira — cúmplice do genocídio praticado na medicina — não noticiou a Conferência de Roma de fevereiro de 2009.

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

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“Brain Death” Test Causes Brain Necrosis and Kills Patients: Neurologist to Rome Conference

By Hilary White – Rome correspondent

http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/feb/09022504.html

ROME, February 25, 2009 (LifeSiteNews.com) – One of the medical world’s key diagnostic tools for determining “brain death” preliminary to organ retrieval, actually causes the severe brain damage it purports to determine, neurologist Dr. Cicero Coimbra told attendees at a conference held in Rome last week. With the so-called “apnoea test,” Coimbra said, brain damaged patients who might be recoverable are deprived of oxygen for up to ten minutes, rendering the injuries to the brain irreversible.

“Diagnostic protocols for brain death actually induce death in patients who could recover to normal life by receiving timely and scientifically based therapies,” Dr. Coimbra, head of the Neurology and Neurosurgery Department at the Federal University of Sao Paulo, Brazil, told the participants at the “Signs of Life” conference on “brain death.”

Addressing an assembly of about 170 physicians, philosophers, ethicists, lawyers, students, journalists, and clergy, including two Catholic cardinals, Dr. Coimbra said that it is the apnoea test, routinely applied to patients who have suffered acute brain injuries, that frequently causes “brain necrosis,” or permanent and irrecoverable brain damage that is accepted as “brain death”.

The test is applied in emergency rooms or ICUs, often with an “organ procurement agent” standing by to ask relatives for approval for organ retrieval. A patient who needs assistance breathing is removed from the ventilator for up to ten minutes, cutting off oxygen to the brain and slowing the heart rate. If the patient fails to begin breathing without assistance after this time, he is declared “brain dead” and his organs may be legally removed.

Since the world-wide adoption of the “brain death” criteria, developed at Harvard University in 1968, Dr. Coimbra said, The lives of thousands of human beings, including children, adolescents and young adults, are lost every year in each country.”

The premise of the standard Harvard Criteria for “brain death” is that lack of brain function implies absence of blood circulation to the brain, which is what causes brain necrosis, or the irreversible death of brain cells. But since the definition of the Harvard Criteria, he explained, medical scientists have discovered that the absence of discernable brain function cited by the criteria is not the same as “brain necrosis,” or true brain death. In many cases where there is no discernable brain activity, patients have recovered with appropriate treatment.

Dr. Coimbra cited one study supported by the National Institutes of Health in 1975, that found that of 226 comatose patients determined to be “brain dead” for at least 48 hours, only 50 percent were later found to have “pathological signs of necrosis.” 21 percent of the patients had no signs of dead brain cells. Even patients who show no signs of synaptic activity, a condition of the “brain death” diagnosis, are still recoverable at that point.

For patients, he explained, with only less serious brain damage, who are submitted to the apnoea test, “the test will cause total necrosis of the brain.” The apnoea test increases carbon dioxide concentrations in the blood. This increases the inter-cranial pressure and causes final reduction of the brain circulation.

But, Dr. Coimbra said, the information that the apnoea test causes severe, irreversible brain damage, is being suppressed. Even with this knowledge of the danger of the apnoea test and the fact that some patients who are declared brain dead can and frequently have recovered, the legal definition of “brain death” is itself irreversible.

He told the conference of an experience in his clinical practice as a neurologist involving a 15 year-old girl with a severe brain trauma. She was declared “brain dead” but he treated her with thyroid hormones and she began to recover. She started breathing and having seizures, he said. “But a ‘dead’ brain cannot seize. That brain cannot express convulsions and she was having convulsions.This meant that a diagnosis of “brain death” even according to the Harvard Criteria, did not apply.

“And so I went to the doctors in the ICU that, up to that time, were denying proper care to that patient under the assumption that she was brain dead.” One of the attending physicians in the ICU, he relates, wrote on the girl’s chart that even recovery could not reverse a legal definition of “brain death.”

The physician wrote the following statement, a photocopy of which was shown at the conference: “If the diagnostic criteria for a brain death are fulfilled at a certain time, the person is legally dead no matter whether those criteria become no longer fulfilled later on.”

This incident showed, he said, that medical professionals attending patients officially declared “brain dead” “feel at risk” of legal action from families.

“That is why there is such a fearful repression when we start talking about those subjects in medical forums.”

Read related LifeSiteNews.com coverage:

“Brain Death” as Criteria for Organ Donation is a “Deception”: Bereaved Mother
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/feb/09022306.html

Doctor Says about “Brain Dead” Man Saved from Organ Harvesting – “Brain Death is Never Really Death”
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/mar/08032709.html

Pope Warns Organ Transplant Conference of Abuses of Death Criteria
Says, “In the question of determination of death there must not be the slightest suspicion of arbitrariness”

http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/nov/08110706.html

Transplantes: Revista dos Anestesistas recomenda em Editorial realização de anestesia geral nos doadores para que não sintam dor durante a retirada de seus órgãos. Se estão mortos para que a recomendação de anestesia geral?https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/05/transplantes-revista-dos-anestesistas-recomenda-em-editorial-realizacao-de-anestesia-geral-nos-doadores-para-que-nao-sintam-dor-durante-a-retirada-de-seus-orgaos-se-estao-mortos-para-que-a-recomend/

Transplantes e morte cerebral. L’Osservatore Romano rompe o tabu
https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/02/01/transplantes-e-morte-cerebral-losservatore-romano-rompe-o-tabu/

Conferência “Signs of Life” pode começar a mudar a opinião do Vaticano sobre “morte encefálica”. Professor Josef Seifert, membro da Pontifical Academy of Life
https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/02/25/conferencia-signs-of-life-pode-comecar-a-mudar-a-opiniao-do-vaticano-sobre-morte-encefalica-professor-josef-seifert-membro-da-pontifical-academy-of-life/

Os livros:

Roberto de Mattei (ed.), Finis Vitae. Is Brain Death Still Life?”, Rubbettino, Soveria Mannelli, 2006, 336 pp., 35.00 euros.

http://www.rubbettino.it/rubbettino/public/dettaglioLibro_re.jsp?ID=3469

Finis Vitae. La morte cerebrale è ancora vita?, organizado por Roberto de Mattei, Rubbettino, Soveria Mannelli, 2007, pp. 482, € 35.

http://www.webster.it/libri-finis_vitae_morte_cerebrale_ancora-9788849820263.htm

Paolo Becchi, Morte cerebrale e trapianto di organi. Una questione di etica giuridica, Morcelliana, Brescia, 2008, pp. 198, € 12,50.

http://www.webster.it/libri-morte_cerebrale_trapianto_organi_becchi-9788837222406.htm

http://www.politeia-centrostudi.org/doc/SCHEDE%20LIBRI/becchi,%20morte%20cerebrale.pdf


Leia também outras referências sobre o mesmo assunto:

Transplantes: Revista dos Anestesistas recomenda em Editorial realização de anestesia geral nos doadores para que não sintam dor durante a retirada de seus órgãos. Se estão mortos para que a recomendação de anestesia geral?

” IF a person was not dead, they should not be baving their organs taken away.”

Se uma pessoa não está morta, não deveria ter seus órgãos retirados.

” IF a patient is not sedated during procedures to remove heart, lung, liver and pancreas, there is often an alarming and dramatic response from the body”

Se um paciente não está sedado durante os procedimentos para remover coração, pulmão, fígado e pancreas, há freguentemente uma alarmante e dramatica reação de seu corpo.

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/05/transplantes-revista-dos-anestesistas-recomenda-em-editorial-realizacao-de-anestesia-geral-nos-doadores-para-que-nao-sintam-dor-durante-a-retirada-de-seus-orgaos-se-estao-mortos-para-que-a-recomend/

Artigo publicado na Revista Ciência Hoje, número 161

Expressamente proíbida a reprodução deste artigo em qualquer publicação eletrônica ou não.

Endereço deste artigo neste espaço:

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/08/falhas-no-diagnostico-de-morte-encefalica-valor-terapeutico-da-hipotermia/

Editorial da Revista Ciência Hoje, número 161:

https://biodireitomedicina.wordpress.com/category/editoriais-morte-encefalica/page/3/

Artigo original: https://biodireitomedicina.files.wordpress.com/2009/01/revista-ciencia_hoje-morte-encefalica.pdf

https://biodireitomedicina.wordpress.com/category/editoriais-morte-encefalica/page/2/

Editorial da Revista dos Anestesistas do Royal College of Anaesthetists da Inglaterra, de maio de 2000:

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/05/transplantes-revista-dos-anestesistas-recomenda-em-editorial-realizacao-de-anestesia-geral-nos-doadores-para-que-nao-sintam-dor-durante-a-retirada-de-seus-orgaos-se-estao-mortos-para-que-a-recomend/

Leia também no site da UNIFESP:

http://www.unifesp.br/dneuro/apnea.htm

http://www.unifesp.br/dneuro/mortencefalica.htm

http://www.unifesp.br/dneuro/brdeath.html

http://www.unifesp.br/dneuro/opinioes.htm

Revista de Neurociência da UNIFESP, de agosto de 1998:

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/04/morte-encefalica-um-diagnostico-agonizante-artigo-de-0898-da-revista-de-neurociencia-da-unifesp/

Brazilian Journal of Medical and Biological Research (1999) 32: 1479-1487 ISSN 0100-879X – “Implications of ischemic penumbra for the diagnosis of brain death”:

http://www.scielo.br/pdf/bjmbr/v32n12/3633m.pdf

Revista BMJ – British Medical Journal – debate internacional onde não foi demonstrada a validade dos critérios declaratóricos de morte vigentes:

http://www.bmj.com/cgi/eletters/320/7244/1266

Morte encefálica: o teste da apnéia somente é feito se houver a intenção de matar o paciente

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/11/morte-encefalica-o-teste-da-apneia-somente-e-feito-se-houver-a-intencao-de-matar-o-paciente/

Morte encefálica: carta do Professor Flavio Lewgoy

https://biodireitomedicina.wordpress.com/page/3/

A morte encefálica é uma invenção recente

https://biodireitomedicina.wordpress.com/page/4/

Morte encefálica: A honestidade é a melhor política

https://biodireitomedicina.wordpress.com/page/5/

Morte encefálica: O temor tem fundamento na razão

https://biodireitomedicina.wordpress.com/page/6/

Morte encefálica: Carta do Dr. César Timo-Iaria dirigida ao CFM acusando os erros declaratórios deste prognóstico de morte

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/13/morte-encefalica-carta-do-dr-cesar-timo-iaria-dirigida-ao-cfm-acusando-os-erros-declaratorios-deste-prognostico-de-morte/

Referências correlacionadas:

QUESTIONAMENTO INTERPELATÓRIO JUDICIAL AO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA:

http://www.biodireito-medicina.com.br/website/internas/ministerio.asp?idMinisterio=149

INTRODUÇÃO ÀS RESPOSTAS DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA:

http://www.biodireito-medicina.com.br/website/internas/ministerio.asp?idMinisterio=150

RESPOSTAS DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA:

http://www.biodireito-medicina.com.br/website/internas/ministerio.asp?idMinisterio=151

RÉPLICA A ESTAS RESPOSTAS COM NOVE ANEXOS E CARTAS DE AUTORIDADES EM SAÚDE:

http://www.biodireito-medicina.com.br/website/internas/ministerio.asp?idMinisterio=108

A change of heart and a change of mind? Technology and the redefinition of death in 1968

http://www.sciencedirect.com/science?_ob=ArticleURL&_udi=B6VBF-3SWVHNF-R&_user=10&_rdoc=1&_fmt=&_orig=search&_sort=d&view=c&_acct=C000050221&_version=1&_urlVersion=0&_userid=10&md5=45715d0a00629ba39456d22a891613e6

Morte Suspeita – Editorial do Jornal do Brasil de 01.03.1999, Caderno Brasil, página 08

https://biodireitomedicina.wordpress.com/category/editoriais-morte-encefalica/page/4/

A dura realidade do tráfico de órgãos

Seminário sobre Morte Encefálica e Transplantes de 20.05.2003 na Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/14/seminario-sobre-morte-encefalica-e-transplantes-de-20052003-na-assembleia-legislativa-do-estado-do-rio-grande-do-sul/

Redefinindo morte: um novo dilema ético – publicado em 19 de janeiro de 2009, na Revista American Medical News

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/19/redefindo-morte-um-novo-dilema-etico/

“Brain Death” — Enemy of Life and Truth

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/22/“brain-death”—enemy-of-life-and-truth/

Movimento contesta uso do critério da morte cerebral – “Brain Death” — Enemy of Life and Truth

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/22/movimento-contesta-uso-do-criterio-da-morte-cerebral-“brain-death”-—-enemy-of-life-and-truth/

“Morte encefálica” — Inimiga da Vida e da Verdade – Declaração internacional em oposição à “morte encefálica” e ao transplante de órgãos vitais únicos

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/22/declaracao-internacional-em-oposicao-a-morte-encefalica-e-ao-transplante-de-orgaos-vitais-unicos-traduzido-para-portugues/

Tráfico de órgãos é uma realidade comprovada no Brasil e no exterior

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/27/trafico-de-orgaos-e-uma-realidade-comprovada-no-brasil/


Conferência “Signs of Life” pode começar a mudar a opinião do Vaticano sobre “morte encefálica”. Professor Josef Seifert, membro da Pontifical Academy of Life

Professor Josef Seifert, a propósito da Conferência “Signs of Life” da qual participou e que reuniu eminentes neurologistas, juristas, filósofos e bioeticistas, ocorrida na semana passada perto do Vaticano (fev. de 2009), diz que está claro que os transplantes são negócios bilionários e que também são úteis para muitos pacientes. Ele explica que tais motivos como a fama dos médicos transplantadores e pesquisadores e o dinheiro estão entre os interesses envolvidos que podem obscurecer a verdade sobre os critérios declaratórios da morte encefálica.

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“It’s clear that [transplantation] is a million or billion dollar business and it is clear that also it is useful for many patients.” He said that motives such as fame for transplant doctors and researchers and money are among the “vested interests that could obscure the truth.”

Professor Josef Seifert

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Pope Warns Organ Transplant Conference of Abuses of Death Criteria
Says, “In the question of determination of death there must not be the slightest suspicion of arbitrariness”

http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/nov/08110706.html

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Transplantes: Revista dos Anestesistas recomenda em Editorial realização de anestesia geral nos doadores para que não sintam dor durante a retirada de seus órgãos. Se estão mortos para que a recomendação de anestesia geral?

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/05/transplantes-revista-dos-anestesistas-recomenda-em-editorial-realizacao-de-anestesia-geral-nos-doadores-para-que-nao-sintam-dor-durante-a-retirada-de-seus-orgaos-se-estao-mortos-para-que-a-recomend/

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Conference may Begin to Sway Vatican Opinion Against Brain Death: Eminent Philosopher

By Hilary White

http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/feb/09022404.html

ROME, February 24, 2009 (LifeSiteNews.com) – While he said that he could not predict the future, Professor Josef Seifert told LifeSiteNews.com (LSN) on Friday that a conference on “brain death” criteria last week had possibly opened a door to moving opinion in the Vatican away from support for the use of the criteria for organ transplants.

In an interview with LifeSiteNews.com the day after the conference, Professor Seifert said, “I’m not a prophet. On the other hand, if one believes in the Catholic Church as I do, then one must assume that earlier or later the truth will triumph and that the Church will not teach something false on central issues of faith or morals. And if that is so, and if what we say is true, I trust that it will be formulated.”

Professor Seifert is a philosopher and the rector of the International Academy for Philosophy of Liechtenstein and a member of the Pontifical Academy of Life and was a speaker at the ‘Signs of Life’ conference held last week near the Vatican.

The conference was organized by Human Life International (HLI) and the American Life League (ALL), as well as the Italian organization Associazione Famiglia Domani and other groups, to address the growing opinion in academia, medicine and even within the Church that “brain death” is a legitimate diagnosis. The conference speakers, including eminent neurologists, jurors, philosophers and bioethicists, were united in their denunciation of the “brain death” criteria as a tool in the determination of death.

Speaking at the conference on the original formulation of the so-called 1968 Harvard Criteria that created “brain death,” Professor Seifert told participants, “We look in vain for any argument for this unheard of change of determining death … except for two pragmatic reasons for introducing it, which have nothing to do at all with the question of whether a patient is dead but only deal with why it is practically useful to consider or define him to be dead.”

The two “pragmatic reasons” cited by the Harvard Report, he said, were “the wish to obtain organs for implantation and to have a criterion for switching off ventilators in ICUs.” He said these must be rejected because they “possess absolutely no theoretical or scientific value to determine death.” This conclusion was amply supported by clinical neurologists, and neurocardiologists, who told participants that a patient who is declared “brain dead” by the standard criteria, is, quite simply, still alive.

To LSN Professor Seifert responded to comments made in September 2008 by Francesco D’Agostino, professor of the philosophy of law and president emeritus of the Italian bioethics committee, that opposition to the “brain death” criteria in the Church is “strictly in the minority.” A 2006 document, entitled “Why the Concept of Brain Death Is Valid as a Definition of Death,” was signed by Cardinal Georges Cottier, then theologian to the papal household; Cardinal Alfonso Lopez Trujillo, at the time president of the Pontifical Council for the Family; Cardinal Carlo Maria Martini, the former Archbishop of Milan; and Bishop Elio Sgreccia, the then president of the Pontifical Academy for Life.

Professor Seifert, however, said that he did not agree with the assertion that there is a universal consensus in the Church supporting brain death. He pointed to the act in 2005 by Pope John Paul II in convening a conference to discuss “brain death” as evidence that the subject is far from closed at the Vatican. Indeed, continued interest was signaled last week by the presence at the Signs of Life conference of Cardinals Arinze and Sebastiani and two representatives of the Congregation for the Doctrine of the Faith.

“There’s no official church teaching at all against the conclusion that all the speakers reached yesterday that the brain death definition is not correct,” he said.

He also said, however, that the matter of whether there is a universal consensus among medical professionals on “brain death” is not a central concern for the Church. “For the Magisterium of the Church it’s a question of whether it’s a fact or not.”

Professor Seifert also noted the address by Pope Benedict XVI in November to the participants at a Vatican sponsored conference on organ transplants in which he did not use the term “brain death” but pointedly referred only to “actual death.”

The Pope said that “the main criterion” must be “respect for the life of the donor so that the removal of organs is allowed only in the presence of his actual death,” a strong indicator that he does not accept the concept of “brain death” as indicating actual death, according to Seifert.

Professor Seifert said, “One could hope that this speech prepares the way for formulating this even more clearly with reference to brain death. Many people like the organizer, Dr. [Paul] Byrne, who organized the conference, interprets this statement in this way. Now it may be wishful thinking, but it may also be correct.”

The idea that there is a majority opinion among theological and ethics experts, including the Pontifical Academy of Sciences, in the Church in favor of “brain death” is irrelevant, he said, in the search for the truth.

“The same happened in the case of Humanae Vitae. There was a minority and a majority and the majority report said you should admit the Pill and contraception. But the Pope followed the minority report. A majority opinion is never what dominates and what should determine Church teaching is rather the truth. In the light of reason and also of Revelation, and not simply the opinion of a majority of people.”

“Particularly not the majority of scientists,” he added, “who are very fallible individuals.”

“Normally there is much more common sense in simple people than in academicians and professors who all have their theories. It’s very rare, I think, to have academicians to have the same simple pursuit of truth than among non-academicians.”

He warned that the “brain death” theory has the characteristics of an ideology.

“It’s clear that [transplantation] is a million or billion dollar business and it is clear that also it is useful for many patients.” He said that motives such as fame for transplant doctors and researchers and money are among the “vested interests that could obscure the truth.”

“For that reason, I think, if there’s a majority in favor, it doesn’t say much.”

Read related LifeSiteNews.com coverage:

Pope Warns Organ Transplant Conference of Abuses of Death Criteria
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/nov/08110706.html

North Dakota House reconhece condição de pessoa ao nascituro desde a concepção em 17.02.2009

North Dakota House reconhece condição de pessoa ao nascituro desde a concepção em 17.02.2009. Dezenove outros estados norte-americanos têm legislação encaminhada no mesmo sentido. Estes fatos podem fazer com que a competência para legislar sobre aborto retorne para os estados.

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North Dakota is set to pass a law that defines personhood at the moment of conception. On Tuesday, 17 February, the North Dakota lower house voted 51 to 41 to pass the Personhood of Children Act, which confers the same basic rights on “all human beings from the beginning of their biological development, including the pre-born, partially born”.

The bill is expected to go before the State Senate in around two weeks. Similar bills are currently being examined in 19 other US States but no other State has gone so far.

Brian Rooney, a legal expert at the Thomas More Law Center, explained that if this bill is passed, it would challenge the Supreme Court’s 1973 Roe versus Wade decision, which legalised abortion in the US, and could enable each State to decide for themselves on this issue.

http://www.genethique.org/En/press/press/2009/february/16_20.htm#2

China: 13 milhões de abortos são praticados por ano

PEQUIM, 21 JUN (ANSA) – O aborto na China, utilizado como ferramenta política demográfica, necessita de limites legais em relação ao tempo da gravidez, e até há “especialistas” que consideram possível praticá-lo no oitavo ou nono mês de gestação.

Em dezenas de sites patrocinados por hospitais e clínicas particulares, há médicos e especialistas que respondem a dúvidas sobre o aborto. Em alguns casos existem perguntas como a seguinte: “estou no oitavo mês e queria abortar, a lei permite?” e a resposta: “Sim, permite”.

“No nono mês? Pode ser feito, mas não é aconselhado pois a taxa de sobrevivência da criança nesses casos é alta”, pode-se ler em uma das consultas. Mas diante da mesma questão, outro especialista contesta: “é um homicídio, nossa clínica não pode fazer”.

As operações custam a partir de R$ 250,00 e segundo informações locais pode ser feita até por um preço ainda mais barato.

No regulamento introduzido em 2002 contra os diagnósticos para determinar o sexo do bebê — já que muitas vezes ao saber que seria mulher se optava pelo aborto — foi esclarecido que para interromper a gravidez após 14 semanas é preciso ter uma “aprovação das autoridades”.

Porém, “não existem limites estabelecidos a nível nacional”, explica um funcionário da Comissão para o Planejamento Familiar. Apenas algumas províncias, como Liaoning e Jiangsu, começaram a discutir projetos de lei para proibir a prática do aborto após 14 semanas de gravidez, gerando os primeiros debates sobre os direitos pré-natais.

“Não há uma lei específica e o aborto é praticado também na fase de gestação avançada”, explica o professor Fand Gang, pesquisador da Universidade Linye de Pequim.

O Ministério da Saúde disse à ANSA que não possui dados sobre a difusão do aborto. Mas segundo estatísticas, incompletas, publicadas pela revista científica Kejibao, há 13 milhões de mulheres que abortam por ano na China.

Apenas os hospitais de Pequim efetuaram em 2007 uma média de 820 interrupções de gravidez ao dia, segundo a revista.

A publicação menciona as práticas sem limites entre adolescentes.

Uma investigação, realizada por uma ONG que prefere manter o anonimato, sustenta que a prática é muito difundida no mercado do sexo. Segundo o economista chinês Yang Fan o país conta com 20 milhões de prostitutas que contribuem com 6% do Produto Interno Bruto.

Esse mercado de prostituição conheceu somente há poucos anos a importância do uso do preservativo através da campanha “100%”, lançada pelo governo no início dos anos 90 contra a Aids, que atinge hoje 700 mil pessoas. (ANSA)

21/06/2008 14:39

http://www.ansa.it/ansalatinabr/notizie/rubriche/entrevistas/20080621143934677639.html

http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_1/2008/06/20/em_noticia_interna,id_sessao=1&id_noticia=68157/em_noticia_interna.shtml

http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid193196,0.htm

http://providafamilia.org/doc.php?doc=doc63817

http://www.genethique.org/En/press/press/2009/february/16_20.htm#2

Publicado em Aborto. Leave a Comment »

Impossibilidade de legalização do aborto no Brasil desde sua proibição constitucional de ir à deliberação pelo Poder Legislativo

 

Este artigo foi escrito para o Livro Relatório Azul* da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, em novembro de 2007 (Capítulo 3, páginas 169 e seguintes), solicitado por Ofício 0745/2007 – CCDH,  pelo Dep. Marquinhos Lang, Presidente desta Comissão, na época. Tanto quanto possível, ele foi escrito com o objetivo de ser  acessível ao maior número de pessoas e tinha sua extensão delimitada em número de caracteres.

A reprodução deste artigo está vedada por razões que não dependem de nossa vontade. 

Seu endereço para localização, leitura ou citação dentro deste site é:

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2008/11/22/impossibilidade-de-legalizacao-do-aborto-no-brasil-desde-sua-proibicao-constitucional-de-ir-a-deliberacao-pelo-poder-legislativo/

Celso Galli Coimbra
Advogado,
OABRS 11352
cgcoimbra@gmail.com
 
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*Publicação do Livro, em PDF:
Relatório Azul de 2007 da Comissão de Direitos Humanos da ALERGS
 
Vídeos relacionados com o assunto:
Aborto: debate na TV Justiça, no STF, em junho de 2007

Programa Fórum

“Legalização do Aborto em Debate”
Produção TV Justiça, 18/06/2007

Convidados:

– Ministro da Saúde do Governo Lula
– Lia Zanota, Representante da Rede Feminista de Saúde e de Direitos Reprodutivos no Conselho Nacional dos Direitos das Mulheres
– Advogado Celso Galli Coimbra

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Publicado em A prevenção de doenças neurodegenerativas, Aborto, Administração Pública, Alimentação e nutrição, Anencefalia, Artigos, Biodireito, Brasil, Convenção Americana de Direitos Humanos, Convenção sobre os Direitos das Crianças, Direitos do Consumidor, Direitos Humanos, Embriologia, Esclerose múltipla, Início da vida humana, Indústria Farmacêutica, Lula: "debater" o aborto?, Medicina, Ministério Público Federal, Neurologia, Notícias, O risco de o STF legislar, Poder Legislativo, Saúde Pública, Vitamina D. Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , . 9 Comments »

Transplante com vivos – publicação do Jornal do Brasil – 05.10.1997

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Comentário atual: desde 05 de outubro de 1997, estava publicado com destaque no Jornal do Brasil, a denúncia de que a declaração de morte encefálica no Brasil não era igual para todos e privilegia o comércio de órgãos para transplantes. Esta denúncia foi documentada via Interpelação Judicial à União e ao Ministério da Saúde e dela foi intimado o Ministério Público Federal.

Em 05 de outubro de 2003, a Folha de São Paulo confirmou no meio médico neurológico nacional que morte encefálica é declarada com diferentes procedimentos  “diagnósticos” , o que traz diferentes situações de sobrevivência para o mesmo quadro neurológico.

Esta situação de homicídio de pacientes traumatizados encefálicos severos não foi objeto das providências necessárias por parte das autoridades devido ao fato oposto ao advogado firmatário de que “o Ministério Público não interfere com políticas de Estado”, como lhe foi dito por procurador federal.

Mais tarde, em 2004, houve uma CPI do Tráfico de Órgãos e nela ficou comprovado que a venda de órgãos é um fato no Brasil.

Celso Galli Coimbra
13.10.2009
OABRS 11352
 
 
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Comentários feitos no ano de 2001: essa foi a primeira publicação nacional (abaixo) de porte, em jornal de circulação nacional, sobre a questão do procedimento declaratório da morte encefálica, que teve o mérito abrir caminho para um debate não restrito às portas fechadas de seletos participantes dos gestores da medicina, que nunca foi enfrentado sob o aspecto técnico em qualquer fórum, científico ou não, e até hoje vem sendo objeto de forte censura dentro do Brasil.

De imediato, iniciou-se uma mobilização internacional que culminou em maio de 2000 com uma manifestação de alerta de João Paulo II ao Congresso da Sociedade Internacional de Transplantadores, que também foi censurada no Brasil. Diante disso, a CURE, sociedade católica internacional, organiza um Statement [1] que já reúne mais de 150 subscritores em 25 países. Personalidades médicas do mundo uniram-se para protestar e denunciar o que ocorre e é ocultado pelos gestores da medicina. Junto com elas muitos outros profissionais aliaram o prestígio e a credibilidade de seus nomes nesse documento inédito na história da medicina.

Celso Galli Coimbra
cgcoimbra@gmail.com
OAB_RS 11352

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JORNAL DO BRASIL DE 05 DE OUTUBRO DE 1997

Transplante com vivos


Interpelação judicial argumenta
que conceito de morte no Brasil privilegia
comércio de órgãos e é cientificamente ultrapassado

JOSÉ MICTHELL

PORTO ALEGRE _ Uma interpelação judicial inédita na história jurídico-médica do país, feita pelo advogado gaúcho Celso Galli Coimbra, contra os Conselhos Federal e Regional de Medicina, na 1ª Vara Federal desta capital, denuncia que o Brasil usa um conceito “cientificamente ultrapassado de morte”, o da morte encefálica, para fazer transplantes, cuja doação de órgãos será compulsória no próximo ano.

Com isso, a extração de órgãos de doadores para transplantes pode significar “o retalhamento de pessoas potencialmente vivas” e que poderiam ser recuperadas pela técnica da hipotermia (esfriamento do corpo), segundo afirmou o neurologista Cícero Coimbra, irmão de Celso e professor de neurologia experimental da Escola Paulista de Medicina. Cícero é pós-graduado pelo mais importante centro europeu de neurologia, o Neurociências da Suécia, e atualmente trabalha pela futura instalação da primeira UTI de hipotermia no Brasil no Hospital São Paulo, da Universidade Federal de São Paulo.

Cópia da interpelação de Celso Coimbra será protocolada nesta próxima semana no Ministério Público, já que a instituição “é responsável pela defesa da vida e dos valores sociais”, lembra o advogado. O objetivo é evitar a aplicação da lei nos termos em que foi aprovada. Um dos pontos centrais da interpelação judicial é o entendimento de que os critérios para definição de morte encefálica (falência de atividade elétrica cerebral, metabólica cerebral ou interrupção de passagem sangüínea) são ultrapassados pelas novidades científicas descobertas com a hipotermia.

A morte encefálica obedece a dois princípios: perda da função cerebral: e irreversibilidade deste estado. A perda da função é comprovada por inúmeros testes funcionais (pupilas dilatadas, ausência de uma série de reflexos etc). “O grande problema é quanto ao estado irreversível”, observa Cícero Coimbra, exemplificando: “quando pesquisadores de Harvard (USA) criaram o conceito de morte encefálica, não tinham notícias de nenhum caso de recuperação. Mas, com todos os avanços da medicina, esta crença hoje seria anedótica. Hoje exige-se _ para declaração de morte _ a exigência de uma causa reconhecidamente irreversível”.

Mas o advogado Celso Coimbra garante que as células do cérebro não estão necessariamente mortas, mesmo que exames clínicos e eletroencefalogramas não detectem atividades. “Já está provado que, na ausência de funcionamento metabólico _ limitado a 25% do fluxo normal, por evolução do próprio quadro de coma _ as células param mas não estão em “sofrimento metabólico (morrendo)”. A hipotermia ajuda na reversão do quadro”.

Pesquisas _ Com inúmeras pesquisas, algumas já aplicadas a pacientes humanos em bem-sucedidos tratamentos feitos por médicos europeus, Cícero Coimbra demonstrou que “a hipotermia derruba conceitos tradicionais de morte encefálica” que, pela nova lei, será a base para a realização de transplantes no Brasil a partir de janeiro de 1998.

Em vez da morte do tecido cerebral entre 5 e 10 minutos após a falta de oxigenação no cérebro _ como é aceito pelos meios médicos para caracterizar a morte encefálica _, pesquisas comprovam que a morte dos neurônios é um processo lento, progressivo e que pode durar muitas horas, explica Cícero. Mais importante: “a situação pode ser revertida e a maioria dos pacientes ser salva, voltando às atividades normais com uso de técnicas de hipotermia”, acrescenta o especialista.

Pesquisa realizada por ele mostra que, até duas horas após uma parada cárdio-respiratória de 10 minutos, a colocação do paciente a hipotermia moderada (33 graus) por um período de sete horas “permite salvar 100% dos neurônios do corpo estriado, 90% dos neurônios do córtex cerebral e 50% dos neurônios do hipocampo”, explica.

Parte de seus estudos, foi aplicada com sucesso em humanos por médicos alemães. Esse primeiro relato do uso da hipotermia em pessoas com acidente vascular cerebral, feito por neurologistas da Universidade de Heidelberg (a mais famosa instituição de ensino alemã), foi publicado em março último pela respeitada revista Neurology.

Outro pesquisador, o neurologista Donald Marion, publicou em fevereiro deste ano no mais respeitado jornal de medicina do mundo, o New England Journal of Medicine, trabalho revelando que, de um total de 82 pacientes em coma profundo, 62% tiveram boa recuperação (voltaram às atividades anteriores) pelo tratamento hipotérmico iniciado 10 horas depois do traumatismo.

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[1] “Morte encefálica” — Inimiga da Vida e da Verdade – Declaração internacional em oposição à “morte encefálica” e ao transplante de órgãos vitais únicos

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Outras referências posteriores sobre o mesmo assunto:

Transplantes: Revista dos Anestesistas recomenda em Editorial realização de anestesia geral nos doadores para que não sintam dor durante a retirada de seus órgãos. Se estão mortos para que a recomendação de anestesia geral?

Transplantes: Dor e morte


Diagnóstico da morte encefálica em xeque

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/02/24/diagnostico-da-morte-encefalica-em-xeque/

Artigo publicado na Revista Ciência Hoje, número 161

Expressamente proíbida a reprodução deste artigo em qualquer publicação eletrônica ou não.

Endereço deste artigoneste espaço:

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/08/falhas-no-diagnostico-de-morte-encefalica-valor-terapeutico-da-hipotermia/

Editorial da RevistaCiência Hoje, número 161:

https://biodireitomedicina.wordpress.com/category/editoriais-morte-encefalica/page/3/

Artigooriginal:https://biodireitomedicina.files.wordpress.com/2009/01/revista-ciencia_hoje-morte-encefalica.pdf

https://biodireitomedicina.wordpress.com/category/editoriais-morte-encefalica/page/2/

Editorial daRevista dos Anestesistas do Royal College of Anaesthetistsda Inglaterra, de maio de 2000:

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/05/transplantes-revista-dos-anestesistas-recomenda-em-editorial-realizacao-de-anestesia-geral-nos-doadores-para-que-nao-sintam-dor-durante-a-retirada-de-seus-orgaos-se-estao-mortos-para-que-a-recomend/

Leia também no site daUNIFESP:

http://www.unifesp.br/dneuro/apnea.htm

http://www.unifesp.br/dneuro/mortencefalica.htm

http://www.unifesp.br/dneuro/brdeath.html

http://www.unifesp.br/dneuro/opinioes.htm

Revista de Neurociênciada UNIFESP, de agosto de 1998:

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/04/morte-encefalica-um-diagnostico-agonizante-artigo-de-0898-da-revista-de-neurociencia-da-unifesp/

Brazilian Journal of Medical and Biological Research(1999) 32: 1479-1487 ISSN 0100-879X –“Implications of ischemic penumbra for the diagnosis of brain death”:

http://www.scielo.br/pdf/bjmbr/v32n12/3633m.pdf

Revista BMJ – British Medical Journal– debate internacional onde não foi demonstrada a validade dos critérios declaratóricos de morte vigentes:

http://www.bmj.com/cgi/eletters/320/7244/1266

Morte encefálica: o teste da apnéia somente é feito se houver a intenção de matar o paciente

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/11/morte-encefalica-o-teste-da-apneia-somente-e-feito-se-houver-a-intencao-de-matar-o-paciente/

Morte encefálica: carta do Professor Flavio Lewgoy

https://biodireitomedicina.wordpress.com/page/3/

A morte encefálica é uma invenção recente

https://biodireitomedicina.wordpress.com/page/4/

Morte encefálica: A honestidade é a melhor política

https://biodireitomedicina.wordpress.com/page/5/

Morte encefálica: O temor tem fundamento na razão

https://biodireitomedicina.wordpress.com/page/6/

Morte encefálica: Carta do Dr. César Timo-Iaria dirigida ao CFM acusando os erros declaratórios deste prognóstico de morte

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/13/morte-encefalica-carta-do-dr-cesar-timo-iaria-dirigida-ao-cfm-acusando-os-erros-declaratorios-deste-prognostico-de-morte/

Referências correlacionadas:

QUESTIONAMENTO INTERPELATÓRIO AO CFM:

http://www.biodireito-medicina.com.br/website/internas/ministerio.asp?idMinisterio=149

INTRODUÇÃO ÀS RESPOSTAS DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA:

http://www.biodireito-medicina.com.br/website/internas/ministerio.asp?idMinisterio=150

RESPOSTAS DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA:

http://www.biodireito-medicina.com.br/website/internas/ministerio.asp?idMinisterio=151

RÉPLICA A ESTAS RESPOSTAS COM NOVE ANEXOS E CARTAS DE AUTORIDADES EM SAÚDE:

http://www.biodireito-medicina.com.br/website/internas/ministerio.asp?idMinisterio=108

A change of heart and a change of mind? Technology and the redefinition of death in 1968

ht tp://www.sciencedirect.com/science?_ob=ArticleURL&_udi=B6VBF-3SWVHNF-R&_user=10&_rdoc=1&_fmt=&_orig=search&_sort=d&view=c&_acct=C000050221&_version=1&_urlVersion=0&_userid=10&md5=45715d0a00629ba39456d22a891613e6

Morte Suspeita – Editorial do Jornal do Brasil de 01.03.1999, Caderno Brasil, página 08

https://biodireitomedicina.wordpress.com/category/editoriais-morte-encefalica/page/4/

A dura realidade do tráfico de órgãos

Seminário sobre Morte Encefálica e Transplantes de 20.05.2003 na Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/14/seminario-sobre-morte-encefalica-e-transplantes-de-20052003-na-assembleia-legislativa-do-estado-do-rio-grande-do-sul/

Redefinindo morte: um novo dilema ético – publicado em 19 de janeiro de 2009, na Revista American Medical News

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/19/redefindo-morte-um-novo-dilema-etico/

“Brain Death” — Enemy of Life and Truth

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/22/“brain-death”—enemy-of-life-and-truth/

Movimento contesta uso do critério da morte cerebral – “Brain Death” — Enemy of Life and Truth

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/22/movimento-contesta-uso-do-criterio-da-morte-cerebral-“brain-death”-—-enemy-of-life-and-truth/

“Morte encefálica” — Inimiga da Vida e da Verdade – Declaração internacional em oposição à “morte encefálica” e ao transplante de órgãos vitais únicos

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/22/declaracao-internacional-em-oposicao-a-morte-encefalica-e-ao-transplante-de-orgaos-vitais-unicos-traduzido-para-portugues/

Tráfico de órgãos é uma realidade comprovada no Brasil e no exterior

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/27/trafico-de-orgaos-e-uma-realidade-comprovada-no-brasil/

Transplantes e morte cerebral. L’Osservatore Romano rompe o tabu

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/02/01/transplantes-e-morte-cerebral-losservatore-romano-rompe-o-tabu

Transplantes: Dor e morte

Folha de São Paulo de 03 de setembro de 2000

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Até pouco tempo atrás, a vida, pelo menos a terrena, acabava quando o coração cessava de bater. O início da existência é um pouco mais complexo: filósofos e cientistas ensaiaram as mais diversas respostas. Parece razoável, porém, afirmar que, em termos modernos, a vida começava com o nascimento ou, numa visão especialmente cara aos religiosos, com a concepção.

Nos últimos anos, esses conceitos deixaram de fazer tanto sentido. Pela noção de morte encefálica, por exemplo, é possível declarar alguém legalmente morto, mesmo com seu coração ainda funcionando, o que possibilita a retirada de órgãos para transplantes. Nos países em que o aborto induzido é permitido, o feto só recebe proteção legal por volta da 20ª semana de gestação.

Se essas mudanças já eram difíceis de assimilar, estudos recentes e novas demandas da pesquisa científica prometem torná-las ainda mais complexas. Nas últimas semanas, o Reino Unido se viu tomado por uma polêmica. Dois médicos sugeriram, em editorial na revista “Anaesthesia”, que os doadores de órgãos fossem anestesiados para o procedimento da retirada. Para os autores, o aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial verificado durante a cirurgia poderia ser um sinal de que o corpo sente dor. A administração de drogas analgésicas seria uma garantia adicional de que o “paciente” não estaria sofrendo nada.

Quando esse legítimo debate acadêmico deixou as publicações especializadas para ganhar corpo nos principais jornais, a “notícia” caiu como uma bomba. Se o paciente pode sentir dor, ele não está morto e, portanto, a retirada dos órgãos configuraria um atentado à vida. Autoridades britânicas temem agora uma diminuição na oferta de órgãos.

A discussão aqui se torna filosófica. O que é a dor sem consciência e sem memória? Faz sentido um conceito de dor que não pode ser percebida nem lembrada? A maioria dos médicos tende a compreender uma dor nesses termos como uma reação orgânica reflexiva, que perderia seu sentido de “sofrimento”.

Pacientes cirúrgicos anestesiados apresentam maior atividade cerebral do que pessoas com morte encefálica. Na cirurgia, seus sinais vitais exibem alterações semelhantes às verificadas nos doadores. Mesmo assim, quando acordam, não se queixam de ter sofrido durante o procedimento.

O Reino Unido foi apanhado por essa polêmica enquanto ainda tentava assimilar a notícia de que o governo pretende liberar pesquisas científicas com embriões de até 14 dias, também para fins de transplantes.

As fronteiras que determinavam o início e o fim da vida estão sendo alteradas. E num grau que coloca problemas para a capacidade do homem de elaborar sistemas éticos que ofereçam respostas a essas questões. Mesmo assim, não parece uma tarefa impossível. No fundo, trata-se de decidir até que ponto se pode dispor dos já-não-vivos e dos ainda-não-vivos para manter justamente a vida.


Diagnóstico da morte encefálica em xeque

Folha de São Paulo – 19-12-1999 – Tendências/Debates


Sendo os critérios usados hoje corretos, sairão fortalecidos da discussão honesta   

 


Cícero Galli Coimbra

Os meios de comunicação têm, uma vez mais, um papel importante a desempenhar. Sérios questionamentos relativos à validade dos critérios correntes para o diagnóstico de morte encefálica estão sendo oferecidos à classe médica, após haverem passado pelas avaliações do corpo editorial da mais bem conceituada revista médica nacional (“Brazilian Journal of Medical and Biological Research”) e da comissão organizadora do Terceiro Simpósio Internacional sobre Coma e Morte (Cuba, fevereiro de 2000).

Mesmo reconhecida pelo pensamento científico honesto, sem a atenção da mídia, a crítica ora apresentada poderá levar mais de uma década para vencer o ostracismo e a indiferença, bem como a vaidade e o interesse ofendidos, para só então alterar a abordagem do paciente neurológico grave.

Para o diagnóstico de morte encefálica, após um traumatismo craniano severo, por exemplo, verifica-se a presença de coma profundo com ausência dos chamados “reflexos cefálicos” (sinais que requerem o concurso do encéfalo, tais como o fechamento das pupilas pela exposição à luz).

A seguir, submete-se o paciente ao chamado “teste da apnéia”, que consiste no desligamento do respirador por até dez minutos para elevar a concentração de gás carbônico (CO2) no sangue, de forma a estimular o centro respiratório encefálico. O teste é precedido e acompanhado de medidas destinadas a evitar a desoxigenação do sangue. A ausência de resposta respiratória levaria à fase final do diagnóstico: um exame confirmatório, como o eletroencefalograma ou a angiografia.

Ao serem tais critérios propostos, há 30 anos, imaginava-se que, quando houvesse desaparecido o último dos reflexos cefálicos, a circulação cerebral haveria cessado em decorrência da máxima elevação da pressão no interior do crânio, pela progressão do edema (“inchaço”) cerebral. Como o cérebro não sobrevive nessas condições, a documentação desse estado por algumas horas traria a certeza da irreversibilidade da lesão.

Hoje, ao contrário, se sabe que essas funções neurológicas tornam-se reversivelmente suprimidas com um fluxo de sangue inferior a apenas 50% a 60% do normal. A morte das células, no entanto, somente ocorre com a redução para abaixo de 15% a 20% do normal. Portanto pacientes com irrigação cerebral entre tais limites podem ser erradamente apontados como mortos.

Pior: a despeito de monitoração rigorosa das funções vitais, o CO2 elevado pelo teste da apnéia provoca queda severa da pressão arterial (em 40% dos casos) e paradas cardíacas irreversíveis, além de elevar ainda mais a pressão no interior do crânio, determinando o colapso irrecuperável da circulação intracraniana e tornando inúteis os exames confirmatórios.

Ao contrário, pacientes dependentes do respirador, mas não submetidos à apnéia, apesar de encontrarem-se com pupilas dilatadas e sem resposta à luz, têm sido recuperados pela redução da temperatura corporal (hipotermia) em 4C (de 37C para 33C) ao longo de 12 a 24 horas, reassumindo a vida profissional normal meses após o acidente. A hipotermia tem recuperado, a esse ponto, 70% dos casos de trauma craniano severo, contrastando com os 7% obtidos com terapias tradicionais.

Familiares de vítimas de traumatismo craniano grave ou parada cardíaca prolongada devem desautorizar a realização da apnéia e solicitar ao médico que considere a hipotermia. Mesmo a angiografia não confere segurança ao diagnóstico, pois pacientes que têm mantida a função da região do cérebro que controla a temperatura do corpo podem não apresentar imagens vasculares nesse exame, demonstrando-se a sua limitação.

Ao verificarem que os acidentados hipotérmicos, pela exposição do corpo ao clima frio antes do resgate, vinham a recuperar-se, os propositores dos atuais critérios desconsideraram seu potencial terapêutico, chamando-o apenas “critério de exclusão”.

Milhares de vidas jovens e úteis perdidas anualmente no Brasil, em cuja educação e formação profissional o país investiu longamente, seriam recuperáveis por esse tratamento (do qual o ator Gerson Brenner se beneficiou). Engajados no Sistema Nacional de Captação de Órgãos, com ênfase para o diagnóstico precoce de morte encefálica, a maioria dos hospitais públicos não possui aparelhagem para aplicação da hipotermia, nem entre seus diretores se verifica interesse na sua aquisição, configurando-se situação deplorável sob o ponto de vista ético.

Quem teme a verdade? Sendo os critérios corretos, sairão fortalecidos da discussão honesta. Caso contrário, após o decurso de dez anos para reconhecimento de sua falibilidade, muitos milhares de vidas terão sido perdidas, levando suas famílias à dor e ao desamparo sem necessidade. Sendo corrigidos rapidamente, os transplantes passarão a ser feitos com ética, consciência e segurança.



Cícero Galli Coimbra, médico neurologista pós-doutorado pela Universidade de Lund (Suécia), professor livre-docente da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e autor de artigo sobre o assunto publicado em 1/12/1999 na “Brazilian Journal of Medical and Biological Research” http://www.scielo.br/pdf/bjmbr/v32n12/3633m.pdf ).
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Saiba mais em: 

Ação na justiça questiona a prática de transplantes

Publicado em: 26/06/2000
Fonte: JORNAL DO BRASIL
Editoria: Brasil
Página: 05
Edição: 1ª



PORTO ALEGRE _ Setenta e duas pessoas ingressam hoje na Justiça Federal do Rio Grande do Sul com uma interpelação judicial contra o Conselho Federal de Medicina para que responda a 39 quesitos relacionados com a morte encefálica, base para transplantes. A ação é baseada no “direito constitucional à vida e na ética médica”.  O grupo reúne advogados, psicólogas, engenheiros,  empresário e até uma juíza do trabalho.

Os autores da ação questionam a base científica dos critérios e testes aprovados pelo Conselho Federal de Medicina para caracterizar a morte encefálica.  Na prática, caso alguns testes sejam reformulados,  a medida poderá significar _ segundo os autores da ação _ a salvação e recuperação de 7 mil das 10 mil pessoas em média atingidas com traumatismo craniano por ano no país.   São elas, exatamente, que recebem o diagnóstico de morte encefálica e estão sujeitas a fornecer órgãos para transplantes.

A interpelação judicial, feita também contra a União e o Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul,  se confronta contra toda a estrutura de transplantes do país, criticando a prioridade e vantagens inclusive financeiras dadas por lei federal para pagamento de atividades referentes a transplantes na UTIs dos hospitais em detrimento do atendimento dos pacientes iniciais (futuro doador de órgãos) que não encontram atendimento adequado ou similar ao entrarem nos hospitais.

Outros pacientes_ A interpelação questiona também a resolução 1480 do CFM, que foi a regulamentação da Lei de Transplantes, por incluir, entre outras coisas, o teste da apnéia (desligamento de aparelhos respiratórios por até 10 minutos). Este teste é caracterizado como “teste homicida, por induzir, agravar e levar à morte dos pacientes”, conforme acusa o idealizador da ação, o advogado gaúcho Celso Galli Coimbra.

O ambicioso objetivo final destas 72 pessoas é ajudar a provocar uma “mudança  na medicina brasileira, em que se priorize a prevenção:   80% dos necessitados de transplantes no Brasil são originários de doenças renais provenientes da hipertensão”, diz Celso Galli Coimbra.   “Se o governo incentivasse que se gaste apenas a saliva dos médicos nesta orientação anti-hipertensão não teríamos gastos elevadíssimos com a indústria médico-transplantista, nem esta fila de 25 mil pessoas à espera de transplantes”.


Análises _ A base científica da interpelação judicial são dezenas de estudos, pesquisas e atendimentos bem sucedidos em pacientes, em várias partes do mundo, resultados de análises nos últimos 10 anos de uma nova geração de neurologistas, entre os quais está o neurologista Cícero Galli Coimbra  (irmão de Celso), da Escola Paulista de Medicina. Seu trabalho, divulgado pelo JORNAL DO BRASIL em sucessivas reportagens desde 1997, foi publicado ano passado na mais respeitada revista científica brasileira, a “Brazilian Journal of Medical and Biological Research”. Isso significou o reconhecimento pela comunidade científica nacional e internacional da validade da pesquisa.

Sucessivos trabalhos, como o de Cícero, mostram que os exames atuais, mesmo o mais seguro deles, a angiografia cerebral, não detectam um nível de fluxo sanguíneo muito baixo no cérebro, como ocorre em casos de traumatismos cranianos, insuficiente para que as células cerebrais realizem suas funções, mas que são suficientes para mantê-las vivas. Com isso e com o uso de tratamentos como a da hipotermia (esfriamento do corpo a 33 graus), mostrados por Cícero, uma média de 70% de pacientes antes caracterizados tendo morte encefálica, se recuperaram e voltaram à vida e ao trabalho normais, conforme comprovado em tratamentos em várias partes do mundo, como no Japão.

“Morte encefálica” como critério para doação de órgãos é uma “decepção”

“Brain Death” as Criteria for Organ Donation is a “Deception”: Bereaved Mother

Monday February 23, 2009

By Hilary White, Rome correspondent

ROME, February 23, 2009 (LifeSiteNews.com) – Bernice Jones came to Rome last week to tell the world that doctors killed her son by removing his organs. “Brain death is not death” and “organ donation is very deceptive,” the bereaved mother told LifeSiteNews.com in an interview on Thursday.

Mrs. Jones was attending an international conference on the dangers of so-called “brain death” criteria and related her experience of losing her son, Brandon, who was declared “brain dead” and used as an organ donor.

“Families are led to believe that their loved ones are dead,” Jones told LSN, “but in fact they are alive. You must be alive to be a vital organ donor.” Families, she said, are being deceived by doctors and hospital administrators, “by everyone who is involved in organ transplantation.” The declaration of brain death “is a deception, a violent deception, that your loved one is dead.”

Jones described what she characterized as a betrayal of principle by medical professionals at a hospital in their home state of Washington, whose priority she argued is no longer the care of the patient at hand but the procurement of organs for transplants. Although she declined to name the hospital, she said, “It happens at all hospitals.”

Nine years ago, Mrs. Jones’s son suffered an accidental gunshot wound to the head and was declared “brain dead” upon arrival at the hospital. He was immediately prepared for the removal of his organs.

Mrs. Jones said, “While my family and I thought that our son was being treated for his well-being, to preserve and protect his life, he was not, he was being treated to be an organ donor.”

“His vital organs were being procured not for his benefit but to benefit someone else.”

24 hours after the family was told Brandon was dead, Mrs. Jones had an intuition that her son was still alive. Later investigation revealed that the hospital had told the family her son was “brain dead” but, without the family’s knowledge, had kept him alive on a respirator for 20 hours while flooding his body with fluids and drugs in preparation for what his mother described as a live “dissection” that brought about his death.

Legal consent, she said, was obtained while the family was in deep shock over the accident. Jones’s husband signed the consent forms over her objections and the family, still in shock, was told to go home. During their time at the hospital, the family was introduced to a woman whom doctors referred to as an “organ procurement agent.” This woman used what Mrs. Jones described as a standard “script,” speaking soothingly to the family about Brandon’s altruism and desire to help others, to induce them to sign the consent forms, copies of which were not given to the family.

Mrs. Jones was later to learn that these procedures are standard for organ retrieval. “All of the organ donor families I have spoken to received the same script,” she said. Organ procurement officials approach the family when they are at their most vulnerable, she said. “It’s always when you’re not mentally, emotionally capable” of making an informed decision.

Prior to obtaining his organs, Brandon was given paralysing drugs to keep him from moving. He was anesthetised during the removal process. Mrs. Jones said that the diagnosis of brain death is a sham. “If he is supposed to be dead, why does he need paralysing drugs to keep him from moving? Why does he need anesthesia?”

Brandon Jones was given, without his family’s consent, what is called an “apnea test” by doctors, to determine brain death. Doctors remove the ventilator for two minutes from a patient who requires assistance breathing. The heart rate decreases and after two minutes without oxygen, “brain death” is declared.

The apnea test as a diagnostic tool was specifically denounced at the conference as unethical by Dr. Cicero Coimbra, a neurologist from Sao Paolo, Brazil. The test, he said, which cuts off oxygen to the brain, will bring about severe, irreversible brain damage in patients who, with proper care, would otherwise have had a good chance of survival.

Mrs. Jones believes doctors who are motivated by the desire to obtain organs use the apnea test knowing that it will induce severe brain damage while the body is prepared for organ removal.

Despite the harm it does, the apnea test, she said, is administered without the family’s consent. “We were in with our son, and they told us to leave the room, that they had to perform a test. They did not ask permission to do this.”

“If a family was made aware of what an apnea test consists of, no family member would ever consent to this.”

She described what happened to her son: “For two minutes they took the ventilator away from him. They wait for the pulse to go down but the heart continues to beat. Then they put the ventilator back on. Now, in this two-minute timeframe, they pronounce the patient dead.

“Before they put them back on the ventilator they pronounce the patient dead. It’s a prerequisite to being able to declare a legal but fictional death.” This “death” is what she has described as a “convenience death, invented to schedule and regulate the actual time of real death.”

Brandon died, she claimed, while his organs, including his still-beating heart, were removed in surgery. Our son had been dissected alive and in doing so, killed.”

Mrs. Jones is the founder of an organisation of parents and families who have undergone this experience and which is dedicated to bringing to the public eye the danger of the “brain death” criteria. The Life Guardian Foundation is dedicated to educating the public that “life of the human person is a gift.”

The group calls it “irreverent” to use terms such as “brain dead,” “vegetative state,” “terminal condition,” and “imminent danger of death.” “Such designations have been proposed and are actively used for the sole purpose of demeaning and shortening life, as well as to hasten the death of a human person.”

Mrs. Jones said that in her research after her son’s death that “there is no scientific validation for ‘brain death’. Absolutely none, whatsoever.”

Read related LifeSiteNews.com coverage:

The Demise of “Brain Death”: Commentary by Dr. Paul A. Byrne, M.D.

http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/sep/08091803.html

O falecimento da “morte encefálica”

The Demise of “Brain Death”

Thursday September 18, 2008

— Commentary by Dr. Paul A. Byrne, M.D.

http://www.thelifeguardian.org

We are bombarded with propaganda that encourages organ donation. For an organ to be suitable for transplantation it must be taken from a living person.

Recent reports in the literature include:

  • Dr. KG Karakatsanis of Greece evaluated current clinical criteria and confirmatory tests for the diagnosis of “brain death” to determine if they satisfied the requirements for the irreversible cessation of all functions of the entire brain including the brain stem. He reviewed medical, philosophical and legal literature on the subject of “brain death.” He presented four arguments:

    1. Many clinically ‘brain-dead’ patients maintain residual vegetative functions that are mediated or coordinated by the brain or the brainstem.
    2. It is impossible to test for any cerebral function by clinical bedside exam, because the tracts of passage to and from the cerebrum through the brainstem are destroyed or nonfunctional. Furthermore, since there are limitations of clinical assessment of internal awareness in patients who otherwise lack the motor function to show their awareness, the diagnosis of ‘brain death’ is based on an unproved hypothesis.
    3. Many patients maintain several stereotyped movements (the so-called complex spinal cord responses and automatisms) which may originate in the brainstem.
    4. Not one of the current confirmatory tests has the necessary positive predictive value for the reliable pronouncement of human death.
    5. Conclusion: According to the above arguments, the assumption that all functions of the entire brain (or those of the brainstem) in ‘brain-dead’ patients have ceased, is invalidated. Spinal Cord (2008) 46, 396-401.
  • In the New England Journal of Medicine on 8-14-08 it was reported that infants who were not “brain dead” were pronounced dead after life support was discontinued. When there was no detected pulse for only 1.25 minutes, the heart was then excised for transplantation.
  • Dr. David Greer reported in Neurology (Jan 2008) that many highly regarded hospitals in the U.S. routinely diagnose “brain death” without following the guidelines promulgated in 1995 by the American Academy of Neurology (AAN). Researchers at the Massachusetts General Hospital surveyed the top 50 neurology and neurosurgery departments nationwide; 82 percent responded. Results showed that “adherence to the AAN guidelines varied widely, leading to major differences in practice, which may have consequences for the determination of death and initiation of transplant procedures. Apnea testing was omitted by 27 percent; still more distressing is that many fail to even check for spontaneous respirations.

While the apnea test can only cause a patient with a neurologic problem to get worse, it is commonly done without full and explicit consent. The test involves turning off the ventilator to determine if he can breathe on his own; and if he cannot, the result is suffocation of this living human being. The sole purpose of the apnea test is to determine that the patient cannot breathe on his own in order to declare him “brain dead.” It is illogical to do this stressful, possibly lethal, apnea test on a patient who has just undergone severe head trauma. To turn off the ventilator for up to 10 minutes as part of the declaration of “brain death” risks further damage and even killing a comatose patient, who might otherwise survive and resume spontaneous breathing if treated properly.

“In plain, straight talk,” writes Dr. Lawrence Huntoon, editor-in-chief of the Journal of American Physicians and Surgeons, “the survey indicates a high likelihood that some patients are being ‘harvested’ in some hospitals before they are dead! In hospitals with aggressive transplant programs (hospitals make a huge amount of money on transplant cases), making sure a patient is dead before going to the ‘harvesting suite’ may be viewed as a minor technicality/impediment.”

In the largest study in the literature known as the Collaborative Study 10 % at autopsy had no pathology in the brain. Only 27% of patients on the ventilator for 1 week had a “respirator brain.” From the beginning “brain death” was not based on data that was not sufficient and acceptable scientifically for destruction of the brain much less death of the person.

Now more than ever, there is great push to kill for organs. It was reported in the news that Zack Dunlap from Oklahoma was declared dead, and a transplant team was ready to take his organs until that young man moved. Instead of a calling it a reflex (as I have been told is commonly done), the transplant team was sent away. (http://www.msnbc.msn.com/id/23768436/)

This young man did not have a destroyed brain. Nevertheless, Zack would have been truly dead had they excised his heart for transplantation. He could hear the doctors discuss his “brain death,” but he could not move at that time to tell them he was alive.

Brain death” never was, and never will be true death. This has been known by neurologists and organ transplanters since the beginning of the multi-billlion industry. So if a declaration of “brain death” is not true death, but organs are taken legally in accord with “accepted medical standards,” why not continue to make “acceptable” this less stringent criteria?

In the 10 years after the ad hoc Committee conjured up the Harvard Criteria, 30 more sets were reported by 1978. Every set became less stringent. Less strict sets were reported until eventually there came about a criterion that does not fulfill any of the “brain death” criteria. This is known as donation by cardiac death (DCD). Organs are obtained for transplantation by first getting a DNR order, then taking the patient off life support and waiting until the patient is without a pulse. In the past the waiting time was 10 minutes, then shortened to 5 minutes, then 4, then 2 and now in the NEJM (8-14-08) the waiting time is only 1.25 minutes until they cut out the baby’s heart.

How shameful can it get? Shame on the medical field for knowing and not protecting these patients! Shame on the transplantation organizations for valuing money over an innocent injured person’s life! Shame on the US government, other governments, and clergy for allowing and even encouraging extracting vital organs for transplantation and research! When will doctors informed of the truth stand for life instead of being political creeps?

The transplant world no longer waits for “brain death.” Now the goal is to get a DNR. Then they wait until the pulse stops for as short a time as 1.25 minutes. Organs obtained deceptively, yet legally, are called donation by brain death (DBD) and donation by cardiac death (DCD). It is the excision of vital organs that finalizes the death of the donor.

What is going to happen when it becomes better known that “brain death” was a hoax from the beginning? Do doctors and laymen not realize that destroying human life before its natural end is a heinous crime? Do they not realize that excision of an unpaired vital organ for transplantation or research is imposed death, also known as euthanasia? Have they not been reading the papers about all those “donors” about to be sacrificed who suddenly wake up minutes before their organs were going to be extracted?

No matter how generous one might want to be by donating his own self, or vital organs from someone else to save others, suicide or homicide to save another is not morally acceptable.

See related News:

Val Thomas from West Virginia wakes after heart stopped, rigor mortis set in

http://www.foxnews.com/story/0,2933,357463,00.html

French man began breathing on own as docs prepared to harvest his organs

http://www.msnbc.msn.com/id/25081786

Woman Diagnosed as “Brain Dead” Walks and Talks after Awakening

http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/feb/08021508.html

Vatican Newspaper: Brain Death and thus Organ Donation Must be Reconsidered

http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/sep/08090310.html

New England Journal of Medicine: ‘Brain Death’ is not Death – Organ Donors are Alive

http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/aug/08081406.html

Catholic medical authority raps ‘brain death’ criteria

http://www.lifesitenews.com/ldn/2005/feb/05021106.html

Woman’s Waking After Brain Death Raises Many Questions About Organ Donation

http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/may/08052709.html

Doctor Says about “Brain Dead” Man Saved from Organ Harvesting – “Brain Death is Never Really Death”

http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/mar/08032709.html

ONU vai proibir utilização de mercúrio em todo o mundo

 

19.02.2009 
DW-WORLD.DE

 

Em dois anos o planeta deverá estar livre de um dos metais pesados mais tóxicos. Nova postura dos EUA nos assuntos ambientais foi elogiada. O “Global Green New Deal” faz progressos.
 

Após longo debate, os ministros do Meio Ambiente dos países-membros da ONU decidiram-se pela proibição global da utilização do mercúrio. A resolução foi aprovada durante a conferência de cúpula que se realiza em Nairobi, de 16 a 20 de fevereiro de 2009, e se ocupa do combate ao aquecimento do clima e da solução dos problemas ambientais, face à crise financeira global.

Em seguida, está previsto um decreto da Organização das Nações Unidas com o fim de banir do mundo, no prazo de dois anos, um dos metais pesados mais tóxicos. Atualmente cresce a concentração do mercúrio no meio ambiente, em especial devido ao aumento do número das usinas de carvão mineral na Ásia.

O ministro alemão do Meio Ambiente, Sigmar Gabriel, elogiou em especial a participação da delegação estadunidense. Nos últimos seis anos, o país vinha bloqueando qualquer avanço na interdição do mercúrio. Gabriel ressaltou quão rapidamente o clima de negociações se modificou desde que Barack Obama assumiu a presidência norte-americana.

“Os EUA estão dispostos a fechar um acordo para proteção do clima já em dezembro, mesmo que sua legislação nacional a respeito ainda não tenha entrado em vigor. Eles também afirmam que nada farão sem a contribuição de grandes países emergentes como a China. Esta posição coincide com a da União Europeia.”

http://www.dw-world.de/dw/article/0,,4042532,00.html?maca=bra-swissinfo_bra_europe-3017-xml-mrss

 

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